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Veja 8 maneiras de garantir a segurança da informação da sua empresa

Felix Schultz

Com a necessidade de lidar com volumes de dados cada vez maiores, também cresce a preocupação das empresas com a segurança da informação. As situações de risco são variadas, por isso, listamos sete dos principais aspectos aos quais sua equipe de TI precisa estar atenta para evitar. Confira!

1. Mapeie e trate todas as vulnerabilidades

A primeira coisa a ser feita é detectar possíveis vulnerabilidades e criar um plano de correção. Afinal, uma infraestrutura defasada causa ineficiência e está sujeita a falhas técnicas. Há práticas de segurança para computadores, servidores, softwares e demais componentes da infraestrutura. Considerando que é impossível ter um ambiente 100% livre de ameaças, um bom plano de gestão de vulnerabilidades deve incluir:

  • preparação do processo com base em um mapeamento completo da infraestrutura de TI e das necessidades do negócio;

  • definição de responsáveis pelas diversas tarefas relacionadas à segurança de dados, sejam eles internos ou terceirizados;

  • mapeamento de todos os riscos que possam afetar a funcionalidade da infraestrutura em termos de hardware, de software e de pessoas;

  • analise de dados e priorização dos riscos a serem contidos com maior urgência;  

  • produção de relatórios que permitam acompanhar as ações e os resultados obtidos para comparação ao longo do tempo;

  • tratamento das vulnerabilidades com procedimentos bem definidos para ganhar agilidade;

  • definição de métricas que reflitam a eficiência do trabalho realizado e mostrem o que deve ser melhorado;

  • Investimento constante na capacitação da equipe para reduzir falhas humanas.

Quando há um ciclo de melhoria contínua fundamentado nessas diretrizes, é possível atuar de forma preventiva e corretiva, mitigando e controlando riscos. 

2. Crie seu Firewall Humano

Nós já temos aqui no blog um artigo específico sobre a importância do firewall humano e como implementá-lo. Basicamente, parte do treinamento do seu time deve se concentrar na conscientização sobre os riscos de um ataque cibernético e como evitá-los.  Com esse conhecimento, os próprios colaboradores terão condições de identificar eventuais ameaças, tornando-se uma camada de proteção adicional para a segurança da rede. Um programa ainda mais completo pode incluir temas relacionados à proteção de dados e LGPD.

3. Faça backups de segurança

Ter cópias de segurança dos dados importantes é uma dica óbvia, mas, por incrível que pareça, muitas empresas negligenciam esse aspecto. Base de dados precisam ter ao menos duas cópias armazenadas em locais diferentes fora do prédio da empresa.  Além disso, é importante ter um Plano de Recuperação em Desastres. Dessa forma, se houver qualquer imprevisto, é possível recuperá-los facilmente.

4. Tenha uma infraestrutura com redundância

Ter uma infraestrutura de TI com redundância significa duplicar componentes cruciais para evitar que uma falha acabe derrubando o sistema. Isso vale, por exemplo, para servidores. Em uma plataforma que trabalha com dois servidores, mesmo que um deles apresente problemas, o outro conseguirá manter os serviços em funcionamento.  A mesma lógica se aplica a bancos de dados, equipamentos de rede, fontes de energia ou qualquer outro elemento fundamental para evitar que os usuários tenham prejuízos com longos períodos de falhas técnicas.

5. Estabeleça controles de acesso

A gestão de quem pode ou não acessar o sistema e dos níveis de acesso permitidos a diferentes perfis de usuários é crucial para a segurança da informação. Os mecanismos de proteção podem ser físicos, lógicos, ou até uma mistura dos dois. Sensores de biometria e travas eletrônicas nas portas são exemplos de mecanismos físicos. Quanto aos lógicos, podemos citar firewalls e sistemas de assinatura digital.

6. Crie uma política de segurança da informação

Como todo aparato de segurança da informação precisa seguir certas diretrizes, sua empresa precisa de uma política de segurança da informação. As regras visam estabelecer boas práticas que contribuam para evitar vulnerabilidades que coloquem os dados do sistema em risco. O desenvolvimento dessa política demanda o envolvimento da área de TI com todos os demais setores da organização. Isso assegura que as demandas específicas de cada departamento serão consideradas. O documento em si tem que ser curto e objetivo, para facilitar o treinamento dos colaboradores e a aplicação das regras.

7. Use contratos de confidencialidade

Os contratos de confidencialidade são muito utilizados quando uma empresa terceiriza certas atividades e, para que elas sejam executadas, é necessário compartilhar dados. Existem três tipos básicos de acordos nesse sentido:

Unilaterais

Os contratos unilaterais são usados quando apenas uma das partes compartilha dados que precisam ser protegidos. 

Bilaterais

Nos contratos bilaterais ambas as partes trocam entre si dados que precisam de sigilo. 

Multilaterais

No contratos multilaterais ambas as partes desejam proteger o sigilo de dados, mas cada uma delas têm graus diferentes de comprometimento. Pode ser que uma delas queira proteger informações, enquanto a outra deseja manter sigilo sobre metodologias de trabalho, por exemplo.

8. Tenha métodos de gestão de riscos

Por fim, destacamos a necessidade de estabelecer métodos para gestão de riscos. Basicamente, sua empresa precisa classificar os riscos em quatro categorias:

Desconhecimento técnico

A falta de orientações sobre como operar sistemas e equipamentos é um problema a ser resolvido com capacitação constante. Por isso, é importante disponibilizar treinamentos aos usuários comuns e à própria equipe de TI para alertá-los sobre as boas práticas de segurança da informação e transformá-los em firewalls humanos.

Falhas de procedimento

Por mais que a empresa já tenha uma estrutura para gerenciar riscos, é possível que certas situações bem específicas continuem abrindo vulnerabilidades. Cabe aos gestores identificar os pontos de melhoria nos procedimentos e elaborar planos de ação para aperfeiçoá-los.

Negligência

Há situações em que, mesmo ciente dos procedimentos adequados, uma pessoa assume comportamentos de risco. Nesse caso, o caminho é investir constantemente em conscientização. Mantenha os colaboradores sempre informados sobre riscos relacionados a arquivos maliciosos e mal uso dos equipamentos.

Malícia

Também não pode ser descartada a possibilidade de atos propositais para violar a segurança da informação de uma organização. Por isso, é fundamental implementar meios para detectar ameaças e tomar atitudes sempre que uma situação de risco for percebida. Ã? claro que, para colocar em prática tudo que foi abordado aqui, sua empresa precisa ter uma metodologia de trabalho bem estruturada.  Para se aprofundar no tema, conheça os principais conceitos por trás do Gerenciamento de Serviços de TI e veja como otimizar a gestão da sua equipe!

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Veja 8 maneiras de garantir a segurança da informação da sua empresa

Felix Schultz

Com a necessidade de lidar com volumes de dados cada vez maiores, também cresce a preocupação das empresas com a segurança da informação. As situações de risco são variadas, por isso, listamos sete dos principais aspectos aos quais sua equipe de TI precisa estar atenta para evitar. Confira!

1. Mapeie e trate todas as vulnerabilidades

A primeira coisa a ser feita é detectar possíveis vulnerabilidades e criar um plano de correção. Afinal, uma infraestrutura defasada causa ineficiência e está sujeita a falhas técnicas. Há práticas de segurança para computadores, servidores, softwares e demais componentes da infraestrutura. Considerando que é impossível ter um ambiente 100% livre de ameaças, um bom plano de gestão de vulnerabilidades deve incluir:

  • preparação do processo com base em um mapeamento completo da infraestrutura de TI e das necessidades do negócio;

  • definição de responsáveis pelas diversas tarefas relacionadas à segurança de dados, sejam eles internos ou terceirizados;

  • mapeamento de todos os riscos que possam afetar a funcionalidade da infraestrutura em termos de hardware, de software e de pessoas;

  • analise de dados e priorização dos riscos a serem contidos com maior urgência;  

  • produção de relatórios que permitam acompanhar as ações e os resultados obtidos para comparação ao longo do tempo;

  • tratamento das vulnerabilidades com procedimentos bem definidos para ganhar agilidade;

  • definição de métricas que reflitam a eficiência do trabalho realizado e mostrem o que deve ser melhorado;

  • Investimento constante na capacitação da equipe para reduzir falhas humanas.

Quando há um ciclo de melhoria contínua fundamentado nessas diretrizes, é possível atuar de forma preventiva e corretiva, mitigando e controlando riscos. 

2. Crie seu Firewall Humano

Nós já temos aqui no blog um artigo específico sobre a importância do firewall humano e como implementá-lo. Basicamente, parte do treinamento do seu time deve se concentrar na conscientização sobre os riscos de um ataque cibernético e como evitá-los.  Com esse conhecimento, os próprios colaboradores terão condições de identificar eventuais ameaças, tornando-se uma camada de proteção adicional para a segurança da rede. Um programa ainda mais completo pode incluir temas relacionados à proteção de dados e LGPD.

3. Faça backups de segurança

Ter cópias de segurança dos dados importantes é uma dica óbvia, mas, por incrível que pareça, muitas empresas negligenciam esse aspecto. Base de dados precisam ter ao menos duas cópias armazenadas em locais diferentes fora do prédio da empresa.  Além disso, é importante ter um Plano de Recuperação em Desastres. Dessa forma, se houver qualquer imprevisto, é possível recuperá-los facilmente.

4. Tenha uma infraestrutura com redundância

Ter uma infraestrutura de TI com redundância significa duplicar componentes cruciais para evitar que uma falha acabe derrubando o sistema. Isso vale, por exemplo, para servidores. Em uma plataforma que trabalha com dois servidores, mesmo que um deles apresente problemas, o outro conseguirá manter os serviços em funcionamento.  A mesma lógica se aplica a bancos de dados, equipamentos de rede, fontes de energia ou qualquer outro elemento fundamental para evitar que os usuários tenham prejuízos com longos períodos de falhas técnicas.

5. Estabeleça controles de acesso

A gestão de quem pode ou não acessar o sistema e dos níveis de acesso permitidos a diferentes perfis de usuários é crucial para a segurança da informação. Os mecanismos de proteção podem ser físicos, lógicos, ou até uma mistura dos dois. Sensores de biometria e travas eletrônicas nas portas são exemplos de mecanismos físicos. Quanto aos lógicos, podemos citar firewalls e sistemas de assinatura digital.

6. Crie uma política de segurança da informação

Como todo aparato de segurança da informação precisa seguir certas diretrizes, sua empresa precisa de uma política de segurança da informação. As regras visam estabelecer boas práticas que contribuam para evitar vulnerabilidades que coloquem os dados do sistema em risco. O desenvolvimento dessa política demanda o envolvimento da área de TI com todos os demais setores da organização. Isso assegura que as demandas específicas de cada departamento serão consideradas. O documento em si tem que ser curto e objetivo, para facilitar o treinamento dos colaboradores e a aplicação das regras.

7. Use contratos de confidencialidade

Os contratos de confidencialidade são muito utilizados quando uma empresa terceiriza certas atividades e, para que elas sejam executadas, é necessário compartilhar dados. Existem três tipos básicos de acordos nesse sentido:

Unilaterais

Os contratos unilaterais são usados quando apenas uma das partes compartilha dados que precisam ser protegidos. 

Bilaterais

Nos contratos bilaterais ambas as partes trocam entre si dados que precisam de sigilo. 

Multilaterais

No contratos multilaterais ambas as partes desejam proteger o sigilo de dados, mas cada uma delas têm graus diferentes de comprometimento. Pode ser que uma delas queira proteger informações, enquanto a outra deseja manter sigilo sobre metodologias de trabalho, por exemplo.

8. Tenha métodos de gestão de riscos

Por fim, destacamos a necessidade de estabelecer métodos para gestão de riscos. Basicamente, sua empresa precisa classificar os riscos em quatro categorias:

Desconhecimento técnico

A falta de orientações sobre como operar sistemas e equipamentos é um problema a ser resolvido com capacitação constante. Por isso, é importante disponibilizar treinamentos aos usuários comuns e à própria equipe de TI para alertá-los sobre as boas práticas de segurança da informação e transformá-los em firewalls humanos.

Falhas de procedimento

Por mais que a empresa já tenha uma estrutura para gerenciar riscos, é possível que certas situações bem específicas continuem abrindo vulnerabilidades. Cabe aos gestores identificar os pontos de melhoria nos procedimentos e elaborar planos de ação para aperfeiçoá-los.

Negligência

Há situações em que, mesmo ciente dos procedimentos adequados, uma pessoa assume comportamentos de risco. Nesse caso, o caminho é investir constantemente em conscientização. Mantenha os colaboradores sempre informados sobre riscos relacionados a arquivos maliciosos e mal uso dos equipamentos.

Malícia

Também não pode ser descartada a possibilidade de atos propositais para violar a segurança da informação de uma organização. Por isso, é fundamental implementar meios para detectar ameaças e tomar atitudes sempre que uma situação de risco for percebida. Ã? claro que, para colocar em prática tudo que foi abordado aqui, sua empresa precisa ter uma metodologia de trabalho bem estruturada.  Para se aprofundar no tema, conheça os principais conceitos por trás do Gerenciamento de Serviços de TI e veja como otimizar a gestão da sua equipe!

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Firewall Humano: o que é e como proteger a sua empresa

Felix Schultz

O Firewall Humano é um recurso de defesa feito pelo usuário final bem treinado que ao observar e analisar sites e emails consegue ter a percepção de que não é seguro, atuando como camada extra de segurança. Apesar de existirem diversos mecanismos que protegem os usuários da internet de sofrerem ataques cibernéticos, o firewall humano, mesmo sendo a última linha de defesa, é de suma importância e garante uma camada extra de segurança. Por isso, é extremamente importante que haja treinamentos específicos para os funcionários, de forma que eles estejam permanentemente vigilantes a ataques. Aderindo a essa camada de proteção humana, você garante que as violações sejam barradas no último minuto, perante a possíveis falhas, falta de configuração ou atualização dos sistemas de seguranças. Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid. Mas como ocorre um ataque cibernético e quais são as formas de prevenção? O fato é que existem diversas formas de um sistema ser burlado, principalmente quando ocorrem erros no software e defeitos no sistema. Esses eventos deixam os sistemas à mercê de ataques, que só podem ser barrados com a ação da própria equipe. Mas, além disso, existem outras técnicas de ataques cibernéticos, como a de engenharia social, que ocorre quando hackers têm como alvo o usuário final, que utiliza sites ou e-mails para atrair usuários despreparados. Se você quer entender mais sobre as formas de ataques ao firewall humano e como se prevenir, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • Por que um firewall humano?

  • Como funciona um firewall humano?

  • Por que a camada humana é tão importante?

  • Como mitigar riscos de ameaças internas?

  • Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

Boa Leitura!

Por que um Firewall Humano?

Se você tem dúvidas sobre o que é firewall humano, saiba que ele é exatamente o que o nome sugere: uma camada de proteção extra realizada de forma humana pelo usuário final que foi treinado para identificar possíveis ameaças cibernéticas. O firewall atua como um dispositivo de segurança de rede que monitora as ações, tráfego de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto de regras de segurança. Por outro lado, o firewall humano atua de forma similar, mas é o próprio usuário ou funcionário de uma empresa que avalia a ameaça e decide autorizar ou negar o acesso, clicar ou não clicar em algum link, permitir ou não a navegação em uma página, entre outros. Assim, os firewalls agem com a linha de frente da defesa na segurança de rede, colocando uma barreira de acesso às redes internas ou externas, que podem ser confiáveis ou não, como a internet. Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Como funciona um firewall humano?

Afinal, como fazer com que as pessoas atuem como um firewall? Com a alta dos ataques cibernéticos, é necessário que os funcionários consigam identificar falhas na segurança, de forma a garantir que as empresas tenham um sistema confiável, estável e íntegro. Hoje educar e conscientizar os funcionários sobre como os ataques cibernéticos acontecem e como evitá-los , é um meio muito eficaz na prevenção aos ataques, mobilizando seus funcionários junto com o setor de TI e dividindo com eles a preocupação da segurança cibernética é a prática mais eficaz de combater os ataques. Afinal, todos os funcionários com acesso a e-mail ou sites na internet podem estar vulneráveis a um ataque, se não tiverem consciência sobre os riscos envolvidos em seus atos. Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. É muito importante que todos os funcionários que possuem acesso a dados e sistemas da empresa, em todos os níveis, estejam aptos a avaliar situações de risco, contribuindo para o cumprimento das regras de compliance e gestão de riscos. Estudos recentes comprovam que a maior violação de segurança ocorre quando os funcionários clicam em links de e-mails ou anexos de origens duvidosas.   Normalmente esses links implantam malware ou coletam informações confidenciais da empresa em ataques de phishing. Com os usuários e funcionários treinados, a prevenção desses ataques ocorre de maneira muito mais fácil e eficiente, pois os próprios usuários estão preparados para identificar problemas e ameaças em links, anexos ou e-mails suspeitos.

Por que a camada de proteção humana é tão importante?

Agora que já sabe o que significa firewall humano, saiba que, hoje, o principal meio de ataque dos hackers é o e-mail.   De acordo com pesquisas recentes, aproximadamente dois terços dos e-mails enviados no mundo são do tipo spam, ou seja, mensagens não solicitadas e que podem ser utilizadas com o objetivo de extrair informações sensíveis dos usuários e aplicar golpes. O e-mail mostra-se, assim, como um recorrente método utilizado em golpes via internet devido a facilidade em atrair usuários, utilizando-se de artifícios enganosos como gatilhos mentais, falsas promoções e prêmios de sorteio.   Dessa forma, os usuários de redes internas e externas devem estar preparados para enfrentar ameaças recorrentes, evitando comprometer dados sensíveis e sigilosos. Um funcionário de uma empresa, por exemplo, deve ser capaz de identificar a existência de sinais que indiquem armadilhas em e-mails e sites duvidosos, contribuindo, assim, com a proteção do sistema de segurança da empresa como um todo. Leia também: Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa. E sabe por que enganar um humano ao invés de uma máquina é mais fácil? Porque as pessoas são o elo mais facilmente influenciável em um sistema de segurança, pois são movidas por sentimentos e emoções.  Esta natureza humana proporciona um canal de entrada para ataques que utilizam a técnica de engenharia social, a qual tem como foco a falha e falta de preparo humano sobre ambientes cibernéticos para aplicar golpes e permitir invasões.

Engenharia Social

A engenharia social é uma forma de ataque cibernético que objetiva enganar e induzir usuários a erros, criando armadilhas para persuadi-los a tomar ações pré-determinadas e que comprometam a segurança das informações pessoais ou corporativas.  É um tipo de engenharia que atua diretamente com estratégias de ataque à consciência e inteligência humana, explorando suas falhas para cometer crimes.

Como mitigar riscos de ameaças internas?

A ameaça interna, no ambiente corporativo, está diretamente ligada aos funcionários da empresa, podendo representar um risco significativo à segurança das redes compartilhadas.   Isso porque é muito fácil que ocorram falhas e acidentes de navegação em ambientes cibernéticos, bem como não se pode negar a existência de funcionários mal intencionados que causem este tipo de problema. Porém, de acordo com dados de pesquisas recentes, 38% dos ataques são causados pelos ataques de phishing, 21% são causados pelo spear phishing, 16% pelas senhas ruins e 7% pela navegação em sites suspeitos. Isso mesmo, a porta de entrada dos criminosos pode ser diversa, desde um simples link, baixar um arquivo suspeito ou descobrir o uso de senhas padronizadas. Por isso, é importante mitigar as ameaças internas, não aceitar comportamentos imprudentes e negligentes, violação de dados, entre outros.   Principalmente em situação de pandemia, momento em que cresce o número de usuários trabalhando em redes externas e também eleva-se o número de tentativas de golpes pela internet. Leia também: Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos.


Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

O treinamento da conscientização de segurança é a melhor forma de criar um firewall humano? Não importa o quão bons sejam seus passos de prevenção, as violações do sistema são inevitáveis. Por isso, é fundamental que exista uma educação dos usuários, de forma a reduzir o perigo. O treinamento de controle de incidentes é muito eficiente para melhorar a segurança da sua empresa ou organização, e deve prever diversas etapas como:

  • Treinamento dos usuários sobre as noções básicas de segurança cibernética;

  • Treinamento dos usuários sobre como identificar e lidar com ataques de phishing;

  • Implementação de um sistema de relatórios para e-mails suspeitos de phishing;

  • Atualizações frequentes para manter os conhecimentos sempre em evidência;

  • Testagens, para identificação de possíveis falhas no treinamento ou na consciência dos seus usuários.

Os melhores programas de treinamento focam em garantir a educação do usuário e reduzir o número de cliques em e-mails de phishing. A boa educação pode reduzir significativamente os ataques, mas não evitará 100% deles. A ocorrência de falhas é comum em todos os tipos de sistemas, pois sempre haverá usuários negligentes e apressados. Além de um treinamento apropriado, voltado a garantir a segurança do sistema, é muito importante definir uma política de governança que contemple regras e normas bem definidas sobre o uso de ambientes virtuais.  Revise sua política regularmente e compartilhe com seus funcionários para que possam seguir as melhores práticas. Confira uma série de exemplo de comportamento de firewall humano a seguir:

  • Não abrir anexos ou clicar em links de fontes desconhecidas;

  • Não usar unidades USB em computadores de escritório;

  • Política de gerenciamento de senhas (sem reutilização de senhas, sem post-its em telas como lembrete de senhas);

  • Política sobre o acesso ao Wifi;

  • entre outras.

É muito importante, também, desenvolver procedimentos padrões no departamento de TI, como:

  • Bloqueio de sites conhecido por espalhar ransomware;

  • Patches de software e arquivos de assinatura de vírus atualizados;

  • Varreduras de vulnerabilidade e autoavaliação do sistema;

  • Testes regulares de penetração no Wifi e outras redes;

  • Proteção contra falsificação de domínio;

  • Regras do sistema de detecção de invasões que sinalizem e-mails com extensões semelhantes aos e-mails da empresa.

Portanto, o firewall humano é uma parte essencial na defesa contra ataques cibernéticos e invasores de qualquer tipo. Quando as forças trabalham unidas, podem identificar ameaças e evitar violações de dados ou mitigar danos permanentes. Unir a tecnologia com o firewall humano é a melhor solução.

Conclusão

A capacidade de um ataque virtual é muito maior do que imaginamos e engloba diversas variáveis, como se fosse a montagem de um quebra-cabeças. Qualquer ação, clique errado ou entrada em uma página não segura, pode abrir portas para que os criminosos acessem seu sistema e suas informações, causando problemas devastadores. É sempre importante lembrar que o ser humano pode ser tanto ou até mais inteligente que uma máquina, pois possui diversas percepções e análises críticas do meio. Sendo assim, é mais difícil passar por uma pessoa preparada para enfrentar este tipo de ameaça. Descubra qual é o nível de segurança de seus colaboradores e saiba como proteger sua empresa com o Milvus. Além de entender o firewall humano significado e fortalecê-lo internamente, é sempre bom trabalhar com um sistema de TI eficiente.   Com o HelpDesk Inteligente Milvus você otimiza os processos de rotina do seu time, permitindo que os profissionais foquem no que é mais valioso para o seu negócio: suas informações. Faça um teste gratuito e conheça todas as funcionalidades! Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Suporte ao cliente via e-mail: evite erros e melhore o seu atendimento.

  • WhatsApp Web para Empresas: aumente seus resultados com essa funcionalidade.

  • Zabbix: monitoramento de rede integrado ao Milvus.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho

  • Como manter as vendas de serviços de TI: 15 dicas para enfrentar a crise.

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Firewall Humano: o que é e como proteger a sua empresa

Felix Schultz

O Firewall Humano é um recurso de defesa feito pelo usuário final bem treinado que ao observar e analisar sites e emails consegue ter a percepção de que não é seguro, atuando como camada extra de segurança. Apesar de existirem diversos mecanismos que protegem os usuários da internet de sofrerem ataques cibernéticos, o firewall humano, mesmo sendo a última linha de defesa, é de suma importância e garante uma camada extra de segurança. Por isso, é extremamente importante que haja treinamentos específicos para os funcionários, de forma que eles estejam permanentemente vigilantes a ataques. Aderindo a essa camada de proteção humana, você garante que as violações sejam barradas no último minuto, perante a possíveis falhas, falta de configuração ou atualização dos sistemas de seguranças. Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid. Mas como ocorre um ataque cibernético e quais são as formas de prevenção? O fato é que existem diversas formas de um sistema ser burlado, principalmente quando ocorrem erros no software e defeitos no sistema. Esses eventos deixam os sistemas à mercê de ataques, que só podem ser barrados com a ação da própria equipe. Mas, além disso, existem outras técnicas de ataques cibernéticos, como a de engenharia social, que ocorre quando hackers têm como alvo o usuário final, que utiliza sites ou e-mails para atrair usuários despreparados. Se você quer entender mais sobre as formas de ataques ao firewall humano e como se prevenir, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • Por que um firewall humano?

  • Como funciona um firewall humano?

  • Por que a camada humana é tão importante?

  • Como mitigar riscos de ameaças internas?

  • Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

Boa Leitura!

Por que um Firewall Humano?

Se você tem dúvidas sobre o que é firewall humano, saiba que ele é exatamente o que o nome sugere: uma camada de proteção extra realizada de forma humana pelo usuário final que foi treinado para identificar possíveis ameaças cibernéticas. O firewall atua como um dispositivo de segurança de rede que monitora as ações, tráfego de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto de regras de segurança. Por outro lado, o firewall humano atua de forma similar, mas é o próprio usuário ou funcionário de uma empresa que avalia a ameaça e decide autorizar ou negar o acesso, clicar ou não clicar em algum link, permitir ou não a navegação em uma página, entre outros. Assim, os firewalls agem com a linha de frente da defesa na segurança de rede, colocando uma barreira de acesso às redes internas ou externas, que podem ser confiáveis ou não, como a internet. Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Como funciona um firewall humano?

Afinal, como fazer com que as pessoas atuem como um firewall? Com a alta dos ataques cibernéticos, é necessário que os funcionários consigam identificar falhas na segurança, de forma a garantir que as empresas tenham um sistema confiável, estável e íntegro. Hoje educar e conscientizar os funcionários sobre como os ataques cibernéticos acontecem e como evitá-los , é um meio muito eficaz na prevenção aos ataques, mobilizando seus funcionários junto com o setor de TI e dividindo com eles a preocupação da segurança cibernética é a prática mais eficaz de combater os ataques. Afinal, todos os funcionários com acesso a e-mail ou sites na internet podem estar vulneráveis a um ataque, se não tiverem consciência sobre os riscos envolvidos em seus atos. Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. É muito importante que todos os funcionários que possuem acesso a dados e sistemas da empresa, em todos os níveis, estejam aptos a avaliar situações de risco, contribuindo para o cumprimento das regras de compliance e gestão de riscos. Estudos recentes comprovam que a maior violação de segurança ocorre quando os funcionários clicam em links de e-mails ou anexos de origens duvidosas.   Normalmente esses links implantam malware ou coletam informações confidenciais da empresa em ataques de phishing. Com os usuários e funcionários treinados, a prevenção desses ataques ocorre de maneira muito mais fácil e eficiente, pois os próprios usuários estão preparados para identificar problemas e ameaças em links, anexos ou e-mails suspeitos.

Por que a camada de proteção humana é tão importante?

Agora que já sabe o que significa firewall humano, saiba que, hoje, o principal meio de ataque dos hackers é o e-mail.   De acordo com pesquisas recentes, aproximadamente dois terços dos e-mails enviados no mundo são do tipo spam, ou seja, mensagens não solicitadas e que podem ser utilizadas com o objetivo de extrair informações sensíveis dos usuários e aplicar golpes. O e-mail mostra-se, assim, como um recorrente método utilizado em golpes via internet devido a facilidade em atrair usuários, utilizando-se de artifícios enganosos como gatilhos mentais, falsas promoções e prêmios de sorteio.   Dessa forma, os usuários de redes internas e externas devem estar preparados para enfrentar ameaças recorrentes, evitando comprometer dados sensíveis e sigilosos. Um funcionário de uma empresa, por exemplo, deve ser capaz de identificar a existência de sinais que indiquem armadilhas em e-mails e sites duvidosos, contribuindo, assim, com a proteção do sistema de segurança da empresa como um todo. Leia também: Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa. E sabe por que enganar um humano ao invés de uma máquina é mais fácil? Porque as pessoas são o elo mais facilmente influenciável em um sistema de segurança, pois são movidas por sentimentos e emoções.  Esta natureza humana proporciona um canal de entrada para ataques que utilizam a técnica de engenharia social, a qual tem como foco a falha e falta de preparo humano sobre ambientes cibernéticos para aplicar golpes e permitir invasões.

Engenharia Social

A engenharia social é uma forma de ataque cibernético que objetiva enganar e induzir usuários a erros, criando armadilhas para persuadi-los a tomar ações pré-determinadas e que comprometam a segurança das informações pessoais ou corporativas.  É um tipo de engenharia que atua diretamente com estratégias de ataque à consciência e inteligência humana, explorando suas falhas para cometer crimes.

Como mitigar riscos de ameaças internas?

A ameaça interna, no ambiente corporativo, está diretamente ligada aos funcionários da empresa, podendo representar um risco significativo à segurança das redes compartilhadas.   Isso porque é muito fácil que ocorram falhas e acidentes de navegação em ambientes cibernéticos, bem como não se pode negar a existência de funcionários mal intencionados que causem este tipo de problema. Porém, de acordo com dados de pesquisas recentes, 38% dos ataques são causados pelos ataques de phishing, 21% são causados pelo spear phishing, 16% pelas senhas ruins e 7% pela navegação em sites suspeitos. Isso mesmo, a porta de entrada dos criminosos pode ser diversa, desde um simples link, baixar um arquivo suspeito ou descobrir o uso de senhas padronizadas. Por isso, é importante mitigar as ameaças internas, não aceitar comportamentos imprudentes e negligentes, violação de dados, entre outros.   Principalmente em situação de pandemia, momento em que cresce o número de usuários trabalhando em redes externas e também eleva-se o número de tentativas de golpes pela internet. Leia também: Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos.


Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

O treinamento da conscientização de segurança é a melhor forma de criar um firewall humano? Não importa o quão bons sejam seus passos de prevenção, as violações do sistema são inevitáveis. Por isso, é fundamental que exista uma educação dos usuários, de forma a reduzir o perigo. O treinamento de controle de incidentes é muito eficiente para melhorar a segurança da sua empresa ou organização, e deve prever diversas etapas como:

  • Treinamento dos usuários sobre as noções básicas de segurança cibernética;

  • Treinamento dos usuários sobre como identificar e lidar com ataques de phishing;

  • Implementação de um sistema de relatórios para e-mails suspeitos de phishing;

  • Atualizações frequentes para manter os conhecimentos sempre em evidência;

  • Testagens, para identificação de possíveis falhas no treinamento ou na consciência dos seus usuários.

Os melhores programas de treinamento focam em garantir a educação do usuário e reduzir o número de cliques em e-mails de phishing. A boa educação pode reduzir significativamente os ataques, mas não evitará 100% deles. A ocorrência de falhas é comum em todos os tipos de sistemas, pois sempre haverá usuários negligentes e apressados. Além de um treinamento apropriado, voltado a garantir a segurança do sistema, é muito importante definir uma política de governança que contemple regras e normas bem definidas sobre o uso de ambientes virtuais.  Revise sua política regularmente e compartilhe com seus funcionários para que possam seguir as melhores práticas. Confira uma série de exemplo de comportamento de firewall humano a seguir:

  • Não abrir anexos ou clicar em links de fontes desconhecidas;

  • Não usar unidades USB em computadores de escritório;

  • Política de gerenciamento de senhas (sem reutilização de senhas, sem post-its em telas como lembrete de senhas);

  • Política sobre o acesso ao Wifi;

  • entre outras.

É muito importante, também, desenvolver procedimentos padrões no departamento de TI, como:

  • Bloqueio de sites conhecido por espalhar ransomware;

  • Patches de software e arquivos de assinatura de vírus atualizados;

  • Varreduras de vulnerabilidade e autoavaliação do sistema;

  • Testes regulares de penetração no Wifi e outras redes;

  • Proteção contra falsificação de domínio;

  • Regras do sistema de detecção de invasões que sinalizem e-mails com extensões semelhantes aos e-mails da empresa.

Portanto, o firewall humano é uma parte essencial na defesa contra ataques cibernéticos e invasores de qualquer tipo. Quando as forças trabalham unidas, podem identificar ameaças e evitar violações de dados ou mitigar danos permanentes. Unir a tecnologia com o firewall humano é a melhor solução.

Conclusão

A capacidade de um ataque virtual é muito maior do que imaginamos e engloba diversas variáveis, como se fosse a montagem de um quebra-cabeças. Qualquer ação, clique errado ou entrada em uma página não segura, pode abrir portas para que os criminosos acessem seu sistema e suas informações, causando problemas devastadores. É sempre importante lembrar que o ser humano pode ser tanto ou até mais inteligente que uma máquina, pois possui diversas percepções e análises críticas do meio. Sendo assim, é mais difícil passar por uma pessoa preparada para enfrentar este tipo de ameaça. Descubra qual é o nível de segurança de seus colaboradores e saiba como proteger sua empresa com o Milvus. Além de entender o firewall humano significado e fortalecê-lo internamente, é sempre bom trabalhar com um sistema de TI eficiente.   Com o HelpDesk Inteligente Milvus você otimiza os processos de rotina do seu time, permitindo que os profissionais foquem no que é mais valioso para o seu negócio: suas informações. Faça um teste gratuito e conheça todas as funcionalidades! Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Suporte ao cliente via e-mail: evite erros e melhore o seu atendimento.

  • WhatsApp Web para Empresas: aumente seus resultados com essa funcionalidade.

  • Zabbix: monitoramento de rede integrado ao Milvus.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho

  • Como manter as vendas de serviços de TI: 15 dicas para enfrentar a crise.

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Entenda As Diferenças Entre Gestão De Riscos E Compliance

Felix Schultz

Gestão de riscos e compliance são atividades que fazem parte de uma boa Governança Corporativa, e visam beneficiar as organizações na prevenção de ameaças legais e segurança dos ativos.  Como você pode imaginar, o setor de TI tem uma grande responsabilidade nesse setor, já que cabe a ele o controle da rede e a segurança das informações e arquivos estratégicos ao negócio.  Leia também: Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa! Por isso, profissionais especializados no assunto estão sendo cada vez mais procurados (e recompensados) no mercado.  Para você entender o que é gestão de riscos e compliance, e saber como aplicar essas atividades na sua rotina operacional, em especial no setor de TI, continue sua leitura. Neste artigo, vamos abordar: 

  • O que é gestão de riscos e compliance

  • Importância da compliance e gestão de riscos

  • Fatores de riscos de compliance

  • Gestão de risco e compliance nas empresas de TI

  • Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Boa leitura!

O que é compliance?

O termo, em inglês, vem da ação “to comply", que significa realizar uma ação em conformidade com as regras.  Dessa forma, podemos entender que compliance é um método que visa controlar as atividades e decisões, de forma que elas estejam de acordo com as legislações vigentes, ou, ainda, com a política de segurança e código de ética da empresa.  Se tornou uma atividade de extrema importância, especialmente depois de tantos escândalos organizacionais presenciados no Brasil, que trouxeram à tona irregularidades, fraudes e corrupção, tanto nas organizações privadas quanto públicas. A partir de então, gestores passaram a se preocupar mais, já que eles também respondem em casos processuais, estando cientes ou não da ação ilegal. [caption id="attachment_6004" align="alignnone" width="1200"] Compliance e gestão de riscos são atividades que fazem parte da Governança Corporativa.[/caption]

O que é gestão de riscos?

Para entender o que é gestão de riscos é preciso, antes de mais nada, entender o que são considerados “riscos".  Risco é toda e qualquer atividade ou influência, interna ou externa, que possa prejudicar os resultados da empresa, sejam eles operacionais ou financeiros.  É fato que empresas de qualquer setor enfrentam incertezas no seu mercado. Essas imprevisibilidades, aliadas à uma gestão enfraquecida, podem causar danos irreparáveis à organização. Assim, a gestão de riscos é uma metodologia que estabelece estratégias para reduzir as possibilidades de perdas, enfrentar os riscos de uma forma mais controlada e equilibrar as metas da empresa com os possíveis desafios a serem superados.  É, também, responsabilidade da gestão de riscos criar políticas ou ferramentas que permitam tratar as falhas encontradas com rapidez, minimizando os danos. 

Qual O Status Do Compliance No Brasil?

O cenário do compliance no Brasil é dinâmico, centrado em regulamentações extensas que abrangem áreas como proteção de dados, segurança da informação e setores específicos, como saúde e financeiro. O destaque fica por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), refletindo o crescente foco na privacidade.

Assim, hoje, a legislação brasileira conta com a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para supervisão. O compliance enfrenta desafios, incluindo a adaptação à LGPD, mas há avanços com a conscientização crescente e investimentos em tecnologias de gestão.

A gestão de TI é fundamental, utilizando tecnologias para segurança, sistemas de gestão de conformidade e monitoramento contínuo. A não conformidade pode resultar em penalidades severas e danos à reputação. Assim, a conformidade vai além da obrigação legal, sendo crucial para a confiança dos clientes e parceiros.

Importância da compliance e gestão de riscos

Embora sejam conceitos diferentes, você já percebeu que tanto a gestão de compliance quanto a de riscos têm um objetivo em comum: reduzir os prejuízos da empresa.  Seja por riscos e fatores externos, seja por atividades corruptas dentro da empresa, ambas metodologias são fundamentais para garantir a idoneidade e integridade da marca.  Unir as duas ferramentas é uma forma de gerar vantagem competitiva e mais valor ao seu negócio. Até porque, elas podem ser complementares. Uma abordagem integrada da gestão de riscos e compliance traz transparência às relações, melhora a comunicação interna e externa, permite que a empresa saia à frente em um mercado competitivo e aumenta, inclusive, a produtividade. Isso porque as atividades permitem a rápida identificação dos custos, pontos de melhoria e padronização de processos, promovendo benefícios como redução de despesas, melhora nos indicadores de desempenho e implementação de uma cultura sólida aos profissionais.

 

Leia também: Quais são as métricas mais importantes de TI?

Fatores de riscos de compliance

[caption id="attachment_6003" align="alignnone" width="1200"] A compliance deve lidar com o atendimento às legislações de segurança, trabalhista, do consumidor e de proteção aos dados individuais.[/caption] O objetivo da compliance é estabelecer um mercado justo e competitivo, garantindo que as empresas tenham oportunidades similares para conquistar o seu espaço. Assim, impede (ou deveria impedir) as fraudes, manipulações e atividades corruptivas. Dessa forma, o gestor deve conhecer os riscos aos quais sua empresa pode estar exposta, já que, em caso de inconformidades, as penalizações são altas (e não só financeiramente!).  Confira, abaixo, quais são os riscos de compliance:

Risco de segurança no trabalho

Independente do setor da sua empresa, você deve estar atento às normas de segurança do trabalho, oportunizando um ambiente seguro e adequado para a execução das funções. Se você pensa que este tipo de coisa só se aplica para chão de fábrica de indústrias, ou na construção civil, está enganado: mesmo as empresas que atuam exclusivamente em escritórios (ou até home office!), devem se preocupar com o ambiente. Ergonomia, por exemplo, é um fator importante para o desempenho de funções administrativas. 

Risco de corrupção

A corrupção é um dos principais exemplos de riscos de compliance, talvez por terem tantos escândalos como motivador da implementação da compliance nas empresas. Estabelecer políticas de comportamento, com Códigos de Ética claros, é uma forma de limitar as possibilidades de corrupção dentro da empresa. E não pense que, quando falamos em corrupção, estamos falando em desvios de grandes montantes de dinheiro. Algumas ações podem ser consideradas inofensivas, mas estabelecem relações corruptivas que podem ser questionadas em algum momento. Por exemplo: 

  • Aceitar presentes de fornecedores, em troca de privilégios na hora de contratações;

  • Superfaturar uma nota fiscal; 

  • Aceitar propinas de fornecedores;

  • Manipular orçamentos em uma concorrência, em prol de um parceiro; 

  • Divulgar informações confidenciais;

  • Entre outras.

Risco de qualidade

A compliance deve se preocupar com a qualidade do produto, já que leis de proteção ao consumidor devem ser cumpridas. Com a tecnologia e a ampla oferta de produtos, onde o consumidor pode comprar o que deseja em lojas de qualquer lugar do mundo, literalmente, é fundamental que a empresa esteja atenta à qualidade de suas mercadorias e serviços.  Falhar no atendimento ao cliente gera um grande prejuízo para a imagem da empresa, além de acabar impactando, também, em prejuízos financeiros. 

Risco trabalhistas

Os riscos trabalhistas também são importantes para a empresa e podem gerar impactos negativos, tanto para a imagem quanto para o bolso.  Cumprir as legislações vigentes e manter em dia as obrigações trabalhistas deve ser parte da cultura e da rotina operacional de qualquer empresa, seja o modelo de contratação que for. 

Risco de ativos

Por fim, mas não menos importante (ao contrário), temos os riscos aos ativos da empresa. Aqui, envolvem riscos de segurança da informação, especialmente os referentes à invasão e acesso aos dados pessoais de funcionários, fornecedores e clientes. Com a LGPD quase em vigor, é crucial que a empresa adote medidas de controle de segurança de seus dados, incluindo monitoramento de rede, segurança de computadores e cuidado a todos os dispositivos conectados (IoT). Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques.

Exemplos De Riscos De Compliance

No âmbito da gestão de TI, os riscos de compliance referem-se à possibilidade de não estar em conformidade com normas, leis e regulamentos estabelecidos. Alguns exemplos ilustram esses desafios.

  1. Proteção de Dados Pessoais: Com a crescente regulamentação em torno da privacidade, falhas na proteção de dados pessoais podem resultar em penalidades substanciais, como as impostas pelo GDPR na União Europeia.

  2. Segurança Cibernética: Não cumprir com padrões de segurança cibernética pode expor a empresa a ameaças como violações de dados e ataques maliciosos, levando a repercussões legais.

  3. Normas do Setor: Cada setor pode ter regulamentações específicas. Por exemplo, instituições financeiras precisam seguir normas rigorosas para prevenir lavagem de dinheiro e fraudes.

  4. Governança de TI: Não cumprir com práticas adequadas de governança de TI pode resultar em falta de transparência, o que pode ser problemático, especialmente para empresas públicas.

  5. Acessibilidade: Em algumas jurisdições, garantir a acessibilidade digital é uma exigência legal. Ignorar isso pode resultar em discriminação e questões legais.

  6. Licenciamento de Software: Uso inadequado ou não autorizado de software pode levar a questões de licenciamento e litígios legais.

  7. Segurança da Informação: A falta de proteção adequada das informações sensíveis pode resultar em violações de confidencialidade, afetando a reputação e acarretando multas.

  8. Compliance Contratual: Não cumprir com cláusulas contratuais relacionadas a serviços de TI pode resultar em litígios contratuais e impactar negativamente a reputação da empresa.

Como Mapear Riscos De Compliance?

Mapear riscos de compliance na gestão de TI é um processo fundamental para assegurar que a organização opere dentro dos padrões legais e regulatórios. Sendo assim, inicialmente, é crucial identificar todas as leis, normas e regulamentos aplicáveis à área de TI. Isso pode incluir regulamentações sobre proteção de dados, padrões de segurança cibernética e leis específicas do setor. A seguir, deve-se realizar uma análise detalhada das operações de TI para identificar onde essas regulamentações se aplicam e onde podem existir lacunas na conformidade.

A avaliação dos riscos é o próximo passo. Aqui, a equipe de TI, junto com especialistas em compliance, avalia a probabilidade e o impacto potencial de não cumprir com as normas identificadas. Isso pode envolver a análise de processos internos, sistemas e dados para identificar vulnerabilidades.

Depois, é importante desenvolver um plano de ação. Ele deve abordar como a organização mitigará os riscos identificados, seja com ajustes na política interna, adoção de novas tecnologias de segurança, treinamento de funcionários ou outras medidas.

Por fim, o mapeamento de riscos de compliance deve ser um processo contínuo, afinal, as leis e regulamentos estão em constante mudança, assim como as tecnologias e práticas empresariais. Por isso, é essencial revisar e atualizar regularmente a avaliação de riscos para garantir a conformidade contínua.

Principais Diferença Entre Gestão De Riscos E Compliance

Enquanto a gestão de riscos foca na identificação, avaliação e mitigação de riscos potenciais que podem impactar a organização, o compliance se concentra em garantir que a empresa esteja seguindo as leis, regulamentações e normas internas. A gestão de riscos é mais abrangente e proativa, buscando prever e gerenciar riscos antes que eles se concretizem, enquanto o compliance é mais reativo e focado na adesão a critérios estabelecidos.

Como A Integração Dessas Áreas Beneficia As Empresas?

A integração entre gestão de riscos e compliance traz benefícios significativos. Ela permite uma visão holística dos desafios e oportunidades, facilitando uma abordagem mais estratégica e eficaz na mitigação de riscos. Dessa forma, ajuda na identificação precoce de possíveis não conformidades e na implementação de medidas preventivas, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional. Além disso, fortalece a reputação da empresa e a confiança dos stakeholders, ao demonstrar um compromisso claro com a governança corporativa e a responsabilidade legal.

Gestão de riscos e compliance nas empresas de TI

[caption id="attachment_6005" align="alignnone" width="1200"] O setor de TI tem um papel fundamental na compliance e gestão de riscos.[/caption] Como vimos, a segurança aos ativos é um dos riscos de compliance e merece toda atenção. Por isso, o setor de TI é fundamental no exercício dessa atividade.  A partir do momento em que a empresa possui um departamento de TI, ou uma empresa de consultoria de TI, deve contar com esses profissionais para tomar ações de segurança e gestão de riscos.  Para isso, é preciso: 

Educar os colaboradores

No campo das ameaças digitais, é fato que o desconhecimento do usuário é o maior vilão da história.  Pessoas desatentas podem abrir, clicar e reenviar e-mails infectados, por exemplo, espalhando um malware por todos os computadores da empresa e colocando em risco arquivos, dispositivos e informações pessoais.  Por isso, antes de mais nada, eduque seus profissionais. Deixe claro os riscos existentes, o que devem fazer caso encontrem uma ameaça e, principalmente, o que não devem fazer. Não é por maldade, mas muitas vezes o profissional pode acabar acessando a rede da empresa a partir de um dispositivo não seguro (como um computador pessoal), colocando em risco todo o seu negócio.

Criar uma política de Compliance

Uma política de compliance, assim como um código de ética e um canal de denúncias, são importantes para documentar todas as atitudes esperadas por parte do colaborador. Nestes documentos, também podem estar determinados responsáveis por agir em caso de alguma inconformidade, ações corretivas e até outras atividades de segurança, como formatação total de servidores. O Canal de Denúncias é complementar e serve como ferramenta para que as pessoas possam comunicar qualquer atividade fraudulenta ou que vá contra as diretrizes estabelecidas pela gestão de riscos e compliance. 

Determinar planos de ações corretivas

Ter um plano de contingência é essencial para que os profissionais do setor de TI saibam o que fazer em caso de ameaça.  Assim, os riscos podem ser minimizados ou até eliminados rapidamente, reduzindo consideravelmente os prejuízos do negócio.

Utilizar análise de dados para detecção de ameaças

Uma das responsabilidades do profissional de gestão de riscos e compliance é antecipar possíveis ameaças. Isso significa que ele deve ser capaz de analisar as vulnerabilidades, acompanhar os processos da empresa e observar os pontos de maior risco. Mas nada disso precisa ser feito com base no achismo. Aliás, nem recomendamos que seja. Contar com relatórios de dados é importante para que o profissional use a análise de dados na identificação de padrões ou riscos. 

Facilitar a comunicação de incidentes

Outro ponto importante na implementação da gestão de riscos e compliance na empresa é facilitar a comunicação para casos de incidentes. Já falamos, acima, do Canal de Denúncias. Mas não é a única forma de alertar os profissionais responsáveis.  Leia também: 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz No caso do setor de TI, um sistema de helpdesk pode ser extremamente funcional para comunicar possíveis ameaças ou problemas encontrados.  Com as funcionalidades certas, a ferramenta pode agilizar o atendimento e a resolução da ameaça “ muitas vezes, sem que o responsável técnico precise se deslocar.

Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Como falamos, a análise de dados e o uso de um sistema para facilitar a comunicação de incidentes são ferramentas fundamentais para o exercício da gestão de riscos e compliance. Por isso, queremos apresentar o Milvus, um sistema para gestão de TI que tem todas as funcionalidades que você precisa para garantir a segurança e o gerenciamento dos ativos de sua empresa.  Além disso, Milvus conta com um sistema de controle de chamados, onde você pode priorizar as demandas e evitar que ameaças importantes caiam no esquecimento. Leia também: SLA: o que é e para que serve o Service Level Agreement?  A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem necessidade de ampliar a sua estrutura física ou de pessoal. Presente em 6 países e com mais de 25.500 empresas atendidas, a plataforma Milvus é ideal para você profissionalizar e otimizar as atividades da sua equipe de TI. Conheça as principais ferramentas: 

  • Gestão de Ativos dos dispositivos de TI: o Inventário inteligente do Milvus garante uma Gestão de Ativos de TI 100% organizada e eficiente, oferecendo o controle total de todo o parque de dispositivos da empresa, otimizando as ações da equipe de suporte técnico durante as rotinas de atendimento;

  • Sistema de HelpDesk inteligente: com a ferramenta HelpDesk Milvus você centralizada os tickets, tendo o controle de SLAS, organizando por ordem de prioridade, criando um fluxo de trabalhado e otimizando o tempo da equipe, o que pode gerar um aumento de até 80% no nível de produtividade.

Conheça todas as funcionalidades do Milvus. Faça um teste gratuito por 7 dias!

Conclusão

[caption id="attachment_6006" align="alignnone" width="1200"] Gestão de riscos e compliance são temas cada vez mais frequentes entre os profissionais do setor de TI.[/caption] Gestão de riscos e compliance são atividades importantes para empresas de qualquer segmento e todos os portes.  No que diz respeito à área de TI, são igualmente fundamentais, especialmente em tempos em que se fala tanto em segurança da informação e proteção dos dados individuais.  Contar com um sistema de gestão de TI otimiza as rotinas operacionais, facilita a comunicação interpessoal e melhora o controle das ocorrências, reduzindo potenciais prejuízos e ameaças à empresa. Conheça o Milvus! Para outras dicas sobre governança, segurança e gestão de ativos, confira os artigos que separamos para você:

  • Gerenciamento de Incidentes “ Como ter certeza de que nenhum ticket caia no esquecimento

  • Gestão de ativos de TI: da complexidade à inovação

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Governança de TI: O que é e para o que serve? (+ Bônus)

  • Entenda como os ataques ransomware podem prejudicar a sua empresa

Obrigado por ler até aqui! 

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Entenda As Diferenças Entre Gestão De Riscos E Compliance

Felix Schultz

Gestão de riscos e compliance são atividades que fazem parte de uma boa Governança Corporativa, e visam beneficiar as organizações na prevenção de ameaças legais e segurança dos ativos.  Como você pode imaginar, o setor de TI tem uma grande responsabilidade nesse setor, já que cabe a ele o controle da rede e a segurança das informações e arquivos estratégicos ao negócio.  Leia também: Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa! Por isso, profissionais especializados no assunto estão sendo cada vez mais procurados (e recompensados) no mercado.  Para você entender o que é gestão de riscos e compliance, e saber como aplicar essas atividades na sua rotina operacional, em especial no setor de TI, continue sua leitura. Neste artigo, vamos abordar: 

  • O que é gestão de riscos e compliance

  • Importância da compliance e gestão de riscos

  • Fatores de riscos de compliance

  • Gestão de risco e compliance nas empresas de TI

  • Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Boa leitura!

O que é compliance?

O termo, em inglês, vem da ação “to comply", que significa realizar uma ação em conformidade com as regras.  Dessa forma, podemos entender que compliance é um método que visa controlar as atividades e decisões, de forma que elas estejam de acordo com as legislações vigentes, ou, ainda, com a política de segurança e código de ética da empresa.  Se tornou uma atividade de extrema importância, especialmente depois de tantos escândalos organizacionais presenciados no Brasil, que trouxeram à tona irregularidades, fraudes e corrupção, tanto nas organizações privadas quanto públicas. A partir de então, gestores passaram a se preocupar mais, já que eles também respondem em casos processuais, estando cientes ou não da ação ilegal. [caption id="attachment_6004" align="alignnone" width="1200"] Compliance e gestão de riscos são atividades que fazem parte da Governança Corporativa.[/caption]

O que é gestão de riscos?

Para entender o que é gestão de riscos é preciso, antes de mais nada, entender o que são considerados “riscos".  Risco é toda e qualquer atividade ou influência, interna ou externa, que possa prejudicar os resultados da empresa, sejam eles operacionais ou financeiros.  É fato que empresas de qualquer setor enfrentam incertezas no seu mercado. Essas imprevisibilidades, aliadas à uma gestão enfraquecida, podem causar danos irreparáveis à organização. Assim, a gestão de riscos é uma metodologia que estabelece estratégias para reduzir as possibilidades de perdas, enfrentar os riscos de uma forma mais controlada e equilibrar as metas da empresa com os possíveis desafios a serem superados.  É, também, responsabilidade da gestão de riscos criar políticas ou ferramentas que permitam tratar as falhas encontradas com rapidez, minimizando os danos. 

Qual O Status Do Compliance No Brasil?

O cenário do compliance no Brasil é dinâmico, centrado em regulamentações extensas que abrangem áreas como proteção de dados, segurança da informação e setores específicos, como saúde e financeiro. O destaque fica por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), refletindo o crescente foco na privacidade.

Assim, hoje, a legislação brasileira conta com a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para supervisão. O compliance enfrenta desafios, incluindo a adaptação à LGPD, mas há avanços com a conscientização crescente e investimentos em tecnologias de gestão.

A gestão de TI é fundamental, utilizando tecnologias para segurança, sistemas de gestão de conformidade e monitoramento contínuo. A não conformidade pode resultar em penalidades severas e danos à reputação. Assim, a conformidade vai além da obrigação legal, sendo crucial para a confiança dos clientes e parceiros.

Importância da compliance e gestão de riscos

Embora sejam conceitos diferentes, você já percebeu que tanto a gestão de compliance quanto a de riscos têm um objetivo em comum: reduzir os prejuízos da empresa.  Seja por riscos e fatores externos, seja por atividades corruptas dentro da empresa, ambas metodologias são fundamentais para garantir a idoneidade e integridade da marca.  Unir as duas ferramentas é uma forma de gerar vantagem competitiva e mais valor ao seu negócio. Até porque, elas podem ser complementares. Uma abordagem integrada da gestão de riscos e compliance traz transparência às relações, melhora a comunicação interna e externa, permite que a empresa saia à frente em um mercado competitivo e aumenta, inclusive, a produtividade. Isso porque as atividades permitem a rápida identificação dos custos, pontos de melhoria e padronização de processos, promovendo benefícios como redução de despesas, melhora nos indicadores de desempenho e implementação de uma cultura sólida aos profissionais.

 

Leia também: Quais são as métricas mais importantes de TI?

Fatores de riscos de compliance

[caption id="attachment_6003" align="alignnone" width="1200"] A compliance deve lidar com o atendimento às legislações de segurança, trabalhista, do consumidor e de proteção aos dados individuais.[/caption] O objetivo da compliance é estabelecer um mercado justo e competitivo, garantindo que as empresas tenham oportunidades similares para conquistar o seu espaço. Assim, impede (ou deveria impedir) as fraudes, manipulações e atividades corruptivas. Dessa forma, o gestor deve conhecer os riscos aos quais sua empresa pode estar exposta, já que, em caso de inconformidades, as penalizações são altas (e não só financeiramente!).  Confira, abaixo, quais são os riscos de compliance:

Risco de segurança no trabalho

Independente do setor da sua empresa, você deve estar atento às normas de segurança do trabalho, oportunizando um ambiente seguro e adequado para a execução das funções. Se você pensa que este tipo de coisa só se aplica para chão de fábrica de indústrias, ou na construção civil, está enganado: mesmo as empresas que atuam exclusivamente em escritórios (ou até home office!), devem se preocupar com o ambiente. Ergonomia, por exemplo, é um fator importante para o desempenho de funções administrativas. 

Risco de corrupção

A corrupção é um dos principais exemplos de riscos de compliance, talvez por terem tantos escândalos como motivador da implementação da compliance nas empresas. Estabelecer políticas de comportamento, com Códigos de Ética claros, é uma forma de limitar as possibilidades de corrupção dentro da empresa. E não pense que, quando falamos em corrupção, estamos falando em desvios de grandes montantes de dinheiro. Algumas ações podem ser consideradas inofensivas, mas estabelecem relações corruptivas que podem ser questionadas em algum momento. Por exemplo: 

  • Aceitar presentes de fornecedores, em troca de privilégios na hora de contratações;

  • Superfaturar uma nota fiscal; 

  • Aceitar propinas de fornecedores;

  • Manipular orçamentos em uma concorrência, em prol de um parceiro; 

  • Divulgar informações confidenciais;

  • Entre outras.

Risco de qualidade

A compliance deve se preocupar com a qualidade do produto, já que leis de proteção ao consumidor devem ser cumpridas. Com a tecnologia e a ampla oferta de produtos, onde o consumidor pode comprar o que deseja em lojas de qualquer lugar do mundo, literalmente, é fundamental que a empresa esteja atenta à qualidade de suas mercadorias e serviços.  Falhar no atendimento ao cliente gera um grande prejuízo para a imagem da empresa, além de acabar impactando, também, em prejuízos financeiros. 

Risco trabalhistas

Os riscos trabalhistas também são importantes para a empresa e podem gerar impactos negativos, tanto para a imagem quanto para o bolso.  Cumprir as legislações vigentes e manter em dia as obrigações trabalhistas deve ser parte da cultura e da rotina operacional de qualquer empresa, seja o modelo de contratação que for. 

Risco de ativos

Por fim, mas não menos importante (ao contrário), temos os riscos aos ativos da empresa. Aqui, envolvem riscos de segurança da informação, especialmente os referentes à invasão e acesso aos dados pessoais de funcionários, fornecedores e clientes. Com a LGPD quase em vigor, é crucial que a empresa adote medidas de controle de segurança de seus dados, incluindo monitoramento de rede, segurança de computadores e cuidado a todos os dispositivos conectados (IoT). Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques.

Exemplos De Riscos De Compliance

No âmbito da gestão de TI, os riscos de compliance referem-se à possibilidade de não estar em conformidade com normas, leis e regulamentos estabelecidos. Alguns exemplos ilustram esses desafios.

  1. Proteção de Dados Pessoais: Com a crescente regulamentação em torno da privacidade, falhas na proteção de dados pessoais podem resultar em penalidades substanciais, como as impostas pelo GDPR na União Europeia.

  2. Segurança Cibernética: Não cumprir com padrões de segurança cibernética pode expor a empresa a ameaças como violações de dados e ataques maliciosos, levando a repercussões legais.

  3. Normas do Setor: Cada setor pode ter regulamentações específicas. Por exemplo, instituições financeiras precisam seguir normas rigorosas para prevenir lavagem de dinheiro e fraudes.

  4. Governança de TI: Não cumprir com práticas adequadas de governança de TI pode resultar em falta de transparência, o que pode ser problemático, especialmente para empresas públicas.

  5. Acessibilidade: Em algumas jurisdições, garantir a acessibilidade digital é uma exigência legal. Ignorar isso pode resultar em discriminação e questões legais.

  6. Licenciamento de Software: Uso inadequado ou não autorizado de software pode levar a questões de licenciamento e litígios legais.

  7. Segurança da Informação: A falta de proteção adequada das informações sensíveis pode resultar em violações de confidencialidade, afetando a reputação e acarretando multas.

  8. Compliance Contratual: Não cumprir com cláusulas contratuais relacionadas a serviços de TI pode resultar em litígios contratuais e impactar negativamente a reputação da empresa.

Como Mapear Riscos De Compliance?

Mapear riscos de compliance na gestão de TI é um processo fundamental para assegurar que a organização opere dentro dos padrões legais e regulatórios. Sendo assim, inicialmente, é crucial identificar todas as leis, normas e regulamentos aplicáveis à área de TI. Isso pode incluir regulamentações sobre proteção de dados, padrões de segurança cibernética e leis específicas do setor. A seguir, deve-se realizar uma análise detalhada das operações de TI para identificar onde essas regulamentações se aplicam e onde podem existir lacunas na conformidade.

A avaliação dos riscos é o próximo passo. Aqui, a equipe de TI, junto com especialistas em compliance, avalia a probabilidade e o impacto potencial de não cumprir com as normas identificadas. Isso pode envolver a análise de processos internos, sistemas e dados para identificar vulnerabilidades.

Depois, é importante desenvolver um plano de ação. Ele deve abordar como a organização mitigará os riscos identificados, seja com ajustes na política interna, adoção de novas tecnologias de segurança, treinamento de funcionários ou outras medidas.

Por fim, o mapeamento de riscos de compliance deve ser um processo contínuo, afinal, as leis e regulamentos estão em constante mudança, assim como as tecnologias e práticas empresariais. Por isso, é essencial revisar e atualizar regularmente a avaliação de riscos para garantir a conformidade contínua.

Principais Diferença Entre Gestão De Riscos E Compliance

Enquanto a gestão de riscos foca na identificação, avaliação e mitigação de riscos potenciais que podem impactar a organização, o compliance se concentra em garantir que a empresa esteja seguindo as leis, regulamentações e normas internas. A gestão de riscos é mais abrangente e proativa, buscando prever e gerenciar riscos antes que eles se concretizem, enquanto o compliance é mais reativo e focado na adesão a critérios estabelecidos.

Como A Integração Dessas Áreas Beneficia As Empresas?

A integração entre gestão de riscos e compliance traz benefícios significativos. Ela permite uma visão holística dos desafios e oportunidades, facilitando uma abordagem mais estratégica e eficaz na mitigação de riscos. Dessa forma, ajuda na identificação precoce de possíveis não conformidades e na implementação de medidas preventivas, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional. Além disso, fortalece a reputação da empresa e a confiança dos stakeholders, ao demonstrar um compromisso claro com a governança corporativa e a responsabilidade legal.

Gestão de riscos e compliance nas empresas de TI

[caption id="attachment_6005" align="alignnone" width="1200"] O setor de TI tem um papel fundamental na compliance e gestão de riscos.[/caption] Como vimos, a segurança aos ativos é um dos riscos de compliance e merece toda atenção. Por isso, o setor de TI é fundamental no exercício dessa atividade.  A partir do momento em que a empresa possui um departamento de TI, ou uma empresa de consultoria de TI, deve contar com esses profissionais para tomar ações de segurança e gestão de riscos.  Para isso, é preciso: 

Educar os colaboradores

No campo das ameaças digitais, é fato que o desconhecimento do usuário é o maior vilão da história.  Pessoas desatentas podem abrir, clicar e reenviar e-mails infectados, por exemplo, espalhando um malware por todos os computadores da empresa e colocando em risco arquivos, dispositivos e informações pessoais.  Por isso, antes de mais nada, eduque seus profissionais. Deixe claro os riscos existentes, o que devem fazer caso encontrem uma ameaça e, principalmente, o que não devem fazer. Não é por maldade, mas muitas vezes o profissional pode acabar acessando a rede da empresa a partir de um dispositivo não seguro (como um computador pessoal), colocando em risco todo o seu negócio.

Criar uma política de Compliance

Uma política de compliance, assim como um código de ética e um canal de denúncias, são importantes para documentar todas as atitudes esperadas por parte do colaborador. Nestes documentos, também podem estar determinados responsáveis por agir em caso de alguma inconformidade, ações corretivas e até outras atividades de segurança, como formatação total de servidores. O Canal de Denúncias é complementar e serve como ferramenta para que as pessoas possam comunicar qualquer atividade fraudulenta ou que vá contra as diretrizes estabelecidas pela gestão de riscos e compliance. 

Determinar planos de ações corretivas

Ter um plano de contingência é essencial para que os profissionais do setor de TI saibam o que fazer em caso de ameaça.  Assim, os riscos podem ser minimizados ou até eliminados rapidamente, reduzindo consideravelmente os prejuízos do negócio.

Utilizar análise de dados para detecção de ameaças

Uma das responsabilidades do profissional de gestão de riscos e compliance é antecipar possíveis ameaças. Isso significa que ele deve ser capaz de analisar as vulnerabilidades, acompanhar os processos da empresa e observar os pontos de maior risco. Mas nada disso precisa ser feito com base no achismo. Aliás, nem recomendamos que seja. Contar com relatórios de dados é importante para que o profissional use a análise de dados na identificação de padrões ou riscos. 

Facilitar a comunicação de incidentes

Outro ponto importante na implementação da gestão de riscos e compliance na empresa é facilitar a comunicação para casos de incidentes. Já falamos, acima, do Canal de Denúncias. Mas não é a única forma de alertar os profissionais responsáveis.  Leia também: 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz No caso do setor de TI, um sistema de helpdesk pode ser extremamente funcional para comunicar possíveis ameaças ou problemas encontrados.  Com as funcionalidades certas, a ferramenta pode agilizar o atendimento e a resolução da ameaça “ muitas vezes, sem que o responsável técnico precise se deslocar.

Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Como falamos, a análise de dados e o uso de um sistema para facilitar a comunicação de incidentes são ferramentas fundamentais para o exercício da gestão de riscos e compliance. Por isso, queremos apresentar o Milvus, um sistema para gestão de TI que tem todas as funcionalidades que você precisa para garantir a segurança e o gerenciamento dos ativos de sua empresa.  Além disso, Milvus conta com um sistema de controle de chamados, onde você pode priorizar as demandas e evitar que ameaças importantes caiam no esquecimento. Leia também: SLA: o que é e para que serve o Service Level Agreement?  A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem necessidade de ampliar a sua estrutura física ou de pessoal. Presente em 6 países e com mais de 25.500 empresas atendidas, a plataforma Milvus é ideal para você profissionalizar e otimizar as atividades da sua equipe de TI. Conheça as principais ferramentas: 

  • Gestão de Ativos dos dispositivos de TI: o Inventário inteligente do Milvus garante uma Gestão de Ativos de TI 100% organizada e eficiente, oferecendo o controle total de todo o parque de dispositivos da empresa, otimizando as ações da equipe de suporte técnico durante as rotinas de atendimento;

  • Sistema de HelpDesk inteligente: com a ferramenta HelpDesk Milvus você centralizada os tickets, tendo o controle de SLAS, organizando por ordem de prioridade, criando um fluxo de trabalhado e otimizando o tempo da equipe, o que pode gerar um aumento de até 80% no nível de produtividade.

Conheça todas as funcionalidades do Milvus. Faça um teste gratuito por 7 dias!

Conclusão

[caption id="attachment_6006" align="alignnone" width="1200"] Gestão de riscos e compliance são temas cada vez mais frequentes entre os profissionais do setor de TI.[/caption] Gestão de riscos e compliance são atividades importantes para empresas de qualquer segmento e todos os portes.  No que diz respeito à área de TI, são igualmente fundamentais, especialmente em tempos em que se fala tanto em segurança da informação e proteção dos dados individuais.  Contar com um sistema de gestão de TI otimiza as rotinas operacionais, facilita a comunicação interpessoal e melhora o controle das ocorrências, reduzindo potenciais prejuízos e ameaças à empresa. Conheça o Milvus! Para outras dicas sobre governança, segurança e gestão de ativos, confira os artigos que separamos para você:

  • Gerenciamento de Incidentes “ Como ter certeza de que nenhum ticket caia no esquecimento

  • Gestão de ativos de TI: da complexidade à inovação

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Governança de TI: O que é e para o que serve? (+ Bônus)

  • Entenda como os ataques ransomware podem prejudicar a sua empresa

Obrigado por ler até aqui! 

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Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos

Felix Schultz

Segurança no home office é fundamental para empresas que adotaram esse modelo de trabalho e precisam garantir a confiabilidade e disponibilidade de suas informações, arquivos e dados estratégicos.  Com a pandemia do coronavírus presente e mudando o nosso dia a dia no trabalho, muitos funcionários se viram trabalhando em formato home office, modalidade de trabalho que permitiu que muitos negócios continuassem funcionando. Esse formato tem seus benefícios, mas tem seus cuidados específicos também, principalmente em relação a segurança da informação. E é sobre eles que vamos falar nesse artigo. Leia também: post novo home office Seja você um funcionário acessando dados da empresa através da sua conexão de casa ou um gerente se vendo na posição de liberar esse acesso aos colaboradores, você deve estar pensando: A maneira que estou trabalhando é segura? Minha conexão está protegida o suficiente? Devo liberar os computadores da minha empresa? Como posso ter certeza da segurança da minha conexão? De que maneira posso facilitar esse processo? O fornecimento de acesso remoto seguro pode trazer várias questões que são novidades para todos. Neste artigo, trazemos algumas respostas que vão ajudá-lo a tomar decisões em relação à segurança no home office. Confira:

  • A segurança no home office e os novos hábitos

  • Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

  • Criptografia, sua maior aliada

  • Como ter proteção no trabalho em casa

  • Meus dados foram comprometidos! E agora?

  • Estabeleça um política de segurança no home office

Boa leitura!

A segurança no home office e os novos hábitos

[caption id="attachment_5991" align="alignnone" width="1144"] O modelo de trabalho home office traz diversos desafios, incluindo a segurança.[/caption] A segurança no home office é apenas um dos cuidados e desafios que se apresentam neste novo modelo de trabalho.  A essa altura do ano, todos já devem estar acostumados com o básico do trabalho home office, mas não custa repassarmos, já que bons hábitos puxam outros e facilitam na mudança de comportamento como um todo.  Procure um lugar em casa em que você se sinta confortável para trabalhar. Um ambiente de trabalho ergonômico, com facilidade de acesso a tudo o que você precisa. Trazer o escritório para casa pode mexer com seus horários de trabalho, então defina limites: hora de começar e hora de terminar.  Esses limites também devem ser territoriais: caso você esteja trabalhando com a família e filhos em casa, sabe como é importante estabelecer regras básicas de conduta para que ninguém atrapalhe quem está em serviço. Caso você não tenha um cômodo para servir de escritório, esses limites podem ficar mais complicados, mas o diálogo é a principaferramenta a ser utilizada nesse momento.  A família tem que entender que tornou-se sua colega de trabalho, e você tem que entender que eles continuam sendo família! Estabelecer uma rotina também é essencial para que você não gaste sua energia trabalhando demais ou atrapalhe o seu rendimento trabalhando de menos.  Os dois casos trazem mais preocupações, e você sabe que quando estamos com a cabeça cheia podemos deixar passar certas coisas, como os próprios cuidados com a segurança no home office, pauta deste artigo.

Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

Estabelecer limites também é essencial para começar a praticar os hábitos de segurança que vão lhe permitir trabalhar de maneira mais efetiva.  Ã? recomendável que a máquina que você esteja usando para trabalhar seja de uso exclusivo para este fim, impedindo o vazamento de dados ou acesso a páginas que podem prejudicar o seu computador. Caso você não esteja usando um computador exclusivamente para o trabalho, existem algumas medidas que você deve tomar para garantir a segurança da informação. Caso você esteja acessando arquivos sigilosos ou fazendo uma reunião online, é importante garantir que ninguém mais tenha acesso a isso.  E não estamos falando apenas da sua família entrando na chamada de vídeo com o seu chefe: imagine que você tenha que ficar longe do computador por alguns minutos e deixe na tela dados pessoais de alguém?  Existem algumas formas de prevenir este tipo de problema. Filtros de privacidade podem ser instalados no seu monitor, oferecendo uma visão clara da parte frontal da tela e bloqueio eficaz da visualização dos lados.  Este filtro impede que outras pessoas fora do ângulo de visão de 60 graus vejam o que está na tela do seu notebook, sem bloquear sua própria visualização, protegendo o seu trabalho. Caso você tenha que levantar várias vezes durante o dia, outra opção é ativar o bloqueio da tela depois de um curto período.  Aí você pode resolver o que for preciso longe do computador sabendo que depois do tempo selecionado ninguém mais vai ter acesso a ele, apenas com a senha que você colocou. Para fazer as chamadas de vídeo, utilize aplicativos que você confia e que possuam recursos avançados de segurança contra vazamento de dados. Converse com a equipe de suporte de TI da sua empresa para saber qual é a opção mais segura.  Por fim, prefira aplicativos que não estejam ligados ao seu celular, para evitar que ligações durante a chamada de vídeo atrapalhem a reunião.

Criptografia, sua maior aliada

[caption id="attachment_5992" align="alignnone" width="1135"] Criptografia é uma prática que melhora a segurança no home office.[/caption] Em se tratando de segurança no home office, a criptografia é a sua maior aliada.  Criptografia é uma forma de impedir que pessoas não autorizadas acessem mensagens privadas, através da construção e análise de protocolos de segurança.  Entender e usar essa prática faz parte de todos os processos de segurança modernos, e no home office não é diferente. O uso de VPNs é a principal ferramenta para garantir a segurança cibernética no acesso remoto.  VPN, sigla em inglês para Virtual Private Network (rede privada virtual), é uma tecnologia que liga dois ou mais computadores através de uma conexão particular, segura e criptografada. O VPN pode conectar o computador do seu home office ao servidor da empresa, permitindo o uso das ferramentas e dos dados necessários para trabalhar com segurança e tranquilidade.  Para acessar esse canal do computador de casa, o colaborador deve utilizar um nome de usuário, senha e, de preferência, um segundo fator de autenticação, criando assim um túnel seguro entre as duas máquinas.  A criptografia também pode ser utilizada na conexão wi-fi da sua casa. Confira se a sua rede wi-fi doméstica está protegida: todos os roteadores residenciais atualmente dão suporte à criptografia.  Busque pela WPA-2, versão mais moderna da tecnologia em criptografia e obrigatória em todos os dispositivos fabricados depois de 2006. Por fim, você pode criptografar também os dados que estão salvos no seu computador, garantindo que eles não sejam acessados mesmo em caso de roubo do equipamento.  PCs e MacBooks tem essa opção. O único lado negativo é que manter os dados constantemente criptografados afeta o desempenho da máquina. Por isso, conheça bem o seu computador antes de optar por ela!

Como ter proteção no trabalho em casa

[caption id="attachment_5993" align="alignnone" width="1161"] Cuidados como trocar as senhas constantemente devem ser tomados para garantir a segurança no home office.[/caption] Além de criptografar a sua conexão com a internet, mudar a senha do roteador constantemente é uma maneira de garantir segurança da sua informação.  Essa prática deve ser um costume, você trabalhando em formato home office ou não. A troca pode ser feita através da internet ou de um aplicativo, dependendo o modelo do seu roteador. As senhas de login que você usa na internet também podem ser uma porta de entrada para possíveis ataques. Troque de tempo em tempo a sua senha do e-mail e acesso às redes sociais para reduzir essa vulnerabilidade.  Lembre-se, também de sempre utilizar senhas fortes e de 12 dígitos, mesclando números, letras e símbolos. Na hora de anotar elas, não coloque em um papel ou em um documento no próprio computador. Utilize programas como LastPass e o 1Password, gerenciadores de senhas com versões para computador, navegador e aplicativo de celular.   Evite o uso de pendrives e HDs externos.  Antivírus podem ajudar, escaneando as unidades físicas no momento em que você inserir elas no seu computador, mas a melhor alternativa é sempre preferir o acesso a arquivos por um caminho que esteja protegido, como a conexão protegida em VPN com a sua empresa.

Atualização, sempre!

Seja qual for a máquina que você está usando, de uso pessoal ou da sua empresa, é importante manter os aplicativos sempre atualizados, para evitar brechas que possam colocar em risco a segurança no home office. Mantenha ativada as atualizações automáticas do seu sistema, para que as versões dos aplicativos presentes na sua máquina sejam as protegidas contra os últimos vírus e malwares que podem atacar o seu computador. Leia também: Aprenda a se proteger dos ataques de ransomware. Além dos softwares de trabalho, o antivírus é outro aplicativo que deve estar sempre atualizado, já que ele é a principal defesa contra as ameaças externas. Converse com a TI para saber como escolher o antivírus ideal para seus funcionários. Outra opção que pode garantir a proteção dos seus dados é o uso de máquinas virtuais.  A tecnologia de virtualização oferecida por aplicativos especializados isolam as ações realizadas dentro de um ambiente protegido e evitam que malwares instalados na máquina entrem em contato com os documentos de trabalho. Um sistema para otimizar a gestão de ativos pode auxiliar no controle e na segurança dos seus computadores. Conheça o Milvus!

Meus dados foram comprometidos! E agora?

A primeira atitude a ser tomada ao suspeitar que seus dados tenham sido comprometidos é avisar a equipe de TI da sua empresa, para que eles possam agir rapidamente. Um sistema de abertura de chamados é ideal para garantir essa comunicação de forma eficaz. Além da atualização e fortalecimento das senhas que falamos antes, procure utilizar a autenticação multifator em duas fases, que lhe garante mais segurança.  Você pode configurar para que qualquer acesso precise de uma segunda senha enviada diretamente para o seu celular, por exemplo, ganhando tempo para você. Outra opção de segurança é utilizar sempre que possível a versão web dos aplicativos, para que os seus arquivos não estejam disponíveis tão facilmente no computador no caso de uma brecha de segurança, precisando de mais um acesso. Muitos aplicativos web, por sua vez, possuem a opção de backup automático na nuvem, que também pode contar com uma autenticação multifator. São várias dificuldades que você pode colocar no caminho de quem estiver atrás dos seus dados. O MIlvus é um sistema de gestão de TI e abertura de chamados que conta com diversas funcionalidades para acessar os tickets abertos, priorizar os atendimentos mais urgentes, acessar de forma remota (e segura) o computador afetado. Dessa forma, você conta com agilidade na resolução de possíveis ataques, além de automatizar os processos da TI e melhorar a performance do time, que pode focar na prevenção e na segurança de todos os funcionários em home office.

Estabeleça um política de segurança no home office

Existem algumas atitudes que pode ser tomadas de antemão para garantirem uma boa prática e segurança no trabalho home office. São atitudes que englobam gestores e colaboradores e tem a ver com o comportamento esperado de cada lado. A política de segurança referente aos cuidados com os dados no trabalho remoto deve estar formalizada e clara para ambos os lados, funcionários e gerentes.  Essa política deve deixar claro o que é de responsabilidade de cada um, quais são as ações de segurança que devem ser tomadas e os protocolos de contingência, caso aconteça alguma coisa. Essa gestão de responsabilidades também pode definir quem deve cuidar dos backups, quem é o responsável por liberar acessos, quem deve ser avisado em caso de problemas e toda a miríade de casos novos que podem surgir nesse formato novo de trabalho. Ter um compromisso e um diálogo claro também ajuda a conscientizar os empregados a respeito dos cuidados que eles precisam ter ao acessarem os dados da empresa de forma remota.  Um monitoramento de rede realizado pela empresa nos computadores que estão em acesso remoto também pode fazer parte dessa política de segurança.   

Conclusão

Estamos passando por um período de novidade para todos nós, mas muitos dos cuidados citados aqui são benéficos, seja qual for o formato de trabalho escolhido. E, mesmo que para muitos o home office seja novidade, muitas empresas estão considerando a opção remota como algo que vai ficar. Então, mantenha o diálogo aberto com a empresa caso essa opção seja interessante para você! Caso você tenha dúvidas de qual é a melhor maneira de agir em relação a segurança dos seus dados, coloque esse assunto em pauta também. O momento é de transformação, e onde isso acontece, a tecnologia está sempre presente. Conte com um sistema para melhorar a performance do seu time de TI e garantir a segurança no home office. Faça um teste gratuito do Milvus e conheça todas as ferramentas! Para outras dicas, continue sua leitura com estes artigos que recomendamos: 

  • Como reduzir custos com a gestão de TI de forma eficiente?

  • Entenda a importância da mobilidade corporativa para sua empresa!

  • Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI

  • Agente Helpdesk Milvus “ O que é e quais são os seus recursos

  • Você sabe como ter uma equipe de TI proativa ? Entenda aqui!

Obrigado por ler até aqui! 

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Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos

Felix Schultz

Segurança no home office é fundamental para empresas que adotaram esse modelo de trabalho e precisam garantir a confiabilidade e disponibilidade de suas informações, arquivos e dados estratégicos.  Com a pandemia do coronavírus presente e mudando o nosso dia a dia no trabalho, muitos funcionários se viram trabalhando em formato home office, modalidade de trabalho que permitiu que muitos negócios continuassem funcionando. Esse formato tem seus benefícios, mas tem seus cuidados específicos também, principalmente em relação a segurança da informação. E é sobre eles que vamos falar nesse artigo. Leia também: post novo home office Seja você um funcionário acessando dados da empresa através da sua conexão de casa ou um gerente se vendo na posição de liberar esse acesso aos colaboradores, você deve estar pensando: A maneira que estou trabalhando é segura? Minha conexão está protegida o suficiente? Devo liberar os computadores da minha empresa? Como posso ter certeza da segurança da minha conexão? De que maneira posso facilitar esse processo? O fornecimento de acesso remoto seguro pode trazer várias questões que são novidades para todos. Neste artigo, trazemos algumas respostas que vão ajudá-lo a tomar decisões em relação à segurança no home office. Confira:

  • A segurança no home office e os novos hábitos

  • Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

  • Criptografia, sua maior aliada

  • Como ter proteção no trabalho em casa

  • Meus dados foram comprometidos! E agora?

  • Estabeleça um política de segurança no home office

Boa leitura!

A segurança no home office e os novos hábitos

[caption id="attachment_5991" align="alignnone" width="1144"] O modelo de trabalho home office traz diversos desafios, incluindo a segurança.[/caption] A segurança no home office é apenas um dos cuidados e desafios que se apresentam neste novo modelo de trabalho.  A essa altura do ano, todos já devem estar acostumados com o básico do trabalho home office, mas não custa repassarmos, já que bons hábitos puxam outros e facilitam na mudança de comportamento como um todo.  Procure um lugar em casa em que você se sinta confortável para trabalhar. Um ambiente de trabalho ergonômico, com facilidade de acesso a tudo o que você precisa. Trazer o escritório para casa pode mexer com seus horários de trabalho, então defina limites: hora de começar e hora de terminar.  Esses limites também devem ser territoriais: caso você esteja trabalhando com a família e filhos em casa, sabe como é importante estabelecer regras básicas de conduta para que ninguém atrapalhe quem está em serviço. Caso você não tenha um cômodo para servir de escritório, esses limites podem ficar mais complicados, mas o diálogo é a principaferramenta a ser utilizada nesse momento.  A família tem que entender que tornou-se sua colega de trabalho, e você tem que entender que eles continuam sendo família! Estabelecer uma rotina também é essencial para que você não gaste sua energia trabalhando demais ou atrapalhe o seu rendimento trabalhando de menos.  Os dois casos trazem mais preocupações, e você sabe que quando estamos com a cabeça cheia podemos deixar passar certas coisas, como os próprios cuidados com a segurança no home office, pauta deste artigo.

Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

Estabelecer limites também é essencial para começar a praticar os hábitos de segurança que vão lhe permitir trabalhar de maneira mais efetiva.  Ã? recomendável que a máquina que você esteja usando para trabalhar seja de uso exclusivo para este fim, impedindo o vazamento de dados ou acesso a páginas que podem prejudicar o seu computador. Caso você não esteja usando um computador exclusivamente para o trabalho, existem algumas medidas que você deve tomar para garantir a segurança da informação. Caso você esteja acessando arquivos sigilosos ou fazendo uma reunião online, é importante garantir que ninguém mais tenha acesso a isso.  E não estamos falando apenas da sua família entrando na chamada de vídeo com o seu chefe: imagine que você tenha que ficar longe do computador por alguns minutos e deixe na tela dados pessoais de alguém?  Existem algumas formas de prevenir este tipo de problema. Filtros de privacidade podem ser instalados no seu monitor, oferecendo uma visão clara da parte frontal da tela e bloqueio eficaz da visualização dos lados.  Este filtro impede que outras pessoas fora do ângulo de visão de 60 graus vejam o que está na tela do seu notebook, sem bloquear sua própria visualização, protegendo o seu trabalho. Caso você tenha que levantar várias vezes durante o dia, outra opção é ativar o bloqueio da tela depois de um curto período.  Aí você pode resolver o que for preciso longe do computador sabendo que depois do tempo selecionado ninguém mais vai ter acesso a ele, apenas com a senha que você colocou. Para fazer as chamadas de vídeo, utilize aplicativos que você confia e que possuam recursos avançados de segurança contra vazamento de dados. Converse com a equipe de suporte de TI da sua empresa para saber qual é a opção mais segura.  Por fim, prefira aplicativos que não estejam ligados ao seu celular, para evitar que ligações durante a chamada de vídeo atrapalhem a reunião.

Criptografia, sua maior aliada

[caption id="attachment_5992" align="alignnone" width="1135"] Criptografia é uma prática que melhora a segurança no home office.[/caption] Em se tratando de segurança no home office, a criptografia é a sua maior aliada.  Criptografia é uma forma de impedir que pessoas não autorizadas acessem mensagens privadas, através da construção e análise de protocolos de segurança.  Entender e usar essa prática faz parte de todos os processos de segurança modernos, e no home office não é diferente. O uso de VPNs é a principal ferramenta para garantir a segurança cibernética no acesso remoto.  VPN, sigla em inglês para Virtual Private Network (rede privada virtual), é uma tecnologia que liga dois ou mais computadores através de uma conexão particular, segura e criptografada. O VPN pode conectar o computador do seu home office ao servidor da empresa, permitindo o uso das ferramentas e dos dados necessários para trabalhar com segurança e tranquilidade.  Para acessar esse canal do computador de casa, o colaborador deve utilizar um nome de usuário, senha e, de preferência, um segundo fator de autenticação, criando assim um túnel seguro entre as duas máquinas.  A criptografia também pode ser utilizada na conexão wi-fi da sua casa. Confira se a sua rede wi-fi doméstica está protegida: todos os roteadores residenciais atualmente dão suporte à criptografia.  Busque pela WPA-2, versão mais moderna da tecnologia em criptografia e obrigatória em todos os dispositivos fabricados depois de 2006. Por fim, você pode criptografar também os dados que estão salvos no seu computador, garantindo que eles não sejam acessados mesmo em caso de roubo do equipamento.  PCs e MacBooks tem essa opção. O único lado negativo é que manter os dados constantemente criptografados afeta o desempenho da máquina. Por isso, conheça bem o seu computador antes de optar por ela!

Como ter proteção no trabalho em casa

[caption id="attachment_5993" align="alignnone" width="1161"] Cuidados como trocar as senhas constantemente devem ser tomados para garantir a segurança no home office.[/caption] Além de criptografar a sua conexão com a internet, mudar a senha do roteador constantemente é uma maneira de garantir segurança da sua informação.  Essa prática deve ser um costume, você trabalhando em formato home office ou não. A troca pode ser feita através da internet ou de um aplicativo, dependendo o modelo do seu roteador. As senhas de login que você usa na internet também podem ser uma porta de entrada para possíveis ataques. Troque de tempo em tempo a sua senha do e-mail e acesso às redes sociais para reduzir essa vulnerabilidade.  Lembre-se, também de sempre utilizar senhas fortes e de 12 dígitos, mesclando números, letras e símbolos. Na hora de anotar elas, não coloque em um papel ou em um documento no próprio computador. Utilize programas como LastPass e o 1Password, gerenciadores de senhas com versões para computador, navegador e aplicativo de celular.   Evite o uso de pendrives e HDs externos.  Antivírus podem ajudar, escaneando as unidades físicas no momento em que você inserir elas no seu computador, mas a melhor alternativa é sempre preferir o acesso a arquivos por um caminho que esteja protegido, como a conexão protegida em VPN com a sua empresa.

Atualização, sempre!

Seja qual for a máquina que você está usando, de uso pessoal ou da sua empresa, é importante manter os aplicativos sempre atualizados, para evitar brechas que possam colocar em risco a segurança no home office. Mantenha ativada as atualizações automáticas do seu sistema, para que as versões dos aplicativos presentes na sua máquina sejam as protegidas contra os últimos vírus e malwares que podem atacar o seu computador. Leia também: Aprenda a se proteger dos ataques de ransomware. Além dos softwares de trabalho, o antivírus é outro aplicativo que deve estar sempre atualizado, já que ele é a principal defesa contra as ameaças externas. Converse com a TI para saber como escolher o antivírus ideal para seus funcionários. Outra opção que pode garantir a proteção dos seus dados é o uso de máquinas virtuais.  A tecnologia de virtualização oferecida por aplicativos especializados isolam as ações realizadas dentro de um ambiente protegido e evitam que malwares instalados na máquina entrem em contato com os documentos de trabalho. Um sistema para otimizar a gestão de ativos pode auxiliar no controle e na segurança dos seus computadores. Conheça o Milvus!

Meus dados foram comprometidos! E agora?

A primeira atitude a ser tomada ao suspeitar que seus dados tenham sido comprometidos é avisar a equipe de TI da sua empresa, para que eles possam agir rapidamente. Um sistema de abertura de chamados é ideal para garantir essa comunicação de forma eficaz. Além da atualização e fortalecimento das senhas que falamos antes, procure utilizar a autenticação multifator em duas fases, que lhe garante mais segurança.  Você pode configurar para que qualquer acesso precise de uma segunda senha enviada diretamente para o seu celular, por exemplo, ganhando tempo para você. Outra opção de segurança é utilizar sempre que possível a versão web dos aplicativos, para que os seus arquivos não estejam disponíveis tão facilmente no computador no caso de uma brecha de segurança, precisando de mais um acesso. Muitos aplicativos web, por sua vez, possuem a opção de backup automático na nuvem, que também pode contar com uma autenticação multifator. São várias dificuldades que você pode colocar no caminho de quem estiver atrás dos seus dados. O MIlvus é um sistema de gestão de TI e abertura de chamados que conta com diversas funcionalidades para acessar os tickets abertos, priorizar os atendimentos mais urgentes, acessar de forma remota (e segura) o computador afetado. Dessa forma, você conta com agilidade na resolução de possíveis ataques, além de automatizar os processos da TI e melhorar a performance do time, que pode focar na prevenção e na segurança de todos os funcionários em home office.

Estabeleça um política de segurança no home office

Existem algumas atitudes que pode ser tomadas de antemão para garantirem uma boa prática e segurança no trabalho home office. São atitudes que englobam gestores e colaboradores e tem a ver com o comportamento esperado de cada lado. A política de segurança referente aos cuidados com os dados no trabalho remoto deve estar formalizada e clara para ambos os lados, funcionários e gerentes.  Essa política deve deixar claro o que é de responsabilidade de cada um, quais são as ações de segurança que devem ser tomadas e os protocolos de contingência, caso aconteça alguma coisa. Essa gestão de responsabilidades também pode definir quem deve cuidar dos backups, quem é o responsável por liberar acessos, quem deve ser avisado em caso de problemas e toda a miríade de casos novos que podem surgir nesse formato novo de trabalho. Ter um compromisso e um diálogo claro também ajuda a conscientizar os empregados a respeito dos cuidados que eles precisam ter ao acessarem os dados da empresa de forma remota.  Um monitoramento de rede realizado pela empresa nos computadores que estão em acesso remoto também pode fazer parte dessa política de segurança.   

Conclusão

Estamos passando por um período de novidade para todos nós, mas muitos dos cuidados citados aqui são benéficos, seja qual for o formato de trabalho escolhido. E, mesmo que para muitos o home office seja novidade, muitas empresas estão considerando a opção remota como algo que vai ficar. Então, mantenha o diálogo aberto com a empresa caso essa opção seja interessante para você! Caso você tenha dúvidas de qual é a melhor maneira de agir em relação a segurança dos seus dados, coloque esse assunto em pauta também. O momento é de transformação, e onde isso acontece, a tecnologia está sempre presente. Conte com um sistema para melhorar a performance do seu time de TI e garantir a segurança no home office. Faça um teste gratuito do Milvus e conheça todas as ferramentas! Para outras dicas, continue sua leitura com estes artigos que recomendamos: 

  • Como reduzir custos com a gestão de TI de forma eficiente?

  • Entenda a importância da mobilidade corporativa para sua empresa!

  • Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI

  • Agente Helpdesk Milvus “ O que é e quais são os seus recursos

  • Você sabe como ter uma equipe de TI proativa ? Entenda aqui!

Obrigado por ler até aqui! 

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Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa

Felix Schultz

Como escolher um antivírus? Existem, no mercado, inúmeras opções de todos os tipos: gratuitos, pagos, mais simples, mais complexos. Pode ser um desafio encontrar um antivírus que atenda às necessidades da empresa.

A cada dia que passa, as organizações ficam mais e mais dependentes de dados digitais, já que a tecnologia e o ambiente virtual têm estado presentes na maioria das rotinas operacionais.

Por isso, é necessário saber como escolher um antivírus eficiente, com a maior quantidade de recursos possível e, ao mesmo tempo, que esteja de acordo com as limitações financeiras do negócio.

Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Dessa forma, para evitar o risco de ataques sofisticados e de ter os dados de clientes e organizações expostos, investir em um software seguro e confiável é a melhor opção.

Pensando nisso, decidimos criar um conteúdo respondendo todas as suas dúvidas sobre como escolher um antivírus e direcionando a sua empresa para a melhor solução possível. Então, vamos começar?

Neste artigo, você vai entender:

  • Como escolher um antivírus? Critérios para considerar

  • Malwares que o antivírus pode evitar

  • Coisas que você precisa saber antes de escolher um antivírus

  • 5 dicas de como escolher um antivírus corporativo

  • Conheça outras formas de ficar seguro

  • Conheça o Milvus

Boa leitura!

Como escolher um antivírus? Critérios para considerar

[caption id="attachment_5968" align="alignnone" width="1200"] Considere o fabricante e a opinião de especialistas para saber como escolher um antivírus.[/caption]

Em um primeiro momento, é importante ter em mente todos os critérios a se considerar para saber como escolher um antivírus realmente eficaz.

Isso porque, em um mundo em que a dependência de dados é crescente, também crescem o volume de informações geradas, armazenadas e transmitidas diariamente. 

Em alguns negócios, permitir que esses dados permaneçam vulneráveis a ataques pode ser uma decisão pouco estratégica. Vejamos, portanto, quais são os principais critérios a se considerar para saber como escolher um antivírus perfeito.

Localização da fabricante

O primeiro ponto a se considerar é a localização da fabricante. Isso influencia, principalmente, no quesito atendimento e suporte técnico. 

Uma fabricante próxima a você vai facilitar o suporte, e até oferecer algo mais personalizado e direto.

Por outro lado, se escolher uma fabricante de fora do país, o atendimento pode ser dificultado por uma série de questões (como a dificuldade de entrar em contato por telefone, por exemplo).

O primeiro passo para saber como escolher um antivírus confiável é escolher uma fabricante confiável.

Opinião dos especialistas

Na internet existem diversos artigos com opiniões de especialistas que ajudam você a saber como escolher um antivírus perfeito. Além disso, entrar em contato com profissionais da área de TI, talvez da sua própria empresa, pode ser uma ótima alternativa.  Para contratar o melhor serviço, é sempre ideal a opinião de quem entende do assunto.

Reviews de usuários

Entretanto, não são apenas os especialistas que podem ajudar nesse sentido. Afinal, o usuário é quem mais tem afinidade com a eficiência (ou falta dela) daquele serviço.  Dessa forma, antes de fazer sua escolha, visite sites que fazem reviews de usuários ou até mesmo serviços como o ReclameAqui e faça uma pesquisa mais atenta a respeito da reputação tanto do software de antivírus quanto de sua fabricante.

Seus equipamentos

Uma pergunta importante é: para que você precisa desse antivírus? Quais são os equipamentos que sua empresa possui? Quantos são?  Todas essas questões podem ajudar você na hora de saber como escolher um antivírus ideal para o seu negócio.  Se os equipamentos forem em grande número, de diferentes tipos e de importância relevante para a empresa, vale pensar em um investimento maior no serviço. Isso ajudará você, inclusive, a escolher o melhor plano para sua empresa.

Disponibilidade de investimento

Outro aspecto importante é entender o quanto você está disposto a investir. Afinal, ao ter todas as informações sobre como escolher um antivírus eficiente, você perceberá que aqueles com mais recursos e segurança, provavelmente exigirão um investimento maior. 

Dependendo da sua necessidade, um antivírus gratuito pode ser perfeitamente aceitável. Tudo depende do que você espera desse sistema.

Falaremos sobre a importância de distinguir gastos de investimento mais adiante.

Malwares que o antivírus pode evitar

O antivírus é muito eficaz para detecção e controle de diferentes tipos de malwares, deixando seu computador e suas informações mais seguras. Alguns exemplos são:

  • Vírus: software nocivo que invade a máquina e se espalha para outras máquinas conectadas;

  • Adware e Spyware: este tipo de malware gera anúncios para espionar o comportamento dos usuários;

  • Pishing: links que parecem seguros mas levar o usuário a sites maliciosos, a fim de coletar dados pessoais. Podem estar em sites, anúncios ou até em e-mails;

  • Pharming: semelhante ao pishing, mas neste caso o usuário tenta acessar um site confiável e é redirecionado para um malicioso, que copia o original em detalhes;

  • Ransomware: quando instalado na máquina, bloqueia o dispositivo e os arquivos nele presentes em troca de pagamento. Ã? uma espécie de sequestro de dados.

5 coisas que você precisa saber antes de escolher um antivírus

[caption id="attachment_5969" align="alignnone" width="1000"] Alguns cuidados são importantes mesmo depois de escolher um antivírus.[/caption] Agora que você já sabe que critérios considerar para saber como escolher um antivírus, é hora de entender um pouco mais sobre esse tipo de software.  Portanto, listamos a seguir algumas coisas que você precisa saber sobre antivírus antes de fazer a sua escolha, desde seus diferentes sistemas até a questão do investimento. Então, vamos lá.

#1 Softwares desatualizados deixam o seu ambiente vulnerável

A primeira coisa a se saber é que softwares de antivírus desatualizados podem ser tão prejudiciais quanto nenhum software.  Ou seja, além de saber como escolher um antivírus eficiente, é preciso entender que esse é um sistema que deve ser atualizado regularmente. Para isso, os fornecedores lançam atualizações frequentes para corrigir bugs e vulnerabilidades em seu código.

#2 Os sistemas de 64 bits são mais seguros

Assim como escolher um antivírus eficiente, é extremamente importante escolher o sistema mais seguro.  Dessa forma, atualizar sistemas operacionais de 32 bits para sistemas operacionais de 64 bits pode ser uma ótima forma de diminuir o número de ataques ao seu servidor.  Isso porque, com recursos como ASLR (Address Space Layout Randomisation) e MDS (Mandatory Driver Signing), os sistemas operacionais de 64 bits são geralmente mais seguros que seus antecessores.

#3 Os antivírus só funcionam se instalados corretamente

Se você já sabe como escolher um antivírus, saiba, também, que eles só funcionam se estiverem instalados corretamente.  Infelizmente, muitas pessoas decidem não usar todos os recursos disponíveis pelos programas, e acabam não fazendo sua correta ativação, perdendo, também, em qualidade do serviço.

 

#4 Novos malwares surgem o tempo todo

Um ponto importante sobre antivírus é estar ciente que, infelizmente, a criação de malwares e hackers tornou-se um grande negócio, oferecendo lucro para os envolvidos (exceto para o usuário afetado, claro).  Por isso, é tão importante saber como escolher um antivírus seguro, facilmente gerenciável e eficiente, seja para uma empresa, seja para sua casa (ou para a casa dos seus funcionários em modelo home office). Leia também: post segurança home office.

#5 Segurança não é gasto, é investimento

Esse é um ponto muito importante e que, infelizmente, muitas empresas não entendem: colocar dinheiro em segurança não é gasto, é investimento.  Ou seja, é fundamental que você entenda saiba que escolher um antivírus seguro é estratégico para o seu negócio. Até porque, os ataques podem causar muito mais prejuízo do que o valor investido em um sistema de antivírus. 

5 dicas de como escolher um antivírus corporativo

[caption id="attachment_5972" align="alignnone" width="1000"] Escolha um antivírus que não dificulte as suas atividades de rotina.[/caption] E então, o que achou do conteúdo até aqui? Nosso objetivo inicial era trazer o maior número de informações possíveis para que você saiba como escolher um antivírus seguro, eficiente e que faça sentido para sua empresa.  Para ajudá-lo ainda mais nesta decisão, listamos, abaixo, 5 dicas valiosas de como escolher um antivírus corporativo ideal para o seu negócio, seja ele qual for. Confira:

#1 Opte por um antivírus leve

Quem já trabalhou com um software antivírus sabe que, muitas vezes, ele pode acabar atrapalhando na capacidade de funcionamento de uma máquina.  Assim, é importante saber como escolher um antivírus leve, que possa ser executado em segundo plano no seu computador e funcione com toda a eficiência necessária.  Para isso, o software deve ser capaz de funcionar durante uma variedade de tarefas, incluindo arquivamentos, instalações de aplicativos, download de arquivos e navegação simultânea em diversos sites. 

#2 Escolha um programa fácil de usar

Essa é uma questão muito importante, principalmente para empresas maiores e diversificadas. Afinal, nem todos os programas são intuitivos e fáceis de usar.  Por isso, é importante considerar essas características na hora de saber como escolher um antivírus para sua empresa, buscando sempre a solução mais acessível, focando, principalmente, em quem é mais leigo no quesito tecnologia.

#3 Descubra como ele funciona na detecção e remoção de arquivos comprometidos

Como já pontuamos, as ameaças cibernéticas estão em constante evolução. Dessa forma, é preciso conhecer por completo o funcionamento de um software antes de decidir contratá-lo.  Nesse sentido, procure saber como ocorre a detecção e correção de ameaças dentro do programa. Uma boa dica é procurar laboratórios independentes que já testaram e verificaram extensivamente esse programa.  Organizações como AV-TEST, NSS Labs e AV-Comparatives realizam esse tipo de teste e fornecem análises confiáveis. Use essas informações para saber como escolher um antivírus que funcione da maneira que você precisa.

#4 Avalie os recursos complementares

Nossa quarta dica para saber como escolher um antivírus ideal para sua empresa é avaliar todos os recursos disponíveis, inclusive os complementares.  Assim, entre a lista de recursos que podem ser interessantes para mais segurança estão:

  • proteção contra phishing e links maliciosos nas mídias sociais; 

  • firewall confiável que impede que as ameaças cheguem ao seu computador;

  • identificação e remoção eficientes de vírus; 

  • uso mínimo da capacidade de desempenho do computador; 

  • atualizações frequentes; 

  • modo de limpeza de vírus, removendo os vírus para uma área segura antes de excluí-los do seu dispositivo; e,

  • opções de backup do computador, permitindo que você recupere algum dado em caso de perda.

#5 Peça uma demonstração

Por fim, nada melhor para saber como escolher um antivírus seguro e eficaz do que solicitar uma demonstração do serviço.  Em muitos casos, a empresa do software até oferece alguns dias gratuitos para testagem do programa. Além disso, é possível pedir uma demonstração do produto por meio de uma reunião online ou até mesmo de um atendimento presencial.

Conheça outras formas de ficar seguro

Após todas essas informações, talvez você esteja se perguntando: apenas saber como escolher um antivírus é o bastante? Bom, a resposta é não.  Isso não significa que ter o melhor antivírus possível não é importante, muito pelo contrário. Apenas quer dizer que manter sua empresa segura vai além disso, começando desde a educação dos seus funcionários até o monitoramento dos seus ativos.  Veja, então, algumas maneiras de tornar sua empresa ainda mais segura:

 

Eduque seus funcionários

A primeira questão é entender que a educação digital de seus funcionários é essencial.  Partindo do princípio de que nem todos os profissionais possuem o mesmo conhecimento, é preciso pensar em formas de educar os colaboradores para que não corram riscos desnecessários, nem descumpram as políticas de privacidade da empresa.

 

Invista na gestão de TI

Uma boa gestão de TI faz toda a diferença.  Tanto na hora de saber como escolher um antivírus que atenda às necessidades do seu negócio, quanto no momento de escolher suas lideranças, estabelecer metas, analisar o que funciona e o que precisa ser melhorado, entre outros fatores.  Afinal, a área de TI é a responsável pela segurança dos dados de sua empresa, compliance e gestão de riscos, e pelo correto funcionamento de todos os dispositivos.

 

Facilite a comunicação de incidentes

Uma boa forma de manter sua empresa mais segura é facilitando a comunicação entre os setores.  Além de melhorar seus processos, isso também possibilita que você monitore os problemas que ocorrem dentro da empresa e consiga resolver com mais rapidez qualquer tipo de incidente.  Boas práticas incluem sistemas de comunicação interno ou mesmo a criação de fluxos, tornando o processo de comunicação mais fluído, rápido e eficiente.  Uma boa ideia é usar sistemas de abertura de chamados, que agilizam a solicitação de um técnico, permitem acesso remoto e possibilitam a rápida solução do problema.

 

Monitore seus ativos

O monitoramento de ativos pode ser uma ótima forma de garantir mais segurança ao seu negócio.  Isso porque este tipo de controle protege os recursos da empresa, aumentando também a produtividade da sua equipe de suporte técnico.  Para isso, é possível fazer, por exemplo, uma lista com os dispositivos da empresa, bem como quem os utiliza, e as licenças de softwares disponíveis. Lembre-se que manter todos os softwares atualizados é fundamental para a segurança do seu computador.

 

Conheça o Milvus

A plataforma Milvus já atendeu mais de 23 mil empresas em todo o mundo, em países como Brasil, Uruguai, México, Chile, Peru e Argentina, e registra quase 20 mil chamados atendidos, concluídos através do gerenciamento via sistema.  Com ela, é possível otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe. Isso tudo sem precisar ampliar o time com novos profissionais. Sua empresa pode contar com diversas funcionalidades para comunicação, gestão e controle dos chamados de suporte, garantindo o máximo de segurança e eficiência para suas operações. Entre elas, podemos destacar:

  • Transferência de arquivos via acesso remoto;

  • Monitoramento dos dispositivos;

  • Gestão do ciclo de vida dos ativos;

  • Gerenciador de licenças;

  • Geolocalizador de ativos;

  • Monitoramento de link;

  • Scanner de rede;

  • Tecnologia exclusiva OneClick;

  • Multicanais para abertura de tickets;

  • Gerenciamento automático de SLA;

  • Gestão de contratos;

  • Integração com ERP BomControle.

Ficou interessado? Faça um teste gratuito por 7 dias e experimente o sistema Milvus. Ou, se preferir, fale com um especialista e solicite agora uma demonstração.

 

Conclusão

[caption id="attachment_5971" align="alignnone" width="1000"] Escolher um antivírus eficiente é uma tarefa estratégica para o seu negócio.[/caption] Aprendeu como escolher um antivírus? Com certeza, com as dicas e os critérios listados é possível fazer uma boa pesquisa a respeito da melhor opção para você e para sua empresa.  Assim, sempre que você precisar saber como escolher um antivírus de qualidade, pode recorrer a esse material.  Para outras dicas, confira os artigos recomendados: 

  • Segurança da informação: por que a segurança dos dados é importante para sua empresa?

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

  • LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa

  • O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa

Obrigado pela sua leitura!

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Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa

Felix Schultz

Como escolher um antivírus? Existem, no mercado, inúmeras opções de todos os tipos: gratuitos, pagos, mais simples, mais complexos. Pode ser um desafio encontrar um antivírus que atenda às necessidades da empresa.

A cada dia que passa, as organizações ficam mais e mais dependentes de dados digitais, já que a tecnologia e o ambiente virtual têm estado presentes na maioria das rotinas operacionais.

Por isso, é necessário saber como escolher um antivírus eficiente, com a maior quantidade de recursos possível e, ao mesmo tempo, que esteja de acordo com as limitações financeiras do negócio.

Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Dessa forma, para evitar o risco de ataques sofisticados e de ter os dados de clientes e organizações expostos, investir em um software seguro e confiável é a melhor opção.

Pensando nisso, decidimos criar um conteúdo respondendo todas as suas dúvidas sobre como escolher um antivírus e direcionando a sua empresa para a melhor solução possível. Então, vamos começar?

Neste artigo, você vai entender:

  • Como escolher um antivírus? Critérios para considerar

  • Malwares que o antivírus pode evitar

  • Coisas que você precisa saber antes de escolher um antivírus

  • 5 dicas de como escolher um antivírus corporativo

  • Conheça outras formas de ficar seguro

  • Conheça o Milvus

Boa leitura!

Como escolher um antivírus? Critérios para considerar

[caption id="attachment_5968" align="alignnone" width="1200"] Considere o fabricante e a opinião de especialistas para saber como escolher um antivírus.[/caption]

Em um primeiro momento, é importante ter em mente todos os critérios a se considerar para saber como escolher um antivírus realmente eficaz.

Isso porque, em um mundo em que a dependência de dados é crescente, também crescem o volume de informações geradas, armazenadas e transmitidas diariamente. 

Em alguns negócios, permitir que esses dados permaneçam vulneráveis a ataques pode ser uma decisão pouco estratégica. Vejamos, portanto, quais são os principais critérios a se considerar para saber como escolher um antivírus perfeito.

Localização da fabricante

O primeiro ponto a se considerar é a localização da fabricante. Isso influencia, principalmente, no quesito atendimento e suporte técnico. 

Uma fabricante próxima a você vai facilitar o suporte, e até oferecer algo mais personalizado e direto.

Por outro lado, se escolher uma fabricante de fora do país, o atendimento pode ser dificultado por uma série de questões (como a dificuldade de entrar em contato por telefone, por exemplo).

O primeiro passo para saber como escolher um antivírus confiável é escolher uma fabricante confiável.

Opinião dos especialistas

Na internet existem diversos artigos com opiniões de especialistas que ajudam você a saber como escolher um antivírus perfeito. Além disso, entrar em contato com profissionais da área de TI, talvez da sua própria empresa, pode ser uma ótima alternativa.  Para contratar o melhor serviço, é sempre ideal a opinião de quem entende do assunto.

Reviews de usuários

Entretanto, não são apenas os especialistas que podem ajudar nesse sentido. Afinal, o usuário é quem mais tem afinidade com a eficiência (ou falta dela) daquele serviço.  Dessa forma, antes de fazer sua escolha, visite sites que fazem reviews de usuários ou até mesmo serviços como o ReclameAqui e faça uma pesquisa mais atenta a respeito da reputação tanto do software de antivírus quanto de sua fabricante.

Seus equipamentos

Uma pergunta importante é: para que você precisa desse antivírus? Quais são os equipamentos que sua empresa possui? Quantos são?  Todas essas questões podem ajudar você na hora de saber como escolher um antivírus ideal para o seu negócio.  Se os equipamentos forem em grande número, de diferentes tipos e de importância relevante para a empresa, vale pensar em um investimento maior no serviço. Isso ajudará você, inclusive, a escolher o melhor plano para sua empresa.

Disponibilidade de investimento

Outro aspecto importante é entender o quanto você está disposto a investir. Afinal, ao ter todas as informações sobre como escolher um antivírus eficiente, você perceberá que aqueles com mais recursos e segurança, provavelmente exigirão um investimento maior. 

Dependendo da sua necessidade, um antivírus gratuito pode ser perfeitamente aceitável. Tudo depende do que você espera desse sistema.

Falaremos sobre a importância de distinguir gastos de investimento mais adiante.

Malwares que o antivírus pode evitar

O antivírus é muito eficaz para detecção e controle de diferentes tipos de malwares, deixando seu computador e suas informações mais seguras. Alguns exemplos são:

  • Vírus: software nocivo que invade a máquina e se espalha para outras máquinas conectadas;

  • Adware e Spyware: este tipo de malware gera anúncios para espionar o comportamento dos usuários;

  • Pishing: links que parecem seguros mas levar o usuário a sites maliciosos, a fim de coletar dados pessoais. Podem estar em sites, anúncios ou até em e-mails;

  • Pharming: semelhante ao pishing, mas neste caso o usuário tenta acessar um site confiável e é redirecionado para um malicioso, que copia o original em detalhes;

  • Ransomware: quando instalado na máquina, bloqueia o dispositivo e os arquivos nele presentes em troca de pagamento. Ã? uma espécie de sequestro de dados.

5 coisas que você precisa saber antes de escolher um antivírus

[caption id="attachment_5969" align="alignnone" width="1000"] Alguns cuidados são importantes mesmo depois de escolher um antivírus.[/caption] Agora que você já sabe que critérios considerar para saber como escolher um antivírus, é hora de entender um pouco mais sobre esse tipo de software.  Portanto, listamos a seguir algumas coisas que você precisa saber sobre antivírus antes de fazer a sua escolha, desde seus diferentes sistemas até a questão do investimento. Então, vamos lá.

#1 Softwares desatualizados deixam o seu ambiente vulnerável

A primeira coisa a se saber é que softwares de antivírus desatualizados podem ser tão prejudiciais quanto nenhum software.  Ou seja, além de saber como escolher um antivírus eficiente, é preciso entender que esse é um sistema que deve ser atualizado regularmente. Para isso, os fornecedores lançam atualizações frequentes para corrigir bugs e vulnerabilidades em seu código.

#2 Os sistemas de 64 bits são mais seguros

Assim como escolher um antivírus eficiente, é extremamente importante escolher o sistema mais seguro.  Dessa forma, atualizar sistemas operacionais de 32 bits para sistemas operacionais de 64 bits pode ser uma ótima forma de diminuir o número de ataques ao seu servidor.  Isso porque, com recursos como ASLR (Address Space Layout Randomisation) e MDS (Mandatory Driver Signing), os sistemas operacionais de 64 bits são geralmente mais seguros que seus antecessores.

#3 Os antivírus só funcionam se instalados corretamente

Se você já sabe como escolher um antivírus, saiba, também, que eles só funcionam se estiverem instalados corretamente.  Infelizmente, muitas pessoas decidem não usar todos os recursos disponíveis pelos programas, e acabam não fazendo sua correta ativação, perdendo, também, em qualidade do serviço.

 

#4 Novos malwares surgem o tempo todo

Um ponto importante sobre antivírus é estar ciente que, infelizmente, a criação de malwares e hackers tornou-se um grande negócio, oferecendo lucro para os envolvidos (exceto para o usuário afetado, claro).  Por isso, é tão importante saber como escolher um antivírus seguro, facilmente gerenciável e eficiente, seja para uma empresa, seja para sua casa (ou para a casa dos seus funcionários em modelo home office). Leia também: post segurança home office.

#5 Segurança não é gasto, é investimento

Esse é um ponto muito importante e que, infelizmente, muitas empresas não entendem: colocar dinheiro em segurança não é gasto, é investimento.  Ou seja, é fundamental que você entenda saiba que escolher um antivírus seguro é estratégico para o seu negócio. Até porque, os ataques podem causar muito mais prejuízo do que o valor investido em um sistema de antivírus. 

5 dicas de como escolher um antivírus corporativo

[caption id="attachment_5972" align="alignnone" width="1000"] Escolha um antivírus que não dificulte as suas atividades de rotina.[/caption] E então, o que achou do conteúdo até aqui? Nosso objetivo inicial era trazer o maior número de informações possíveis para que você saiba como escolher um antivírus seguro, eficiente e que faça sentido para sua empresa.  Para ajudá-lo ainda mais nesta decisão, listamos, abaixo, 5 dicas valiosas de como escolher um antivírus corporativo ideal para o seu negócio, seja ele qual for. Confira:

#1 Opte por um antivírus leve

Quem já trabalhou com um software antivírus sabe que, muitas vezes, ele pode acabar atrapalhando na capacidade de funcionamento de uma máquina.  Assim, é importante saber como escolher um antivírus leve, que possa ser executado em segundo plano no seu computador e funcione com toda a eficiência necessária.  Para isso, o software deve ser capaz de funcionar durante uma variedade de tarefas, incluindo arquivamentos, instalações de aplicativos, download de arquivos e navegação simultânea em diversos sites. 

#2 Escolha um programa fácil de usar

Essa é uma questão muito importante, principalmente para empresas maiores e diversificadas. Afinal, nem todos os programas são intuitivos e fáceis de usar.  Por isso, é importante considerar essas características na hora de saber como escolher um antivírus para sua empresa, buscando sempre a solução mais acessível, focando, principalmente, em quem é mais leigo no quesito tecnologia.

#3 Descubra como ele funciona na detecção e remoção de arquivos comprometidos

Como já pontuamos, as ameaças cibernéticas estão em constante evolução. Dessa forma, é preciso conhecer por completo o funcionamento de um software antes de decidir contratá-lo.  Nesse sentido, procure saber como ocorre a detecção e correção de ameaças dentro do programa. Uma boa dica é procurar laboratórios independentes que já testaram e verificaram extensivamente esse programa.  Organizações como AV-TEST, NSS Labs e AV-Comparatives realizam esse tipo de teste e fornecem análises confiáveis. Use essas informações para saber como escolher um antivírus que funcione da maneira que você precisa.

#4 Avalie os recursos complementares

Nossa quarta dica para saber como escolher um antivírus ideal para sua empresa é avaliar todos os recursos disponíveis, inclusive os complementares.  Assim, entre a lista de recursos que podem ser interessantes para mais segurança estão:

  • proteção contra phishing e links maliciosos nas mídias sociais; 

  • firewall confiável que impede que as ameaças cheguem ao seu computador;

  • identificação e remoção eficientes de vírus; 

  • uso mínimo da capacidade de desempenho do computador; 

  • atualizações frequentes; 

  • modo de limpeza de vírus, removendo os vírus para uma área segura antes de excluí-los do seu dispositivo; e,

  • opções de backup do computador, permitindo que você recupere algum dado em caso de perda.

#5 Peça uma demonstração

Por fim, nada melhor para saber como escolher um antivírus seguro e eficaz do que solicitar uma demonstração do serviço.  Em muitos casos, a empresa do software até oferece alguns dias gratuitos para testagem do programa. Além disso, é possível pedir uma demonstração do produto por meio de uma reunião online ou até mesmo de um atendimento presencial.

Conheça outras formas de ficar seguro

Após todas essas informações, talvez você esteja se perguntando: apenas saber como escolher um antivírus é o bastante? Bom, a resposta é não.  Isso não significa que ter o melhor antivírus possível não é importante, muito pelo contrário. Apenas quer dizer que manter sua empresa segura vai além disso, começando desde a educação dos seus funcionários até o monitoramento dos seus ativos.  Veja, então, algumas maneiras de tornar sua empresa ainda mais segura:

 

Eduque seus funcionários

A primeira questão é entender que a educação digital de seus funcionários é essencial.  Partindo do princípio de que nem todos os profissionais possuem o mesmo conhecimento, é preciso pensar em formas de educar os colaboradores para que não corram riscos desnecessários, nem descumpram as políticas de privacidade da empresa.

 

Invista na gestão de TI

Uma boa gestão de TI faz toda a diferença.  Tanto na hora de saber como escolher um antivírus que atenda às necessidades do seu negócio, quanto no momento de escolher suas lideranças, estabelecer metas, analisar o que funciona e o que precisa ser melhorado, entre outros fatores.  Afinal, a área de TI é a responsável pela segurança dos dados de sua empresa, compliance e gestão de riscos, e pelo correto funcionamento de todos os dispositivos.

 

Facilite a comunicação de incidentes

Uma boa forma de manter sua empresa mais segura é facilitando a comunicação entre os setores.  Além de melhorar seus processos, isso também possibilita que você monitore os problemas que ocorrem dentro da empresa e consiga resolver com mais rapidez qualquer tipo de incidente.  Boas práticas incluem sistemas de comunicação interno ou mesmo a criação de fluxos, tornando o processo de comunicação mais fluído, rápido e eficiente.  Uma boa ideia é usar sistemas de abertura de chamados, que agilizam a solicitação de um técnico, permitem acesso remoto e possibilitam a rápida solução do problema.

 

Monitore seus ativos

O monitoramento de ativos pode ser uma ótima forma de garantir mais segurança ao seu negócio.  Isso porque este tipo de controle protege os recursos da empresa, aumentando também a produtividade da sua equipe de suporte técnico.  Para isso, é possível fazer, por exemplo, uma lista com os dispositivos da empresa, bem como quem os utiliza, e as licenças de softwares disponíveis. Lembre-se que manter todos os softwares atualizados é fundamental para a segurança do seu computador.

 

Conheça o Milvus

A plataforma Milvus já atendeu mais de 23 mil empresas em todo o mundo, em países como Brasil, Uruguai, México, Chile, Peru e Argentina, e registra quase 20 mil chamados atendidos, concluídos através do gerenciamento via sistema.  Com ela, é possível otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe. Isso tudo sem precisar ampliar o time com novos profissionais. Sua empresa pode contar com diversas funcionalidades para comunicação, gestão e controle dos chamados de suporte, garantindo o máximo de segurança e eficiência para suas operações. Entre elas, podemos destacar:

  • Transferência de arquivos via acesso remoto;

  • Monitoramento dos dispositivos;

  • Gestão do ciclo de vida dos ativos;

  • Gerenciador de licenças;

  • Geolocalizador de ativos;

  • Monitoramento de link;

  • Scanner de rede;

  • Tecnologia exclusiva OneClick;

  • Multicanais para abertura de tickets;

  • Gerenciamento automático de SLA;

  • Gestão de contratos;

  • Integração com ERP BomControle.

Ficou interessado? Faça um teste gratuito por 7 dias e experimente o sistema Milvus. Ou, se preferir, fale com um especialista e solicite agora uma demonstração.

 

Conclusão

[caption id="attachment_5971" align="alignnone" width="1000"] Escolher um antivírus eficiente é uma tarefa estratégica para o seu negócio.[/caption] Aprendeu como escolher um antivírus? Com certeza, com as dicas e os critérios listados é possível fazer uma boa pesquisa a respeito da melhor opção para você e para sua empresa.  Assim, sempre que você precisar saber como escolher um antivírus de qualidade, pode recorrer a esse material.  Para outras dicas, confira os artigos recomendados: 

  • Segurança da informação: por que a segurança dos dados é importante para sua empresa?

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

  • LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa

  • O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa

Obrigado pela sua leitura!

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Como identificar as principais vulnerabilidades digitais

Felix Schultz

Vulnerabilidade digital é uma fraqueza apresentada por sistemas computacionais, que permitem a invasão e colocam em risco as informações e dados dos usuários. Com o aumento do uso da tecnologia nos últimos anos, e o aparecimento de inúmeros novos equipamentos, surgem, também, problemas de segurança da informação. A vulnerabilidade digital afeta computadores, smartphones, drones, todos os equipamentos conectados à internet e, também, equipamentos eletrônicos de uso em tratamentos de saúde, como marca-passos.   Leia também: O que é Internet das Coisas (IoT) e como funciona? Para entender como se prevenir das vulnerabilidades em seu ambiente de trabalho, trazemos algumas dicas e informações importantes. Conte com seu time de TI para proteger os dados e informações estratégicas da sua empresa, para que a vulnerabilidade digital seja um fator que impeça o crescimento do seu negócio. Neste artigo, você vai entender:  

  • Vulnerabilidade digital: o que é

  • Tipos de vulnerabilidade digital

  • Ameaças da vulnerabilidade digital

  • Tipos de ataques

  • Vulnerabilidade digital nas empresas

  • Como combater a vulnerabilidade digital

  • Conheça o Milvus

Boa leitura!

O que é vulnerabilidade digital?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Vulnerabilidade digital é uma falha existente em sistemas, que pode ser acessada e explorada por um invasor.[/caption]

 

Vulnerabilidade digital é uma fraqueza que possibilita ao invasor acesso a informações, dados e funcionalidades de um sistema. Ela é formada por três elementos:

  • a vulnerabilidade do sistema;

  • a possibilidade do invasor de acessar a vulnerabilidade;

  • a possibilidade do invasor de explorar a vulnerabilidade.

Isso porque não basta o acesso: o invasor precisa de meios ou ferramentas para explorar as falhas encontradas, de forma a conseguir, de fato, atacar o sistema. Dessa forma, a segurança fica ameaçada: o usuário pode acabar perdendo o acesso a um determinado equipamento ou aplicação, ou ver seus arquivos serem modificados sem consentimento. A vulnerabilidade digital consumidor, portanto, afeta os três pilares principais da segurança da informação: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Sem falar, claro, na privacidade, discussão frequente entre as empresas após a GDPR, lei geral de proteção de dados da Europa, e a LGPD, lei nacional que visa a proteção dos dados pessoais dos usuários brasileiros. Leia também: LGPD x GDPR: entenda a diferença entre a lei brasileira e a europeia.

Tipos de vulnerabilidade digital

A vulnerabilidade digital afeta diversas partes de um sistema computacional. Por isso, é importante que a TI esteja de olho em todas as possíveis fontes de falhas, de forma a identificar e corrigir antes de um ataque. Conheça alguns tipos comuns:

Vulnerabilidade digital em redes

Uma rede conecta diversos equipamentos, compartilhando informações entre eles. Por isso, uma rede aberta apresenta mais vulnerabilidades do que uma rede privada.  Se você estiver conectado em uma rede aberta, evite acessar sites ou sistemas como bancos, por exemplo, ou que exijam informações pessoais e senhas, como compras online, pois elas podem acabar sendo clonadas.  No entanto, as redes privadas também podem sofrer ataques. Isso porque um invasor pode conseguir conectar na rede, e acabar afetando sua integridade.   Empresas com equipe de TI devem estar atentas ao monitoramento das redes. Um scanner de rede pode detectar equipamentos conectados e identificar aqueles que não fazem parte dos ativos da empresa, derrubando o invasor rapidamente.

Vulnerabilidade digital em sistemas operacionais

Os sistemas operacionais, seja de telefones celulares, seja de computadores (ou outros dispositivos), é outro tipo de falha que pode ser explorada por invasores. Instalar sistemas operacionais legais, registrados, e mantê-los sempre atualizados é uma forma de evitar que isso aconteça. Isso porque, ao notar uma falha, o fabricante corrige e lança atualização. Assim, se você não tem o sistema operacional legal ou não o mantém atualizado, você fica à mercê das vulnerabilidades que já foram identificadas.

Vulnerabilidade digital em armazenamento

Outro ponto de atenção são os dispositivos de armazenamento, como HDs ou pendrives, por exemplo. Eles também podem trazer falhas de segurança, e pôr em risco todos os demais equipamentos aos quais forem conectados. Isso sem falar, claro, no risco de você perder todos os arquivos armazenados no dispositivo. Uma forma de evitar problemas é contar com soluções de armazenamento em nuvem, que são mais seguras. Existem aplicações que funcionam totalmente online, evitando a necessidade de instalar muitos programas ou manter arquivos em dispositivos físicos.

Vulnerabilidade digital em softwares e aplicativos

Por fim, mas não menos importante: todo programa ou aplicativo que você instalar em seu computador, tablet, celular ou outro dispositivo deve ser seguro e confiável.   Ainda assim, o risco existe. Então, cuidado com programas crackeados, aplicativos desconhecidos e até sites suspeitos. E nunca, nunca mesmo, lance mão de estratégias para "hackear" o seu telefone, instalando aplicativos piratas, ou instalar programas para roubar senhas e afins. O feitiço pode acabar virando contra o feiticeiro!

Como as vulnerabilidades podem afetar sua empresa?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A vulnerabilidade digital é uma ameaça contra a privacidade, integridade e disponibilidade dos dados e sistemas.[/caption] Quando um invasor encontra a vulnerabilidade dos suportes digitais em alguma aplicação e consegue ter acesso a ela, pode explorá-la de inúmeras formas, como: 

  • invadir um sistema;

  • roubar informações confidenciais;

  • atacar outros computadores ou equipamentos a partir do dispositivo invadido;

  • deixar um serviço inacessível;

  • executar golpes financeiros (como aconteceu no whatsapp, ao pedir dinheiro para a lista de contatos);

  • entre outros.

Tipos de ataques

As ameaças acontecem por meio de mecanismos desenvolvidos com o propósito de aproveitar as vulnerabilidades encontradas em um sistema ou dispositivo.  Os ataques que mais causam danos, atualmente, são aqueles direcionados e específicos em seu alvo: ou seja, o invasor escolhe sua empresa e sabe o que fazer para prejudicá-la. Qualquer computador ou dispositivo (como smartphone) conectados à internet estão vulneráveis, já que a conexão é uma porta de entrada bastante fácil de acessar. Para saber como se proteger de cada ataque cibernético, é preciso conhecer todos os tipos e como eles funcionam. Vamos lá?

Backdoor

Backdoor é um tipo de trojan (você já deve ter ouvido falar no "Cavalo de Tróia") que possibilita ao invasor acessar e controlar o sistema infectado. Assim, ele pode modificar, excluir ou instalar arquivos, mandar e-mails para a lista de contatos (espalhando, assim, a abrangência do ataque), entre outros.

Ataque DoS

O ataque DoS atua causando uma sobrecarga em mm servidor ou computador, tornando-o indisponível ao usuário (sabe quando o site "cai"?). É feito por um único computador que cria vários requisições em determinado site.  

Ataque DDoS

O ataque tem o mesmo propósito do DoS. A diferença, porém, é que ele parte de um computador mestre para utilizar vários (milhões até) outros computadores para atacar determinado site.

Ataque DMA

É um ataque de acesso direto à memória do dispositivo, roubando informações armazenadas nesse local.

Eavesdropping

Essa técnica hacker viola a confidencialidade. Assim, faz uma varredura sem autorização nas informações do dispositivo atacado.

Spoofing

Spoofing é uma falsificação de IP (protocolo de internet). Assim, ele ataca o dispositivo fingindo ser uma fonte confiável. 

Engenharia Social

Essa técnica explora a maior vulnerabilidade de qualquer tipo de dispositivo: o usuário. Ela explora os erros humanos como meio de acesso, como solicitar senhas em questionários, por exemplo. Outro exemplo é o pishing, uma ameaça que parte de uma pessoa se fazendo confiável para roubar os dados do usuário.

Manipulação de URL

Algumas informações podem ficar escondidas em URLs não indexáveis. Assim, o hacker buscar acesso aos dados privados, que somente pessoas autorizadas podem acessar, manipulando a URL. 

Escalonamento de privilégios

Após conseguir acessar um sistema a partir de alguma falha, o invasor tenta conquistar mais acessos de dados, buscando novas vulnerabilidades que permitam aumentar a profundidade do ataque.

Shoulder Surfing

O ataque, que também explora o erro humano, consiste em em espionar usuários enquanto acessam suas contas e computador.

Decoy

Esse ataque simula um programa seguro ao usuário alvo. Ao efetuar login, acreditando ser o sistema desejado, o programa armazena as informações que serão utilizadas em outro momento, pelos hackers.

Bluesnarfing

Esse ataque utiliza a rede bluetooth para acessar o dispositivo e utilizar os dados da forma que quiser. 

Bluejacking

Também via bluetooth, este tipo de ataque envia imagens, mensagens de texto e sons aos dispositivos. Além invadir a privacidade do usuário, o programa encaminhar spams aos usuários próximos, ampliando seu ataque.

 

Vulnerabilidade digital nas empresas

Muito se ouve falar sobre a vulnerabilidade do consumidor no ambiente digital, especialmente por meio de aparelhos de celular. Assim, as pessoas estão, cada vez mais, cientes dos riscos de suas ações. Mas, para as empresas, e vulnerabilidade digital pode impactar diretamente no resultado da operação. Por esse motivo, é fundamental que as empresas estejam preparadas para identificar e corrigir as falhas encontradas. Se você abriu seu negócio, uma pequena empresa, e não investiu, por exemplo, em sistemas operacionais e softwares originais, cuidado. Parece esperto fazer o download de um Microsoft Word em um site qualquer, mas você não tem certeza de que outros programas podem estar vindo acoplados a este. Esse é só um exemplo de como podemos ampliar as vulnerabilidades da empresa, mesmo sem intenção. Todo cuidado é pouco: a responsabilidade pessoal é tão importante quanto contar com profissionais capacitados na identificação e prevenção das falhas.  Um problema na segurança digital da sua empresa pode ter um impacto na operação, como impedir o funcionamento de sistemas essenciais para o funcionamento do negócio, bem como na credibilidade e na imagem da empresa.  Imagina se um invasor consegue acessar os cadastros pessoais dos seus clientes? Ou, ainda, acessar e mexer nos registros financeiros da empresa? 

Como combater a vulnerabilidade digital?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Os usuários são os principais responsáveis pela vulnerabilidade digital.[/caption] Apesar da vulnerabilidade digital ser uma falha técnica ou sistêmica, o acesso e exploração se dá muito mais pelos erros humanos.  O usuário é a maior ameaça, e é fundamental que ele esteja consciente sobre suas responsabilidades. Não cabe, somente, ao time de TI reforçar as questões de segurança. Então, aqui vão algumas dicas para usuários da empresa. Em seguida, traremos outras formas para controle das ameaças, como medidas a serem tomadas, aí sim, pelos profissionais da área de tecnologia da informação. 

  • crie uma política de segurança e divulgue-a a todos, estabelecendo normas e regras para o uso dos equipamentos e sistemas;

  • faça treinamentos com o pessoal, conscientizando sobre a importância de evitar determinados acessos ou executar certos programas;

  • evite conectar equipamentos pessoais na rede corporativa; 

  • utilize, se possível, autenticação em duas etapas, seja para o telefone celular, seja para e-mail; 

  • não utilize programas ou e-mails corporativos em redes privadas ou abertas, exceto a rede da empresa;

  • não forneça senhas para acesso à rede corporativa a visitantes ou outras pessoas de fora da empresa; 

  • avise aos responsáveis pela TI sempre que notar algo estranho, ou toda vez que for preciso atualizar algum sistema ou aplicação; 

  • peça autorização para a TI antes de baixar e instalar alguma aplicação.

Aos profissionais de TI e responsáveis pela gestão de vulnerabilidades, algumas sugestões: 

  • tenha uma política de gestão de riscos, com medidas a serem tomadas em caso de necessidade;

  • faça testes regularmente, buscando encontrar e explorar vulnerabilidades, antecipando eventuais ataques; 

  • controle níveis de permissão de usuários, seja para acessos a aplicações ou arquivos da empresa, seja para executar ações em seus equipamentos ou acessar sites de internet; 

  • faça uma gestão de mudanças, controlando as alterações, publicações e novos desenvolvimentos das aplicações da empresa; 

  • controle os ativos da empresa, impedindo acessos externos e mantendo os equipamentos sempre atualizados. 

Conheça a Milvus

A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem que você precise aumentar a estrutura de pessoal. Os módulos presentes na plataforma, como helpdesk e gestão de ativos, contam com funcionalidades que permitem ao TI manter uma gestão de riscos de forma eficiente, identificando, categorizando e solucionando ameaças rapidamente.  Com dashboards em tempo real e a possibilidade do usuário abrir chamados pelo próprio desktop (tecnologia OneClick), além das funções de acesso remoto, a equipe de TI tem mais insumos para entender os problemas enfrentados.  Dessa forma, pode realizar testes de segurança, reproduzir erros ou falhas, e corrigir as vulnerabilidades digitais encontradas antes que elas sejam exploradas por invasores. Faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A empresa deve investir em profissionais e ferramentas que auxiliam no controle da vulnerabilidade digital.[/caption]

 

A vulnerabilidade digital é uma ameaça crescente e cada vez mais presente na vida de todos.  É inevitável que com o surgimento de novos equipamentos e aplicações digitais surjam, também, falhas e vulnerabilidades que podem ser exploradas de forma maliciosa.   Cabe ao usuário ser responsável de suas ações e evitar, ao máximo, que as falhas encontradas sejam acessadas. Mas a empresa deve, também, contar com profissionais capacitados e ferramentas que auxiliem na identificação e correção dessas ameaças.   Para outras dicas de segurança e performance do time de TI, confira os artigos que recomendados para você: 

  • Suporte de TI: O que é e como funciona esse setor

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa

  • Milvus é bom? Veja agora como funciona a ferramenta

  • Educação corporativa: entenda agora o papel do gestor de TI

 

 

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Como identificar as principais vulnerabilidades digitais

Felix Schultz

Vulnerabilidade digital é uma fraqueza apresentada por sistemas computacionais, que permitem a invasão e colocam em risco as informações e dados dos usuários. Com o aumento do uso da tecnologia nos últimos anos, e o aparecimento de inúmeros novos equipamentos, surgem, também, problemas de segurança da informação. A vulnerabilidade digital afeta computadores, smartphones, drones, todos os equipamentos conectados à internet e, também, equipamentos eletrônicos de uso em tratamentos de saúde, como marca-passos.   Leia também: O que é Internet das Coisas (IoT) e como funciona? Para entender como se prevenir das vulnerabilidades em seu ambiente de trabalho, trazemos algumas dicas e informações importantes. Conte com seu time de TI para proteger os dados e informações estratégicas da sua empresa, para que a vulnerabilidade digital seja um fator que impeça o crescimento do seu negócio. Neste artigo, você vai entender:  

  • Vulnerabilidade digital: o que é

  • Tipos de vulnerabilidade digital

  • Ameaças da vulnerabilidade digital

  • Tipos de ataques

  • Vulnerabilidade digital nas empresas

  • Como combater a vulnerabilidade digital

  • Conheça o Milvus

Boa leitura!

O que é vulnerabilidade digital?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Vulnerabilidade digital é uma falha existente em sistemas, que pode ser acessada e explorada por um invasor.[/caption]

 

Vulnerabilidade digital é uma fraqueza que possibilita ao invasor acesso a informações, dados e funcionalidades de um sistema. Ela é formada por três elementos:

  • a vulnerabilidade do sistema;

  • a possibilidade do invasor de acessar a vulnerabilidade;

  • a possibilidade do invasor de explorar a vulnerabilidade.

Isso porque não basta o acesso: o invasor precisa de meios ou ferramentas para explorar as falhas encontradas, de forma a conseguir, de fato, atacar o sistema. Dessa forma, a segurança fica ameaçada: o usuário pode acabar perdendo o acesso a um determinado equipamento ou aplicação, ou ver seus arquivos serem modificados sem consentimento. A vulnerabilidade digital consumidor, portanto, afeta os três pilares principais da segurança da informação: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Sem falar, claro, na privacidade, discussão frequente entre as empresas após a GDPR, lei geral de proteção de dados da Europa, e a LGPD, lei nacional que visa a proteção dos dados pessoais dos usuários brasileiros. Leia também: LGPD x GDPR: entenda a diferença entre a lei brasileira e a europeia.

Tipos de vulnerabilidade digital

A vulnerabilidade digital afeta diversas partes de um sistema computacional. Por isso, é importante que a TI esteja de olho em todas as possíveis fontes de falhas, de forma a identificar e corrigir antes de um ataque. Conheça alguns tipos comuns:

Vulnerabilidade digital em redes

Uma rede conecta diversos equipamentos, compartilhando informações entre eles. Por isso, uma rede aberta apresenta mais vulnerabilidades do que uma rede privada.  Se você estiver conectado em uma rede aberta, evite acessar sites ou sistemas como bancos, por exemplo, ou que exijam informações pessoais e senhas, como compras online, pois elas podem acabar sendo clonadas.  No entanto, as redes privadas também podem sofrer ataques. Isso porque um invasor pode conseguir conectar na rede, e acabar afetando sua integridade.   Empresas com equipe de TI devem estar atentas ao monitoramento das redes. Um scanner de rede pode detectar equipamentos conectados e identificar aqueles que não fazem parte dos ativos da empresa, derrubando o invasor rapidamente.

Vulnerabilidade digital em sistemas operacionais

Os sistemas operacionais, seja de telefones celulares, seja de computadores (ou outros dispositivos), é outro tipo de falha que pode ser explorada por invasores. Instalar sistemas operacionais legais, registrados, e mantê-los sempre atualizados é uma forma de evitar que isso aconteça. Isso porque, ao notar uma falha, o fabricante corrige e lança atualização. Assim, se você não tem o sistema operacional legal ou não o mantém atualizado, você fica à mercê das vulnerabilidades que já foram identificadas.

Vulnerabilidade digital em armazenamento

Outro ponto de atenção são os dispositivos de armazenamento, como HDs ou pendrives, por exemplo. Eles também podem trazer falhas de segurança, e pôr em risco todos os demais equipamentos aos quais forem conectados. Isso sem falar, claro, no risco de você perder todos os arquivos armazenados no dispositivo. Uma forma de evitar problemas é contar com soluções de armazenamento em nuvem, que são mais seguras. Existem aplicações que funcionam totalmente online, evitando a necessidade de instalar muitos programas ou manter arquivos em dispositivos físicos.

Vulnerabilidade digital em softwares e aplicativos

Por fim, mas não menos importante: todo programa ou aplicativo que você instalar em seu computador, tablet, celular ou outro dispositivo deve ser seguro e confiável.   Ainda assim, o risco existe. Então, cuidado com programas crackeados, aplicativos desconhecidos e até sites suspeitos. E nunca, nunca mesmo, lance mão de estratégias para "hackear" o seu telefone, instalando aplicativos piratas, ou instalar programas para roubar senhas e afins. O feitiço pode acabar virando contra o feiticeiro!

Como as vulnerabilidades podem afetar sua empresa?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A vulnerabilidade digital é uma ameaça contra a privacidade, integridade e disponibilidade dos dados e sistemas.[/caption] Quando um invasor encontra a vulnerabilidade dos suportes digitais em alguma aplicação e consegue ter acesso a ela, pode explorá-la de inúmeras formas, como: 

  • invadir um sistema;

  • roubar informações confidenciais;

  • atacar outros computadores ou equipamentos a partir do dispositivo invadido;

  • deixar um serviço inacessível;

  • executar golpes financeiros (como aconteceu no whatsapp, ao pedir dinheiro para a lista de contatos);

  • entre outros.

Tipos de ataques

As ameaças acontecem por meio de mecanismos desenvolvidos com o propósito de aproveitar as vulnerabilidades encontradas em um sistema ou dispositivo.  Os ataques que mais causam danos, atualmente, são aqueles direcionados e específicos em seu alvo: ou seja, o invasor escolhe sua empresa e sabe o que fazer para prejudicá-la. Qualquer computador ou dispositivo (como smartphone) conectados à internet estão vulneráveis, já que a conexão é uma porta de entrada bastante fácil de acessar. Para saber como se proteger de cada ataque cibernético, é preciso conhecer todos os tipos e como eles funcionam. Vamos lá?

Backdoor

Backdoor é um tipo de trojan (você já deve ter ouvido falar no "Cavalo de Tróia") que possibilita ao invasor acessar e controlar o sistema infectado. Assim, ele pode modificar, excluir ou instalar arquivos, mandar e-mails para a lista de contatos (espalhando, assim, a abrangência do ataque), entre outros.

Ataque DoS

O ataque DoS atua causando uma sobrecarga em mm servidor ou computador, tornando-o indisponível ao usuário (sabe quando o site "cai"?). É feito por um único computador que cria vários requisições em determinado site.  

Ataque DDoS

O ataque tem o mesmo propósito do DoS. A diferença, porém, é que ele parte de um computador mestre para utilizar vários (milhões até) outros computadores para atacar determinado site.

Ataque DMA

É um ataque de acesso direto à memória do dispositivo, roubando informações armazenadas nesse local.

Eavesdropping

Essa técnica hacker viola a confidencialidade. Assim, faz uma varredura sem autorização nas informações do dispositivo atacado.

Spoofing

Spoofing é uma falsificação de IP (protocolo de internet). Assim, ele ataca o dispositivo fingindo ser uma fonte confiável. 

Engenharia Social

Essa técnica explora a maior vulnerabilidade de qualquer tipo de dispositivo: o usuário. Ela explora os erros humanos como meio de acesso, como solicitar senhas em questionários, por exemplo. Outro exemplo é o pishing, uma ameaça que parte de uma pessoa se fazendo confiável para roubar os dados do usuário.

Manipulação de URL

Algumas informações podem ficar escondidas em URLs não indexáveis. Assim, o hacker buscar acesso aos dados privados, que somente pessoas autorizadas podem acessar, manipulando a URL. 

Escalonamento de privilégios

Após conseguir acessar um sistema a partir de alguma falha, o invasor tenta conquistar mais acessos de dados, buscando novas vulnerabilidades que permitam aumentar a profundidade do ataque.

Shoulder Surfing

O ataque, que também explora o erro humano, consiste em em espionar usuários enquanto acessam suas contas e computador.

Decoy

Esse ataque simula um programa seguro ao usuário alvo. Ao efetuar login, acreditando ser o sistema desejado, o programa armazena as informações que serão utilizadas em outro momento, pelos hackers.

Bluesnarfing

Esse ataque utiliza a rede bluetooth para acessar o dispositivo e utilizar os dados da forma que quiser. 

Bluejacking

Também via bluetooth, este tipo de ataque envia imagens, mensagens de texto e sons aos dispositivos. Além invadir a privacidade do usuário, o programa encaminhar spams aos usuários próximos, ampliando seu ataque.

 

Vulnerabilidade digital nas empresas

Muito se ouve falar sobre a vulnerabilidade do consumidor no ambiente digital, especialmente por meio de aparelhos de celular. Assim, as pessoas estão, cada vez mais, cientes dos riscos de suas ações. Mas, para as empresas, e vulnerabilidade digital pode impactar diretamente no resultado da operação. Por esse motivo, é fundamental que as empresas estejam preparadas para identificar e corrigir as falhas encontradas. Se você abriu seu negócio, uma pequena empresa, e não investiu, por exemplo, em sistemas operacionais e softwares originais, cuidado. Parece esperto fazer o download de um Microsoft Word em um site qualquer, mas você não tem certeza de que outros programas podem estar vindo acoplados a este. Esse é só um exemplo de como podemos ampliar as vulnerabilidades da empresa, mesmo sem intenção. Todo cuidado é pouco: a responsabilidade pessoal é tão importante quanto contar com profissionais capacitados na identificação e prevenção das falhas.  Um problema na segurança digital da sua empresa pode ter um impacto na operação, como impedir o funcionamento de sistemas essenciais para o funcionamento do negócio, bem como na credibilidade e na imagem da empresa.  Imagina se um invasor consegue acessar os cadastros pessoais dos seus clientes? Ou, ainda, acessar e mexer nos registros financeiros da empresa? 

Como combater a vulnerabilidade digital?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Os usuários são os principais responsáveis pela vulnerabilidade digital.[/caption] Apesar da vulnerabilidade digital ser uma falha técnica ou sistêmica, o acesso e exploração se dá muito mais pelos erros humanos.  O usuário é a maior ameaça, e é fundamental que ele esteja consciente sobre suas responsabilidades. Não cabe, somente, ao time de TI reforçar as questões de segurança. Então, aqui vão algumas dicas para usuários da empresa. Em seguida, traremos outras formas para controle das ameaças, como medidas a serem tomadas, aí sim, pelos profissionais da área de tecnologia da informação. 

  • crie uma política de segurança e divulgue-a a todos, estabelecendo normas e regras para o uso dos equipamentos e sistemas;

  • faça treinamentos com o pessoal, conscientizando sobre a importância de evitar determinados acessos ou executar certos programas;

  • evite conectar equipamentos pessoais na rede corporativa; 

  • utilize, se possível, autenticação em duas etapas, seja para o telefone celular, seja para e-mail; 

  • não utilize programas ou e-mails corporativos em redes privadas ou abertas, exceto a rede da empresa;

  • não forneça senhas para acesso à rede corporativa a visitantes ou outras pessoas de fora da empresa; 

  • avise aos responsáveis pela TI sempre que notar algo estranho, ou toda vez que for preciso atualizar algum sistema ou aplicação; 

  • peça autorização para a TI antes de baixar e instalar alguma aplicação.

Aos profissionais de TI e responsáveis pela gestão de vulnerabilidades, algumas sugestões: 

  • tenha uma política de gestão de riscos, com medidas a serem tomadas em caso de necessidade;

  • faça testes regularmente, buscando encontrar e explorar vulnerabilidades, antecipando eventuais ataques; 

  • controle níveis de permissão de usuários, seja para acessos a aplicações ou arquivos da empresa, seja para executar ações em seus equipamentos ou acessar sites de internet; 

  • faça uma gestão de mudanças, controlando as alterações, publicações e novos desenvolvimentos das aplicações da empresa; 

  • controle os ativos da empresa, impedindo acessos externos e mantendo os equipamentos sempre atualizados. 

Conheça a Milvus

A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem que você precise aumentar a estrutura de pessoal. Os módulos presentes na plataforma, como helpdesk e gestão de ativos, contam com funcionalidades que permitem ao TI manter uma gestão de riscos de forma eficiente, identificando, categorizando e solucionando ameaças rapidamente.  Com dashboards em tempo real e a possibilidade do usuário abrir chamados pelo próprio desktop (tecnologia OneClick), além das funções de acesso remoto, a equipe de TI tem mais insumos para entender os problemas enfrentados.  Dessa forma, pode realizar testes de segurança, reproduzir erros ou falhas, e corrigir as vulnerabilidades digitais encontradas antes que elas sejam exploradas por invasores. Faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A empresa deve investir em profissionais e ferramentas que auxiliam no controle da vulnerabilidade digital.[/caption]

 

A vulnerabilidade digital é uma ameaça crescente e cada vez mais presente na vida de todos.  É inevitável que com o surgimento de novos equipamentos e aplicações digitais surjam, também, falhas e vulnerabilidades que podem ser exploradas de forma maliciosa.   Cabe ao usuário ser responsável de suas ações e evitar, ao máximo, que as falhas encontradas sejam acessadas. Mas a empresa deve, também, contar com profissionais capacitados e ferramentas que auxiliem na identificação e correção dessas ameaças.   Para outras dicas de segurança e performance do time de TI, confira os artigos que recomendados para você: 

  • Suporte de TI: O que é e como funciona esse setor

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa

  • Milvus é bom? Veja agora como funciona a ferramenta

  • Educação corporativa: entenda agora o papel do gestor de TI

 

 

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Segurança de computadores: tipos e como funciona

Felix Schultz

Segurança em computadores é a proteção de sistemas contra invasões, roubos ou manipulação de informações, e danos a softwares ou hardwares.

Um dos maiores desafios da atualidade, por causa do crescente aumento de dispositivos inteligentes e conexões em rede, a segurança de computadores é fundamental para garantir a proteção de dados estratégicos de uma empresa.

Leia também: Como garantir a segurança da informação no seu negócio.

Para se prevenir de ameaças digitais, a empresa deve contar com um time de profissionais capaz de testar, antecipar e identificar com agilidade as vulnerabilidades de um sistema.

Neste artigo, você vai entender:

  • Segurança em computadores: o que é

  • Ameaças à segurança de computadores

  • Por que a segurança em computadores é importante

  • Como garantir a segurança de computadores

  • 10 fatos sobre a segurança em computadores

  • Conheça a plataforma Milvus

 

Boa leitura!

Segurança em computadores: o que é

[caption id="attachment_8753" align="aligncenter" width="1000"] A segurança em computadores reduz as ameaças digitais.[/caption] A segurança em computadores é também chamada de cibersegurança. Ela protege equipamentos e sistemas contra invasores, evitando o roubo, danificação e manipulação de arquivos ou dispositivos.   Um campo profissional em constante crescimento dentro da área da Tecnologia da Informação, a segurança em computadores é fundamental para garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações estratégicas e privadas de uma empresa.  

Ameaças à segurança de computadores

A segurança em redes de computadores sofre ameaças constantes a partir de diversas fontes, como:  

  • Um e-mail com link malicioso;

  • Um software desatualizado;

  • Um aplicativo pirata;

  • Um site suspeito;  

  • Uma mídia removível (como pendrive) infectada;

  • Entre outros.

Os malwares, programas maliciosos que invadem o computador, podem afetar arquivos, programas e até mesmo o dispositivo em si. Dessa forma, a empresa perde informações importantes e estratégicas para o negócio, além de ficar impedida de seguir sua atividade, caso ela dependa dessas ferramentas.   Contar com profissionais voltados para a segurança em computadores é fundamental para minimizar as vulnerabilidades da empresa, reduzindo os efeitos de possíveis invasões.   Imagina ter seus projetos, informações financeiras e planos estratégicos roubados por um invasor? Imagina ter seus computadores invadidos de forma que se tornem sucatas? Além do prejuízo financeiro, a vantagem competitiva, o diferencial e a credibilidade da empresa são colocadas à prova, podendo impactar ainda mais na economia do negócio.

Por que a segurança em computadores é importante

Como já mencionamos, a segurança em computadores é uma medida que previne contra invasões e ameaças digitais, reduzindo os impactos negativos no negócio.   Sem essa consciência, você deixa vulnerável o trabalho de uma vida toda: seus projetos, suas estratégias, seus diferenciais, sem falar, claro, nas informações pessoais e comunicação de sua equipe.   Em um descuido, você pode ter dados de clientes e fornecedores roubados, trocas de mensagens e outras informações delicadas.  Além de ser péssimo para a imagem da empresa, o gestor vai precisar encarar as consequências da LGPD, a Lei brasileira de Proteção de Dados, com aplicação prevista a partir de 2020. Leia também: LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa.

Como garantir a segurança de computadores

[caption id="attachment_8754" align="aligncenter" width="1000"] A empresa deve definir responsáveis e políticas específicas para a segurança em computadores[/caption] Para implementar a segurança em computadores na sua empresa, você precisa de 3 atores principais: os responsáveis por essa gestão, os mecanismos que serão utilizados no trabalho e as políticas que deverão ser escritas e compartilhadas com todos. Com isso, você pode criar um processo eficaz e eficiente no combate às ameaças. Vamos esclarecer cada ponto.  

Responsáveis

Se você conta com um departamento interno de TI, é preciso designar funções para cada profissional.   Isso porque a TI abrange inúmeras atividades: desenvolvimento de softwares, infraestrutura, suporte a usuários, redes, segurança, entre outros.   Conte com profissionais voltados especificamente para a segurança de computadores para garantir a manutenção e atenção devidas a esse tema.  

Mecanismos

O profissional especialista em segurança poderá escolher e implementar os mecanismos necessários para a realidade da empresa, de acordo com o cenário atual, necessidades e modelos de trabalho. Por exemplo, em uma empresa que tenha funcionários trabalhando home office, o analista de segurança em computadores deve prever uma rede VPN para acesso seguro.  Outros mecanismos que fazem parte do trabalho é a instalação de antivírus, uma política de senhas seguras, dupla verificação, certificado digital, entre outros.

Políticas

Uma vez tendo definido os mecanismos de segurança da empresa, o responsável deve elaborar políticas claras e efetivas. As políticas de segurança em computadores devem ser compartilhadas entre outros, de forma que cada usuário compreenda o seu papel na eliminação ou redução das ameaças digitais.   Afinal, não adianta investir em sistemas e profissionais capacitados no setor da TI e os usuários continuarem instalando programas falsificados ou clicando em anexos de e-mails suspeitos, certo? 

10 fatos sobre a segurança em computadores

[caption id="attachment_8755" align="aligncenter" width="1000"] A segurança em computadores depende, principalmente, da responsabilidade do usuário.[/caption] Como você já entendeu, a segurança em computadores envolve uma série de medidas e metodologias que visam proteger a confidencialidade, integridade e disponibilidade de arquivos, informações, sistemas e equipamentos.   Porém, de nada servem métodos e ferramentas se o usuário não abraçar a sua própria responsabilidade em torno da segurança.   Por isso, listamos, abaixo, 10 fatos que envolvem desde aspectos técnicos e rotineiros, até questões que estão diretamente ligadas ao comportamento do usuário.   Cabe a cada um entender suas obrigações e deveres para que as vulnerabilidades se tornem menos ameaçadoras.

1 Solicite a troca periódica das senhas cadastradas

Um relatório da Verizon, holding americana especializada em telecomunicações, mostra que cerca de 80% das brechas de segurança dos dados empresariais se deve à fraqueza das senhas dos usuários.  Essa pesquisa reforça a importância do uso de padrões mais complexos para garantir uma melhor proteção. No entanto, somente o uso de uma senha mais forte não é o suficiente. Um dos grandes problemas nas empresas é o compartilhamento indevido de senhas entre funcionários. Não parece nada demais, afinal, você compartilha a senha com um colega em um momento de necessidade.  Mas você passa a não ter controle sobre sua segurança e privacidade. Por isso, a empresa deve implementar em sua estratégia a solicitação periódica de alteração da senha, como uma rotina para todos os usuários.  Dessa forma, cada usuário mantém o hábito de atualizar sua chave de acesso, limpando um possível rastro que permita a entrada de desconhecidos. Na política de segurança da empresa você pode, também, estabelecer algumas exigências, impedindo o cadastro de senhas com menos de 3 dígitos ou informações de fácil acesso, como nome do usuário e data de nascimento.

#2 Dispositivos novos não garantem a segurança em computadores

Não é porque você comprou um computador novo em folha ou um smartphone de última geração que ele não tenha vulnerabilidades de segurança.  Pelo contrário, aliás: com o tempo, as empresas vão lançando atualizações para corrigir as falhas que forem sendo encontradas ou identificadas com o uso. Então, um equipamento novo ainda é um mapa a ser desvendado. E não tenha dúvidas: alguém vai.

#3 Todos os softwares possuem falhas de segurança

Sim, todos. Por isso, é fundamental que você faça uma manutenção adequada, deixando as atualizações sempre em dia. E claro, jamais instalar programas piratas ou suspeitos. Sistemas de código aberto também são mais vulneráveis, já que ficam expostos a invasores. O ideal é que o profissional de TI responsável pela segurança em computadores avalie todos os softwares a serem utilizados pela empresa, instalando, gerenciando e definindo permissões de acordo com o tipo de usuário.

#4 HTTPs deveria ser obrigatório

HTTPs é um protocolo de segurança que deve ser instalado no servidor, de forma a proteger o site. Um site sem HTTPs, além de mais vulnerável ao usuário, também sobre penalizações em performance: se você pretende ser encontrado em buscas no Google, deve investir nesse mecanismo de segurança. 

#5 A nuvem traz novos problemas de segurança que você não imaginava

Mas isso não significa que não seja, ainda, uma boa alternativa para backups. Serviços de armazenamento em nuvem são mais complexos do que um HD externo, por exemplo. Por esse motivo, são menos vulneráveis.

#6 A atualização de softwares é fundamental

Já falamos sobre isso mas nunca é demais repetir: manter seus sistemas e aplicações atualizados ajuda a minimizar as ameaças.   Isso porque, a cada nova atualização, as vulnerabilidades até então encontradas vão sendo corrigidas.   Uma gestão de ativos pode auxiliar nessa manutenção. O profissional consegue, assim, acompanhar o status de cada equipamento ou aplicação, corrigindo e atualizando o que for necessário no prazo correto.

#7 Nem todo hacker é "do mal"

Quando falamos em "hacker", o usuário já treme. Mas para encontrar as vulnerabilidades de um sistema, hacker "do bem" são essenciais. Pessoas com essa habilidade podem encontrar as ameaças de um dispositivo ou sistema antes que um invasor de verdade se aproveite da falha. São eles os responsáveis por localizar e corrigir as vulnerabilidades e as correções virão em forma de atualizações, lembra?

#8 Ciberterrorismo não é acontece todo dia

É verdade que os casos de ciberterrorismo e ciberataques relevantes são aqueles divulgados pela mídia. Mas, ainda assim, eles são minoria. Os ataques mais comuns são os mais simples, por isso é tão importante que você tome precauções básicas, como uma senha segura.

#9 Darknet e Deepweb são ambientes diferentes

Se você já ouviu falar nesses termos, pode achar que se referem a mesma coisa. Mas são diferentes e cada um oferece ameaças variadas. Darknet é um ambiente fora do world wide web (www), sendo acessado por softwares separados. É aqui que acontecem sequestros de informação e outros crimes virtuais. Deepweb, porém, está dentro da world wide web, mas não pode ser encontrada através de buscadores (como o Google).  

#10 Sistemas auxiliam o time de TI na segurança em computadores

Um sistema de automação das atividades de rotina do time de TI pode auxiliar o profissional a ter um melhor controle na segurança de redes de computadores.   Aumentando a eficiência das tarefas cotidianas e melhorando a comunicação entre usuários e TI, o profissional pode se dedicar a testes e estratégias que reduzam as ameaças para sua empresa. Leia também: Como escolher o melhor Software de Gestão de TI.

Conheça a plataforma Milvus

A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem precisar ampliar o time com novos profissionais. O sistema oferece diversos canais de comunicação, facilitando a gestão e controle dos chamados de suporte.   Assim, o usuário pode informar ao TI em caso de suspeita de alguma invasão, para que a identificação do malware e a eliminação da ameaça seja feita com agilidade. A plataforma é aplicável tanto nas empresas que contam com departamento de TI próprio, quanto por empresas de outsourcing que desejam unificar a gestão de diferentes clientes em um único sistema. Presente no Brasil, Uruguai, México, Chile, Peru e Argentina, a plataforma Milvus já atendeu mais de 23 mil empresas e registra quase 20 mil chamados atendidos, concluídos através do gerenciamento via sistema. Faça um teste gratuito de todas as funcionalidades e saiba como Milvus pode ajudar na segurança em seus computadores!

Conclusão

[caption id="attachment_8756" align="alignnone" width="1000"] Um sistema para controle dos ativos é o primeiro passo para a segurança em computadores.[/caption] A segurança em computadores é uma área da Tecnologia da Informação que vem ganhando relevância. Isso porque, assim como aumentam os dispositivos e formas de conexão, aumentam as ameaças e vulnerabilidades digitais.  Dessa forma, a empresa deve tomar medidas necessárias para evitar ter suas informações e arquivos estratégicos expostos a invasores e programas maliciosos.  Uma gestão de ativos eficaz é um primeiro passo para esse controle. Conte com um sistema que automatiza e facilita a rotina de sua TI, deixando os profissionais focados nas atividades que têm mais valor para sua empresa, como a segurança em computadores.  Conheça a plataforma Milvus, faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração! Para outras dicas, confira os artigos que recomendamos para você:

  • Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado à sua rede

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz

  • Inventário de TI: uma visão geral sobre aplicação e uso nas empresas

  • Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus colegas e reforce a importância que a segurança em computadores tem nas vidas das pessoas e empresas.

Leia também: Como garantir a segurança da informação no seu negócio.

 

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Segurança de computadores: tipos e como funciona

Felix Schultz

Segurança em computadores é a proteção de sistemas contra invasões, roubos ou manipulação de informações, e danos a softwares ou hardwares.

Um dos maiores desafios da atualidade, por causa do crescente aumento de dispositivos inteligentes e conexões em rede, a segurança de computadores é fundamental para garantir a proteção de dados estratégicos de uma empresa.

Leia também: Como garantir a segurança da informação no seu negócio.

Para se prevenir de ameaças digitais, a empresa deve contar com um time de profissionais capaz de testar, antecipar e identificar com agilidade as vulnerabilidades de um sistema.

Neste artigo, você vai entender:

  • Segurança em computadores: o que é

  • Ameaças à segurança de computadores

  • Por que a segurança em computadores é importante

  • Como garantir a segurança de computadores

  • 10 fatos sobre a segurança em computadores

  • Conheça a plataforma Milvus

 

Boa leitura!

Segurança em computadores: o que é

[caption id="attachment_8753" align="aligncenter" width="1000"] A segurança em computadores reduz as ameaças digitais.[/caption] A segurança em computadores é também chamada de cibersegurança. Ela protege equipamentos e sistemas contra invasores, evitando o roubo, danificação e manipulação de arquivos ou dispositivos.   Um campo profissional em constante crescimento dentro da área da Tecnologia da Informação, a segurança em computadores é fundamental para garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações estratégicas e privadas de uma empresa.  

Ameaças à segurança de computadores

A segurança em redes de computadores sofre ameaças constantes a partir de diversas fontes, como:  

  • Um e-mail com link malicioso;

  • Um software desatualizado;

  • Um aplicativo pirata;

  • Um site suspeito;  

  • Uma mídia removível (como pendrive) infectada;

  • Entre outros.

Os malwares, programas maliciosos que invadem o computador, podem afetar arquivos, programas e até mesmo o dispositivo em si. Dessa forma, a empresa perde informações importantes e estratégicas para o negócio, além de ficar impedida de seguir sua atividade, caso ela dependa dessas ferramentas.   Contar com profissionais voltados para a segurança em computadores é fundamental para minimizar as vulnerabilidades da empresa, reduzindo os efeitos de possíveis invasões.   Imagina ter seus projetos, informações financeiras e planos estratégicos roubados por um invasor? Imagina ter seus computadores invadidos de forma que se tornem sucatas? Além do prejuízo financeiro, a vantagem competitiva, o diferencial e a credibilidade da empresa são colocadas à prova, podendo impactar ainda mais na economia do negócio.

Por que a segurança em computadores é importante

Como já mencionamos, a segurança em computadores é uma medida que previne contra invasões e ameaças digitais, reduzindo os impactos negativos no negócio.   Sem essa consciência, você deixa vulnerável o trabalho de uma vida toda: seus projetos, suas estratégias, seus diferenciais, sem falar, claro, nas informações pessoais e comunicação de sua equipe.   Em um descuido, você pode ter dados de clientes e fornecedores roubados, trocas de mensagens e outras informações delicadas.  Além de ser péssimo para a imagem da empresa, o gestor vai precisar encarar as consequências da LGPD, a Lei brasileira de Proteção de Dados, com aplicação prevista a partir de 2020. Leia também: LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa.

Como garantir a segurança de computadores

[caption id="attachment_8754" align="aligncenter" width="1000"] A empresa deve definir responsáveis e políticas específicas para a segurança em computadores[/caption] Para implementar a segurança em computadores na sua empresa, você precisa de 3 atores principais: os responsáveis por essa gestão, os mecanismos que serão utilizados no trabalho e as políticas que deverão ser escritas e compartilhadas com todos. Com isso, você pode criar um processo eficaz e eficiente no combate às ameaças. Vamos esclarecer cada ponto.  

Responsáveis

Se você conta com um departamento interno de TI, é preciso designar funções para cada profissional.   Isso porque a TI abrange inúmeras atividades: desenvolvimento de softwares, infraestrutura, suporte a usuários, redes, segurança, entre outros.   Conte com profissionais voltados especificamente para a segurança de computadores para garantir a manutenção e atenção devidas a esse tema.  

Mecanismos

O profissional especialista em segurança poderá escolher e implementar os mecanismos necessários para a realidade da empresa, de acordo com o cenário atual, necessidades e modelos de trabalho. Por exemplo, em uma empresa que tenha funcionários trabalhando home office, o analista de segurança em computadores deve prever uma rede VPN para acesso seguro.  Outros mecanismos que fazem parte do trabalho é a instalação de antivírus, uma política de senhas seguras, dupla verificação, certificado digital, entre outros.

Políticas

Uma vez tendo definido os mecanismos de segurança da empresa, o responsável deve elaborar políticas claras e efetivas. As políticas de segurança em computadores devem ser compartilhadas entre outros, de forma que cada usuário compreenda o seu papel na eliminação ou redução das ameaças digitais.   Afinal, não adianta investir em sistemas e profissionais capacitados no setor da TI e os usuários continuarem instalando programas falsificados ou clicando em anexos de e-mails suspeitos, certo? 

10 fatos sobre a segurança em computadores

[caption id="attachment_8755" align="aligncenter" width="1000"] A segurança em computadores depende, principalmente, da responsabilidade do usuário.[/caption] Como você já entendeu, a segurança em computadores envolve uma série de medidas e metodologias que visam proteger a confidencialidade, integridade e disponibilidade de arquivos, informações, sistemas e equipamentos.   Porém, de nada servem métodos e ferramentas se o usuário não abraçar a sua própria responsabilidade em torno da segurança.   Por isso, listamos, abaixo, 10 fatos que envolvem desde aspectos técnicos e rotineiros, até questões que estão diretamente ligadas ao comportamento do usuário.   Cabe a cada um entender suas obrigações e deveres para que as vulnerabilidades se tornem menos ameaçadoras.

1 Solicite a troca periódica das senhas cadastradas

Um relatório da Verizon, holding americana especializada em telecomunicações, mostra que cerca de 80% das brechas de segurança dos dados empresariais se deve à fraqueza das senhas dos usuários.  Essa pesquisa reforça a importância do uso de padrões mais complexos para garantir uma melhor proteção. No entanto, somente o uso de uma senha mais forte não é o suficiente. Um dos grandes problemas nas empresas é o compartilhamento indevido de senhas entre funcionários. Não parece nada demais, afinal, você compartilha a senha com um colega em um momento de necessidade.  Mas você passa a não ter controle sobre sua segurança e privacidade. Por isso, a empresa deve implementar em sua estratégia a solicitação periódica de alteração da senha, como uma rotina para todos os usuários.  Dessa forma, cada usuário mantém o hábito de atualizar sua chave de acesso, limpando um possível rastro que permita a entrada de desconhecidos. Na política de segurança da empresa você pode, também, estabelecer algumas exigências, impedindo o cadastro de senhas com menos de 3 dígitos ou informações de fácil acesso, como nome do usuário e data de nascimento.

#2 Dispositivos novos não garantem a segurança em computadores

Não é porque você comprou um computador novo em folha ou um smartphone de última geração que ele não tenha vulnerabilidades de segurança.  Pelo contrário, aliás: com o tempo, as empresas vão lançando atualizações para corrigir as falhas que forem sendo encontradas ou identificadas com o uso. Então, um equipamento novo ainda é um mapa a ser desvendado. E não tenha dúvidas: alguém vai.

#3 Todos os softwares possuem falhas de segurança

Sim, todos. Por isso, é fundamental que você faça uma manutenção adequada, deixando as atualizações sempre em dia. E claro, jamais instalar programas piratas ou suspeitos. Sistemas de código aberto também são mais vulneráveis, já que ficam expostos a invasores. O ideal é que o profissional de TI responsável pela segurança em computadores avalie todos os softwares a serem utilizados pela empresa, instalando, gerenciando e definindo permissões de acordo com o tipo de usuário.

#4 HTTPs deveria ser obrigatório

HTTPs é um protocolo de segurança que deve ser instalado no servidor, de forma a proteger o site. Um site sem HTTPs, além de mais vulnerável ao usuário, também sobre penalizações em performance: se você pretende ser encontrado em buscas no Google, deve investir nesse mecanismo de segurança. 

#5 A nuvem traz novos problemas de segurança que você não imaginava

Mas isso não significa que não seja, ainda, uma boa alternativa para backups. Serviços de armazenamento em nuvem são mais complexos do que um HD externo, por exemplo. Por esse motivo, são menos vulneráveis.

#6 A atualização de softwares é fundamental

Já falamos sobre isso mas nunca é demais repetir: manter seus sistemas e aplicações atualizados ajuda a minimizar as ameaças.   Isso porque, a cada nova atualização, as vulnerabilidades até então encontradas vão sendo corrigidas.   Uma gestão de ativos pode auxiliar nessa manutenção. O profissional consegue, assim, acompanhar o status de cada equipamento ou aplicação, corrigindo e atualizando o que for necessário no prazo correto.

#7 Nem todo hacker é "do mal"

Quando falamos em "hacker", o usuário já treme. Mas para encontrar as vulnerabilidades de um sistema, hacker "do bem" são essenciais. Pessoas com essa habilidade podem encontrar as ameaças de um dispositivo ou sistema antes que um invasor de verdade se aproveite da falha. São eles os responsáveis por localizar e corrigir as vulnerabilidades e as correções virão em forma de atualizações, lembra?

#8 Ciberterrorismo não é acontece todo dia

É verdade que os casos de ciberterrorismo e ciberataques relevantes são aqueles divulgados pela mídia. Mas, ainda assim, eles são minoria. Os ataques mais comuns são os mais simples, por isso é tão importante que você tome precauções básicas, como uma senha segura.

#9 Darknet e Deepweb são ambientes diferentes

Se você já ouviu falar nesses termos, pode achar que se referem a mesma coisa. Mas são diferentes e cada um oferece ameaças variadas. Darknet é um ambiente fora do world wide web (www), sendo acessado por softwares separados. É aqui que acontecem sequestros de informação e outros crimes virtuais. Deepweb, porém, está dentro da world wide web, mas não pode ser encontrada através de buscadores (como o Google).  

#10 Sistemas auxiliam o time de TI na segurança em computadores

Um sistema de automação das atividades de rotina do time de TI pode auxiliar o profissional a ter um melhor controle na segurança de redes de computadores.   Aumentando a eficiência das tarefas cotidianas e melhorando a comunicação entre usuários e TI, o profissional pode se dedicar a testes e estratégias que reduzam as ameaças para sua empresa. Leia também: Como escolher o melhor Software de Gestão de TI.

Conheça a plataforma Milvus

A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem precisar ampliar o time com novos profissionais. O sistema oferece diversos canais de comunicação, facilitando a gestão e controle dos chamados de suporte.   Assim, o usuário pode informar ao TI em caso de suspeita de alguma invasão, para que a identificação do malware e a eliminação da ameaça seja feita com agilidade. A plataforma é aplicável tanto nas empresas que contam com departamento de TI próprio, quanto por empresas de outsourcing que desejam unificar a gestão de diferentes clientes em um único sistema. Presente no Brasil, Uruguai, México, Chile, Peru e Argentina, a plataforma Milvus já atendeu mais de 23 mil empresas e registra quase 20 mil chamados atendidos, concluídos através do gerenciamento via sistema. Faça um teste gratuito de todas as funcionalidades e saiba como Milvus pode ajudar na segurança em seus computadores!

Conclusão

[caption id="attachment_8756" align="alignnone" width="1000"] Um sistema para controle dos ativos é o primeiro passo para a segurança em computadores.[/caption] A segurança em computadores é uma área da Tecnologia da Informação que vem ganhando relevância. Isso porque, assim como aumentam os dispositivos e formas de conexão, aumentam as ameaças e vulnerabilidades digitais.  Dessa forma, a empresa deve tomar medidas necessárias para evitar ter suas informações e arquivos estratégicos expostos a invasores e programas maliciosos.  Uma gestão de ativos eficaz é um primeiro passo para esse controle. Conte com um sistema que automatiza e facilita a rotina de sua TI, deixando os profissionais focados nas atividades que têm mais valor para sua empresa, como a segurança em computadores.  Conheça a plataforma Milvus, faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração! Para outras dicas, confira os artigos que recomendamos para você:

  • Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado à sua rede

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz

  • Inventário de TI: uma visão geral sobre aplicação e uso nas empresas

  • Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

Gostou deste conteúdo? Então, compartilhe com seus colegas e reforce a importância que a segurança em computadores tem nas vidas das pessoas e empresas.

Leia também: Como garantir a segurança da informação no seu negócio.

 

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Porque a Segurança Da Informação é Essencial Para Empresas?

Felix Schultz

Segurança da informação é um conjunto de práticas que visam garantir a integridade, disponibilidade e confidencialidade das informações, sejam elas virtuais ou não. Ou seja: a segurança da informação não é voltada, somente, a sistemas computacionais. Isso significa que toda e qualquer informação ou dado gerado pela sua empresa deve ser mantido sob uma política de segurança e uma gestão de riscos, de forma a evitar vazamentos. O ativo mais valioso de qualquer empresa, independente do porte ou do segmento, é a informação. Ã? ela que garante diferencial competitivo e faz parte da estratégia do negócio. Ã? o caso da “fórmula secreta" da Coca-Cola, por exemplo.  Imagine que você tenha um método de realizar uma atividade ou desenvolver um produto, um projeto específico ou uma receita secreta: seria péssimo para os negócios se essa informação fosse compartilhada com o mercado. Leia também: Afinal, o que é o hacking ético? Isso porque todos poderiam fazer exatamente o mesmo produto, do mesmo jeito, você precisará buscar um novo diferencial.  Por isso, é fundamental que as empresas contem com mecanismos de segurança da informação, protegendo o seu bem mais precioso.  Para saber como fazer isso, continue conosco. Neste artigo, vamos abordar:

  • Segurança da informação: definição

  • Qual a importância da segurança da informação

  • Três pilares da segurança da informação

  • Outros princípios da segurança da informação

  • Mecanismos da segurança da informação

  • Riscos e ameaças à segurança da informação

  • Principais causas das ameaças à segurança da informação

  • Como garantir a segurança da informação em 6 passos

 

Boa leitura!

Segurança da informação: definição

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Segurança da informação refere-se à proteção de dados estratégicos da empresa, virtuais ou não.[/caption] Segurança da informação envolve uma série de metodologias que visam assegurar a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade dos dados, sejam eles físicos ou virtuais.

 

Leia também: SEGURANÃ?A DA INFORMAÃ?Ã?O - Guia sobre gestão de risco em TI Detalhada na norma técnica ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013, atualmente em vigor. A norma oferece diretrizes para práticas de gestão de segurança da informação e normas de segurança da informação. As normas e políticas normatizadas pela ABNT incluem a seleção, a implementação e o gerenciamento de controles, levando em consideração os ambientes de risco da segurança da informação da organização.  Para entender melhor o que é segurança da informação, vamos trazer os conceitos dos termos. Veja: 

Conceito de segurança

Segundo o dicionário Priberam, segurança é definido como: 


  • Ato ou efeito de segurar.

  • Qualidade do que é ou está seguro. 

 

  • Conjunto das ações e dos recursos utilizados para proteger algo ou alguém.

 


  • O que serve para diminuir os riscos ou os perigos.

  • Aquilo que serve de base ou que dá estabilidade ou apoio.

  • Sentimento de força interior ou de crença em si mesmo.

  • Força ou convicção nos movimentos ou nas ações.

  • Certeza demonstrada. 

  • Caução.

 

  • Pessoa cuja atividade profissional consiste em proteger pessoas, instalações ou bens, ou em controlar o acesso de pessoas a determinado local.

 

Temos, ainda, a definição do termo informação privilegiada, que cabe muito bem ao contexto empresarial: 

  • Conjunto de dados ou informações específicas e relevantes sobre determinada empresa, transação ou afim, que não é de conhecimento público e que pode influenciar preços de valores mobiliários ou de instrumentos financeiros.

 

Qual a importância da segurança da informação

Sabe a receita do bolo da sua avó, que todos tentam fazer mas ninguém acerta perfeitamente? Tem algum segredinho que ela não contou: ou um ingrediente surpresa, ou a forma de fazer, que precisa seguir rigorosamente um determinado processo. Se na vida pessoal as pessoas já escondem informações que fazem toda a diferença no final, imagine o que acontece na vida corporativa?  Para quem começa um novo negócio, existe muito planejamento, projeto e sonho envolvido. Então, desenvolvem-se sistemas, produtos, formas de atendimento, personalidade e alma, para buscar um lugar ao sol no mercado já tão competitivo.  Tudo é informação. Desde o fornecedor que vende aquele material especial com preço negociado, passando pelo discurso estratégico do comercial até os dados financeiros e econômicos do negócio. Por este motivo, ao vazar uma informação, a empresa pode perder seu diferencial competitivo, ou até ser impedida de desempenhar suas atividades “ depende do grau de risco que o seu negócio está correndo. Sendo assim, a segurança da informação é fundamental para qualquer empresa, de todos os portes e segmentos, e deve considerar tanto as trocas virtuais (como e-mails) quanto físicas (como entrada de visitantes, por exemplo). 

Três pilares da segurança da informação

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Os principais atributos da segurança da informação forma a tríade CIA (Confidentiality, Integrity and Availability).[/caption]

 

A segurança da informação deve garantir três princípios básicos: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Esses atributos seguem normas internacionais e servem para orientar a análise, o planejamento e a implementação da segurança para cada grupo de informações que se deseja proteger.  Vamos explicar os três pilares da segurança da informação, um a um, abaixo. 

Confidencialidade

A confidencialidade garante que o acesso às informações seja realizada somente pelo proprietário da mesma. No caso de uma empresa, por exemplo, as informações confidenciais não podem ser divulgadas para pessoas fora da organização. 

Integridade

A integridade se refere à manutenção das informações em seus formatos originais. Ou seja, que não houve manipulação dos dados, alterando-os sem conhecimento do seu proprietário. Em caso de mudanças, a integridade é mantida através de uma gestão de mudanças, com registro do que foi alterado, data, hora e responsável. 

Disponibilidade

A disponibilidade visa garantir que a informação esteja sempre disponível para acesso legítimo, ou seja, pelos proprietários da informação ou pessoas autorizadas por eles.

Outros princípios da segurança da informação

Além dos três pilares básicos da segurança da informação, temos, também, outros princípios que envolvem esse tipo de gestão. São eles:  

Autenticidade

Semelhante com a integridade, a autenticidade garante que a origem da fonte é autêntica, ou seja, verdadeira e válida.

Irretratabilidade

O princípio da irretratabilidade ou não-repúdio visa impedir que um usuário negue ter criado, assinado ou distribuído um documento ou arquivo.

Conformidade

A conformidade (ou legalidade) garante que o uso da comunicação, tecnologia e demais meios de compartilhamento de informações estejam dentro das leis vigentes do país.

Privacidade

Falando em lei, a privacidade tem sido um princípio cada vez mais importante quando se fala em segurança da informação.  Com a LGPD, que entra em vigor neste ano, as empresas devem tomar uma série de precauções e medidas para garantir a privacidade das informações pessoais dos usuários.

Mecanismos da segurança da informação

Para garantir a segurança da informação na empresa, você pode contar com controles lógicos. Isso porque, como mencionamos, a segurança da informação não se restringe aos sistemas computacionais.

Controles lógicos

Os controles lógicos usam da tecnologia para limitar os acessos a ambientes ou arquivos, físicos ou virtuais. São exemplos: 

  • Criptografia

  • Assinatura digital

  • Mecanismos de checagem, como o captcha

  • Controle de acesso como senhas, cartões de acesso, sistema biométrico

  • Certificados digitais

  • Protocolos de segurança

 

Riscos e ameaças à segurança da informação

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] As principais ameaças se referem aos princípios da confidencialidade, integridade e disponibilidade.[/caption]

 

Agora que você já sabe os princípios básico da segurança da informação e os principais mecanismos de garantir a segurança dos dados, vamos entender quais os riscos que uma empresa corre. Assim, você poderá esclarecer os meios pelos quais pessoas mal intencionadas podem ter acesso a informações confidenciais do seu negócio. 

Perda de confidencialidade

A perda de confidencialidade acontece quando alguém sem permissão tem acesso à informação.  Por exemplo: caso uma pessoa descubra a senha de acesso a um sistema, permitindo visualização de informações financeiras. Ou casos de invasão de e-mails ou outros ambientes de troca de informações pessoais.

Perda de integridade

Quando uma informação é acessada por alguém não autorizado e tem algum dado alterado. Por exemplo, um contrato assinado que tem informações preenchidas à mão, e sofre alteração por parte de quem acessou, sem consentimento ou conhecimento do proprietário do arquivo. No ano de 2020, é recomendado que a data seja sempre preenchida completa (2020), e não apenas os dois últimos dígitos, como se fazia anteriormente (19). Isso porque o número 20 representa o início da década e uma pessoal mal intencionada pode acabar completando com outro ano final, alterando a integridade do documento. 

Perda de disponibilidade

Este risco ocorre quando a pessoa que precisa e pode acessar uma informação é impedida de fazê-lo. Acontece, por exemplo, nos casos de invasão a sistemas computacionais. O invasor pode derrubar o sistema ou criptografar arquivos, de forma a impedir o acesso por seu proprietário. Acontecem casos, inclusive, de ser solicitado um pagamento para liberação do acesso (uma espécie de sequestro de dados, mesmo). Leia também: O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa.

Principais causas das ameaças à segurança da informação

Mas, como podem acontecer essas ameaças? De onde elas vêm? Ã? isso que vamos abordar agora. Nem sempre são pessoas mal intencionadas. Existem outros fatores que podem acabar impedindo um acesso a um arquivo, ou extraviando informações importantes e estratégicas da sua empresa. Por isso, cuide dos dados. Você não pode correr o risco de perder o histórico do seu negócio. Uma alternativa é usar sistemas com registro das informações em nuvem. 

Fatores naturais

Os fatores naturais são aqueles como enchentes, incêndios e outros fatores provocados pela natureza. Neste caso, os arquivos e informações são perdidas em função da catástrofe. 

Erros de hardwares e softwares

Outro problema comum são erros nos equipamentos ou sistemas utilizados pela empresa. Acontece quando não a manutenção não é feita de forma correta. Ã? fundamental que o seu time de TI mantenha os equipamentos e softwares em dia, tanto na manutenção física quanto nas questões de atualizações. Não use programas falsificados e cuide sempre com o que você for instalar nas máquinas.

Erros humanos

Aqui sim, entra o fator humano. E pode nem ser por maldade: a pessoa pode instalar algo de forma equivocada, importar dados errados, aceitar um e-mail com vírus, entre outros. Ou, claro, fazer algo ciente da gravidade e do risco, de forma a buscar e vazar informações de propósito.

Como garantir a segurança da informação em 6 passos

Com certeza você já entendeu que a segurança da informação, além de proteger as estratégias do seu negócio, protege o diferencial competitivo da empresa. Então, hora de fazer mudanças internas para garantir a integridade dos dados, certo? Separamos, abaixo, 6 dicas de como você pode implementar a segurança da informação no seu negócio, independente do porte ou do setor em que atua. Confira:

Estabeleça uma política de segurança da informação

A política de segurança é um conjunto de regras que deverão ser adotadas por todos. Nela deve constar o que pode, o que não pode, os processos para determinados acessos ou solicitações, além de responsáveis para cada área. Neste ponto, podem entrar regras de compliance, gestão de mudanças e outros. 

Tenha um bom controle e gestão de ativos

Como vimos, a manutenção e controle dos maquinários e sistemas é fundamental para garantir a segurança da informação.  O seu time de TI precisa ter o controle total sobre os ativos da empresa, impedir conexões de equipamentos não permitidos e ser capaz de identificar aqueles que necessitam de manutenções ou atualizações de sistema.  Deve ser a TI, também, o setor responsável por liberar ou não novos equipamentos, bem como permitir ou não o download e instalação de novos softwares. 

Estabeleça uma política de senhas

Uma política de senhas é fundamental para garantir um nível mínimo de segurança nos acessos a e-mails, redes restritas ou sistemas.  Um exemplo de política de senhas é definir que ela tenha que contar números, letras minúsculas e maiúsculas e um mínimo de X caracteres.

Trabalhe com gestão de riscos

Ainda que você controle tudo e faça tudo certo, o risco ainda existirá. Então, tenha um plano de contingência. Em caso de alguma invasão ou prejuízo de informação, como a empresa deverá lidar com a situação? Quais serão as medidas a serem tomadas? O objetivo da contingência é minimizar os efeitos do problema, e evitar novos ataques.

Faça um controle de acessos

Controle as permissões de acessos, seja em sistemas, seja em áreas físicas. Se um visitante não puder entrar em uma sala de pesquisa, desenvolvimento e inovação, por exemplo, evite que ele tenha acesso à ela. 

Conte com um sistema para automatização das tarefas de TI

A TI é um setor essencial para auxiliar na segurança da informação, ainda que ela não seja voltada, única e exclusivamente, para os sistemas computacionais.  Então, invista em sistemas que permitam maior produtividade do seu time, automatizando tarefas de rotina e facilitando a identificação de falhas.  O sistema Milvus oferece funcionalidades que organizam a gestão de ativos, melhoram a comunicação entre departamentos para abertura de chamados, identificam equipamentos não autorizados conectados à rede, e muito mais! Faça um teste gratuito! 

Conclusão

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Cuide do crescimento do seu negócio com políticas de segurança da informação.[/caption] A segurança da informação deve fazer parte do planejamento estratégico da sua empresa, já que impacta diretamente no desempenho e na manutenção do diferencial competitivo do negócio. Para outras dicas, confira os artigos que recomendamos: 

  • Gestão de TI: O que é, benefícios e quando utilizar?

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Entenda a importância da abertura de chamados no help desk

 

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Porque a Segurança Da Informação é Essencial Para Empresas?

Felix Schultz

Segurança da informação é um conjunto de práticas que visam garantir a integridade, disponibilidade e confidencialidade das informações, sejam elas virtuais ou não. Ou seja: a segurança da informação não é voltada, somente, a sistemas computacionais. Isso significa que toda e qualquer informação ou dado gerado pela sua empresa deve ser mantido sob uma política de segurança e uma gestão de riscos, de forma a evitar vazamentos. O ativo mais valioso de qualquer empresa, independente do porte ou do segmento, é a informação. Ã? ela que garante diferencial competitivo e faz parte da estratégia do negócio. Ã? o caso da “fórmula secreta" da Coca-Cola, por exemplo.  Imagine que você tenha um método de realizar uma atividade ou desenvolver um produto, um projeto específico ou uma receita secreta: seria péssimo para os negócios se essa informação fosse compartilhada com o mercado. Leia também: Afinal, o que é o hacking ético? Isso porque todos poderiam fazer exatamente o mesmo produto, do mesmo jeito, você precisará buscar um novo diferencial.  Por isso, é fundamental que as empresas contem com mecanismos de segurança da informação, protegendo o seu bem mais precioso.  Para saber como fazer isso, continue conosco. Neste artigo, vamos abordar:

  • Segurança da informação: definição

  • Qual a importância da segurança da informação

  • Três pilares da segurança da informação

  • Outros princípios da segurança da informação

  • Mecanismos da segurança da informação

  • Riscos e ameaças à segurança da informação

  • Principais causas das ameaças à segurança da informação

  • Como garantir a segurança da informação em 6 passos

 

Boa leitura!

Segurança da informação: definição

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Segurança da informação refere-se à proteção de dados estratégicos da empresa, virtuais ou não.[/caption] Segurança da informação envolve uma série de metodologias que visam assegurar a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade dos dados, sejam eles físicos ou virtuais.

 

Leia também: SEGURANÃ?A DA INFORMAÃ?Ã?O - Guia sobre gestão de risco em TI Detalhada na norma técnica ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013, atualmente em vigor. A norma oferece diretrizes para práticas de gestão de segurança da informação e normas de segurança da informação. As normas e políticas normatizadas pela ABNT incluem a seleção, a implementação e o gerenciamento de controles, levando em consideração os ambientes de risco da segurança da informação da organização.  Para entender melhor o que é segurança da informação, vamos trazer os conceitos dos termos. Veja: 

Conceito de segurança

Segundo o dicionário Priberam, segurança é definido como: 


  • Ato ou efeito de segurar.

  • Qualidade do que é ou está seguro. 

 

  • Conjunto das ações e dos recursos utilizados para proteger algo ou alguém.

 


  • O que serve para diminuir os riscos ou os perigos.

  • Aquilo que serve de base ou que dá estabilidade ou apoio.

  • Sentimento de força interior ou de crença em si mesmo.

  • Força ou convicção nos movimentos ou nas ações.

  • Certeza demonstrada. 

  • Caução.

 

  • Pessoa cuja atividade profissional consiste em proteger pessoas, instalações ou bens, ou em controlar o acesso de pessoas a determinado local.

 

Temos, ainda, a definição do termo informação privilegiada, que cabe muito bem ao contexto empresarial: 

  • Conjunto de dados ou informações específicas e relevantes sobre determinada empresa, transação ou afim, que não é de conhecimento público e que pode influenciar preços de valores mobiliários ou de instrumentos financeiros.

 

Qual a importância da segurança da informação

Sabe a receita do bolo da sua avó, que todos tentam fazer mas ninguém acerta perfeitamente? Tem algum segredinho que ela não contou: ou um ingrediente surpresa, ou a forma de fazer, que precisa seguir rigorosamente um determinado processo. Se na vida pessoal as pessoas já escondem informações que fazem toda a diferença no final, imagine o que acontece na vida corporativa?  Para quem começa um novo negócio, existe muito planejamento, projeto e sonho envolvido. Então, desenvolvem-se sistemas, produtos, formas de atendimento, personalidade e alma, para buscar um lugar ao sol no mercado já tão competitivo.  Tudo é informação. Desde o fornecedor que vende aquele material especial com preço negociado, passando pelo discurso estratégico do comercial até os dados financeiros e econômicos do negócio. Por este motivo, ao vazar uma informação, a empresa pode perder seu diferencial competitivo, ou até ser impedida de desempenhar suas atividades “ depende do grau de risco que o seu negócio está correndo. Sendo assim, a segurança da informação é fundamental para qualquer empresa, de todos os portes e segmentos, e deve considerar tanto as trocas virtuais (como e-mails) quanto físicas (como entrada de visitantes, por exemplo). 

Três pilares da segurança da informação

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Os principais atributos da segurança da informação forma a tríade CIA (Confidentiality, Integrity and Availability).[/caption]

 

A segurança da informação deve garantir três princípios básicos: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Esses atributos seguem normas internacionais e servem para orientar a análise, o planejamento e a implementação da segurança para cada grupo de informações que se deseja proteger.  Vamos explicar os três pilares da segurança da informação, um a um, abaixo. 

Confidencialidade

A confidencialidade garante que o acesso às informações seja realizada somente pelo proprietário da mesma. No caso de uma empresa, por exemplo, as informações confidenciais não podem ser divulgadas para pessoas fora da organização. 

Integridade

A integridade se refere à manutenção das informações em seus formatos originais. Ou seja, que não houve manipulação dos dados, alterando-os sem conhecimento do seu proprietário. Em caso de mudanças, a integridade é mantida através de uma gestão de mudanças, com registro do que foi alterado, data, hora e responsável. 

Disponibilidade

A disponibilidade visa garantir que a informação esteja sempre disponível para acesso legítimo, ou seja, pelos proprietários da informação ou pessoas autorizadas por eles.

Outros princípios da segurança da informação

Além dos três pilares básicos da segurança da informação, temos, também, outros princípios que envolvem esse tipo de gestão. São eles:  

Autenticidade

Semelhante com a integridade, a autenticidade garante que a origem da fonte é autêntica, ou seja, verdadeira e válida.

Irretratabilidade

O princípio da irretratabilidade ou não-repúdio visa impedir que um usuário negue ter criado, assinado ou distribuído um documento ou arquivo.

Conformidade

A conformidade (ou legalidade) garante que o uso da comunicação, tecnologia e demais meios de compartilhamento de informações estejam dentro das leis vigentes do país.

Privacidade

Falando em lei, a privacidade tem sido um princípio cada vez mais importante quando se fala em segurança da informação.  Com a LGPD, que entra em vigor neste ano, as empresas devem tomar uma série de precauções e medidas para garantir a privacidade das informações pessoais dos usuários.

Mecanismos da segurança da informação

Para garantir a segurança da informação na empresa, você pode contar com controles lógicos. Isso porque, como mencionamos, a segurança da informação não se restringe aos sistemas computacionais.

Controles lógicos

Os controles lógicos usam da tecnologia para limitar os acessos a ambientes ou arquivos, físicos ou virtuais. São exemplos: 

  • Criptografia

  • Assinatura digital

  • Mecanismos de checagem, como o captcha

  • Controle de acesso como senhas, cartões de acesso, sistema biométrico

  • Certificados digitais

  • Protocolos de segurança

 

Riscos e ameaças à segurança da informação

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] As principais ameaças se referem aos princípios da confidencialidade, integridade e disponibilidade.[/caption]

 

Agora que você já sabe os princípios básico da segurança da informação e os principais mecanismos de garantir a segurança dos dados, vamos entender quais os riscos que uma empresa corre. Assim, você poderá esclarecer os meios pelos quais pessoas mal intencionadas podem ter acesso a informações confidenciais do seu negócio. 

Perda de confidencialidade

A perda de confidencialidade acontece quando alguém sem permissão tem acesso à informação.  Por exemplo: caso uma pessoa descubra a senha de acesso a um sistema, permitindo visualização de informações financeiras. Ou casos de invasão de e-mails ou outros ambientes de troca de informações pessoais.

Perda de integridade

Quando uma informação é acessada por alguém não autorizado e tem algum dado alterado. Por exemplo, um contrato assinado que tem informações preenchidas à mão, e sofre alteração por parte de quem acessou, sem consentimento ou conhecimento do proprietário do arquivo. No ano de 2020, é recomendado que a data seja sempre preenchida completa (2020), e não apenas os dois últimos dígitos, como se fazia anteriormente (19). Isso porque o número 20 representa o início da década e uma pessoal mal intencionada pode acabar completando com outro ano final, alterando a integridade do documento. 

Perda de disponibilidade

Este risco ocorre quando a pessoa que precisa e pode acessar uma informação é impedida de fazê-lo. Acontece, por exemplo, nos casos de invasão a sistemas computacionais. O invasor pode derrubar o sistema ou criptografar arquivos, de forma a impedir o acesso por seu proprietário. Acontecem casos, inclusive, de ser solicitado um pagamento para liberação do acesso (uma espécie de sequestro de dados, mesmo). Leia também: O que é ransomware e como esses ataques prejudicam sua empresa.

Principais causas das ameaças à segurança da informação

Mas, como podem acontecer essas ameaças? De onde elas vêm? Ã? isso que vamos abordar agora. Nem sempre são pessoas mal intencionadas. Existem outros fatores que podem acabar impedindo um acesso a um arquivo, ou extraviando informações importantes e estratégicas da sua empresa. Por isso, cuide dos dados. Você não pode correr o risco de perder o histórico do seu negócio. Uma alternativa é usar sistemas com registro das informações em nuvem. 

Fatores naturais

Os fatores naturais são aqueles como enchentes, incêndios e outros fatores provocados pela natureza. Neste caso, os arquivos e informações são perdidas em função da catástrofe. 

Erros de hardwares e softwares

Outro problema comum são erros nos equipamentos ou sistemas utilizados pela empresa. Acontece quando não a manutenção não é feita de forma correta. Ã? fundamental que o seu time de TI mantenha os equipamentos e softwares em dia, tanto na manutenção física quanto nas questões de atualizações. Não use programas falsificados e cuide sempre com o que você for instalar nas máquinas.

Erros humanos

Aqui sim, entra o fator humano. E pode nem ser por maldade: a pessoa pode instalar algo de forma equivocada, importar dados errados, aceitar um e-mail com vírus, entre outros. Ou, claro, fazer algo ciente da gravidade e do risco, de forma a buscar e vazar informações de propósito.

Como garantir a segurança da informação em 6 passos

Com certeza você já entendeu que a segurança da informação, além de proteger as estratégias do seu negócio, protege o diferencial competitivo da empresa. Então, hora de fazer mudanças internas para garantir a integridade dos dados, certo? Separamos, abaixo, 6 dicas de como você pode implementar a segurança da informação no seu negócio, independente do porte ou do setor em que atua. Confira:

Estabeleça uma política de segurança da informação

A política de segurança é um conjunto de regras que deverão ser adotadas por todos. Nela deve constar o que pode, o que não pode, os processos para determinados acessos ou solicitações, além de responsáveis para cada área. Neste ponto, podem entrar regras de compliance, gestão de mudanças e outros. 

Tenha um bom controle e gestão de ativos

Como vimos, a manutenção e controle dos maquinários e sistemas é fundamental para garantir a segurança da informação.  O seu time de TI precisa ter o controle total sobre os ativos da empresa, impedir conexões de equipamentos não permitidos e ser capaz de identificar aqueles que necessitam de manutenções ou atualizações de sistema.  Deve ser a TI, também, o setor responsável por liberar ou não novos equipamentos, bem como permitir ou não o download e instalação de novos softwares. 

Estabeleça uma política de senhas

Uma política de senhas é fundamental para garantir um nível mínimo de segurança nos acessos a e-mails, redes restritas ou sistemas.  Um exemplo de política de senhas é definir que ela tenha que contar números, letras minúsculas e maiúsculas e um mínimo de X caracteres.

Trabalhe com gestão de riscos

Ainda que você controle tudo e faça tudo certo, o risco ainda existirá. Então, tenha um plano de contingência. Em caso de alguma invasão ou prejuízo de informação, como a empresa deverá lidar com a situação? Quais serão as medidas a serem tomadas? O objetivo da contingência é minimizar os efeitos do problema, e evitar novos ataques.

Faça um controle de acessos

Controle as permissões de acessos, seja em sistemas, seja em áreas físicas. Se um visitante não puder entrar em uma sala de pesquisa, desenvolvimento e inovação, por exemplo, evite que ele tenha acesso à ela. 

Conte com um sistema para automatização das tarefas de TI

A TI é um setor essencial para auxiliar na segurança da informação, ainda que ela não seja voltada, única e exclusivamente, para os sistemas computacionais.  Então, invista em sistemas que permitam maior produtividade do seu time, automatizando tarefas de rotina e facilitando a identificação de falhas.  O sistema Milvus oferece funcionalidades que organizam a gestão de ativos, melhoram a comunicação entre departamentos para abertura de chamados, identificam equipamentos não autorizados conectados à rede, e muito mais! Faça um teste gratuito! 

Conclusão

[caption id="attachment_5070" align="alignnone" width="1000"] Cuide do crescimento do seu negócio com políticas de segurança da informação.[/caption] A segurança da informação deve fazer parte do planejamento estratégico da sua empresa, já que impacta diretamente no desempenho e na manutenção do diferencial competitivo do negócio. Para outras dicas, confira os artigos que recomendamos: 

  • Gestão de TI: O que é, benefícios e quando utilizar?

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • LGPD: como implementar a lei geral de proteção de dados na sua empresa

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Entenda a importância da abertura de chamados no help desk

 

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O que é e como funciona a segurança cibernética?

Felix Schultz

Segurança cibernética envolve um conjunto de ações para proteção de pessoas, sistemas e dispositivos contra ataques maliciosos. É uma ramificação da segurança da informação.

A segurança cibernética é uma forma de proteger as pessoas e empresas contra os ataques cibernéticos, que se aproveitam das vulnerabilidades digitais para invadir, roubar e manipular dados ou arquivos.

Leia também: Vulnerabilidade digital: o que é.

Assim como os outros aspectos da segurança, um dos grandes responsáveis pela segurança cibernética é o próprio usuário, que deve ter consciência dos riscos e evitar atitudes que possam expor falhas a serem exploradas.

Profissionalmente, é uma oportunidade para quem deseja se especializar e atuar com mecanismos de prevenção contra os ataques cibernéticos.

O cargo de analista de segurança cibernética tem crescido com o tempo, já que a tecnologia e os dispositivos estão em evolução constante e exponencial.

Vamos entender melhor o que é segurança cibernética e como se profissionalizar na área. Neste artigo, você vai saber:

  • Segurança cibernética: o que é

  • Segurança cibernética x Segurança da informação

  • Importância da segurança cibernética

  • Principais ameaças da segurança cibernética

  • Principais diretrizes da segurança cibernética

  • Como se tornar um analista de segurança cibernética

  • Responsabilidades do analista de segurança cibernética

  • Dicas de livros, filmes e séries sobre segurança cibernética

 

Boa leitura!

Segurança cibernética: o que é

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética tem como objetivo prevenir ataques cibernéticos.[/caption] A segurança cibernética, assim como a segurança digital, é um braço da segurança da informação.

Nesse caso, a segurança cibernética tem como objetivo prevenir os ataques, realizados por sistemas maliciosos que se aproveitam de falhas sistêmicas para invadir dispositivos, roubando, manipulando e tornando indisponível uma série de dados ou arquivos.

Segundo pesquisa realizada pelo laboratório DFNDR, o Brasil é o segundo país que mais sofre ataques cibernéticos, com mais de 120 milhões de ataques somente no ano de 2018.

Segurança cibernética x Segurança da informação

Como já mencionamos, a segurança cibernética é uma ramificação da segurança da informação. Esta última é, portanto mais ampla e abrangente.

Em resumo:

  • Segurança cibernética: envolve a prevenção e proteção atuando somente no cyber espaço, ou seja, aquele conectado à internet ou às redes que ligam um computador (e demais dispositivos) a outro.

  • Segurança da informação: envolve a prevenção e proteção contra todo tipo de risco, seja físico ou digital, controlando acessos de pessoas a locais, permissões para acessos de arquivos, entre outros.

Leia também: Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado a sua rede.

Importância da segurança cibernética

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética ajuda na proteção de informações estratégicas das empresas.[/caption]

A segurança cibernética é um conjunto de ações preventivas para impedir os ataques cibernéticos em dispositivos. Com isso, auxilia a segurança da informação (que tem um viés mais estratégico), operacionalizando ações técnicas de desenvolvimento para mitigar as falhas.

Com o surgimento dos IoTs e a constante evolução dos dispositivos tecnológicos envolvidos no dia a dia das pessoas, a segurança cibernética é fundamental para que empresas garantam a confidencialidade, integridade e disponibilidade de suas informações.

Mas é inevitável lembrar que, na vida pessoal, a segurança cibernética também tem um importante papel.

Educar as pessoas em relação às precauções necessárias para evitar um ataque pode proteger adultos e crianças de situações perigosas e assustadoras.

Principais ameaças da segurança cibernética

A segurança cibernética previne os ataques cibernéticos. Os tipos mais comuns, para exemplificar a clarear o entendimento, são:

Vírus

O vírus é um programa que, quando executado, é capaz de infectar todos os computadores conectados em uma mesma rede, roubando dados, corrompendo arquivos e enviando spams para contatos de e-mail (ampliando o ataque), ou até controlar o computador por completo.

Worms

Mais antigo, os worms chegam como anexos de um e-mail. Diferente do vírus, não precisa nenhuma ação do usuário (exceto a abertura do e-mail).

Adware

Já entrou em um site suspeito e pularam na tela vários e vários anúncios comerciais? Ou então, antes de começar aquele filme pirata, abre uma tela pedindo para você instalar algum programa para permitir a execução do filme?

Cuidado! Esse é um ataque cibernético chamado de adware, ou seja, o malware se "disfarça" de propaganda para buscar o seu clique. Então, ele age.

Ransomware

O ransomware é um sequestrador de dados. Ele invade o sistema, rouba dados e pede um valor (em criptomoedas) como resgate.

Leia também: 13 dicas para proteger sua empresa de TI do ransomware

Principais diretrizes da segurança cibernética

Para combater os ataques cibernéticos, o analista de segurança cibernética deve adotar algumas medidas. Elas podem estar descritas em uma política de segurança adotada pela empresa, de forma a ser compartilhada com os colaboradores.

Assim, todos podem compreender suas responsabilidades e deveres no uso das tecnologias, de forma a minimizar os danos.

Algumas das principais diretrizes adotadas, no entanto, são:

Antivírus

Essa é óbvia e conhecida por todos. Os dispositivos devem contar com aplicativos antivírus para detectar assim que um malware tenta invadir o sistema.

No entanto, o antivírus não tem poderes para agir sozinho o tempo todo. É fundamental que exista uma boa gestão de ativos na empresa, de forma que os responsáveis pela TI e pela segurança cibernética possam manter os equipamentos e programas atualizadas.

Essa precaução minimiza muito as vulnerabilidades e, portanto, reduz as possibilidades de ataque.

Criptografia

A criptografia é uma espécie de codificação de sistemas e arquivos, que dificultam o acesso por pessoas ou programas não autorizados.

É uma forma de proteger o armazenamento e a transação de dados entre os usuários da empresa. A assinatura digital, por exemplo, usa a criptografia para garantir a sua integridade.

Proteção a IoT

Com o crescimento dos dispositivos inteligentes, a empresa precisa prever, em sua política de segurança, métodos de assegurar o controle dos mesmos.

Para empresas que utilizam IoT no seu dia a dia, o analista de segurança cibernética deve estar atento a testes e outros métodos de prevenção de ataques.

VPN

VPN é uma forma de conexão externa à rede e funciona como um "túnel", garantindo segurança ao usuário na hora de acessar as informações e documentos confidenciais.

Backup

A empresa deve ter um processo rigoroso para backups de seus arquivos e documentos, de forma a garantir a disponibilidade dos dados mesmo em caso de alguma ameaça.

Uma alternativa para backups é contar com servidores específicos para guardar as cópias exatas e fiéis de todas as pastas e aplicações, de todos os computadores.

HDs externos também podem ser utilizados para essa função, embora exista uma maior limitação. E, de alguns anos pra cá, o armazenamento em nuvem vem ficando mais conhecido e reconhecido por sua segurança, sendo uma boa escolha.

Como se tornar um analista de segurança cibernética

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] O analista de segurança cibernética é responsável por localizar os pontos falhos das aplicações.[/caption]

Analista de segurança cibernética é uma profissão que vem sendo bastante buscada pelas empresas. Para se preparar, você encontra desde cursos online até faculdades voltadas para a área.

Separamos, abaixo, algumas informações que podem ser interessantes para você conhecer o mercado. Quem sabe pode encontrar uma oportunidade na segurança cibernética?

Cursos

Existem cursos dos mais variados tipos e níveis para quem deseja aprender mais sobre segurança cibernética. Listamos, abaixo, alguns deles:

  • Udemy: cursos online e de curta duração;

  • Educa+Brasil: graduação com título de tecnólogo em Segurança Cibernética, o curso dura, em média, 3 anos. Para graduados em cursos relacionados à Tecnologia da Informação, as faculdades também oferecem cursos de pós-graduação na área de segurança cibernética;

  • Inmetro: é isso mesmo! O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, do Governo Federal, oferece um curso técnico em segurança cibernética, voltado para jovens cursando ou formados no Ensino Médio;

  • Escola Superior de Redes: a formação é dividida em encontros presenciais e sessões online para esclarecimento de dúvidas, e tem 80 horas/aula;

  • Unifor: a Universidade Federal de Fortaleza oferece um MBA em segurança cibernética, voltado para quem já é graduado em Ciências da Computação ou áreas correlatas;

  • Fiap: online, mas com título de graduação, o curso da FIAP é chamado de Defesa Cibernética, tem nível de tecnólogo e duração de 2 anos.

Certificações

Não existem certificações específicas para a área de segurança cibernética, mas algumas certificações são desejadas por profissionais que almejam cargos mais relevantes. Lembre-se, porém, que algumas delas exigem um tempo mínimo de experiência.

Conheça as certificações mais procuradas no setor da Segurança da Informação e afins:

  • CEH: Hacker Ético Certificado

  • ECSA: Analista de Segurança Certificado pelo Conselho da CE

  • GSEC / GCIH / GCIA: Certificações de segurança GIAC

  • CISSP: Profissional certificado em Segurança de Sistemas de Informação

Responsabilidades do analista de segurança cibernética

O analista de segurança cibernética tem como principal função garantir o impedimento de ameaças. Para isso, é preciso executar uma série de testes e desenvolver aplicações que protejam os sistemas da empresa.

Algumas responsabilidades são:

  • Planejar e implementar parâmetros de segurança;

  • Criação da política de segurança para prevenir acessos não autorizados;

  • Criação de planos de contingência, para casos de invasão;

  • Monitorar continuamente os sistemas e arquivos, de forma a garantir a segurança dos dados;

  • Executar testes contra vulnerabilidades digitais;

  • Organizar auditorias para confirmar a aplicabilidade das políticas de segurança existentes;

  • Gerenciar a rede de forma a detectar, precocemente, possíveis intrusões;

  • Recomendar e implementar sistemas para gerenciamento de riscos;

  • Organizar um ambiente seguro para troca com fornecedores;

  • Treinar os profissionais da empresa em relação aos procedimentos adequados para evitar ataques cibernéticos.

Dicas de livros, filmes e séries sobre segurança cibernética

Quer continuar seus estudos sobre segurança cibernética? Separamos alguns livros e filmes que abordam o assunto e podem ajudar a contextualizar melhor a realidade de quem trabalha nessa área.

Confira:

Livros

Os livros abaixo não são, exclusivamente, sobre segurança cibernética: alguns falam da segurança da informação como um todo. Ainda assim, são uma boa fonte de estudo.

  • Contagem regressiva até zero day: o livro conta a história por trás do malware chamado Stuxnet, que ultrapassava o ambiente digital e causava destruição física dos equipamentos;

  • Certificação Security+: Da prática para o exame SY0-401: o livro, que já foi recorde de vendas, aborda temas como Segurança de Redes, Conformidade e Segurança Operacional, Ameaças e Vulnerabilidades, Segurança de Aplicações, Hosts e Dados, Controle de Acesso e Gerenciamento de Identidade, e Criptografia;

  • Certificação de Analista em Segurança Cibernética CSA+ Preparatório para o Exame COMPTIA CS0-001: o livro, apesar de ser um preparatório para a prova, também é uma boa referência para quem deseja aprofundar conhecimentos sobre segurança cibernética;

  • Chefão: Como um Hacker se apoderou do submundo bilionário do crime: o autor do livro, o ex-hacker Kevin Poulsen, é um jornalista reconhecido por suas investigações no mundo cibernético;

  • Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação: o livro apresenta o passo a passo para investigar crimes eletrônicos. Com uma linguagem simples, busca entendimento de pessoas que não tenham conhecimento na área.

Filmes e Séries

Na indústria do cinema, a segurança cibernética também tem dado o que falar. Com séries e filmes produzidas nos mais diversos países, e ganhando popularidade com a Netflix, é uma boa forma de alertar os perigos que as pessoas, usuários comuns, correm todos os dias.

  • Black Mirror: cada episódio é um conto de ficção científica que reflete o lado obscuro da tecnologia, mostrando o quanto somos vigiados e controlados por quem não imaginamos.

  • Cam: uma jovem modelo ganha seu sustento fazendo shows privados pela internet. Um dia, ela se vê substituída por um clone e não sabe se isso é obra de um hacker ou um vírus;

  • Cidadãoquatro: o documentário mostra o jornalista Glenn Greenwald em visita a Edward Snowden. A revelação de arquivos mostra um esquema de vigilância global armado pelas agências de segurança norte-americanas;

  • A senha: Swordfish: John Travolta é o líder de uma organização anti-terrorista que busca vingança contra o governo americano após ter sua operação engavetada. Para isso, ele contrata um hacker famoso;

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética, aliada com a segurança de arquivos físicos, deve ser uma prioridade na empresa.[/caption] Você já entendeu o que significa segurança cibernética e que ela deve ser uma prioridade na empresa, pois garante que suas informações estratégicas não sejam perdidas.

A equipe pode contar com profissionais especializados na área, chamados de analistas de segurança cibernética, para promover ações e testes que previnam os ataques.

Outra medida de segurança que pode ser adotada é o uso de um sistema para gerenciamento de ativos e automatização de processos do time de TI. Com ele, a empresa garante que as tarefas atendam ao SLA desejado. A plataforma Milvus é uma solução que integra ferramentas para controle de ativos, gerenciamento de chamadas e outras funcionalidades indispensáveis para uma gestão de TI e uma segurança cibernética eficaz. Faça um teste gratuito!

Para mais dicas, confira os artigos recomendados:

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz

  • Suporte de TI: O que é e como funciona esse setor

  • Melhores práticas para garantir gerenciamento de senhas eficaz

  • Entenda definitivamente o papel da TI na gestão de perdas nas empresas

 

Atendimento ao Cliente

Blog

O que é e como funciona a segurança cibernética?

Felix Schultz

Segurança cibernética envolve um conjunto de ações para proteção de pessoas, sistemas e dispositivos contra ataques maliciosos. É uma ramificação da segurança da informação.

A segurança cibernética é uma forma de proteger as pessoas e empresas contra os ataques cibernéticos, que se aproveitam das vulnerabilidades digitais para invadir, roubar e manipular dados ou arquivos.

Leia também: Vulnerabilidade digital: o que é.

Assim como os outros aspectos da segurança, um dos grandes responsáveis pela segurança cibernética é o próprio usuário, que deve ter consciência dos riscos e evitar atitudes que possam expor falhas a serem exploradas.

Profissionalmente, é uma oportunidade para quem deseja se especializar e atuar com mecanismos de prevenção contra os ataques cibernéticos.

O cargo de analista de segurança cibernética tem crescido com o tempo, já que a tecnologia e os dispositivos estão em evolução constante e exponencial.

Vamos entender melhor o que é segurança cibernética e como se profissionalizar na área. Neste artigo, você vai saber:

  • Segurança cibernética: o que é

  • Segurança cibernética x Segurança da informação

  • Importância da segurança cibernética

  • Principais ameaças da segurança cibernética

  • Principais diretrizes da segurança cibernética

  • Como se tornar um analista de segurança cibernética

  • Responsabilidades do analista de segurança cibernética

  • Dicas de livros, filmes e séries sobre segurança cibernética

 

Boa leitura!

Segurança cibernética: o que é

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética tem como objetivo prevenir ataques cibernéticos.[/caption] A segurança cibernética, assim como a segurança digital, é um braço da segurança da informação.

Nesse caso, a segurança cibernética tem como objetivo prevenir os ataques, realizados por sistemas maliciosos que se aproveitam de falhas sistêmicas para invadir dispositivos, roubando, manipulando e tornando indisponível uma série de dados ou arquivos.

Segundo pesquisa realizada pelo laboratório DFNDR, o Brasil é o segundo país que mais sofre ataques cibernéticos, com mais de 120 milhões de ataques somente no ano de 2018.

Segurança cibernética x Segurança da informação

Como já mencionamos, a segurança cibernética é uma ramificação da segurança da informação. Esta última é, portanto mais ampla e abrangente.

Em resumo:

  • Segurança cibernética: envolve a prevenção e proteção atuando somente no cyber espaço, ou seja, aquele conectado à internet ou às redes que ligam um computador (e demais dispositivos) a outro.

  • Segurança da informação: envolve a prevenção e proteção contra todo tipo de risco, seja físico ou digital, controlando acessos de pessoas a locais, permissões para acessos de arquivos, entre outros.

Leia também: Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado a sua rede.

Importância da segurança cibernética

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética ajuda na proteção de informações estratégicas das empresas.[/caption]

A segurança cibernética é um conjunto de ações preventivas para impedir os ataques cibernéticos em dispositivos. Com isso, auxilia a segurança da informação (que tem um viés mais estratégico), operacionalizando ações técnicas de desenvolvimento para mitigar as falhas.

Com o surgimento dos IoTs e a constante evolução dos dispositivos tecnológicos envolvidos no dia a dia das pessoas, a segurança cibernética é fundamental para que empresas garantam a confidencialidade, integridade e disponibilidade de suas informações.

Mas é inevitável lembrar que, na vida pessoal, a segurança cibernética também tem um importante papel.

Educar as pessoas em relação às precauções necessárias para evitar um ataque pode proteger adultos e crianças de situações perigosas e assustadoras.

Principais ameaças da segurança cibernética

A segurança cibernética previne os ataques cibernéticos. Os tipos mais comuns, para exemplificar a clarear o entendimento, são:

Vírus

O vírus é um programa que, quando executado, é capaz de infectar todos os computadores conectados em uma mesma rede, roubando dados, corrompendo arquivos e enviando spams para contatos de e-mail (ampliando o ataque), ou até controlar o computador por completo.

Worms

Mais antigo, os worms chegam como anexos de um e-mail. Diferente do vírus, não precisa nenhuma ação do usuário (exceto a abertura do e-mail).

Adware

Já entrou em um site suspeito e pularam na tela vários e vários anúncios comerciais? Ou então, antes de começar aquele filme pirata, abre uma tela pedindo para você instalar algum programa para permitir a execução do filme?

Cuidado! Esse é um ataque cibernético chamado de adware, ou seja, o malware se "disfarça" de propaganda para buscar o seu clique. Então, ele age.

Ransomware

O ransomware é um sequestrador de dados. Ele invade o sistema, rouba dados e pede um valor (em criptomoedas) como resgate.

Leia também: 13 dicas para proteger sua empresa de TI do ransomware

Principais diretrizes da segurança cibernética

Para combater os ataques cibernéticos, o analista de segurança cibernética deve adotar algumas medidas. Elas podem estar descritas em uma política de segurança adotada pela empresa, de forma a ser compartilhada com os colaboradores.

Assim, todos podem compreender suas responsabilidades e deveres no uso das tecnologias, de forma a minimizar os danos.

Algumas das principais diretrizes adotadas, no entanto, são:

Antivírus

Essa é óbvia e conhecida por todos. Os dispositivos devem contar com aplicativos antivírus para detectar assim que um malware tenta invadir o sistema.

No entanto, o antivírus não tem poderes para agir sozinho o tempo todo. É fundamental que exista uma boa gestão de ativos na empresa, de forma que os responsáveis pela TI e pela segurança cibernética possam manter os equipamentos e programas atualizadas.

Essa precaução minimiza muito as vulnerabilidades e, portanto, reduz as possibilidades de ataque.

Criptografia

A criptografia é uma espécie de codificação de sistemas e arquivos, que dificultam o acesso por pessoas ou programas não autorizados.

É uma forma de proteger o armazenamento e a transação de dados entre os usuários da empresa. A assinatura digital, por exemplo, usa a criptografia para garantir a sua integridade.

Proteção a IoT

Com o crescimento dos dispositivos inteligentes, a empresa precisa prever, em sua política de segurança, métodos de assegurar o controle dos mesmos.

Para empresas que utilizam IoT no seu dia a dia, o analista de segurança cibernética deve estar atento a testes e outros métodos de prevenção de ataques.

VPN

VPN é uma forma de conexão externa à rede e funciona como um "túnel", garantindo segurança ao usuário na hora de acessar as informações e documentos confidenciais.

Backup

A empresa deve ter um processo rigoroso para backups de seus arquivos e documentos, de forma a garantir a disponibilidade dos dados mesmo em caso de alguma ameaça.

Uma alternativa para backups é contar com servidores específicos para guardar as cópias exatas e fiéis de todas as pastas e aplicações, de todos os computadores.

HDs externos também podem ser utilizados para essa função, embora exista uma maior limitação. E, de alguns anos pra cá, o armazenamento em nuvem vem ficando mais conhecido e reconhecido por sua segurança, sendo uma boa escolha.

Como se tornar um analista de segurança cibernética

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] O analista de segurança cibernética é responsável por localizar os pontos falhos das aplicações.[/caption]

Analista de segurança cibernética é uma profissão que vem sendo bastante buscada pelas empresas. Para se preparar, você encontra desde cursos online até faculdades voltadas para a área.

Separamos, abaixo, algumas informações que podem ser interessantes para você conhecer o mercado. Quem sabe pode encontrar uma oportunidade na segurança cibernética?

Cursos

Existem cursos dos mais variados tipos e níveis para quem deseja aprender mais sobre segurança cibernética. Listamos, abaixo, alguns deles:

  • Udemy: cursos online e de curta duração;

  • Educa+Brasil: graduação com título de tecnólogo em Segurança Cibernética, o curso dura, em média, 3 anos. Para graduados em cursos relacionados à Tecnologia da Informação, as faculdades também oferecem cursos de pós-graduação na área de segurança cibernética;

  • Inmetro: é isso mesmo! O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, do Governo Federal, oferece um curso técnico em segurança cibernética, voltado para jovens cursando ou formados no Ensino Médio;

  • Escola Superior de Redes: a formação é dividida em encontros presenciais e sessões online para esclarecimento de dúvidas, e tem 80 horas/aula;

  • Unifor: a Universidade Federal de Fortaleza oferece um MBA em segurança cibernética, voltado para quem já é graduado em Ciências da Computação ou áreas correlatas;

  • Fiap: online, mas com título de graduação, o curso da FIAP é chamado de Defesa Cibernética, tem nível de tecnólogo e duração de 2 anos.

Certificações

Não existem certificações específicas para a área de segurança cibernética, mas algumas certificações são desejadas por profissionais que almejam cargos mais relevantes. Lembre-se, porém, que algumas delas exigem um tempo mínimo de experiência.

Conheça as certificações mais procuradas no setor da Segurança da Informação e afins:

  • CEH: Hacker Ético Certificado

  • ECSA: Analista de Segurança Certificado pelo Conselho da CE

  • GSEC / GCIH / GCIA: Certificações de segurança GIAC

  • CISSP: Profissional certificado em Segurança de Sistemas de Informação

Responsabilidades do analista de segurança cibernética

O analista de segurança cibernética tem como principal função garantir o impedimento de ameaças. Para isso, é preciso executar uma série de testes e desenvolver aplicações que protejam os sistemas da empresa.

Algumas responsabilidades são:

  • Planejar e implementar parâmetros de segurança;

  • Criação da política de segurança para prevenir acessos não autorizados;

  • Criação de planos de contingência, para casos de invasão;

  • Monitorar continuamente os sistemas e arquivos, de forma a garantir a segurança dos dados;

  • Executar testes contra vulnerabilidades digitais;

  • Organizar auditorias para confirmar a aplicabilidade das políticas de segurança existentes;

  • Gerenciar a rede de forma a detectar, precocemente, possíveis intrusões;

  • Recomendar e implementar sistemas para gerenciamento de riscos;

  • Organizar um ambiente seguro para troca com fornecedores;

  • Treinar os profissionais da empresa em relação aos procedimentos adequados para evitar ataques cibernéticos.

Dicas de livros, filmes e séries sobre segurança cibernética

Quer continuar seus estudos sobre segurança cibernética? Separamos alguns livros e filmes que abordam o assunto e podem ajudar a contextualizar melhor a realidade de quem trabalha nessa área.

Confira:

Livros

Os livros abaixo não são, exclusivamente, sobre segurança cibernética: alguns falam da segurança da informação como um todo. Ainda assim, são uma boa fonte de estudo.

  • Contagem regressiva até zero day: o livro conta a história por trás do malware chamado Stuxnet, que ultrapassava o ambiente digital e causava destruição física dos equipamentos;

  • Certificação Security+: Da prática para o exame SY0-401: o livro, que já foi recorde de vendas, aborda temas como Segurança de Redes, Conformidade e Segurança Operacional, Ameaças e Vulnerabilidades, Segurança de Aplicações, Hosts e Dados, Controle de Acesso e Gerenciamento de Identidade, e Criptografia;

  • Certificação de Analista em Segurança Cibernética CSA+ Preparatório para o Exame COMPTIA CS0-001: o livro, apesar de ser um preparatório para a prova, também é uma boa referência para quem deseja aprofundar conhecimentos sobre segurança cibernética;

  • Chefão: Como um Hacker se apoderou do submundo bilionário do crime: o autor do livro, o ex-hacker Kevin Poulsen, é um jornalista reconhecido por suas investigações no mundo cibernético;

  • Crimes Cibernéticos: Ameaças e procedimentos de investigação: o livro apresenta o passo a passo para investigar crimes eletrônicos. Com uma linguagem simples, busca entendimento de pessoas que não tenham conhecimento na área.

Filmes e Séries

Na indústria do cinema, a segurança cibernética também tem dado o que falar. Com séries e filmes produzidas nos mais diversos países, e ganhando popularidade com a Netflix, é uma boa forma de alertar os perigos que as pessoas, usuários comuns, correm todos os dias.

  • Black Mirror: cada episódio é um conto de ficção científica que reflete o lado obscuro da tecnologia, mostrando o quanto somos vigiados e controlados por quem não imaginamos.

  • Cam: uma jovem modelo ganha seu sustento fazendo shows privados pela internet. Um dia, ela se vê substituída por um clone e não sabe se isso é obra de um hacker ou um vírus;

  • Cidadãoquatro: o documentário mostra o jornalista Glenn Greenwald em visita a Edward Snowden. A revelação de arquivos mostra um esquema de vigilância global armado pelas agências de segurança norte-americanas;

  • A senha: Swordfish: John Travolta é o líder de uma organização anti-terrorista que busca vingança contra o governo americano após ter sua operação engavetada. Para isso, ele contrata um hacker famoso;

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] A segurança cibernética, aliada com a segurança de arquivos físicos, deve ser uma prioridade na empresa.[/caption] Você já entendeu o que significa segurança cibernética e que ela deve ser uma prioridade na empresa, pois garante que suas informações estratégicas não sejam perdidas.

A equipe pode contar com profissionais especializados na área, chamados de analistas de segurança cibernética, para promover ações e testes que previnam os ataques.

Outra medida de segurança que pode ser adotada é o uso de um sistema para gerenciamento de ativos e automatização de processos do time de TI. Com ele, a empresa garante que as tarefas atendam ao SLA desejado. A plataforma Milvus é uma solução que integra ferramentas para controle de ativos, gerenciamento de chamadas e outras funcionalidades indispensáveis para uma gestão de TI e uma segurança cibernética eficaz. Faça um teste gratuito!

Para mais dicas, confira os artigos recomendados:

  • Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

  • 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz

  • Suporte de TI: O que é e como funciona esse setor

  • Melhores práticas para garantir gerenciamento de senhas eficaz

  • Entenda definitivamente o papel da TI na gestão de perdas nas empresas

 

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Veja 8 maneiras de garantir a segurança da informação da sua empresa

Felix Schultz

Com a necessidade de lidar com volumes de dados cada vez maiores, também cresce a preocupação das empresas com a segurança da informação. As situações de risco são variadas, por isso, listamos sete dos principais aspectos aos quais sua equipe de TI precisa estar atenta para evitar. Confira!

1. Mapeie e trate todas as vulnerabilidades

A primeira coisa a ser feita é detectar possíveis vulnerabilidades e criar um plano de correção. Afinal, uma infraestrutura defasada causa ineficiência e está sujeita a falhas técnicas. Há práticas de segurança para computadores, servidores, softwares e demais componentes da infraestrutura. Considerando que é impossível ter um ambiente 100% livre de ameaças, um bom plano de gestão de vulnerabilidades deve incluir:

  • preparação do processo com base em um mapeamento completo da infraestrutura de TI e das necessidades do negócio;

  • definição de responsáveis pelas diversas tarefas relacionadas à segurança de dados, sejam eles internos ou terceirizados;

  • mapeamento de todos os riscos que possam afetar a funcionalidade da infraestrutura em termos de hardware, de software e de pessoas;

  • analise de dados e priorização dos riscos a serem contidos com maior urgência;  

  • produção de relatórios que permitam acompanhar as ações e os resultados obtidos para comparação ao longo do tempo;

  • tratamento das vulnerabilidades com procedimentos bem definidos para ganhar agilidade;

  • definição de métricas que reflitam a eficiência do trabalho realizado e mostrem o que deve ser melhorado;

  • Investimento constante na capacitação da equipe para reduzir falhas humanas.

Quando há um ciclo de melhoria contínua fundamentado nessas diretrizes, é possível atuar de forma preventiva e corretiva, mitigando e controlando riscos. 

2. Crie seu Firewall Humano

Nós já temos aqui no blog um artigo específico sobre a importância do firewall humano e como implementá-lo. Basicamente, parte do treinamento do seu time deve se concentrar na conscientização sobre os riscos de um ataque cibernético e como evitá-los.  Com esse conhecimento, os próprios colaboradores terão condições de identificar eventuais ameaças, tornando-se uma camada de proteção adicional para a segurança da rede. Um programa ainda mais completo pode incluir temas relacionados à proteção de dados e LGPD.

3. Faça backups de segurança

Ter cópias de segurança dos dados importantes é uma dica óbvia, mas, por incrível que pareça, muitas empresas negligenciam esse aspecto. Base de dados precisam ter ao menos duas cópias armazenadas em locais diferentes fora do prédio da empresa.  Além disso, é importante ter um Plano de Recuperação em Desastres. Dessa forma, se houver qualquer imprevisto, é possível recuperá-los facilmente.

4. Tenha uma infraestrutura com redundância

Ter uma infraestrutura de TI com redundância significa duplicar componentes cruciais para evitar que uma falha acabe derrubando o sistema. Isso vale, por exemplo, para servidores. Em uma plataforma que trabalha com dois servidores, mesmo que um deles apresente problemas, o outro conseguirá manter os serviços em funcionamento.  A mesma lógica se aplica a bancos de dados, equipamentos de rede, fontes de energia ou qualquer outro elemento fundamental para evitar que os usuários tenham prejuízos com longos períodos de falhas técnicas.

5. Estabeleça controles de acesso

A gestão de quem pode ou não acessar o sistema e dos níveis de acesso permitidos a diferentes perfis de usuários é crucial para a segurança da informação. Os mecanismos de proteção podem ser físicos, lógicos, ou até uma mistura dos dois. Sensores de biometria e travas eletrônicas nas portas são exemplos de mecanismos físicos. Quanto aos lógicos, podemos citar firewalls e sistemas de assinatura digital.

6. Crie uma política de segurança da informação

Como todo aparato de segurança da informação precisa seguir certas diretrizes, sua empresa precisa de uma política de segurança da informação. As regras visam estabelecer boas práticas que contribuam para evitar vulnerabilidades que coloquem os dados do sistema em risco. O desenvolvimento dessa política demanda o envolvimento da área de TI com todos os demais setores da organização. Isso assegura que as demandas específicas de cada departamento serão consideradas. O documento em si tem que ser curto e objetivo, para facilitar o treinamento dos colaboradores e a aplicação das regras.

7. Use contratos de confidencialidade

Os contratos de confidencialidade são muito utilizados quando uma empresa terceiriza certas atividades e, para que elas sejam executadas, é necessário compartilhar dados. Existem três tipos básicos de acordos nesse sentido:

Unilaterais

Os contratos unilaterais são usados quando apenas uma das partes compartilha dados que precisam ser protegidos. 

Bilaterais

Nos contratos bilaterais ambas as partes trocam entre si dados que precisam de sigilo. 

Multilaterais

No contratos multilaterais ambas as partes desejam proteger o sigilo de dados, mas cada uma delas têm graus diferentes de comprometimento. Pode ser que uma delas queira proteger informações, enquanto a outra deseja manter sigilo sobre metodologias de trabalho, por exemplo.

8. Tenha métodos de gestão de riscos

Por fim, destacamos a necessidade de estabelecer métodos para gestão de riscos. Basicamente, sua empresa precisa classificar os riscos em quatro categorias:

Desconhecimento técnico

A falta de orientações sobre como operar sistemas e equipamentos é um problema a ser resolvido com capacitação constante. Por isso, é importante disponibilizar treinamentos aos usuários comuns e à própria equipe de TI para alertá-los sobre as boas práticas de segurança da informação e transformá-los em firewalls humanos.

Falhas de procedimento

Por mais que a empresa já tenha uma estrutura para gerenciar riscos, é possível que certas situações bem específicas continuem abrindo vulnerabilidades. Cabe aos gestores identificar os pontos de melhoria nos procedimentos e elaborar planos de ação para aperfeiçoá-los.

Negligência

Há situações em que, mesmo ciente dos procedimentos adequados, uma pessoa assume comportamentos de risco. Nesse caso, o caminho é investir constantemente em conscientização. Mantenha os colaboradores sempre informados sobre riscos relacionados a arquivos maliciosos e mal uso dos equipamentos.

Malícia

Também não pode ser descartada a possibilidade de atos propositais para violar a segurança da informação de uma organização. Por isso, é fundamental implementar meios para detectar ameaças e tomar atitudes sempre que uma situação de risco for percebida. Ã? claro que, para colocar em prática tudo que foi abordado aqui, sua empresa precisa ter uma metodologia de trabalho bem estruturada.  Para se aprofundar no tema, conheça os principais conceitos por trás do Gerenciamento de Serviços de TI e veja como otimizar a gestão da sua equipe!

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Firewall Humano: o que é e como proteger a sua empresa

Felix Schultz

O Firewall Humano é um recurso de defesa feito pelo usuário final bem treinado que ao observar e analisar sites e emails consegue ter a percepção de que não é seguro, atuando como camada extra de segurança. Apesar de existirem diversos mecanismos que protegem os usuários da internet de sofrerem ataques cibernéticos, o firewall humano, mesmo sendo a última linha de defesa, é de suma importância e garante uma camada extra de segurança. Por isso, é extremamente importante que haja treinamentos específicos para os funcionários, de forma que eles estejam permanentemente vigilantes a ataques. Aderindo a essa camada de proteção humana, você garante que as violações sejam barradas no último minuto, perante a possíveis falhas, falta de configuração ou atualização dos sistemas de seguranças. Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid. Mas como ocorre um ataque cibernético e quais são as formas de prevenção? O fato é que existem diversas formas de um sistema ser burlado, principalmente quando ocorrem erros no software e defeitos no sistema. Esses eventos deixam os sistemas à mercê de ataques, que só podem ser barrados com a ação da própria equipe. Mas, além disso, existem outras técnicas de ataques cibernéticos, como a de engenharia social, que ocorre quando hackers têm como alvo o usuário final, que utiliza sites ou e-mails para atrair usuários despreparados. Se você quer entender mais sobre as formas de ataques ao firewall humano e como se prevenir, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • Por que um firewall humano?

  • Como funciona um firewall humano?

  • Por que a camada humana é tão importante?

  • Como mitigar riscos de ameaças internas?

  • Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

Boa Leitura!

Por que um Firewall Humano?

Se você tem dúvidas sobre o que é firewall humano, saiba que ele é exatamente o que o nome sugere: uma camada de proteção extra realizada de forma humana pelo usuário final que foi treinado para identificar possíveis ameaças cibernéticas. O firewall atua como um dispositivo de segurança de rede que monitora as ações, tráfego de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto de regras de segurança. Por outro lado, o firewall humano atua de forma similar, mas é o próprio usuário ou funcionário de uma empresa que avalia a ameaça e decide autorizar ou negar o acesso, clicar ou não clicar em algum link, permitir ou não a navegação em uma página, entre outros. Assim, os firewalls agem com a linha de frente da defesa na segurança de rede, colocando uma barreira de acesso às redes internas ou externas, que podem ser confiáveis ou não, como a internet. Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Como funciona um firewall humano?

Afinal, como fazer com que as pessoas atuem como um firewall? Com a alta dos ataques cibernéticos, é necessário que os funcionários consigam identificar falhas na segurança, de forma a garantir que as empresas tenham um sistema confiável, estável e íntegro. Hoje educar e conscientizar os funcionários sobre como os ataques cibernéticos acontecem e como evitá-los , é um meio muito eficaz na prevenção aos ataques, mobilizando seus funcionários junto com o setor de TI e dividindo com eles a preocupação da segurança cibernética é a prática mais eficaz de combater os ataques. Afinal, todos os funcionários com acesso a e-mail ou sites na internet podem estar vulneráveis a um ataque, se não tiverem consciência sobre os riscos envolvidos em seus atos. Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. É muito importante que todos os funcionários que possuem acesso a dados e sistemas da empresa, em todos os níveis, estejam aptos a avaliar situações de risco, contribuindo para o cumprimento das regras de compliance e gestão de riscos. Estudos recentes comprovam que a maior violação de segurança ocorre quando os funcionários clicam em links de e-mails ou anexos de origens duvidosas.   Normalmente esses links implantam malware ou coletam informações confidenciais da empresa em ataques de phishing. Com os usuários e funcionários treinados, a prevenção desses ataques ocorre de maneira muito mais fácil e eficiente, pois os próprios usuários estão preparados para identificar problemas e ameaças em links, anexos ou e-mails suspeitos.

Por que a camada de proteção humana é tão importante?

Agora que já sabe o que significa firewall humano, saiba que, hoje, o principal meio de ataque dos hackers é o e-mail.   De acordo com pesquisas recentes, aproximadamente dois terços dos e-mails enviados no mundo são do tipo spam, ou seja, mensagens não solicitadas e que podem ser utilizadas com o objetivo de extrair informações sensíveis dos usuários e aplicar golpes. O e-mail mostra-se, assim, como um recorrente método utilizado em golpes via internet devido a facilidade em atrair usuários, utilizando-se de artifícios enganosos como gatilhos mentais, falsas promoções e prêmios de sorteio.   Dessa forma, os usuários de redes internas e externas devem estar preparados para enfrentar ameaças recorrentes, evitando comprometer dados sensíveis e sigilosos. Um funcionário de uma empresa, por exemplo, deve ser capaz de identificar a existência de sinais que indiquem armadilhas em e-mails e sites duvidosos, contribuindo, assim, com a proteção do sistema de segurança da empresa como um todo. Leia também: Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa. E sabe por que enganar um humano ao invés de uma máquina é mais fácil? Porque as pessoas são o elo mais facilmente influenciável em um sistema de segurança, pois são movidas por sentimentos e emoções.  Esta natureza humana proporciona um canal de entrada para ataques que utilizam a técnica de engenharia social, a qual tem como foco a falha e falta de preparo humano sobre ambientes cibernéticos para aplicar golpes e permitir invasões.

Engenharia Social

A engenharia social é uma forma de ataque cibernético que objetiva enganar e induzir usuários a erros, criando armadilhas para persuadi-los a tomar ações pré-determinadas e que comprometam a segurança das informações pessoais ou corporativas.  É um tipo de engenharia que atua diretamente com estratégias de ataque à consciência e inteligência humana, explorando suas falhas para cometer crimes.

Como mitigar riscos de ameaças internas?

A ameaça interna, no ambiente corporativo, está diretamente ligada aos funcionários da empresa, podendo representar um risco significativo à segurança das redes compartilhadas.   Isso porque é muito fácil que ocorram falhas e acidentes de navegação em ambientes cibernéticos, bem como não se pode negar a existência de funcionários mal intencionados que causem este tipo de problema. Porém, de acordo com dados de pesquisas recentes, 38% dos ataques são causados pelos ataques de phishing, 21% são causados pelo spear phishing, 16% pelas senhas ruins e 7% pela navegação em sites suspeitos. Isso mesmo, a porta de entrada dos criminosos pode ser diversa, desde um simples link, baixar um arquivo suspeito ou descobrir o uso de senhas padronizadas. Por isso, é importante mitigar as ameaças internas, não aceitar comportamentos imprudentes e negligentes, violação de dados, entre outros.   Principalmente em situação de pandemia, momento em que cresce o número de usuários trabalhando em redes externas e também eleva-se o número de tentativas de golpes pela internet. Leia também: Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos.


Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

O treinamento da conscientização de segurança é a melhor forma de criar um firewall humano? Não importa o quão bons sejam seus passos de prevenção, as violações do sistema são inevitáveis. Por isso, é fundamental que exista uma educação dos usuários, de forma a reduzir o perigo. O treinamento de controle de incidentes é muito eficiente para melhorar a segurança da sua empresa ou organização, e deve prever diversas etapas como:

  • Treinamento dos usuários sobre as noções básicas de segurança cibernética;

  • Treinamento dos usuários sobre como identificar e lidar com ataques de phishing;

  • Implementação de um sistema de relatórios para e-mails suspeitos de phishing;

  • Atualizações frequentes para manter os conhecimentos sempre em evidência;

  • Testagens, para identificação de possíveis falhas no treinamento ou na consciência dos seus usuários.

Os melhores programas de treinamento focam em garantir a educação do usuário e reduzir o número de cliques em e-mails de phishing. A boa educação pode reduzir significativamente os ataques, mas não evitará 100% deles. A ocorrência de falhas é comum em todos os tipos de sistemas, pois sempre haverá usuários negligentes e apressados. Além de um treinamento apropriado, voltado a garantir a segurança do sistema, é muito importante definir uma política de governança que contemple regras e normas bem definidas sobre o uso de ambientes virtuais.  Revise sua política regularmente e compartilhe com seus funcionários para que possam seguir as melhores práticas. Confira uma série de exemplo de comportamento de firewall humano a seguir:

  • Não abrir anexos ou clicar em links de fontes desconhecidas;

  • Não usar unidades USB em computadores de escritório;

  • Política de gerenciamento de senhas (sem reutilização de senhas, sem post-its em telas como lembrete de senhas);

  • Política sobre o acesso ao Wifi;

  • entre outras.

É muito importante, também, desenvolver procedimentos padrões no departamento de TI, como:

  • Bloqueio de sites conhecido por espalhar ransomware;

  • Patches de software e arquivos de assinatura de vírus atualizados;

  • Varreduras de vulnerabilidade e autoavaliação do sistema;

  • Testes regulares de penetração no Wifi e outras redes;

  • Proteção contra falsificação de domínio;

  • Regras do sistema de detecção de invasões que sinalizem e-mails com extensões semelhantes aos e-mails da empresa.

Portanto, o firewall humano é uma parte essencial na defesa contra ataques cibernéticos e invasores de qualquer tipo. Quando as forças trabalham unidas, podem identificar ameaças e evitar violações de dados ou mitigar danos permanentes. Unir a tecnologia com o firewall humano é a melhor solução.

Conclusão

A capacidade de um ataque virtual é muito maior do que imaginamos e engloba diversas variáveis, como se fosse a montagem de um quebra-cabeças. Qualquer ação, clique errado ou entrada em uma página não segura, pode abrir portas para que os criminosos acessem seu sistema e suas informações, causando problemas devastadores. É sempre importante lembrar que o ser humano pode ser tanto ou até mais inteligente que uma máquina, pois possui diversas percepções e análises críticas do meio. Sendo assim, é mais difícil passar por uma pessoa preparada para enfrentar este tipo de ameaça. Descubra qual é o nível de segurança de seus colaboradores e saiba como proteger sua empresa com o Milvus. Além de entender o firewall humano significado e fortalecê-lo internamente, é sempre bom trabalhar com um sistema de TI eficiente.   Com o HelpDesk Inteligente Milvus você otimiza os processos de rotina do seu time, permitindo que os profissionais foquem no que é mais valioso para o seu negócio: suas informações. Faça um teste gratuito e conheça todas as funcionalidades! Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Suporte ao cliente via e-mail: evite erros e melhore o seu atendimento.

  • WhatsApp Web para Empresas: aumente seus resultados com essa funcionalidade.

  • Zabbix: monitoramento de rede integrado ao Milvus.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho

  • Como manter as vendas de serviços de TI: 15 dicas para enfrentar a crise.

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Entenda As Diferenças Entre Gestão De Riscos E Compliance

Felix Schultz

Gestão de riscos e compliance são atividades que fazem parte de uma boa Governança Corporativa, e visam beneficiar as organizações na prevenção de ameaças legais e segurança dos ativos.  Como você pode imaginar, o setor de TI tem uma grande responsabilidade nesse setor, já que cabe a ele o controle da rede e a segurança das informações e arquivos estratégicos ao negócio.  Leia também: Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa! Por isso, profissionais especializados no assunto estão sendo cada vez mais procurados (e recompensados) no mercado.  Para você entender o que é gestão de riscos e compliance, e saber como aplicar essas atividades na sua rotina operacional, em especial no setor de TI, continue sua leitura. Neste artigo, vamos abordar: 

  • O que é gestão de riscos e compliance

  • Importância da compliance e gestão de riscos

  • Fatores de riscos de compliance

  • Gestão de risco e compliance nas empresas de TI

  • Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Boa leitura!

O que é compliance?

O termo, em inglês, vem da ação “to comply", que significa realizar uma ação em conformidade com as regras.  Dessa forma, podemos entender que compliance é um método que visa controlar as atividades e decisões, de forma que elas estejam de acordo com as legislações vigentes, ou, ainda, com a política de segurança e código de ética da empresa.  Se tornou uma atividade de extrema importância, especialmente depois de tantos escândalos organizacionais presenciados no Brasil, que trouxeram à tona irregularidades, fraudes e corrupção, tanto nas organizações privadas quanto públicas. A partir de então, gestores passaram a se preocupar mais, já que eles também respondem em casos processuais, estando cientes ou não da ação ilegal. [caption id="attachment_6004" align="alignnone" width="1200"] Compliance e gestão de riscos são atividades que fazem parte da Governança Corporativa.[/caption]

O que é gestão de riscos?

Para entender o que é gestão de riscos é preciso, antes de mais nada, entender o que são considerados “riscos".  Risco é toda e qualquer atividade ou influência, interna ou externa, que possa prejudicar os resultados da empresa, sejam eles operacionais ou financeiros.  É fato que empresas de qualquer setor enfrentam incertezas no seu mercado. Essas imprevisibilidades, aliadas à uma gestão enfraquecida, podem causar danos irreparáveis à organização. Assim, a gestão de riscos é uma metodologia que estabelece estratégias para reduzir as possibilidades de perdas, enfrentar os riscos de uma forma mais controlada e equilibrar as metas da empresa com os possíveis desafios a serem superados.  É, também, responsabilidade da gestão de riscos criar políticas ou ferramentas que permitam tratar as falhas encontradas com rapidez, minimizando os danos. 

Qual O Status Do Compliance No Brasil?

O cenário do compliance no Brasil é dinâmico, centrado em regulamentações extensas que abrangem áreas como proteção de dados, segurança da informação e setores específicos, como saúde e financeiro. O destaque fica por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), refletindo o crescente foco na privacidade.

Assim, hoje, a legislação brasileira conta com a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para supervisão. O compliance enfrenta desafios, incluindo a adaptação à LGPD, mas há avanços com a conscientização crescente e investimentos em tecnologias de gestão.

A gestão de TI é fundamental, utilizando tecnologias para segurança, sistemas de gestão de conformidade e monitoramento contínuo. A não conformidade pode resultar em penalidades severas e danos à reputação. Assim, a conformidade vai além da obrigação legal, sendo crucial para a confiança dos clientes e parceiros.

Importância da compliance e gestão de riscos

Embora sejam conceitos diferentes, você já percebeu que tanto a gestão de compliance quanto a de riscos têm um objetivo em comum: reduzir os prejuízos da empresa.  Seja por riscos e fatores externos, seja por atividades corruptas dentro da empresa, ambas metodologias são fundamentais para garantir a idoneidade e integridade da marca.  Unir as duas ferramentas é uma forma de gerar vantagem competitiva e mais valor ao seu negócio. Até porque, elas podem ser complementares. Uma abordagem integrada da gestão de riscos e compliance traz transparência às relações, melhora a comunicação interna e externa, permite que a empresa saia à frente em um mercado competitivo e aumenta, inclusive, a produtividade. Isso porque as atividades permitem a rápida identificação dos custos, pontos de melhoria e padronização de processos, promovendo benefícios como redução de despesas, melhora nos indicadores de desempenho e implementação de uma cultura sólida aos profissionais.

 

Leia também: Quais são as métricas mais importantes de TI?

Fatores de riscos de compliance

[caption id="attachment_6003" align="alignnone" width="1200"] A compliance deve lidar com o atendimento às legislações de segurança, trabalhista, do consumidor e de proteção aos dados individuais.[/caption] O objetivo da compliance é estabelecer um mercado justo e competitivo, garantindo que as empresas tenham oportunidades similares para conquistar o seu espaço. Assim, impede (ou deveria impedir) as fraudes, manipulações e atividades corruptivas. Dessa forma, o gestor deve conhecer os riscos aos quais sua empresa pode estar exposta, já que, em caso de inconformidades, as penalizações são altas (e não só financeiramente!).  Confira, abaixo, quais são os riscos de compliance:

Risco de segurança no trabalho

Independente do setor da sua empresa, você deve estar atento às normas de segurança do trabalho, oportunizando um ambiente seguro e adequado para a execução das funções. Se você pensa que este tipo de coisa só se aplica para chão de fábrica de indústrias, ou na construção civil, está enganado: mesmo as empresas que atuam exclusivamente em escritórios (ou até home office!), devem se preocupar com o ambiente. Ergonomia, por exemplo, é um fator importante para o desempenho de funções administrativas. 

Risco de corrupção

A corrupção é um dos principais exemplos de riscos de compliance, talvez por terem tantos escândalos como motivador da implementação da compliance nas empresas. Estabelecer políticas de comportamento, com Códigos de Ética claros, é uma forma de limitar as possibilidades de corrupção dentro da empresa. E não pense que, quando falamos em corrupção, estamos falando em desvios de grandes montantes de dinheiro. Algumas ações podem ser consideradas inofensivas, mas estabelecem relações corruptivas que podem ser questionadas em algum momento. Por exemplo: 

  • Aceitar presentes de fornecedores, em troca de privilégios na hora de contratações;

  • Superfaturar uma nota fiscal; 

  • Aceitar propinas de fornecedores;

  • Manipular orçamentos em uma concorrência, em prol de um parceiro; 

  • Divulgar informações confidenciais;

  • Entre outras.

Risco de qualidade

A compliance deve se preocupar com a qualidade do produto, já que leis de proteção ao consumidor devem ser cumpridas. Com a tecnologia e a ampla oferta de produtos, onde o consumidor pode comprar o que deseja em lojas de qualquer lugar do mundo, literalmente, é fundamental que a empresa esteja atenta à qualidade de suas mercadorias e serviços.  Falhar no atendimento ao cliente gera um grande prejuízo para a imagem da empresa, além de acabar impactando, também, em prejuízos financeiros. 

Risco trabalhistas

Os riscos trabalhistas também são importantes para a empresa e podem gerar impactos negativos, tanto para a imagem quanto para o bolso.  Cumprir as legislações vigentes e manter em dia as obrigações trabalhistas deve ser parte da cultura e da rotina operacional de qualquer empresa, seja o modelo de contratação que for. 

Risco de ativos

Por fim, mas não menos importante (ao contrário), temos os riscos aos ativos da empresa. Aqui, envolvem riscos de segurança da informação, especialmente os referentes à invasão e acesso aos dados pessoais de funcionários, fornecedores e clientes. Com a LGPD quase em vigor, é crucial que a empresa adote medidas de controle de segurança de seus dados, incluindo monitoramento de rede, segurança de computadores e cuidado a todos os dispositivos conectados (IoT). Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques.

Exemplos De Riscos De Compliance

No âmbito da gestão de TI, os riscos de compliance referem-se à possibilidade de não estar em conformidade com normas, leis e regulamentos estabelecidos. Alguns exemplos ilustram esses desafios.

  1. Proteção de Dados Pessoais: Com a crescente regulamentação em torno da privacidade, falhas na proteção de dados pessoais podem resultar em penalidades substanciais, como as impostas pelo GDPR na União Europeia.

  2. Segurança Cibernética: Não cumprir com padrões de segurança cibernética pode expor a empresa a ameaças como violações de dados e ataques maliciosos, levando a repercussões legais.

  3. Normas do Setor: Cada setor pode ter regulamentações específicas. Por exemplo, instituições financeiras precisam seguir normas rigorosas para prevenir lavagem de dinheiro e fraudes.

  4. Governança de TI: Não cumprir com práticas adequadas de governança de TI pode resultar em falta de transparência, o que pode ser problemático, especialmente para empresas públicas.

  5. Acessibilidade: Em algumas jurisdições, garantir a acessibilidade digital é uma exigência legal. Ignorar isso pode resultar em discriminação e questões legais.

  6. Licenciamento de Software: Uso inadequado ou não autorizado de software pode levar a questões de licenciamento e litígios legais.

  7. Segurança da Informação: A falta de proteção adequada das informações sensíveis pode resultar em violações de confidencialidade, afetando a reputação e acarretando multas.

  8. Compliance Contratual: Não cumprir com cláusulas contratuais relacionadas a serviços de TI pode resultar em litígios contratuais e impactar negativamente a reputação da empresa.

Como Mapear Riscos De Compliance?

Mapear riscos de compliance na gestão de TI é um processo fundamental para assegurar que a organização opere dentro dos padrões legais e regulatórios. Sendo assim, inicialmente, é crucial identificar todas as leis, normas e regulamentos aplicáveis à área de TI. Isso pode incluir regulamentações sobre proteção de dados, padrões de segurança cibernética e leis específicas do setor. A seguir, deve-se realizar uma análise detalhada das operações de TI para identificar onde essas regulamentações se aplicam e onde podem existir lacunas na conformidade.

A avaliação dos riscos é o próximo passo. Aqui, a equipe de TI, junto com especialistas em compliance, avalia a probabilidade e o impacto potencial de não cumprir com as normas identificadas. Isso pode envolver a análise de processos internos, sistemas e dados para identificar vulnerabilidades.

Depois, é importante desenvolver um plano de ação. Ele deve abordar como a organização mitigará os riscos identificados, seja com ajustes na política interna, adoção de novas tecnologias de segurança, treinamento de funcionários ou outras medidas.

Por fim, o mapeamento de riscos de compliance deve ser um processo contínuo, afinal, as leis e regulamentos estão em constante mudança, assim como as tecnologias e práticas empresariais. Por isso, é essencial revisar e atualizar regularmente a avaliação de riscos para garantir a conformidade contínua.

Principais Diferença Entre Gestão De Riscos E Compliance

Enquanto a gestão de riscos foca na identificação, avaliação e mitigação de riscos potenciais que podem impactar a organização, o compliance se concentra em garantir que a empresa esteja seguindo as leis, regulamentações e normas internas. A gestão de riscos é mais abrangente e proativa, buscando prever e gerenciar riscos antes que eles se concretizem, enquanto o compliance é mais reativo e focado na adesão a critérios estabelecidos.

Como A Integração Dessas Áreas Beneficia As Empresas?

A integração entre gestão de riscos e compliance traz benefícios significativos. Ela permite uma visão holística dos desafios e oportunidades, facilitando uma abordagem mais estratégica e eficaz na mitigação de riscos. Dessa forma, ajuda na identificação precoce de possíveis não conformidades e na implementação de medidas preventivas, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional. Além disso, fortalece a reputação da empresa e a confiança dos stakeholders, ao demonstrar um compromisso claro com a governança corporativa e a responsabilidade legal.

Gestão de riscos e compliance nas empresas de TI

[caption id="attachment_6005" align="alignnone" width="1200"] O setor de TI tem um papel fundamental na compliance e gestão de riscos.[/caption] Como vimos, a segurança aos ativos é um dos riscos de compliance e merece toda atenção. Por isso, o setor de TI é fundamental no exercício dessa atividade.  A partir do momento em que a empresa possui um departamento de TI, ou uma empresa de consultoria de TI, deve contar com esses profissionais para tomar ações de segurança e gestão de riscos.  Para isso, é preciso: 

Educar os colaboradores

No campo das ameaças digitais, é fato que o desconhecimento do usuário é o maior vilão da história.  Pessoas desatentas podem abrir, clicar e reenviar e-mails infectados, por exemplo, espalhando um malware por todos os computadores da empresa e colocando em risco arquivos, dispositivos e informações pessoais.  Por isso, antes de mais nada, eduque seus profissionais. Deixe claro os riscos existentes, o que devem fazer caso encontrem uma ameaça e, principalmente, o que não devem fazer. Não é por maldade, mas muitas vezes o profissional pode acabar acessando a rede da empresa a partir de um dispositivo não seguro (como um computador pessoal), colocando em risco todo o seu negócio.

Criar uma política de Compliance

Uma política de compliance, assim como um código de ética e um canal de denúncias, são importantes para documentar todas as atitudes esperadas por parte do colaborador. Nestes documentos, também podem estar determinados responsáveis por agir em caso de alguma inconformidade, ações corretivas e até outras atividades de segurança, como formatação total de servidores. O Canal de Denúncias é complementar e serve como ferramenta para que as pessoas possam comunicar qualquer atividade fraudulenta ou que vá contra as diretrizes estabelecidas pela gestão de riscos e compliance. 

Determinar planos de ações corretivas

Ter um plano de contingência é essencial para que os profissionais do setor de TI saibam o que fazer em caso de ameaça.  Assim, os riscos podem ser minimizados ou até eliminados rapidamente, reduzindo consideravelmente os prejuízos do negócio.

Utilizar análise de dados para detecção de ameaças

Uma das responsabilidades do profissional de gestão de riscos e compliance é antecipar possíveis ameaças. Isso significa que ele deve ser capaz de analisar as vulnerabilidades, acompanhar os processos da empresa e observar os pontos de maior risco. Mas nada disso precisa ser feito com base no achismo. Aliás, nem recomendamos que seja. Contar com relatórios de dados é importante para que o profissional use a análise de dados na identificação de padrões ou riscos. 

Facilitar a comunicação de incidentes

Outro ponto importante na implementação da gestão de riscos e compliance na empresa é facilitar a comunicação para casos de incidentes. Já falamos, acima, do Canal de Denúncias. Mas não é a única forma de alertar os profissionais responsáveis.  Leia também: 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz No caso do setor de TI, um sistema de helpdesk pode ser extremamente funcional para comunicar possíveis ameaças ou problemas encontrados.  Com as funcionalidades certas, a ferramenta pode agilizar o atendimento e a resolução da ameaça “ muitas vezes, sem que o responsável técnico precise se deslocar.

Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Como falamos, a análise de dados e o uso de um sistema para facilitar a comunicação de incidentes são ferramentas fundamentais para o exercício da gestão de riscos e compliance. Por isso, queremos apresentar o Milvus, um sistema para gestão de TI que tem todas as funcionalidades que você precisa para garantir a segurança e o gerenciamento dos ativos de sua empresa.  Além disso, Milvus conta com um sistema de controle de chamados, onde você pode priorizar as demandas e evitar que ameaças importantes caiam no esquecimento. Leia também: SLA: o que é e para que serve o Service Level Agreement?  A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem necessidade de ampliar a sua estrutura física ou de pessoal. Presente em 6 países e com mais de 25.500 empresas atendidas, a plataforma Milvus é ideal para você profissionalizar e otimizar as atividades da sua equipe de TI. Conheça as principais ferramentas: 

  • Gestão de Ativos dos dispositivos de TI: o Inventário inteligente do Milvus garante uma Gestão de Ativos de TI 100% organizada e eficiente, oferecendo o controle total de todo o parque de dispositivos da empresa, otimizando as ações da equipe de suporte técnico durante as rotinas de atendimento;

  • Sistema de HelpDesk inteligente: com a ferramenta HelpDesk Milvus você centralizada os tickets, tendo o controle de SLAS, organizando por ordem de prioridade, criando um fluxo de trabalhado e otimizando o tempo da equipe, o que pode gerar um aumento de até 80% no nível de produtividade.

Conheça todas as funcionalidades do Milvus. Faça um teste gratuito por 7 dias!

Conclusão

[caption id="attachment_6006" align="alignnone" width="1200"] Gestão de riscos e compliance são temas cada vez mais frequentes entre os profissionais do setor de TI.[/caption] Gestão de riscos e compliance são atividades importantes para empresas de qualquer segmento e todos os portes.  No que diz respeito à área de TI, são igualmente fundamentais, especialmente em tempos em que se fala tanto em segurança da informação e proteção dos dados individuais.  Contar com um sistema de gestão de TI otimiza as rotinas operacionais, facilita a comunicação interpessoal e melhora o controle das ocorrências, reduzindo potenciais prejuízos e ameaças à empresa. Conheça o Milvus! Para outras dicas sobre governança, segurança e gestão de ativos, confira os artigos que separamos para você:

  • Gerenciamento de Incidentes “ Como ter certeza de que nenhum ticket caia no esquecimento

  • Gestão de ativos de TI: da complexidade à inovação

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Governança de TI: O que é e para o que serve? (+ Bônus)

  • Entenda como os ataques ransomware podem prejudicar a sua empresa

Obrigado por ler até aqui! 

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Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos

Felix Schultz

Segurança no home office é fundamental para empresas que adotaram esse modelo de trabalho e precisam garantir a confiabilidade e disponibilidade de suas informações, arquivos e dados estratégicos.  Com a pandemia do coronavírus presente e mudando o nosso dia a dia no trabalho, muitos funcionários se viram trabalhando em formato home office, modalidade de trabalho que permitiu que muitos negócios continuassem funcionando. Esse formato tem seus benefícios, mas tem seus cuidados específicos também, principalmente em relação a segurança da informação. E é sobre eles que vamos falar nesse artigo. Leia também: post novo home office Seja você um funcionário acessando dados da empresa através da sua conexão de casa ou um gerente se vendo na posição de liberar esse acesso aos colaboradores, você deve estar pensando: A maneira que estou trabalhando é segura? Minha conexão está protegida o suficiente? Devo liberar os computadores da minha empresa? Como posso ter certeza da segurança da minha conexão? De que maneira posso facilitar esse processo? O fornecimento de acesso remoto seguro pode trazer várias questões que são novidades para todos. Neste artigo, trazemos algumas respostas que vão ajudá-lo a tomar decisões em relação à segurança no home office. Confira:

  • A segurança no home office e os novos hábitos

  • Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

  • Criptografia, sua maior aliada

  • Como ter proteção no trabalho em casa

  • Meus dados foram comprometidos! E agora?

  • Estabeleça um política de segurança no home office

Boa leitura!

A segurança no home office e os novos hábitos

[caption id="attachment_5991" align="alignnone" width="1144"] O modelo de trabalho home office traz diversos desafios, incluindo a segurança.[/caption] A segurança no home office é apenas um dos cuidados e desafios que se apresentam neste novo modelo de trabalho.  A essa altura do ano, todos já devem estar acostumados com o básico do trabalho home office, mas não custa repassarmos, já que bons hábitos puxam outros e facilitam na mudança de comportamento como um todo.  Procure um lugar em casa em que você se sinta confortável para trabalhar. Um ambiente de trabalho ergonômico, com facilidade de acesso a tudo o que você precisa. Trazer o escritório para casa pode mexer com seus horários de trabalho, então defina limites: hora de começar e hora de terminar.  Esses limites também devem ser territoriais: caso você esteja trabalhando com a família e filhos em casa, sabe como é importante estabelecer regras básicas de conduta para que ninguém atrapalhe quem está em serviço. Caso você não tenha um cômodo para servir de escritório, esses limites podem ficar mais complicados, mas o diálogo é a principaferramenta a ser utilizada nesse momento.  A família tem que entender que tornou-se sua colega de trabalho, e você tem que entender que eles continuam sendo família! Estabelecer uma rotina também é essencial para que você não gaste sua energia trabalhando demais ou atrapalhe o seu rendimento trabalhando de menos.  Os dois casos trazem mais preocupações, e você sabe que quando estamos com a cabeça cheia podemos deixar passar certas coisas, como os próprios cuidados com a segurança no home office, pauta deste artigo.

Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

Estabelecer limites também é essencial para começar a praticar os hábitos de segurança que vão lhe permitir trabalhar de maneira mais efetiva.  Ã? recomendável que a máquina que você esteja usando para trabalhar seja de uso exclusivo para este fim, impedindo o vazamento de dados ou acesso a páginas que podem prejudicar o seu computador. Caso você não esteja usando um computador exclusivamente para o trabalho, existem algumas medidas que você deve tomar para garantir a segurança da informação. Caso você esteja acessando arquivos sigilosos ou fazendo uma reunião online, é importante garantir que ninguém mais tenha acesso a isso.  E não estamos falando apenas da sua família entrando na chamada de vídeo com o seu chefe: imagine que você tenha que ficar longe do computador por alguns minutos e deixe na tela dados pessoais de alguém?  Existem algumas formas de prevenir este tipo de problema. Filtros de privacidade podem ser instalados no seu monitor, oferecendo uma visão clara da parte frontal da tela e bloqueio eficaz da visualização dos lados.  Este filtro impede que outras pessoas fora do ângulo de visão de 60 graus vejam o que está na tela do seu notebook, sem bloquear sua própria visualização, protegendo o seu trabalho. Caso você tenha que levantar várias vezes durante o dia, outra opção é ativar o bloqueio da tela depois de um curto período.  Aí você pode resolver o que for preciso longe do computador sabendo que depois do tempo selecionado ninguém mais vai ter acesso a ele, apenas com a senha que você colocou. Para fazer as chamadas de vídeo, utilize aplicativos que você confia e que possuam recursos avançados de segurança contra vazamento de dados. Converse com a equipe de suporte de TI da sua empresa para saber qual é a opção mais segura.  Por fim, prefira aplicativos que não estejam ligados ao seu celular, para evitar que ligações durante a chamada de vídeo atrapalhem a reunião.

Criptografia, sua maior aliada

[caption id="attachment_5992" align="alignnone" width="1135"] Criptografia é uma prática que melhora a segurança no home office.[/caption] Em se tratando de segurança no home office, a criptografia é a sua maior aliada.  Criptografia é uma forma de impedir que pessoas não autorizadas acessem mensagens privadas, através da construção e análise de protocolos de segurança.  Entender e usar essa prática faz parte de todos os processos de segurança modernos, e no home office não é diferente. O uso de VPNs é a principal ferramenta para garantir a segurança cibernética no acesso remoto.  VPN, sigla em inglês para Virtual Private Network (rede privada virtual), é uma tecnologia que liga dois ou mais computadores através de uma conexão particular, segura e criptografada. O VPN pode conectar o computador do seu home office ao servidor da empresa, permitindo o uso das ferramentas e dos dados necessários para trabalhar com segurança e tranquilidade.  Para acessar esse canal do computador de casa, o colaborador deve utilizar um nome de usuário, senha e, de preferência, um segundo fator de autenticação, criando assim um túnel seguro entre as duas máquinas.  A criptografia também pode ser utilizada na conexão wi-fi da sua casa. Confira se a sua rede wi-fi doméstica está protegida: todos os roteadores residenciais atualmente dão suporte à criptografia.  Busque pela WPA-2, versão mais moderna da tecnologia em criptografia e obrigatória em todos os dispositivos fabricados depois de 2006. Por fim, você pode criptografar também os dados que estão salvos no seu computador, garantindo que eles não sejam acessados mesmo em caso de roubo do equipamento.  PCs e MacBooks tem essa opção. O único lado negativo é que manter os dados constantemente criptografados afeta o desempenho da máquina. Por isso, conheça bem o seu computador antes de optar por ela!

Como ter proteção no trabalho em casa

[caption id="attachment_5993" align="alignnone" width="1161"] Cuidados como trocar as senhas constantemente devem ser tomados para garantir a segurança no home office.[/caption] Além de criptografar a sua conexão com a internet, mudar a senha do roteador constantemente é uma maneira de garantir segurança da sua informação.  Essa prática deve ser um costume, você trabalhando em formato home office ou não. A troca pode ser feita através da internet ou de um aplicativo, dependendo o modelo do seu roteador. As senhas de login que você usa na internet também podem ser uma porta de entrada para possíveis ataques. Troque de tempo em tempo a sua senha do e-mail e acesso às redes sociais para reduzir essa vulnerabilidade.  Lembre-se, também de sempre utilizar senhas fortes e de 12 dígitos, mesclando números, letras e símbolos. Na hora de anotar elas, não coloque em um papel ou em um documento no próprio computador. Utilize programas como LastPass e o 1Password, gerenciadores de senhas com versões para computador, navegador e aplicativo de celular.   Evite o uso de pendrives e HDs externos.  Antivírus podem ajudar, escaneando as unidades físicas no momento em que você inserir elas no seu computador, mas a melhor alternativa é sempre preferir o acesso a arquivos por um caminho que esteja protegido, como a conexão protegida em VPN com a sua empresa.

Atualização, sempre!

Seja qual for a máquina que você está usando, de uso pessoal ou da sua empresa, é importante manter os aplicativos sempre atualizados, para evitar brechas que possam colocar em risco a segurança no home office. Mantenha ativada as atualizações automáticas do seu sistema, para que as versões dos aplicativos presentes na sua máquina sejam as protegidas contra os últimos vírus e malwares que podem atacar o seu computador. Leia também: Aprenda a se proteger dos ataques de ransomware. Além dos softwares de trabalho, o antivírus é outro aplicativo que deve estar sempre atualizado, já que ele é a principal defesa contra as ameaças externas. Converse com a TI para saber como escolher o antivírus ideal para seus funcionários. Outra opção que pode garantir a proteção dos seus dados é o uso de máquinas virtuais.  A tecnologia de virtualização oferecida por aplicativos especializados isolam as ações realizadas dentro de um ambiente protegido e evitam que malwares instalados na máquina entrem em contato com os documentos de trabalho. Um sistema para otimizar a gestão de ativos pode auxiliar no controle e na segurança dos seus computadores. Conheça o Milvus!

Meus dados foram comprometidos! E agora?

A primeira atitude a ser tomada ao suspeitar que seus dados tenham sido comprometidos é avisar a equipe de TI da sua empresa, para que eles possam agir rapidamente. Um sistema de abertura de chamados é ideal para garantir essa comunicação de forma eficaz. Além da atualização e fortalecimento das senhas que falamos antes, procure utilizar a autenticação multifator em duas fases, que lhe garante mais segurança.  Você pode configurar para que qualquer acesso precise de uma segunda senha enviada diretamente para o seu celular, por exemplo, ganhando tempo para você. Outra opção de segurança é utilizar sempre que possível a versão web dos aplicativos, para que os seus arquivos não estejam disponíveis tão facilmente no computador no caso de uma brecha de segurança, precisando de mais um acesso. Muitos aplicativos web, por sua vez, possuem a opção de backup automático na nuvem, que também pode contar com uma autenticação multifator. São várias dificuldades que você pode colocar no caminho de quem estiver atrás dos seus dados. O MIlvus é um sistema de gestão de TI e abertura de chamados que conta com diversas funcionalidades para acessar os tickets abertos, priorizar os atendimentos mais urgentes, acessar de forma remota (e segura) o computador afetado. Dessa forma, você conta com agilidade na resolução de possíveis ataques, além de automatizar os processos da TI e melhorar a performance do time, que pode focar na prevenção e na segurança de todos os funcionários em home office.

Estabeleça um política de segurança no home office

Existem algumas atitudes que pode ser tomadas de antemão para garantirem uma boa prática e segurança no trabalho home office. São atitudes que englobam gestores e colaboradores e tem a ver com o comportamento esperado de cada lado. A política de segurança referente aos cuidados com os dados no trabalho remoto deve estar formalizada e clara para ambos os lados, funcionários e gerentes.  Essa política deve deixar claro o que é de responsabilidade de cada um, quais são as ações de segurança que devem ser tomadas e os protocolos de contingência, caso aconteça alguma coisa. Essa gestão de responsabilidades também pode definir quem deve cuidar dos backups, quem é o responsável por liberar acessos, quem deve ser avisado em caso de problemas e toda a miríade de casos novos que podem surgir nesse formato novo de trabalho. Ter um compromisso e um diálogo claro também ajuda a conscientizar os empregados a respeito dos cuidados que eles precisam ter ao acessarem os dados da empresa de forma remota.  Um monitoramento de rede realizado pela empresa nos computadores que estão em acesso remoto também pode fazer parte dessa política de segurança.   

Conclusão

Estamos passando por um período de novidade para todos nós, mas muitos dos cuidados citados aqui são benéficos, seja qual for o formato de trabalho escolhido. E, mesmo que para muitos o home office seja novidade, muitas empresas estão considerando a opção remota como algo que vai ficar. Então, mantenha o diálogo aberto com a empresa caso essa opção seja interessante para você! Caso você tenha dúvidas de qual é a melhor maneira de agir em relação a segurança dos seus dados, coloque esse assunto em pauta também. O momento é de transformação, e onde isso acontece, a tecnologia está sempre presente. Conte com um sistema para melhorar a performance do seu time de TI e garantir a segurança no home office. Faça um teste gratuito do Milvus e conheça todas as ferramentas! Para outras dicas, continue sua leitura com estes artigos que recomendamos: 

  • Como reduzir custos com a gestão de TI de forma eficiente?

  • Entenda a importância da mobilidade corporativa para sua empresa!

  • Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI

  • Agente Helpdesk Milvus “ O que é e quais são os seus recursos

  • Você sabe como ter uma equipe de TI proativa ? Entenda aqui!

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Veja 8 maneiras de garantir a segurança da informação da sua empresa

Felix Schultz

Com a necessidade de lidar com volumes de dados cada vez maiores, também cresce a preocupação das empresas com a segurança da informação. As situações de risco são variadas, por isso, listamos sete dos principais aspectos aos quais sua equipe de TI precisa estar atenta para evitar. Confira!

1. Mapeie e trate todas as vulnerabilidades

A primeira coisa a ser feita é detectar possíveis vulnerabilidades e criar um plano de correção. Afinal, uma infraestrutura defasada causa ineficiência e está sujeita a falhas técnicas. Há práticas de segurança para computadores, servidores, softwares e demais componentes da infraestrutura. Considerando que é impossível ter um ambiente 100% livre de ameaças, um bom plano de gestão de vulnerabilidades deve incluir:

  • preparação do processo com base em um mapeamento completo da infraestrutura de TI e das necessidades do negócio;

  • definição de responsáveis pelas diversas tarefas relacionadas à segurança de dados, sejam eles internos ou terceirizados;

  • mapeamento de todos os riscos que possam afetar a funcionalidade da infraestrutura em termos de hardware, de software e de pessoas;

  • analise de dados e priorização dos riscos a serem contidos com maior urgência;  

  • produção de relatórios que permitam acompanhar as ações e os resultados obtidos para comparação ao longo do tempo;

  • tratamento das vulnerabilidades com procedimentos bem definidos para ganhar agilidade;

  • definição de métricas que reflitam a eficiência do trabalho realizado e mostrem o que deve ser melhorado;

  • Investimento constante na capacitação da equipe para reduzir falhas humanas.

Quando há um ciclo de melhoria contínua fundamentado nessas diretrizes, é possível atuar de forma preventiva e corretiva, mitigando e controlando riscos. 

2. Crie seu Firewall Humano

Nós já temos aqui no blog um artigo específico sobre a importância do firewall humano e como implementá-lo. Basicamente, parte do treinamento do seu time deve se concentrar na conscientização sobre os riscos de um ataque cibernético e como evitá-los.  Com esse conhecimento, os próprios colaboradores terão condições de identificar eventuais ameaças, tornando-se uma camada de proteção adicional para a segurança da rede. Um programa ainda mais completo pode incluir temas relacionados à proteção de dados e LGPD.

3. Faça backups de segurança

Ter cópias de segurança dos dados importantes é uma dica óbvia, mas, por incrível que pareça, muitas empresas negligenciam esse aspecto. Base de dados precisam ter ao menos duas cópias armazenadas em locais diferentes fora do prédio da empresa.  Além disso, é importante ter um Plano de Recuperação em Desastres. Dessa forma, se houver qualquer imprevisto, é possível recuperá-los facilmente.

4. Tenha uma infraestrutura com redundância

Ter uma infraestrutura de TI com redundância significa duplicar componentes cruciais para evitar que uma falha acabe derrubando o sistema. Isso vale, por exemplo, para servidores. Em uma plataforma que trabalha com dois servidores, mesmo que um deles apresente problemas, o outro conseguirá manter os serviços em funcionamento.  A mesma lógica se aplica a bancos de dados, equipamentos de rede, fontes de energia ou qualquer outro elemento fundamental para evitar que os usuários tenham prejuízos com longos períodos de falhas técnicas.

5. Estabeleça controles de acesso

A gestão de quem pode ou não acessar o sistema e dos níveis de acesso permitidos a diferentes perfis de usuários é crucial para a segurança da informação. Os mecanismos de proteção podem ser físicos, lógicos, ou até uma mistura dos dois. Sensores de biometria e travas eletrônicas nas portas são exemplos de mecanismos físicos. Quanto aos lógicos, podemos citar firewalls e sistemas de assinatura digital.

6. Crie uma política de segurança da informação

Como todo aparato de segurança da informação precisa seguir certas diretrizes, sua empresa precisa de uma política de segurança da informação. As regras visam estabelecer boas práticas que contribuam para evitar vulnerabilidades que coloquem os dados do sistema em risco. O desenvolvimento dessa política demanda o envolvimento da área de TI com todos os demais setores da organização. Isso assegura que as demandas específicas de cada departamento serão consideradas. O documento em si tem que ser curto e objetivo, para facilitar o treinamento dos colaboradores e a aplicação das regras.

7. Use contratos de confidencialidade

Os contratos de confidencialidade são muito utilizados quando uma empresa terceiriza certas atividades e, para que elas sejam executadas, é necessário compartilhar dados. Existem três tipos básicos de acordos nesse sentido:

Unilaterais

Os contratos unilaterais são usados quando apenas uma das partes compartilha dados que precisam ser protegidos. 

Bilaterais

Nos contratos bilaterais ambas as partes trocam entre si dados que precisam de sigilo. 

Multilaterais

No contratos multilaterais ambas as partes desejam proteger o sigilo de dados, mas cada uma delas têm graus diferentes de comprometimento. Pode ser que uma delas queira proteger informações, enquanto a outra deseja manter sigilo sobre metodologias de trabalho, por exemplo.

8. Tenha métodos de gestão de riscos

Por fim, destacamos a necessidade de estabelecer métodos para gestão de riscos. Basicamente, sua empresa precisa classificar os riscos em quatro categorias:

Desconhecimento técnico

A falta de orientações sobre como operar sistemas e equipamentos é um problema a ser resolvido com capacitação constante. Por isso, é importante disponibilizar treinamentos aos usuários comuns e à própria equipe de TI para alertá-los sobre as boas práticas de segurança da informação e transformá-los em firewalls humanos.

Falhas de procedimento

Por mais que a empresa já tenha uma estrutura para gerenciar riscos, é possível que certas situações bem específicas continuem abrindo vulnerabilidades. Cabe aos gestores identificar os pontos de melhoria nos procedimentos e elaborar planos de ação para aperfeiçoá-los.

Negligência

Há situações em que, mesmo ciente dos procedimentos adequados, uma pessoa assume comportamentos de risco. Nesse caso, o caminho é investir constantemente em conscientização. Mantenha os colaboradores sempre informados sobre riscos relacionados a arquivos maliciosos e mal uso dos equipamentos.

Malícia

Também não pode ser descartada a possibilidade de atos propositais para violar a segurança da informação de uma organização. Por isso, é fundamental implementar meios para detectar ameaças e tomar atitudes sempre que uma situação de risco for percebida. Ã? claro que, para colocar em prática tudo que foi abordado aqui, sua empresa precisa ter uma metodologia de trabalho bem estruturada.  Para se aprofundar no tema, conheça os principais conceitos por trás do Gerenciamento de Serviços de TI e veja como otimizar a gestão da sua equipe!

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Firewall Humano: o que é e como proteger a sua empresa

Felix Schultz

O Firewall Humano é um recurso de defesa feito pelo usuário final bem treinado que ao observar e analisar sites e emails consegue ter a percepção de que não é seguro, atuando como camada extra de segurança. Apesar de existirem diversos mecanismos que protegem os usuários da internet de sofrerem ataques cibernéticos, o firewall humano, mesmo sendo a última linha de defesa, é de suma importância e garante uma camada extra de segurança. Por isso, é extremamente importante que haja treinamentos específicos para os funcionários, de forma que eles estejam permanentemente vigilantes a ataques. Aderindo a essa camada de proteção humana, você garante que as violações sejam barradas no último minuto, perante a possíveis falhas, falta de configuração ou atualização dos sistemas de seguranças. Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid. Mas como ocorre um ataque cibernético e quais são as formas de prevenção? O fato é que existem diversas formas de um sistema ser burlado, principalmente quando ocorrem erros no software e defeitos no sistema. Esses eventos deixam os sistemas à mercê de ataques, que só podem ser barrados com a ação da própria equipe. Mas, além disso, existem outras técnicas de ataques cibernéticos, como a de engenharia social, que ocorre quando hackers têm como alvo o usuário final, que utiliza sites ou e-mails para atrair usuários despreparados. Se você quer entender mais sobre as formas de ataques ao firewall humano e como se prevenir, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • Por que um firewall humano?

  • Como funciona um firewall humano?

  • Por que a camada humana é tão importante?

  • Como mitigar riscos de ameaças internas?

  • Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

Boa Leitura!

Por que um Firewall Humano?

Se você tem dúvidas sobre o que é firewall humano, saiba que ele é exatamente o que o nome sugere: uma camada de proteção extra realizada de forma humana pelo usuário final que foi treinado para identificar possíveis ameaças cibernéticas. O firewall atua como um dispositivo de segurança de rede que monitora as ações, tráfego de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto de regras de segurança. Por outro lado, o firewall humano atua de forma similar, mas é o próprio usuário ou funcionário de uma empresa que avalia a ameaça e decide autorizar ou negar o acesso, clicar ou não clicar em algum link, permitir ou não a navegação em uma página, entre outros. Assim, os firewalls agem com a linha de frente da defesa na segurança de rede, colocando uma barreira de acesso às redes internas ou externas, que podem ser confiáveis ou não, como a internet. Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Como funciona um firewall humano?

Afinal, como fazer com que as pessoas atuem como um firewall? Com a alta dos ataques cibernéticos, é necessário que os funcionários consigam identificar falhas na segurança, de forma a garantir que as empresas tenham um sistema confiável, estável e íntegro. Hoje educar e conscientizar os funcionários sobre como os ataques cibernéticos acontecem e como evitá-los , é um meio muito eficaz na prevenção aos ataques, mobilizando seus funcionários junto com o setor de TI e dividindo com eles a preocupação da segurança cibernética é a prática mais eficaz de combater os ataques. Afinal, todos os funcionários com acesso a e-mail ou sites na internet podem estar vulneráveis a um ataque, se não tiverem consciência sobre os riscos envolvidos em seus atos. Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. É muito importante que todos os funcionários que possuem acesso a dados e sistemas da empresa, em todos os níveis, estejam aptos a avaliar situações de risco, contribuindo para o cumprimento das regras de compliance e gestão de riscos. Estudos recentes comprovam que a maior violação de segurança ocorre quando os funcionários clicam em links de e-mails ou anexos de origens duvidosas.   Normalmente esses links implantam malware ou coletam informações confidenciais da empresa em ataques de phishing. Com os usuários e funcionários treinados, a prevenção desses ataques ocorre de maneira muito mais fácil e eficiente, pois os próprios usuários estão preparados para identificar problemas e ameaças em links, anexos ou e-mails suspeitos.

Por que a camada de proteção humana é tão importante?

Agora que já sabe o que significa firewall humano, saiba que, hoje, o principal meio de ataque dos hackers é o e-mail.   De acordo com pesquisas recentes, aproximadamente dois terços dos e-mails enviados no mundo são do tipo spam, ou seja, mensagens não solicitadas e que podem ser utilizadas com o objetivo de extrair informações sensíveis dos usuários e aplicar golpes. O e-mail mostra-se, assim, como um recorrente método utilizado em golpes via internet devido a facilidade em atrair usuários, utilizando-se de artifícios enganosos como gatilhos mentais, falsas promoções e prêmios de sorteio.   Dessa forma, os usuários de redes internas e externas devem estar preparados para enfrentar ameaças recorrentes, evitando comprometer dados sensíveis e sigilosos. Um funcionário de uma empresa, por exemplo, deve ser capaz de identificar a existência de sinais que indiquem armadilhas em e-mails e sites duvidosos, contribuindo, assim, com a proteção do sistema de segurança da empresa como um todo. Leia também: Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa. E sabe por que enganar um humano ao invés de uma máquina é mais fácil? Porque as pessoas são o elo mais facilmente influenciável em um sistema de segurança, pois são movidas por sentimentos e emoções.  Esta natureza humana proporciona um canal de entrada para ataques que utilizam a técnica de engenharia social, a qual tem como foco a falha e falta de preparo humano sobre ambientes cibernéticos para aplicar golpes e permitir invasões.

Engenharia Social

A engenharia social é uma forma de ataque cibernético que objetiva enganar e induzir usuários a erros, criando armadilhas para persuadi-los a tomar ações pré-determinadas e que comprometam a segurança das informações pessoais ou corporativas.  É um tipo de engenharia que atua diretamente com estratégias de ataque à consciência e inteligência humana, explorando suas falhas para cometer crimes.

Como mitigar riscos de ameaças internas?

A ameaça interna, no ambiente corporativo, está diretamente ligada aos funcionários da empresa, podendo representar um risco significativo à segurança das redes compartilhadas.   Isso porque é muito fácil que ocorram falhas e acidentes de navegação em ambientes cibernéticos, bem como não se pode negar a existência de funcionários mal intencionados que causem este tipo de problema. Porém, de acordo com dados de pesquisas recentes, 38% dos ataques são causados pelos ataques de phishing, 21% são causados pelo spear phishing, 16% pelas senhas ruins e 7% pela navegação em sites suspeitos. Isso mesmo, a porta de entrada dos criminosos pode ser diversa, desde um simples link, baixar um arquivo suspeito ou descobrir o uso de senhas padronizadas. Por isso, é importante mitigar as ameaças internas, não aceitar comportamentos imprudentes e negligentes, violação de dados, entre outros.   Principalmente em situação de pandemia, momento em que cresce o número de usuários trabalhando em redes externas e também eleva-se o número de tentativas de golpes pela internet. Leia também: Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos.


Passos para um treinamento de firewall humano eficaz

O treinamento da conscientização de segurança é a melhor forma de criar um firewall humano? Não importa o quão bons sejam seus passos de prevenção, as violações do sistema são inevitáveis. Por isso, é fundamental que exista uma educação dos usuários, de forma a reduzir o perigo. O treinamento de controle de incidentes é muito eficiente para melhorar a segurança da sua empresa ou organização, e deve prever diversas etapas como:

  • Treinamento dos usuários sobre as noções básicas de segurança cibernética;

  • Treinamento dos usuários sobre como identificar e lidar com ataques de phishing;

  • Implementação de um sistema de relatórios para e-mails suspeitos de phishing;

  • Atualizações frequentes para manter os conhecimentos sempre em evidência;

  • Testagens, para identificação de possíveis falhas no treinamento ou na consciência dos seus usuários.

Os melhores programas de treinamento focam em garantir a educação do usuário e reduzir o número de cliques em e-mails de phishing. A boa educação pode reduzir significativamente os ataques, mas não evitará 100% deles. A ocorrência de falhas é comum em todos os tipos de sistemas, pois sempre haverá usuários negligentes e apressados. Além de um treinamento apropriado, voltado a garantir a segurança do sistema, é muito importante definir uma política de governança que contemple regras e normas bem definidas sobre o uso de ambientes virtuais.  Revise sua política regularmente e compartilhe com seus funcionários para que possam seguir as melhores práticas. Confira uma série de exemplo de comportamento de firewall humano a seguir:

  • Não abrir anexos ou clicar em links de fontes desconhecidas;

  • Não usar unidades USB em computadores de escritório;

  • Política de gerenciamento de senhas (sem reutilização de senhas, sem post-its em telas como lembrete de senhas);

  • Política sobre o acesso ao Wifi;

  • entre outras.

É muito importante, também, desenvolver procedimentos padrões no departamento de TI, como:

  • Bloqueio de sites conhecido por espalhar ransomware;

  • Patches de software e arquivos de assinatura de vírus atualizados;

  • Varreduras de vulnerabilidade e autoavaliação do sistema;

  • Testes regulares de penetração no Wifi e outras redes;

  • Proteção contra falsificação de domínio;

  • Regras do sistema de detecção de invasões que sinalizem e-mails com extensões semelhantes aos e-mails da empresa.

Portanto, o firewall humano é uma parte essencial na defesa contra ataques cibernéticos e invasores de qualquer tipo. Quando as forças trabalham unidas, podem identificar ameaças e evitar violações de dados ou mitigar danos permanentes. Unir a tecnologia com o firewall humano é a melhor solução.

Conclusão

A capacidade de um ataque virtual é muito maior do que imaginamos e engloba diversas variáveis, como se fosse a montagem de um quebra-cabeças. Qualquer ação, clique errado ou entrada em uma página não segura, pode abrir portas para que os criminosos acessem seu sistema e suas informações, causando problemas devastadores. É sempre importante lembrar que o ser humano pode ser tanto ou até mais inteligente que uma máquina, pois possui diversas percepções e análises críticas do meio. Sendo assim, é mais difícil passar por uma pessoa preparada para enfrentar este tipo de ameaça. Descubra qual é o nível de segurança de seus colaboradores e saiba como proteger sua empresa com o Milvus. Além de entender o firewall humano significado e fortalecê-lo internamente, é sempre bom trabalhar com um sistema de TI eficiente.   Com o HelpDesk Inteligente Milvus você otimiza os processos de rotina do seu time, permitindo que os profissionais foquem no que é mais valioso para o seu negócio: suas informações. Faça um teste gratuito e conheça todas as funcionalidades! Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Suporte ao cliente via e-mail: evite erros e melhore o seu atendimento.

  • WhatsApp Web para Empresas: aumente seus resultados com essa funcionalidade.

  • Zabbix: monitoramento de rede integrado ao Milvus.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho

  • Como manter as vendas de serviços de TI: 15 dicas para enfrentar a crise.

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Entenda As Diferenças Entre Gestão De Riscos E Compliance

Felix Schultz

Gestão de riscos e compliance são atividades que fazem parte de uma boa Governança Corporativa, e visam beneficiar as organizações na prevenção de ameaças legais e segurança dos ativos.  Como você pode imaginar, o setor de TI tem uma grande responsabilidade nesse setor, já que cabe a ele o controle da rede e a segurança das informações e arquivos estratégicos ao negócio.  Leia também: Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa! Por isso, profissionais especializados no assunto estão sendo cada vez mais procurados (e recompensados) no mercado.  Para você entender o que é gestão de riscos e compliance, e saber como aplicar essas atividades na sua rotina operacional, em especial no setor de TI, continue sua leitura. Neste artigo, vamos abordar: 

  • O que é gestão de riscos e compliance

  • Importância da compliance e gestão de riscos

  • Fatores de riscos de compliance

  • Gestão de risco e compliance nas empresas de TI

  • Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Boa leitura!

O que é compliance?

O termo, em inglês, vem da ação “to comply", que significa realizar uma ação em conformidade com as regras.  Dessa forma, podemos entender que compliance é um método que visa controlar as atividades e decisões, de forma que elas estejam de acordo com as legislações vigentes, ou, ainda, com a política de segurança e código de ética da empresa.  Se tornou uma atividade de extrema importância, especialmente depois de tantos escândalos organizacionais presenciados no Brasil, que trouxeram à tona irregularidades, fraudes e corrupção, tanto nas organizações privadas quanto públicas. A partir de então, gestores passaram a se preocupar mais, já que eles também respondem em casos processuais, estando cientes ou não da ação ilegal. [caption id="attachment_6004" align="alignnone" width="1200"] Compliance e gestão de riscos são atividades que fazem parte da Governança Corporativa.[/caption]

O que é gestão de riscos?

Para entender o que é gestão de riscos é preciso, antes de mais nada, entender o que são considerados “riscos".  Risco é toda e qualquer atividade ou influência, interna ou externa, que possa prejudicar os resultados da empresa, sejam eles operacionais ou financeiros.  É fato que empresas de qualquer setor enfrentam incertezas no seu mercado. Essas imprevisibilidades, aliadas à uma gestão enfraquecida, podem causar danos irreparáveis à organização. Assim, a gestão de riscos é uma metodologia que estabelece estratégias para reduzir as possibilidades de perdas, enfrentar os riscos de uma forma mais controlada e equilibrar as metas da empresa com os possíveis desafios a serem superados.  É, também, responsabilidade da gestão de riscos criar políticas ou ferramentas que permitam tratar as falhas encontradas com rapidez, minimizando os danos. 

Qual O Status Do Compliance No Brasil?

O cenário do compliance no Brasil é dinâmico, centrado em regulamentações extensas que abrangem áreas como proteção de dados, segurança da informação e setores específicos, como saúde e financeiro. O destaque fica por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), refletindo o crescente foco na privacidade.

Assim, hoje, a legislação brasileira conta com a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para supervisão. O compliance enfrenta desafios, incluindo a adaptação à LGPD, mas há avanços com a conscientização crescente e investimentos em tecnologias de gestão.

A gestão de TI é fundamental, utilizando tecnologias para segurança, sistemas de gestão de conformidade e monitoramento contínuo. A não conformidade pode resultar em penalidades severas e danos à reputação. Assim, a conformidade vai além da obrigação legal, sendo crucial para a confiança dos clientes e parceiros.

Importância da compliance e gestão de riscos

Embora sejam conceitos diferentes, você já percebeu que tanto a gestão de compliance quanto a de riscos têm um objetivo em comum: reduzir os prejuízos da empresa.  Seja por riscos e fatores externos, seja por atividades corruptas dentro da empresa, ambas metodologias são fundamentais para garantir a idoneidade e integridade da marca.  Unir as duas ferramentas é uma forma de gerar vantagem competitiva e mais valor ao seu negócio. Até porque, elas podem ser complementares. Uma abordagem integrada da gestão de riscos e compliance traz transparência às relações, melhora a comunicação interna e externa, permite que a empresa saia à frente em um mercado competitivo e aumenta, inclusive, a produtividade. Isso porque as atividades permitem a rápida identificação dos custos, pontos de melhoria e padronização de processos, promovendo benefícios como redução de despesas, melhora nos indicadores de desempenho e implementação de uma cultura sólida aos profissionais.

 

Leia também: Quais são as métricas mais importantes de TI?

Fatores de riscos de compliance

[caption id="attachment_6003" align="alignnone" width="1200"] A compliance deve lidar com o atendimento às legislações de segurança, trabalhista, do consumidor e de proteção aos dados individuais.[/caption] O objetivo da compliance é estabelecer um mercado justo e competitivo, garantindo que as empresas tenham oportunidades similares para conquistar o seu espaço. Assim, impede (ou deveria impedir) as fraudes, manipulações e atividades corruptivas. Dessa forma, o gestor deve conhecer os riscos aos quais sua empresa pode estar exposta, já que, em caso de inconformidades, as penalizações são altas (e não só financeiramente!).  Confira, abaixo, quais são os riscos de compliance:

Risco de segurança no trabalho

Independente do setor da sua empresa, você deve estar atento às normas de segurança do trabalho, oportunizando um ambiente seguro e adequado para a execução das funções. Se você pensa que este tipo de coisa só se aplica para chão de fábrica de indústrias, ou na construção civil, está enganado: mesmo as empresas que atuam exclusivamente em escritórios (ou até home office!), devem se preocupar com o ambiente. Ergonomia, por exemplo, é um fator importante para o desempenho de funções administrativas. 

Risco de corrupção

A corrupção é um dos principais exemplos de riscos de compliance, talvez por terem tantos escândalos como motivador da implementação da compliance nas empresas. Estabelecer políticas de comportamento, com Códigos de Ética claros, é uma forma de limitar as possibilidades de corrupção dentro da empresa. E não pense que, quando falamos em corrupção, estamos falando em desvios de grandes montantes de dinheiro. Algumas ações podem ser consideradas inofensivas, mas estabelecem relações corruptivas que podem ser questionadas em algum momento. Por exemplo: 

  • Aceitar presentes de fornecedores, em troca de privilégios na hora de contratações;

  • Superfaturar uma nota fiscal; 

  • Aceitar propinas de fornecedores;

  • Manipular orçamentos em uma concorrência, em prol de um parceiro; 

  • Divulgar informações confidenciais;

  • Entre outras.

Risco de qualidade

A compliance deve se preocupar com a qualidade do produto, já que leis de proteção ao consumidor devem ser cumpridas. Com a tecnologia e a ampla oferta de produtos, onde o consumidor pode comprar o que deseja em lojas de qualquer lugar do mundo, literalmente, é fundamental que a empresa esteja atenta à qualidade de suas mercadorias e serviços.  Falhar no atendimento ao cliente gera um grande prejuízo para a imagem da empresa, além de acabar impactando, também, em prejuízos financeiros. 

Risco trabalhistas

Os riscos trabalhistas também são importantes para a empresa e podem gerar impactos negativos, tanto para a imagem quanto para o bolso.  Cumprir as legislações vigentes e manter em dia as obrigações trabalhistas deve ser parte da cultura e da rotina operacional de qualquer empresa, seja o modelo de contratação que for. 

Risco de ativos

Por fim, mas não menos importante (ao contrário), temos os riscos aos ativos da empresa. Aqui, envolvem riscos de segurança da informação, especialmente os referentes à invasão e acesso aos dados pessoais de funcionários, fornecedores e clientes. Com a LGPD quase em vigor, é crucial que a empresa adote medidas de controle de segurança de seus dados, incluindo monitoramento de rede, segurança de computadores e cuidado a todos os dispositivos conectados (IoT). Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques.

Exemplos De Riscos De Compliance

No âmbito da gestão de TI, os riscos de compliance referem-se à possibilidade de não estar em conformidade com normas, leis e regulamentos estabelecidos. Alguns exemplos ilustram esses desafios.

  1. Proteção de Dados Pessoais: Com a crescente regulamentação em torno da privacidade, falhas na proteção de dados pessoais podem resultar em penalidades substanciais, como as impostas pelo GDPR na União Europeia.

  2. Segurança Cibernética: Não cumprir com padrões de segurança cibernética pode expor a empresa a ameaças como violações de dados e ataques maliciosos, levando a repercussões legais.

  3. Normas do Setor: Cada setor pode ter regulamentações específicas. Por exemplo, instituições financeiras precisam seguir normas rigorosas para prevenir lavagem de dinheiro e fraudes.

  4. Governança de TI: Não cumprir com práticas adequadas de governança de TI pode resultar em falta de transparência, o que pode ser problemático, especialmente para empresas públicas.

  5. Acessibilidade: Em algumas jurisdições, garantir a acessibilidade digital é uma exigência legal. Ignorar isso pode resultar em discriminação e questões legais.

  6. Licenciamento de Software: Uso inadequado ou não autorizado de software pode levar a questões de licenciamento e litígios legais.

  7. Segurança da Informação: A falta de proteção adequada das informações sensíveis pode resultar em violações de confidencialidade, afetando a reputação e acarretando multas.

  8. Compliance Contratual: Não cumprir com cláusulas contratuais relacionadas a serviços de TI pode resultar em litígios contratuais e impactar negativamente a reputação da empresa.

Como Mapear Riscos De Compliance?

Mapear riscos de compliance na gestão de TI é um processo fundamental para assegurar que a organização opere dentro dos padrões legais e regulatórios. Sendo assim, inicialmente, é crucial identificar todas as leis, normas e regulamentos aplicáveis à área de TI. Isso pode incluir regulamentações sobre proteção de dados, padrões de segurança cibernética e leis específicas do setor. A seguir, deve-se realizar uma análise detalhada das operações de TI para identificar onde essas regulamentações se aplicam e onde podem existir lacunas na conformidade.

A avaliação dos riscos é o próximo passo. Aqui, a equipe de TI, junto com especialistas em compliance, avalia a probabilidade e o impacto potencial de não cumprir com as normas identificadas. Isso pode envolver a análise de processos internos, sistemas e dados para identificar vulnerabilidades.

Depois, é importante desenvolver um plano de ação. Ele deve abordar como a organização mitigará os riscos identificados, seja com ajustes na política interna, adoção de novas tecnologias de segurança, treinamento de funcionários ou outras medidas.

Por fim, o mapeamento de riscos de compliance deve ser um processo contínuo, afinal, as leis e regulamentos estão em constante mudança, assim como as tecnologias e práticas empresariais. Por isso, é essencial revisar e atualizar regularmente a avaliação de riscos para garantir a conformidade contínua.

Principais Diferença Entre Gestão De Riscos E Compliance

Enquanto a gestão de riscos foca na identificação, avaliação e mitigação de riscos potenciais que podem impactar a organização, o compliance se concentra em garantir que a empresa esteja seguindo as leis, regulamentações e normas internas. A gestão de riscos é mais abrangente e proativa, buscando prever e gerenciar riscos antes que eles se concretizem, enquanto o compliance é mais reativo e focado na adesão a critérios estabelecidos.

Como A Integração Dessas Áreas Beneficia As Empresas?

A integração entre gestão de riscos e compliance traz benefícios significativos. Ela permite uma visão holística dos desafios e oportunidades, facilitando uma abordagem mais estratégica e eficaz na mitigação de riscos. Dessa forma, ajuda na identificação precoce de possíveis não conformidades e na implementação de medidas preventivas, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional. Além disso, fortalece a reputação da empresa e a confiança dos stakeholders, ao demonstrar um compromisso claro com a governança corporativa e a responsabilidade legal.

Gestão de riscos e compliance nas empresas de TI

[caption id="attachment_6005" align="alignnone" width="1200"] O setor de TI tem um papel fundamental na compliance e gestão de riscos.[/caption] Como vimos, a segurança aos ativos é um dos riscos de compliance e merece toda atenção. Por isso, o setor de TI é fundamental no exercício dessa atividade.  A partir do momento em que a empresa possui um departamento de TI, ou uma empresa de consultoria de TI, deve contar com esses profissionais para tomar ações de segurança e gestão de riscos.  Para isso, é preciso: 

Educar os colaboradores

No campo das ameaças digitais, é fato que o desconhecimento do usuário é o maior vilão da história.  Pessoas desatentas podem abrir, clicar e reenviar e-mails infectados, por exemplo, espalhando um malware por todos os computadores da empresa e colocando em risco arquivos, dispositivos e informações pessoais.  Por isso, antes de mais nada, eduque seus profissionais. Deixe claro os riscos existentes, o que devem fazer caso encontrem uma ameaça e, principalmente, o que não devem fazer. Não é por maldade, mas muitas vezes o profissional pode acabar acessando a rede da empresa a partir de um dispositivo não seguro (como um computador pessoal), colocando em risco todo o seu negócio.

Criar uma política de Compliance

Uma política de compliance, assim como um código de ética e um canal de denúncias, são importantes para documentar todas as atitudes esperadas por parte do colaborador. Nestes documentos, também podem estar determinados responsáveis por agir em caso de alguma inconformidade, ações corretivas e até outras atividades de segurança, como formatação total de servidores. O Canal de Denúncias é complementar e serve como ferramenta para que as pessoas possam comunicar qualquer atividade fraudulenta ou que vá contra as diretrizes estabelecidas pela gestão de riscos e compliance. 

Determinar planos de ações corretivas

Ter um plano de contingência é essencial para que os profissionais do setor de TI saibam o que fazer em caso de ameaça.  Assim, os riscos podem ser minimizados ou até eliminados rapidamente, reduzindo consideravelmente os prejuízos do negócio.

Utilizar análise de dados para detecção de ameaças

Uma das responsabilidades do profissional de gestão de riscos e compliance é antecipar possíveis ameaças. Isso significa que ele deve ser capaz de analisar as vulnerabilidades, acompanhar os processos da empresa e observar os pontos de maior risco. Mas nada disso precisa ser feito com base no achismo. Aliás, nem recomendamos que seja. Contar com relatórios de dados é importante para que o profissional use a análise de dados na identificação de padrões ou riscos. 

Facilitar a comunicação de incidentes

Outro ponto importante na implementação da gestão de riscos e compliance na empresa é facilitar a comunicação para casos de incidentes. Já falamos, acima, do Canal de Denúncias. Mas não é a única forma de alertar os profissionais responsáveis.  Leia também: 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz No caso do setor de TI, um sistema de helpdesk pode ser extremamente funcional para comunicar possíveis ameaças ou problemas encontrados.  Com as funcionalidades certas, a ferramenta pode agilizar o atendimento e a resolução da ameaça “ muitas vezes, sem que o responsável técnico precise se deslocar.

Gerencie os riscos de compliance com um sistema de gestão de TI

Como falamos, a análise de dados e o uso de um sistema para facilitar a comunicação de incidentes são ferramentas fundamentais para o exercício da gestão de riscos e compliance. Por isso, queremos apresentar o Milvus, um sistema para gestão de TI que tem todas as funcionalidades que você precisa para garantir a segurança e o gerenciamento dos ativos de sua empresa.  Além disso, Milvus conta com um sistema de controle de chamados, onde você pode priorizar as demandas e evitar que ameaças importantes caiam no esquecimento. Leia também: SLA: o que é e para que serve o Service Level Agreement?  A plataforma Milvus possibilita otimizar a gestão das ações de sua equipe de TI, resultando em ganhos de eficiência e aumento de produtividade da equipe, sem necessidade de ampliar a sua estrutura física ou de pessoal. Presente em 6 países e com mais de 25.500 empresas atendidas, a plataforma Milvus é ideal para você profissionalizar e otimizar as atividades da sua equipe de TI. Conheça as principais ferramentas: 

  • Gestão de Ativos dos dispositivos de TI: o Inventário inteligente do Milvus garante uma Gestão de Ativos de TI 100% organizada e eficiente, oferecendo o controle total de todo o parque de dispositivos da empresa, otimizando as ações da equipe de suporte técnico durante as rotinas de atendimento;

  • Sistema de HelpDesk inteligente: com a ferramenta HelpDesk Milvus você centralizada os tickets, tendo o controle de SLAS, organizando por ordem de prioridade, criando um fluxo de trabalhado e otimizando o tempo da equipe, o que pode gerar um aumento de até 80% no nível de produtividade.

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Conclusão

[caption id="attachment_6006" align="alignnone" width="1200"] Gestão de riscos e compliance são temas cada vez mais frequentes entre os profissionais do setor de TI.[/caption] Gestão de riscos e compliance são atividades importantes para empresas de qualquer segmento e todos os portes.  No que diz respeito à área de TI, são igualmente fundamentais, especialmente em tempos em que se fala tanto em segurança da informação e proteção dos dados individuais.  Contar com um sistema de gestão de TI otimiza as rotinas operacionais, facilita a comunicação interpessoal e melhora o controle das ocorrências, reduzindo potenciais prejuízos e ameaças à empresa. Conheça o Milvus! Para outras dicas sobre governança, segurança e gestão de ativos, confira os artigos que separamos para você:

  • Gerenciamento de Incidentes “ Como ter certeza de que nenhum ticket caia no esquecimento

  • Gestão de ativos de TI: da complexidade à inovação

  • 5 maiores erros em gestão de ativos de TI que você precisa evitar

  • Governança de TI: O que é e para o que serve? (+ Bônus)

  • Entenda como os ataques ransomware podem prejudicar a sua empresa

Obrigado por ler até aqui! 

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Blog

Segurança no home office: trabalhe de casa sem riscos

Felix Schultz

Segurança no home office é fundamental para empresas que adotaram esse modelo de trabalho e precisam garantir a confiabilidade e disponibilidade de suas informações, arquivos e dados estratégicos.  Com a pandemia do coronavírus presente e mudando o nosso dia a dia no trabalho, muitos funcionários se viram trabalhando em formato home office, modalidade de trabalho que permitiu que muitos negócios continuassem funcionando. Esse formato tem seus benefícios, mas tem seus cuidados específicos também, principalmente em relação a segurança da informação. E é sobre eles que vamos falar nesse artigo. Leia também: post novo home office Seja você um funcionário acessando dados da empresa através da sua conexão de casa ou um gerente se vendo na posição de liberar esse acesso aos colaboradores, você deve estar pensando: A maneira que estou trabalhando é segura? Minha conexão está protegida o suficiente? Devo liberar os computadores da minha empresa? Como posso ter certeza da segurança da minha conexão? De que maneira posso facilitar esse processo? O fornecimento de acesso remoto seguro pode trazer várias questões que são novidades para todos. Neste artigo, trazemos algumas respostas que vão ajudá-lo a tomar decisões em relação à segurança no home office. Confira:

  • A segurança no home office e os novos hábitos

  • Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

  • Criptografia, sua maior aliada

  • Como ter proteção no trabalho em casa

  • Meus dados foram comprometidos! E agora?

  • Estabeleça um política de segurança no home office

Boa leitura!

A segurança no home office e os novos hábitos

[caption id="attachment_5991" align="alignnone" width="1144"] O modelo de trabalho home office traz diversos desafios, incluindo a segurança.[/caption] A segurança no home office é apenas um dos cuidados e desafios que se apresentam neste novo modelo de trabalho.  A essa altura do ano, todos já devem estar acostumados com o básico do trabalho home office, mas não custa repassarmos, já que bons hábitos puxam outros e facilitam na mudança de comportamento como um todo.  Procure um lugar em casa em que você se sinta confortável para trabalhar. Um ambiente de trabalho ergonômico, com facilidade de acesso a tudo o que você precisa. Trazer o escritório para casa pode mexer com seus horários de trabalho, então defina limites: hora de começar e hora de terminar.  Esses limites também devem ser territoriais: caso você esteja trabalhando com a família e filhos em casa, sabe como é importante estabelecer regras básicas de conduta para que ninguém atrapalhe quem está em serviço. Caso você não tenha um cômodo para servir de escritório, esses limites podem ficar mais complicados, mas o diálogo é a principaferramenta a ser utilizada nesse momento.  A família tem que entender que tornou-se sua colega de trabalho, e você tem que entender que eles continuam sendo família! Estabelecer uma rotina também é essencial para que você não gaste sua energia trabalhando demais ou atrapalhe o seu rendimento trabalhando de menos.  Os dois casos trazem mais preocupações, e você sabe que quando estamos com a cabeça cheia podemos deixar passar certas coisas, como os próprios cuidados com a segurança no home office, pauta deste artigo.

Cuidados iniciais para garantir segurança no home office

Estabelecer limites também é essencial para começar a praticar os hábitos de segurança que vão lhe permitir trabalhar de maneira mais efetiva.  Ã? recomendável que a máquina que você esteja usando para trabalhar seja de uso exclusivo para este fim, impedindo o vazamento de dados ou acesso a páginas que podem prejudicar o seu computador. Caso você não esteja usando um computador exclusivamente para o trabalho, existem algumas medidas que você deve tomar para garantir a segurança da informação. Caso você esteja acessando arquivos sigilosos ou fazendo uma reunião online, é importante garantir que ninguém mais tenha acesso a isso.  E não estamos falando apenas da sua família entrando na chamada de vídeo com o seu chefe: imagine que você tenha que ficar longe do computador por alguns minutos e deixe na tela dados pessoais de alguém?  Existem algumas formas de prevenir este tipo de problema. Filtros de privacidade podem ser instalados no seu monitor, oferecendo uma visão clara da parte frontal da tela e bloqueio eficaz da visualização dos lados.  Este filtro impede que outras pessoas fora do ângulo de visão de 60 graus vejam o que está na tela do seu notebook, sem bloquear sua própria visualização, protegendo o seu trabalho. Caso você tenha que levantar várias vezes durante o dia, outra opção é ativar o bloqueio da tela depois de um curto período.  Aí você pode resolver o que for preciso longe do computador sabendo que depois do tempo selecionado ninguém mais vai ter acesso a ele, apenas com a senha que você colocou. Para fazer as chamadas de vídeo, utilize aplicativos que você confia e que possuam recursos avançados de segurança contra vazamento de dados. Converse com a equipe de suporte de TI da sua empresa para saber qual é a opção mais segura.  Por fim, prefira aplicativos que não estejam ligados ao seu celular, para evitar que ligações durante a chamada de vídeo atrapalhem a reunião.

Criptografia, sua maior aliada

[caption id="attachment_5992" align="alignnone" width="1135"] Criptografia é uma prática que melhora a segurança no home office.[/caption] Em se tratando de segurança no home office, a criptografia é a sua maior aliada.  Criptografia é uma forma de impedir que pessoas não autorizadas acessem mensagens privadas, através da construção e análise de protocolos de segurança.  Entender e usar essa prática faz parte de todos os processos de segurança modernos, e no home office não é diferente. O uso de VPNs é a principal ferramenta para garantir a segurança cibernética no acesso remoto.  VPN, sigla em inglês para Virtual Private Network (rede privada virtual), é uma tecnologia que liga dois ou mais computadores através de uma conexão particular, segura e criptografada. O VPN pode conectar o computador do seu home office ao servidor da empresa, permitindo o uso das ferramentas e dos dados necessários para trabalhar com segurança e tranquilidade.  Para acessar esse canal do computador de casa, o colaborador deve utilizar um nome de usuário, senha e, de preferência, um segundo fator de autenticação, criando assim um túnel seguro entre as duas máquinas.  A criptografia também pode ser utilizada na conexão wi-fi da sua casa. Confira se a sua rede wi-fi doméstica está protegida: todos os roteadores residenciais atualmente dão suporte à criptografia.  Busque pela WPA-2, versão mais moderna da tecnologia em criptografia e obrigatória em todos os dispositivos fabricados depois de 2006. Por fim, você pode criptografar também os dados que estão salvos no seu computador, garantindo que eles não sejam acessados mesmo em caso de roubo do equipamento.  PCs e MacBooks tem essa opção. O único lado negativo é que manter os dados constantemente criptografados afeta o desempenho da máquina. Por isso, conheça bem o seu computador antes de optar por ela!

Como ter proteção no trabalho em casa

[caption id="attachment_5993" align="alignnone" width="1161"] Cuidados como trocar as senhas constantemente devem ser tomados para garantir a segurança no home office.[/caption] Além de criptografar a sua conexão com a internet, mudar a senha do roteador constantemente é uma maneira de garantir segurança da sua informação.  Essa prática deve ser um costume, você trabalhando em formato home office ou não. A troca pode ser feita através da internet ou de um aplicativo, dependendo o modelo do seu roteador. As senhas de login que você usa na internet também podem ser uma porta de entrada para possíveis ataques. Troque de tempo em tempo a sua senha do e-mail e acesso às redes sociais para reduzir essa vulnerabilidade.  Lembre-se, também de sempre utilizar senhas fortes e de 12 dígitos, mesclando números, letras e símbolos. Na hora de anotar elas, não coloque em um papel ou em um documento no próprio computador. Utilize programas como LastPass e o 1Password, gerenciadores de senhas com versões para computador, navegador e aplicativo de celular.   Evite o uso de pendrives e HDs externos.  Antivírus podem ajudar, escaneando as unidades físicas no momento em que você inserir elas no seu computador, mas a melhor alternativa é sempre preferir o acesso a arquivos por um caminho que esteja protegido, como a conexão protegida em VPN com a sua empresa.

Atualização, sempre!

Seja qual for a máquina que você está usando, de uso pessoal ou da sua empresa, é importante manter os aplicativos sempre atualizados, para evitar brechas que possam colocar em risco a segurança no home office. Mantenha ativada as atualizações automáticas do seu sistema, para que as versões dos aplicativos presentes na sua máquina sejam as protegidas contra os últimos vírus e malwares que podem atacar o seu computador. Leia também: Aprenda a se proteger dos ataques de ransomware. Além dos softwares de trabalho, o antivírus é outro aplicativo que deve estar sempre atualizado, já que ele é a principal defesa contra as ameaças externas. Converse com a TI para saber como escolher o antivírus ideal para seus funcionários. Outra opção que pode garantir a proteção dos seus dados é o uso de máquinas virtuais.  A tecnologia de virtualização oferecida por aplicativos especializados isolam as ações realizadas dentro de um ambiente protegido e evitam que malwares instalados na máquina entrem em contato com os documentos de trabalho. Um sistema para otimizar a gestão de ativos pode auxiliar no controle e na segurança dos seus computadores. Conheça o Milvus!

Meus dados foram comprometidos! E agora?

A primeira atitude a ser tomada ao suspeitar que seus dados tenham sido comprometidos é avisar a equipe de TI da sua empresa, para que eles possam agir rapidamente. Um sistema de abertura de chamados é ideal para garantir essa comunicação de forma eficaz. Além da atualização e fortalecimento das senhas que falamos antes, procure utilizar a autenticação multifator em duas fases, que lhe garante mais segurança.  Você pode configurar para que qualquer acesso precise de uma segunda senha enviada diretamente para o seu celular, por exemplo, ganhando tempo para você. Outra opção de segurança é utilizar sempre que possível a versão web dos aplicativos, para que os seus arquivos não estejam disponíveis tão facilmente no computador no caso de uma brecha de segurança, precisando de mais um acesso. Muitos aplicativos web, por sua vez, possuem a opção de backup automático na nuvem, que também pode contar com uma autenticação multifator. São várias dificuldades que você pode colocar no caminho de quem estiver atrás dos seus dados. O MIlvus é um sistema de gestão de TI e abertura de chamados que conta com diversas funcionalidades para acessar os tickets abertos, priorizar os atendimentos mais urgentes, acessar de forma remota (e segura) o computador afetado. Dessa forma, você conta com agilidade na resolução de possíveis ataques, além de automatizar os processos da TI e melhorar a performance do time, que pode focar na prevenção e na segurança de todos os funcionários em home office.

Estabeleça um política de segurança no home office

Existem algumas atitudes que pode ser tomadas de antemão para garantirem uma boa prática e segurança no trabalho home office. São atitudes que englobam gestores e colaboradores e tem a ver com o comportamento esperado de cada lado. A política de segurança referente aos cuidados com os dados no trabalho remoto deve estar formalizada e clara para ambos os lados, funcionários e gerentes.  Essa política deve deixar claro o que é de responsabilidade de cada um, quais são as ações de segurança que devem ser tomadas e os protocolos de contingência, caso aconteça alguma coisa. Essa gestão de responsabilidades também pode definir quem deve cuidar dos backups, quem é o responsável por liberar acessos, quem deve ser avisado em caso de problemas e toda a miríade de casos novos que podem surgir nesse formato novo de trabalho. Ter um compromisso e um diálogo claro também ajuda a conscientizar os empregados a respeito dos cuidados que eles precisam ter ao acessarem os dados da empresa de forma remota.  Um monitoramento de rede realizado pela empresa nos computadores que estão em acesso remoto também pode fazer parte dessa política de segurança.   

Conclusão

Estamos passando por um período de novidade para todos nós, mas muitos dos cuidados citados aqui são benéficos, seja qual for o formato de trabalho escolhido. E, mesmo que para muitos o home office seja novidade, muitas empresas estão considerando a opção remota como algo que vai ficar. Então, mantenha o diálogo aberto com a empresa caso essa opção seja interessante para você! Caso você tenha dúvidas de qual é a melhor maneira de agir em relação a segurança dos seus dados, coloque esse assunto em pauta também. O momento é de transformação, e onde isso acontece, a tecnologia está sempre presente. Conte com um sistema para melhorar a performance do seu time de TI e garantir a segurança no home office. Faça um teste gratuito do Milvus e conheça todas as ferramentas! Para outras dicas, continue sua leitura com estes artigos que recomendamos: 

  • Como reduzir custos com a gestão de TI de forma eficiente?

  • Entenda a importância da mobilidade corporativa para sua empresa!

  • Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI

  • Agente Helpdesk Milvus “ O que é e quais são os seus recursos

  • Você sabe como ter uma equipe de TI proativa ? Entenda aqui!

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