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Base de conhecimento: confira um guia completo sobre o tema

Felix Schultz

Base de conhecimento é o nome dado ao sistema utilizado para centralizar dados e informações sobre um produto ou serviço com o objetivo de promover uma profunda compreensão do ciclo de vendas da empresa. Como resultado, o negócio tende a sair na frente e garantir mais segurança acerca das informações sobre produtos, serviços e processos internos. Para saber mais e tirar suas dúvidas sobre o tema, continue a leitura!

O que é base de conhecimento?

Base de conhecimento é a plataforma responsável por centralizar os dados e informações sobre as soluções que a empresa oferece, assim como seus procedimentos, processos, entre outros. Dessa forma, ela pode ser definida como uma biblioteca virtual que armazena conteúdos de diferentes formatos e assuntos, democratizando o acesso ao conhecimento interno e agilizando a resolução de dúvidas e problemas.

Como funciona a base de dados de conhecimento?

A base de dados de conhecimento é uma grande biblioteca virtual com todas as informações sobre a empresa armazenadas em diferentes formatos, como vídeos, e-books, infográficos e muito mais. Portanto, preserva dados relevantes e torna-os acessíveis a clientes e colaboradores. Dessa forma, oferece condições para que as pessoas tentem solucionar suas dúvidas de maneira autônoma, simples e ágil, melhorando o autoatendimento e promovendo uma boa experiência do cliente.

Quais são os tipos de bases de conhecimento?

A base de conhecimento pode ter muitas formas e tamanhos. No entanto, os principais tipos são internas e externas:

  • Bases de conhecimento internas

A base de conhecimento interna é um banco de dados privados de uma empresa, comumente utilizado no onboarding de colaboradores, atendimento ao cliente em SaaS e chamados de suporte e autoatendimento.

  • Bases de conhecimento externas

Por outro lado, a base de conhecimento externa costuma ser voltada para os usuários do produto. Assim, independente de onde estejam hospedadas, elas oferecem conteúdos para leitura, conveniência e entretenimento para clientes atuais ou clientes em potencial.


 

Por que você precisa de uma base de conhecimento?

Em um mundo conectado, as pessoas exigem o acesso cada vez mais fácil e rápido a informações precisas. É por isso que a base de conhecimento rica e profunda é necessária para diferentes setores:

  • TI: propõe desde a solução de problemas até treinamento/integração e perguntas gerais de instruções e suporte;

  • RH: oferece treinamento/integração à distribuição de políticas da empresa e cronogramas de pagamento;

  • Jurídico: ajuda com contratos e outros processos de aprovação, políticas, marcas registradas e registros.

Quais as vantagens de uma base de conhecimento?

1. Agilidade no atendimento

Um dos principais benefícios da base de conhecimento é a possibilidade do cliente poder solucionar suas dúvidas sozinho, o que proporciona agilidade no atendimento. Isso é possível porque as respostas já estão prontas e documentadas. Basta acessar a base e encontrar o conteúdo correto para solucionar o problema.

2. Redução de custos com pessoal

As demandas de atendimento dos clientes, muitas vezes, se repetem e possuem baixo grau de complexidade. Assim, tutoriais, artigos e vídeos que explicam o funcionamento da solução de forma detalhada podem resolver o problema por conta própria. Diante disso, com o número de atendimentos reduzido, a empresa pode focar em tarefas mais urgentes e complicadas.

3. Melhoria no treinamento de novos colaboradores

A base de conhecimento também é importante para a educação do público interno. Afinal, os conteúdos podem ser usados para treinar e capacitar os novos colaboradores sobre as soluções da empresa, seus clientes e processos.

4. Diminuição de retrabalhos

Outra vantagem da base de conhecimento é a capacitação dos funcionários e, consequentemente, a diminuição das falhas, o que reduz os retrabalhos, aumenta a produtividade e diminui os custos.

5. Maior engajamento das equipes

Uma boa base de conhecimento precisa do apoio de colaboradores de diferentes setores, o que gera maior engajamento entre as equipes. Como resultado, os profissionais sentem-se motivados e o atendimento ao cliente alcança outro nível.

6. Aumento da satisfação dos clientes

A base de conhecimento também ajuda a melhorar a experiência do cliente com a marca, pois permite que as pessoas resolvam seus problemas sozinhas, aumentando o nível de satisfação.

Quais são as ferramentas de base de conhecimento mais importantes?

Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para construir uma base de conhecimento interna. Para ajudar você na implementação desse sistema, listamos as principais plataformas a seguir. Continue lendo e confira!

  • Trello

O Trello é uma ferramenta de gestão que permite a criação de modelos de projetos e processos que podem ser replicados a cada novo cliente, além de possibilitar a edição dos quadros de acordo com a necessidade de cada cliente. Além disso, a ferramenta permite criar quadros com modelos de onboarding para colaboradores e clientes, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas.

  • Notion

O Notion funciona como uma biblioteca de dados, facilitando o acesso das pessoas autorizadas e reduzindo o tempo gasto em busca de informações. Nele, é possível organizar bibliotecas com variados setores e processos, centralizar as notas de reuniões, gerenciar dados, compartilhar conteúdos em páginas, organizar as etapas dos projetos, entre outros.

  • Miro

A Miro é outra ferramenta de gestão do fluxo de trabalho, que oferece maior agilidade na comunicação interna e criação de fluxogramas. Dessa forma, torna-se uma importante ferramenta de base de conhecimento, pois reúne informações relevantes sobre diversas áreas da empresa e ainda facilita a comunicação entre a equipe.

  • CRMs de venda

Uma das etapas indispensáveis a uma boa gestão de conhecimento é garantir que as informações e dados não se percam. Para isso, é importante contar com soluções capazes de integrar esses conteúdos à estratégia, como o Milvus, que possibilita a integração com diversas ferramentas.

Como elaborar uma base de conhecimento?

Agora que você já compreendeu como esta solução pode agregar à rotina, é hora de entender como montar uma base de conhecimento.

1. Identifique o público-alvo da base de conhecimento

Em primeiro lugar, determine o público-alvo das informações. Com isso, é possível definir a linguagem que será utilizada na elaboração dos conteúdos, além dos formatos e estratégias de organização.

2. Monte uma equipe multidisciplinar para elaborar e validar os conteúdos

Em seguida, desenvolva um time multidisciplinar para elaboração do conteúdo. Para isso, a dica é escolher pessoas que conhecem os processos e serviços oferecidos na empresa, como técnicos e usuários de cada um dos processos listados.

3. Aposte em metodologias ágeis para conduzir o projeto

A criação da base de conhecimento demanda muito investimento de tempo, além da criação de uma estratégia de realização. Portanto, a sugestão é aliar o processo a uma metodologia ágil de gestão de projetos, que ajudam a organizar as tarefas e otimizar os resultados.

4. Mantenha a base de conhecimento constantemente atualizada

Toda empresa passa por mudanças nos processos e recursos. Por isso, é fundamental ter uma equipe responsável por reavaliar o conteúdo periodicamente, incorporando os feedbacks apresentados e atualizando as informações.

5. Tenha um bom software de base de conhecimento

Na hora de escolher o software de base de conhecimento, é fundamental avaliar os fatores a seguir:

  • Tamanho do negócio,

  • Recursos necessários

  • Ferramentas em uso

  • Compatibilidade com a imagem da marca

CONCLUSÃO

Uma das principais vantagens de ter uma base de conhecimento bem estruturada é a facilidade de acesso à informação. Afinal, quando os clientes encontram rapidamente as respostas para suas perguntas, eles ficam mais satisfeitos e confiantes em relação à empresa. Além disso, o atendimento eficiente pode reduzir a necessidade de suporte direto, reduzindo a carga de trabalho da equipe e otimizando os recursos internos. Com isso, é possível criar conteúdos que amplificarão a produtividade dos analistas e dos clientes, promovendo uma gestão de TI muito mais eficiente. O Milvus, enquanto a mais completa solução omnichannel do mercado, possui um recurso de base de conhecimento completo.  Para saber como o Milvus pode ajudar a aumentar a eficiência dos seus operadores e melhorar a qualidade dos seus serviços, entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Base de conhecimento: confira um guia completo sobre o tema

Felix Schultz

Base de conhecimento é o nome dado ao sistema utilizado para centralizar dados e informações sobre um produto ou serviço com o objetivo de promover uma profunda compreensão do ciclo de vendas da empresa. Como resultado, o negócio tende a sair na frente e garantir mais segurança acerca das informações sobre produtos, serviços e processos internos. Para saber mais e tirar suas dúvidas sobre o tema, continue a leitura!

O que é base de conhecimento?

Base de conhecimento é a plataforma responsável por centralizar os dados e informações sobre as soluções que a empresa oferece, assim como seus procedimentos, processos, entre outros. Dessa forma, ela pode ser definida como uma biblioteca virtual que armazena conteúdos de diferentes formatos e assuntos, democratizando o acesso ao conhecimento interno e agilizando a resolução de dúvidas e problemas.

Como funciona a base de dados de conhecimento?

A base de dados de conhecimento é uma grande biblioteca virtual com todas as informações sobre a empresa armazenadas em diferentes formatos, como vídeos, e-books, infográficos e muito mais. Portanto, preserva dados relevantes e torna-os acessíveis a clientes e colaboradores. Dessa forma, oferece condições para que as pessoas tentem solucionar suas dúvidas de maneira autônoma, simples e ágil, melhorando o autoatendimento e promovendo uma boa experiência do cliente.

Quais são os tipos de bases de conhecimento?

A base de conhecimento pode ter muitas formas e tamanhos. No entanto, os principais tipos são internas e externas:

  • Bases de conhecimento internas

A base de conhecimento interna é um banco de dados privados de uma empresa, comumente utilizado no onboarding de colaboradores, atendimento ao cliente em SaaS e chamados de suporte e autoatendimento.

  • Bases de conhecimento externas

Por outro lado, a base de conhecimento externa costuma ser voltada para os usuários do produto. Assim, independente de onde estejam hospedadas, elas oferecem conteúdos para leitura, conveniência e entretenimento para clientes atuais ou clientes em potencial.


 

Por que você precisa de uma base de conhecimento?

Em um mundo conectado, as pessoas exigem o acesso cada vez mais fácil e rápido a informações precisas. É por isso que a base de conhecimento rica e profunda é necessária para diferentes setores:

  • TI: propõe desde a solução de problemas até treinamento/integração e perguntas gerais de instruções e suporte;

  • RH: oferece treinamento/integração à distribuição de políticas da empresa e cronogramas de pagamento;

  • Jurídico: ajuda com contratos e outros processos de aprovação, políticas, marcas registradas e registros.

Quais as vantagens de uma base de conhecimento?

1. Agilidade no atendimento

Um dos principais benefícios da base de conhecimento é a possibilidade do cliente poder solucionar suas dúvidas sozinho, o que proporciona agilidade no atendimento. Isso é possível porque as respostas já estão prontas e documentadas. Basta acessar a base e encontrar o conteúdo correto para solucionar o problema.

2. Redução de custos com pessoal

As demandas de atendimento dos clientes, muitas vezes, se repetem e possuem baixo grau de complexidade. Assim, tutoriais, artigos e vídeos que explicam o funcionamento da solução de forma detalhada podem resolver o problema por conta própria. Diante disso, com o número de atendimentos reduzido, a empresa pode focar em tarefas mais urgentes e complicadas.

3. Melhoria no treinamento de novos colaboradores

A base de conhecimento também é importante para a educação do público interno. Afinal, os conteúdos podem ser usados para treinar e capacitar os novos colaboradores sobre as soluções da empresa, seus clientes e processos.

4. Diminuição de retrabalhos

Outra vantagem da base de conhecimento é a capacitação dos funcionários e, consequentemente, a diminuição das falhas, o que reduz os retrabalhos, aumenta a produtividade e diminui os custos.

5. Maior engajamento das equipes

Uma boa base de conhecimento precisa do apoio de colaboradores de diferentes setores, o que gera maior engajamento entre as equipes. Como resultado, os profissionais sentem-se motivados e o atendimento ao cliente alcança outro nível.

6. Aumento da satisfação dos clientes

A base de conhecimento também ajuda a melhorar a experiência do cliente com a marca, pois permite que as pessoas resolvam seus problemas sozinhas, aumentando o nível de satisfação.

Quais são as ferramentas de base de conhecimento mais importantes?

Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para construir uma base de conhecimento interna. Para ajudar você na implementação desse sistema, listamos as principais plataformas a seguir. Continue lendo e confira!

  • Trello

O Trello é uma ferramenta de gestão que permite a criação de modelos de projetos e processos que podem ser replicados a cada novo cliente, além de possibilitar a edição dos quadros de acordo com a necessidade de cada cliente. Além disso, a ferramenta permite criar quadros com modelos de onboarding para colaboradores e clientes, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas.

  • Notion

O Notion funciona como uma biblioteca de dados, facilitando o acesso das pessoas autorizadas e reduzindo o tempo gasto em busca de informações. Nele, é possível organizar bibliotecas com variados setores e processos, centralizar as notas de reuniões, gerenciar dados, compartilhar conteúdos em páginas, organizar as etapas dos projetos, entre outros.

  • Miro

A Miro é outra ferramenta de gestão do fluxo de trabalho, que oferece maior agilidade na comunicação interna e criação de fluxogramas. Dessa forma, torna-se uma importante ferramenta de base de conhecimento, pois reúne informações relevantes sobre diversas áreas da empresa e ainda facilita a comunicação entre a equipe.

  • CRMs de venda

Uma das etapas indispensáveis a uma boa gestão de conhecimento é garantir que as informações e dados não se percam. Para isso, é importante contar com soluções capazes de integrar esses conteúdos à estratégia, como o Milvus, que possibilita a integração com diversas ferramentas.

Como elaborar uma base de conhecimento?

Agora que você já compreendeu como esta solução pode agregar à rotina, é hora de entender como montar uma base de conhecimento.

1. Identifique o público-alvo da base de conhecimento

Em primeiro lugar, determine o público-alvo das informações. Com isso, é possível definir a linguagem que será utilizada na elaboração dos conteúdos, além dos formatos e estratégias de organização.

2. Monte uma equipe multidisciplinar para elaborar e validar os conteúdos

Em seguida, desenvolva um time multidisciplinar para elaboração do conteúdo. Para isso, a dica é escolher pessoas que conhecem os processos e serviços oferecidos na empresa, como técnicos e usuários de cada um dos processos listados.

3. Aposte em metodologias ágeis para conduzir o projeto

A criação da base de conhecimento demanda muito investimento de tempo, além da criação de uma estratégia de realização. Portanto, a sugestão é aliar o processo a uma metodologia ágil de gestão de projetos, que ajudam a organizar as tarefas e otimizar os resultados.

4. Mantenha a base de conhecimento constantemente atualizada

Toda empresa passa por mudanças nos processos e recursos. Por isso, é fundamental ter uma equipe responsável por reavaliar o conteúdo periodicamente, incorporando os feedbacks apresentados e atualizando as informações.

5. Tenha um bom software de base de conhecimento

Na hora de escolher o software de base de conhecimento, é fundamental avaliar os fatores a seguir:

  • Tamanho do negócio,

  • Recursos necessários

  • Ferramentas em uso

  • Compatibilidade com a imagem da marca

CONCLUSÃO

Uma das principais vantagens de ter uma base de conhecimento bem estruturada é a facilidade de acesso à informação. Afinal, quando os clientes encontram rapidamente as respostas para suas perguntas, eles ficam mais satisfeitos e confiantes em relação à empresa. Além disso, o atendimento eficiente pode reduzir a necessidade de suporte direto, reduzindo a carga de trabalho da equipe e otimizando os recursos internos. Com isso, é possível criar conteúdos que amplificarão a produtividade dos analistas e dos clientes, promovendo uma gestão de TI muito mais eficiente. O Milvus, enquanto a mais completa solução omnichannel do mercado, possui um recurso de base de conhecimento completo.  Para saber como o Milvus pode ajudar a aumentar a eficiência dos seus operadores e melhorar a qualidade dos seus serviços, entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Aprenda Como Configurar SD WAN Firewall Fortigate [Best Quality]

Felix Schultz

A utilização do SD-WAN (Rede Definida por Software) no firewall Fortigate oferece diversas vantagens para as organizações, como: 

  • Otimização de Desempenho: O SD-WAN permite rotear o tráfego de forma inteligente, escolhendo automaticamente a melhor rota para os dados. Isso otimiza o desempenho da rede, reduzindo a latência e melhorando a experiência do usuário.

  • Eficiência de Largura de Banda: Com recursos de balanceamento de carga, o SD-WAN distribui o tráfego de maneira equitativa entre diferentes links de Internet, aproveitando ao máximo a largura de banda disponível.

  • Flexibilidade e Agilidade: O SD-WAN no firewall Fortigate oferece flexibilidade na gestão da rede, permitindo ajustes dinâmicos conforme as necessidades. Isso é especialmente útil em ambientes empresariais que demandam mudanças rápidas e adaptações na infraestrutura de rede.

  • Failover Automático: Em caso de falha em uma conexão de Internet, o SD-WAN pode direcionar automaticamente o tráfego para um link alternativo, garantindo a continuidade dos serviços e minimizando interrupções.

  • Priorização de Aplicativos: A capacidade de priorizar aplicativos críticos para o negócio assegura que recursos de rede sejam direcionados para atividades essenciais, melhorando a eficiência operacional.

  • Integração de Segurança: Ao combinar SD-WAN com o firewall Fortigate, você beneficia-se da integração de recursos avançados de segurança, protegendo a rede contra ameaças cibernéticas enquanto otimiza o tráfego.

Portanto, confira o passo a passo para configurar SD WAN Firewall Fortigate a seguir:  Objetivos:

  • Configurar FGT-1

  • Configurar ISP-1

  • Configurar ISP-2

  • Configurar ISP-3

Topologia: Acessando FGT-1

  • Acesse o FGT-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do FGT-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem: 

Dando início na configuração do lab, vamos começar configurando o FGT-1. As primeiras configurações aplicadas serão as de interfaces. Para isso, execute os seguintes comandos: config system interface edit "port1" 🡺 Essa porta se conecta com Link 1 da operadora ISP-1 set alias "WAN-1" set vdom "root" set ip 201.201.201.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT1-ISP" next edit "port2" 🡺 Essa porta se conecta com Link 2 da operadora ISP-2 set alias "WAN-2" set vdom "root" set ip 202.202.202.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT2-ISP" next edit "port4" 🡺 Essa é porta da rede local, a rede LAN set vdom "root" set alias "LAN" set ip 192.168.100.1 255.255.255.0 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-LAN" next end Agora, vamos realizar a configuração da rota default, que vai permitir a comunicação com a internet. Para isso, execute os comandos: config router static  edit 1 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 1 da operadora ISP-1 set distance 4 set device "port1" next edit 2 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 2 da operadora ISP-2 set distance 4 set device "port2" next end Em seguida, vamos criar uma firewall policy para permitir a comunicação entre o firewall FGT-1 e ISP-1 e ISP-2. Então, vamos aplicar o comandos abaixo: config firewall policy edit 1 🡺  Politíca de segurança que permite a comunicação entre FGT-1 e ISP-1 e ISP-2 set name "permite-from-RT"  set srcintf "any" set dstintf "any" set srcaddr "all" set dstaddr "all" set action accept set schedule "always" set service "ALL" next end

 

Assim concluimos as configurações iniciais do firewall fortigate. Agora vamos iniciar as configurações dos roteadores das operadoras de internet.

Acessando ISP-1

  • Acesse o ISP-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos começar as configurações dos roteadores da operadores de internet. Portanto, vamos iniciar pelo roteador ISP-1, aplicando os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1  description CONECTA-FGT-1 ip address 201.201.201.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 1.1.1.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-1 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 1.1.1.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 1.1.1.2 description CONECTA_RT3 neighbor 1.1.1.2 allowas-in neighbor 1.1.1.2 soft-reconfiguration inbound ! Aqui, precisamos realizar a configuração da rota estática para mostrar como o ISP-1 pode chegar até a rede LAN do firewall FGT-1 ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 201.201.201.2  🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1

Finalizamos as configurações do ISP-1. Agora chegou a vez de configurar o ISP-2 então vamos acessar e configurar.

Acessando ISP-2

  • Acesse o ISP-2 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-2

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos realizar a configuração do roteador da operadora de internet ISP-2. Então, para isso vamos aplicar os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1 description CONECTA-FGT-1 ip address 202.202.202.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 2.2.2.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-2 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static 🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 2.2.2.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 2.2.2.2 description CONECTA_RT3 neighbor 2.2.2.2 allowas-in neighbor 2.2.2.2 soft-reconfiguration inbound ! ! ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 202.202.202.2 🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1 ! end

XXXXXXX

Próximo passo é configurar o ISP-3.

Acessando ISP-3

  • Acesse o ISP-3 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-3

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos finalizar a configuração dos roteadores das operadoras  configurando ISP-3. Dessa forma, vamos aplicar os seguintes comandos: interface Loopback100 🡺  Essa interface será utilizada para verificar qualidade do link através de ping description Health-Check  ip address 70.70.70.1 255.255.255.0 ! ! interface FastEthernet0/0 🡺  Interface de saida para Internet description INTERNET ip address 210.210.210.1 255.255.255.0 ! ! interface GigabitEthernet1/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-1 description CONECTA-R1 ip address 1.1.1.2 255.255.255.252 !  ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-2 description CONECTA-R2 ip address 2.2.2.2 255.255.255.252 ! Aqui, vamos realizar as configurações de roteamento do protocolo BGP e, com isso, permitir a comunicação entre os equipamentos envolvidos na topologia. router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-3  bgp log-neighbor-changes  redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas  neighbor 1.1.1.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-1  neighbor 1.1.1.1 description CONECTA_RT1  neighbor 1.1.1.1 allowas-in  neighbor 1.1.1.1 soft-reconfiguration inbound  neighbor 2.2.2.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-2  neighbor 2.2.2.1 description CONECTA_RT2  neighbor 2.2.2.1 allowas-in  neighbor 2.2.2.1 soft-reconfiguration inbound ! Assim, finalizamos as configurações de toda a infra estrutura que vamos precisar para funcionar o serviço de SD-WAN. 

 

Então, vamos iniciar a configuração do SDWAN. Para isso, vamos acessar a interface web do firewall FGT-1.

  1. Abrir o navegador 

  2. Adicionar o endereço do FGT-1

Após acessar a interface web do firewall, vamos seguir os seguintes passos para iniciar as configurações do SDWAN.  Network 🡺 SD-WAN Zones 🡺 Create New Agora, vamos criar uma interface SD-WAN. Para isso, defina um nome para interface, Sdwan-1 e clique em OK Agora, vamos adicionar os link’s de WAN dentro da interface Sdwan-1. Então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member Vamos selecionar a interface WAN-1 e a interface Sdwan-1, em seguida, clicar em OK. Agora, vamos adicionar os links de WAN’s dentro da interface Sdwan-1, então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member. Após concluirmos as configurações, podemos ver as 2 interfaces WAN’s associadas à Swan-1

 

Agora que concluímos as configurações da interface sdwan-1, vamos criar 2 address que vamos utilizar nas políticas de roteamento. Para isso vamos em 🡺 Policy & Objects 🡺 Addresses, em seguida, clicar em Create New. Agora, defina um nome e endereçamento Ip para o primeiro e segundo address, conforme a imagem abaixo, e clique em OK. Primeiro Address: Segundo Address:  Agora que concluímos as configurações dos Addresses, vamos criar regras para o serviço de sd-wan, para isso vamos seguir os seguintes passos: Network 🡺SD-WAN Rules 🡺 Create New Então, vamos criar a primeira regra, preencher conforme a imagem abaixo:

 

Ainda dentro da regra-1 vamos definir a estratégia de saída. Para isso, vamos selecionar Best Quality, em seguida vamos selecionar os Links de WAN, 1 e 2, na sequencia clique em  🡺 Measured SLA 🡺 Create. Em seguida vamos definir as configurações do Measured SLA conforme a imagem e clique em OK. Após clicar em OK, nossa configuração de sdwan estará definida. Então, clique em OK. E assim concluímos todas as configurações do serviços de Sdwan, conforme a imagem abaixo. Para um melhor entendimento do laboratório acompanhe o passo a passo no video no Youtube pelo link:  https://www.youtube.com/watch?v=wMYkUuQZABc

 

Atendimento ao Cliente

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Aprenda Como Configurar SD WAN Firewall Fortigate [Best Quality]

Felix Schultz

A utilização do SD-WAN (Rede Definida por Software) no firewall Fortigate oferece diversas vantagens para as organizações, como: 

  • Otimização de Desempenho: O SD-WAN permite rotear o tráfego de forma inteligente, escolhendo automaticamente a melhor rota para os dados. Isso otimiza o desempenho da rede, reduzindo a latência e melhorando a experiência do usuário.

  • Eficiência de Largura de Banda: Com recursos de balanceamento de carga, o SD-WAN distribui o tráfego de maneira equitativa entre diferentes links de Internet, aproveitando ao máximo a largura de banda disponível.

  • Flexibilidade e Agilidade: O SD-WAN no firewall Fortigate oferece flexibilidade na gestão da rede, permitindo ajustes dinâmicos conforme as necessidades. Isso é especialmente útil em ambientes empresariais que demandam mudanças rápidas e adaptações na infraestrutura de rede.

  • Failover Automático: Em caso de falha em uma conexão de Internet, o SD-WAN pode direcionar automaticamente o tráfego para um link alternativo, garantindo a continuidade dos serviços e minimizando interrupções.

  • Priorização de Aplicativos: A capacidade de priorizar aplicativos críticos para o negócio assegura que recursos de rede sejam direcionados para atividades essenciais, melhorando a eficiência operacional.

  • Integração de Segurança: Ao combinar SD-WAN com o firewall Fortigate, você beneficia-se da integração de recursos avançados de segurança, protegendo a rede contra ameaças cibernéticas enquanto otimiza o tráfego.

Portanto, confira o passo a passo para configurar SD WAN Firewall Fortigate a seguir:  Objetivos:

  • Configurar FGT-1

  • Configurar ISP-1

  • Configurar ISP-2

  • Configurar ISP-3

Topologia: Acessando FGT-1

  • Acesse o FGT-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do FGT-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem: 

Dando início na configuração do lab, vamos começar configurando o FGT-1. As primeiras configurações aplicadas serão as de interfaces. Para isso, execute os seguintes comandos: config system interface edit "port1" 🡺 Essa porta se conecta com Link 1 da operadora ISP-1 set alias "WAN-1" set vdom "root" set ip 201.201.201.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT1-ISP" next edit "port2" 🡺 Essa porta se conecta com Link 2 da operadora ISP-2 set alias "WAN-2" set vdom "root" set ip 202.202.202.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT2-ISP" next edit "port4" 🡺 Essa é porta da rede local, a rede LAN set vdom "root" set alias "LAN" set ip 192.168.100.1 255.255.255.0 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-LAN" next end Agora, vamos realizar a configuração da rota default, que vai permitir a comunicação com a internet. Para isso, execute os comandos: config router static  edit 1 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 1 da operadora ISP-1 set distance 4 set device "port1" next edit 2 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 2 da operadora ISP-2 set distance 4 set device "port2" next end Em seguida, vamos criar uma firewall policy para permitir a comunicação entre o firewall FGT-1 e ISP-1 e ISP-2. Então, vamos aplicar o comandos abaixo: config firewall policy edit 1 🡺  Politíca de segurança que permite a comunicação entre FGT-1 e ISP-1 e ISP-2 set name "permite-from-RT"  set srcintf "any" set dstintf "any" set srcaddr "all" set dstaddr "all" set action accept set schedule "always" set service "ALL" next end

 

Assim concluimos as configurações iniciais do firewall fortigate. Agora vamos iniciar as configurações dos roteadores das operadoras de internet.

Acessando ISP-1

  • Acesse o ISP-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos começar as configurações dos roteadores da operadores de internet. Portanto, vamos iniciar pelo roteador ISP-1, aplicando os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1  description CONECTA-FGT-1 ip address 201.201.201.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 1.1.1.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-1 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 1.1.1.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 1.1.1.2 description CONECTA_RT3 neighbor 1.1.1.2 allowas-in neighbor 1.1.1.2 soft-reconfiguration inbound ! Aqui, precisamos realizar a configuração da rota estática para mostrar como o ISP-1 pode chegar até a rede LAN do firewall FGT-1 ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 201.201.201.2  🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1

Finalizamos as configurações do ISP-1. Agora chegou a vez de configurar o ISP-2 então vamos acessar e configurar.

Acessando ISP-2

  • Acesse o ISP-2 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-2

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos realizar a configuração do roteador da operadora de internet ISP-2. Então, para isso vamos aplicar os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1 description CONECTA-FGT-1 ip address 202.202.202.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 2.2.2.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-2 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static 🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 2.2.2.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 2.2.2.2 description CONECTA_RT3 neighbor 2.2.2.2 allowas-in neighbor 2.2.2.2 soft-reconfiguration inbound ! ! ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 202.202.202.2 🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1 ! end

XXXXXXX

Próximo passo é configurar o ISP-3.

Acessando ISP-3

  • Acesse o ISP-3 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-3

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos finalizar a configuração dos roteadores das operadoras  configurando ISP-3. Dessa forma, vamos aplicar os seguintes comandos: interface Loopback100 🡺  Essa interface será utilizada para verificar qualidade do link através de ping description Health-Check  ip address 70.70.70.1 255.255.255.0 ! ! interface FastEthernet0/0 🡺  Interface de saida para Internet description INTERNET ip address 210.210.210.1 255.255.255.0 ! ! interface GigabitEthernet1/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-1 description CONECTA-R1 ip address 1.1.1.2 255.255.255.252 !  ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-2 description CONECTA-R2 ip address 2.2.2.2 255.255.255.252 ! Aqui, vamos realizar as configurações de roteamento do protocolo BGP e, com isso, permitir a comunicação entre os equipamentos envolvidos na topologia. router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-3  bgp log-neighbor-changes  redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas  neighbor 1.1.1.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-1  neighbor 1.1.1.1 description CONECTA_RT1  neighbor 1.1.1.1 allowas-in  neighbor 1.1.1.1 soft-reconfiguration inbound  neighbor 2.2.2.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-2  neighbor 2.2.2.1 description CONECTA_RT2  neighbor 2.2.2.1 allowas-in  neighbor 2.2.2.1 soft-reconfiguration inbound ! Assim, finalizamos as configurações de toda a infra estrutura que vamos precisar para funcionar o serviço de SD-WAN. 

 

Então, vamos iniciar a configuração do SDWAN. Para isso, vamos acessar a interface web do firewall FGT-1.

  1. Abrir o navegador 

  2. Adicionar o endereço do FGT-1

Após acessar a interface web do firewall, vamos seguir os seguintes passos para iniciar as configurações do SDWAN.  Network 🡺 SD-WAN Zones 🡺 Create New Agora, vamos criar uma interface SD-WAN. Para isso, defina um nome para interface, Sdwan-1 e clique em OK Agora, vamos adicionar os link’s de WAN dentro da interface Sdwan-1. Então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member Vamos selecionar a interface WAN-1 e a interface Sdwan-1, em seguida, clicar em OK. Agora, vamos adicionar os links de WAN’s dentro da interface Sdwan-1, então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member. Após concluirmos as configurações, podemos ver as 2 interfaces WAN’s associadas à Swan-1

 

Agora que concluímos as configurações da interface sdwan-1, vamos criar 2 address que vamos utilizar nas políticas de roteamento. Para isso vamos em 🡺 Policy & Objects 🡺 Addresses, em seguida, clicar em Create New. Agora, defina um nome e endereçamento Ip para o primeiro e segundo address, conforme a imagem abaixo, e clique em OK. Primeiro Address: Segundo Address:  Agora que concluímos as configurações dos Addresses, vamos criar regras para o serviço de sd-wan, para isso vamos seguir os seguintes passos: Network 🡺SD-WAN Rules 🡺 Create New Então, vamos criar a primeira regra, preencher conforme a imagem abaixo:

 

Ainda dentro da regra-1 vamos definir a estratégia de saída. Para isso, vamos selecionar Best Quality, em seguida vamos selecionar os Links de WAN, 1 e 2, na sequencia clique em  🡺 Measured SLA 🡺 Create. Em seguida vamos definir as configurações do Measured SLA conforme a imagem e clique em OK. Após clicar em OK, nossa configuração de sdwan estará definida. Então, clique em OK. E assim concluímos todas as configurações do serviços de Sdwan, conforme a imagem abaixo. Para um melhor entendimento do laboratório acompanhe o passo a passo no video no Youtube pelo link:  https://www.youtube.com/watch?v=wMYkUuQZABc

 

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O que é cluster: descubra vantagens para as empresas

Felix Schultz

Saber o que é cluster pode trazer ótimas perspectivas para a elaboração de estratégias eficientes em uma empresa. Afinal, essa técnica permite integrar diferentes máquinas para trabalharem em conjunto em torno de um determinado objetivo. Ã? válido ressaltar, desde já, que o uso da tecnologia em uma organização tem o potencial de elevar a eficiência de diversos processos, aumentar a produtividade, automatizar tarefas, entre outras funções. Desse modo, conhecer ferramentas tecnológicas e técnicas para otimizá-las pode transformar a gestão de um negócio. Neste artigo, entenda melhor o que é cluster e como essa conexão pode auxiliar a sua empresa!

O que é um cluster?

Esse é um termo em inglês utilizado para se referir a um agrupamento. Na área da tecnologia, cluster é a união de computadores conectados para o aprimoramento de uma ou mais tarefas. Essa técnica busca aumentar o desempenho dos sistemas e elevar o potencial de conciliar diferentes atividades simultaneamente. Nesse contexto, cada máquina que pertence a essa rede recebe o nome de nó. Em um cluster, é possível ter inúmeros nós, embora a escolha da quantidade e do tipo de conexão seja feita conforme os objetivos de usar essa técnica. Em um cluster, todos os computadores atuam como se fossem um só. Desse modo, é possível construir uma rede única e administrá-la com mais potencial de processamento e atuação.

Como foram formados os clusters?

A primeira vez que utilizaram os clusters foi no ano de 1960, na International Business Machines Corporation (IBM). A ideia veio da necessidade de elevar a eficiência do processamento das máquinas na organização. Ao longo dos anos, essa estratégia se refinou e a fusão dos recursos tecnológicos se atualizou. Atualmente, o cluster combina com diversas tendências do ramo da tecnologia, como é o caso da Internet of Things (IoT) “ conhecida também como Internet das Coisas “ e da hiperconectividade.

Quais as suas funções?

A principal função de um cluster, como visto, é melhorar o desempenho de um sistema, por conta do funcionamento simultâneo de diversos computadores. No entanto, essa não é a única vantagem de aplicar essa ideia. Além de oferecerem uma maior eficiência no processamento, os clusters tendem a ser mais econômicos que usar um equipamento mais complexo e com hardware refinado, como é o caso dos supercomputadores. Geralmente, computadores simples podem formar a rede com sucesso. Desse modo, é possível executar a mesma tarefa e cumprir os objetivos, porém, sem a necessidade de realizar um investimento muito grande.

Onde os clusters podem ser aplicados?

Uma das principais vantagens dos clusters é a ampla capacidade de aplicação. Na área da TI, costumam ser usados para elevar o processamento de banco de dados ou do desenvolvimento de sistemas densos, como jogos. Já no campo do design, por exemplo, a técnica é útil para melhorar o desempenho de programas de renderização de imagens. No meio corporativo, os clusters podem ser aplicados em diferentes setores, como saúde, agronegócio, robótica, central de serviços. A implementação dessa estratégia depende dos objetivos da empresa, mas certamente agrega valor a uma marca, devido a um maior potencial de inovação, digitalização e competição no mercado.

Qual a diferença entre um cluster físico e um virtual?

O cluster também pode apresentar diferentes categorias: físico ou virtual. Afinal, a conexão pode ser realizada tanto por meio da integração dos hardwares quanto pelo vínculo dos softwares em redes virtuais. O cluster físico faz com que seja necessário ter um espaço maior, a fim de conectar diferentes máquinas por meio de fios e demais acessórios. Com isso, garante a integração, embora custos com local e equipamentos periféricos sejam necessários. Já o cluster virtual não requer essas demandas. A conexão é feita em uma rede online, tornando o processo mais dinâmico e igualmente eficiente. A desvantagem é que falhas na integração podem levar mais tempo para serem solucionadas, em alguns casos.

Quais os tipos de cluster?

Além de físicos e virtuais, os agrupamentos das máquinas também variam no modelo. A seguir, conheça os diferentes tipos de cluster e suas principais características.

Failover ou High Availability Computing Cluster

Esse é um tipo de cluster de alta disponibilidade. Seu principal diferencial é a garantia da atividade da rede. Desse modo, uma máquina complementa a outra, mesmo em caso de falhas, com o objetivo de manter a rede em operação.

Load Balancing

Há ainda o cluster para balanceamento de carga, conhecido como Load Balancing. Essa é uma ferramenta capaz de se remodelar, se ocorrer alguma falha na estrutura. Afinal, em caso de quedas de energia ou desligamento de uma máquina, os demais computadores conectados se organizam para assumir as tarefas do nó inoperante.

High Performance Computing Cluster

O cluster de alto desempenho, chamado também de High Performance Computing Cluster, executa tarefas de alta demanda de performance. Desse modo, faz parte de uma rede otimizada para atingir o máximo desempenho possível.

Processamento paralelo

O cluster de processamento paralelo tem como proposta a divisão de uma tarefa complexa em diversas atividades mais simples. Desse modo, cada nó fica responsável por uma das demandas e atua coordenadamente com a rede. Como visto, saber o que é cluster pode ajudar uma empresa a definir estratégias de integração e otimização de fluxos de processos. Além disso, a aplicação é variada e pode trazer benefícios para as mais diversas áreas de atuação. Sendo assim, é uma ferramenta extra para os gestores que visam implementações inovadoras e promissoras. Este artigo foi útil para você? Compartilhe nas redes sociais para que os seus amigos também conheçam o potencial do cluster de elevar a eficiência dos sistemas organizacionais!

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O que é cluster: descubra vantagens para as empresas

Felix Schultz

Saber o que é cluster pode trazer ótimas perspectivas para a elaboração de estratégias eficientes em uma empresa. Afinal, essa técnica permite integrar diferentes máquinas para trabalharem em conjunto em torno de um determinado objetivo. Ã? válido ressaltar, desde já, que o uso da tecnologia em uma organização tem o potencial de elevar a eficiência de diversos processos, aumentar a produtividade, automatizar tarefas, entre outras funções. Desse modo, conhecer ferramentas tecnológicas e técnicas para otimizá-las pode transformar a gestão de um negócio. Neste artigo, entenda melhor o que é cluster e como essa conexão pode auxiliar a sua empresa!

O que é um cluster?

Esse é um termo em inglês utilizado para se referir a um agrupamento. Na área da tecnologia, cluster é a união de computadores conectados para o aprimoramento de uma ou mais tarefas. Essa técnica busca aumentar o desempenho dos sistemas e elevar o potencial de conciliar diferentes atividades simultaneamente. Nesse contexto, cada máquina que pertence a essa rede recebe o nome de nó. Em um cluster, é possível ter inúmeros nós, embora a escolha da quantidade e do tipo de conexão seja feita conforme os objetivos de usar essa técnica. Em um cluster, todos os computadores atuam como se fossem um só. Desse modo, é possível construir uma rede única e administrá-la com mais potencial de processamento e atuação.

Como foram formados os clusters?

A primeira vez que utilizaram os clusters foi no ano de 1960, na International Business Machines Corporation (IBM). A ideia veio da necessidade de elevar a eficiência do processamento das máquinas na organização. Ao longo dos anos, essa estratégia se refinou e a fusão dos recursos tecnológicos se atualizou. Atualmente, o cluster combina com diversas tendências do ramo da tecnologia, como é o caso da Internet of Things (IoT) “ conhecida também como Internet das Coisas “ e da hiperconectividade.

Quais as suas funções?

A principal função de um cluster, como visto, é melhorar o desempenho de um sistema, por conta do funcionamento simultâneo de diversos computadores. No entanto, essa não é a única vantagem de aplicar essa ideia. Além de oferecerem uma maior eficiência no processamento, os clusters tendem a ser mais econômicos que usar um equipamento mais complexo e com hardware refinado, como é o caso dos supercomputadores. Geralmente, computadores simples podem formar a rede com sucesso. Desse modo, é possível executar a mesma tarefa e cumprir os objetivos, porém, sem a necessidade de realizar um investimento muito grande.

Onde os clusters podem ser aplicados?

Uma das principais vantagens dos clusters é a ampla capacidade de aplicação. Na área da TI, costumam ser usados para elevar o processamento de banco de dados ou do desenvolvimento de sistemas densos, como jogos. Já no campo do design, por exemplo, a técnica é útil para melhorar o desempenho de programas de renderização de imagens. No meio corporativo, os clusters podem ser aplicados em diferentes setores, como saúde, agronegócio, robótica, central de serviços. A implementação dessa estratégia depende dos objetivos da empresa, mas certamente agrega valor a uma marca, devido a um maior potencial de inovação, digitalização e competição no mercado.

Qual a diferença entre um cluster físico e um virtual?

O cluster também pode apresentar diferentes categorias: físico ou virtual. Afinal, a conexão pode ser realizada tanto por meio da integração dos hardwares quanto pelo vínculo dos softwares em redes virtuais. O cluster físico faz com que seja necessário ter um espaço maior, a fim de conectar diferentes máquinas por meio de fios e demais acessórios. Com isso, garante a integração, embora custos com local e equipamentos periféricos sejam necessários. Já o cluster virtual não requer essas demandas. A conexão é feita em uma rede online, tornando o processo mais dinâmico e igualmente eficiente. A desvantagem é que falhas na integração podem levar mais tempo para serem solucionadas, em alguns casos.

Quais os tipos de cluster?

Além de físicos e virtuais, os agrupamentos das máquinas também variam no modelo. A seguir, conheça os diferentes tipos de cluster e suas principais características.

Failover ou High Availability Computing Cluster

Esse é um tipo de cluster de alta disponibilidade. Seu principal diferencial é a garantia da atividade da rede. Desse modo, uma máquina complementa a outra, mesmo em caso de falhas, com o objetivo de manter a rede em operação.

Load Balancing

Há ainda o cluster para balanceamento de carga, conhecido como Load Balancing. Essa é uma ferramenta capaz de se remodelar, se ocorrer alguma falha na estrutura. Afinal, em caso de quedas de energia ou desligamento de uma máquina, os demais computadores conectados se organizam para assumir as tarefas do nó inoperante.

High Performance Computing Cluster

O cluster de alto desempenho, chamado também de High Performance Computing Cluster, executa tarefas de alta demanda de performance. Desse modo, faz parte de uma rede otimizada para atingir o máximo desempenho possível.

Processamento paralelo

O cluster de processamento paralelo tem como proposta a divisão de uma tarefa complexa em diversas atividades mais simples. Desse modo, cada nó fica responsável por uma das demandas e atua coordenadamente com a rede. Como visto, saber o que é cluster pode ajudar uma empresa a definir estratégias de integração e otimização de fluxos de processos. Além disso, a aplicação é variada e pode trazer benefícios para as mais diversas áreas de atuação. Sendo assim, é uma ferramenta extra para os gestores que visam implementações inovadoras e promissoras. Este artigo foi útil para você? Compartilhe nas redes sociais para que os seus amigos também conheçam o potencial do cluster de elevar a eficiência dos sistemas organizacionais!

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Cloud computing: como garantir a segurança das informações?

Felix Schultz

A cloud computing, também conhecida como computação em nuvem, é uma das soluções tecnológicas da atualidade, que traz uma série de vantagens nas aplicações. Desde maior praticidade no uso dos arquivos até o aumento da proteção dos dados podem ser garantidos com essa ferramenta. Esse é um dos motivos pelos quais o armazenamento em nuvem é tão recomendado para as pessoas e empresas. Além dessa funcionalidade, a cloud computing permite também o uso de diversos softwares de forma remota, sem a necessidade de instalação nos dispositivos, e o processamento de dados pela internet. Neste artigo, entenda melhor o que você pode fazer para aproveitar essas inovações e usar essa ferramenta tecnológica com o máximo de segurança possível.

Como funciona a cloud computing?

Antes de saber o que fazer para garantir a segurança das informações com a computação em nuvem, é importante entender como essa ferramenta funciona. A cloud computing utiliza uma infraestrutura remota, com o uso da internet, para manter salvo um conjunto de dados. Desse modo, para ter acesso a esses conteúdos, é necessário utilizar um dispositivo com a capacidade de se conectar a essa rede. Na maioria dos casos, qualquer aparelho eletrônico, como celular, tablet e computador, pode ser utilizado, desde que esteja conectado à internet. Consequentemente, a cloud computing também não requer que o acesso parta de apenas um lugar físico. Isso expande a possibilidade de uso de sistemas em nuvem, tendo em vista que ultrapassa barreiras geográficas. Esse é um dos motivos pelos quais a tecnologia é bastante utilizada em empresas que trabalham com os modelos de trabalho home office ou híbrido. Vale destacar também que, apesar de permitir o acesso remoto com mais liberdade, a solução conta com um forte controle de acesso. Apenas pessoas autorizadas, com senhas, podem se conectar às seções com arquivos confidenciais ou com maior sensibilidade. Tudo isso graças às criptografias e aplicações de segurança da informação implementadas nas soluções de computação em nuvem.

Quais os principais tipos de serviços oferecidos?

Para entender melhor os processos fundamentais para manter a segurança dos sistemas, é importante conhecer os diferentes tipos de cloud computing. Saiba mais!

SaaS

O Software as a Service (Software como Serviço), também chamado de SaaS, diz respeito a um modelo no qual o usuário deve fazer o gerenciamento de licença para usar o sistema, porém, com recursos limitados. Isso pode ser mediante um valor fixo ou uma mensalidade. Com isso, todas as informações armazenadas no software estão disponíveis apenas para o cliente, de modo que ele mesmo escolhe o que fazer, como salvar arquivos, hospedar sites e aplicativos etc.

PaaS

A Platform as a Service (Plataforma como Serviço), chamada também de PaaS, é um modelo de cloud computing destinado à criação de sistemas de infraestrutura em nuvem. Nesse ambiente, pela internet, é possível desenvolver e realizar manutenções em softwares, aplicativos e demais aplicações.

IaaS

Há, ainda, a Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço), conhecida como IaaS. Nesse caso, o que ocorre é a contratação de um pacote que atua como um hardware, embora ainda seja em nuvem. Os servidores podem armazenar, visualizar e processar uma série de dados com a cloud computing.

Como elevar os níveis de segurança da cloud computing?

Independentemente do modelo de cloud computing escolhido, existem alguns cuidados que ajudam a conferir uma maior segurança ao uso da solução. Essas práticas precisam ser reforçadas entre os usuários, principalmente dentro das empresas que lidam com computação em nuvem diariamente. Veja algumas dicas importantes!

Conscientização e proteção no processo de migração de dados

O primeiro passo é cuidar do processo de migração de dados. A conscientização é fundamental para compreender o funcionamento dos sistemas e garantir que a transferência para o ambiente em nuvem ocorra de modo seguro. Isto é, que nenhum dado se perca durante o processo.

Revisão de dados armazenados

Após concluir a migração, é importante checar se os dados armazenados estão corretos e de acordo com o que o usuário deseja. Sendo assim, é preciso reservar um tempo para se dedicar à revisão minuciosa.

Padrões de configurações da infraestrutura

Com os dados armazenados, é possível passar para a fase de personalização. Nessa etapa, é preciso configurar a infraestrutura em nuvem conforme sejam os seus objetivos de uso da tecnologia. Os padrões da maioria dos sistemas são customizáveis, a fim de favorecer a aplicação estratégica no dia a dia.

Criptografia de dados

Investir e ativar as tecnologias de criptografia na cloud computing se torna essencial para evitar invasões, perda de dados e acesso de pessoas não autorizadas. Esse é um conjunto de informações que restringe a conexão ao software apenas aos sistemas e pessoas capazes de interpretar o código particular gerado.

Autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores é mais um procedimento de segurança que impede o acesso de pessoas não autorizadas ao sistema. Nesse caso, adiciona-se uma nova fase durante o login, sendo necessário confirmar a identidade. Esse processo pode ser feito de diferentes maneiras, como biometria, senha adicional, envio de SMS ou e-mail, entre outras. Como visto, a cloud computing é uma solução tecnológica muito útil para o dia a dia de indivíduos e empresas, tendo em vista que permite o uso de recursos inteligentes e seguros por meio da internet. Investir nessa tendência é uma opção para proteger os seus dados e modernizar a atuação. Gostou do conteúdo? Então, me siga no Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube para ver mais informações que podem ajudar na segurança da informação.

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Cloud computing: como garantir a segurança das informações?

Felix Schultz

A cloud computing, também conhecida como computação em nuvem, é uma das soluções tecnológicas da atualidade, que traz uma série de vantagens nas aplicações. Desde maior praticidade no uso dos arquivos até o aumento da proteção dos dados podem ser garantidos com essa ferramenta. Esse é um dos motivos pelos quais o armazenamento em nuvem é tão recomendado para as pessoas e empresas. Além dessa funcionalidade, a cloud computing permite também o uso de diversos softwares de forma remota, sem a necessidade de instalação nos dispositivos, e o processamento de dados pela internet. Neste artigo, entenda melhor o que você pode fazer para aproveitar essas inovações e usar essa ferramenta tecnológica com o máximo de segurança possível.

Como funciona a cloud computing?

Antes de saber o que fazer para garantir a segurança das informações com a computação em nuvem, é importante entender como essa ferramenta funciona. A cloud computing utiliza uma infraestrutura remota, com o uso da internet, para manter salvo um conjunto de dados. Desse modo, para ter acesso a esses conteúdos, é necessário utilizar um dispositivo com a capacidade de se conectar a essa rede. Na maioria dos casos, qualquer aparelho eletrônico, como celular, tablet e computador, pode ser utilizado, desde que esteja conectado à internet. Consequentemente, a cloud computing também não requer que o acesso parta de apenas um lugar físico. Isso expande a possibilidade de uso de sistemas em nuvem, tendo em vista que ultrapassa barreiras geográficas. Esse é um dos motivos pelos quais a tecnologia é bastante utilizada em empresas que trabalham com os modelos de trabalho home office ou híbrido. Vale destacar também que, apesar de permitir o acesso remoto com mais liberdade, a solução conta com um forte controle de acesso. Apenas pessoas autorizadas, com senhas, podem se conectar às seções com arquivos confidenciais ou com maior sensibilidade. Tudo isso graças às criptografias e aplicações de segurança da informação implementadas nas soluções de computação em nuvem.

Quais os principais tipos de serviços oferecidos?

Para entender melhor os processos fundamentais para manter a segurança dos sistemas, é importante conhecer os diferentes tipos de cloud computing. Saiba mais!

SaaS

O Software as a Service (Software como Serviço), também chamado de SaaS, diz respeito a um modelo no qual o usuário deve fazer o gerenciamento de licença para usar o sistema, porém, com recursos limitados. Isso pode ser mediante um valor fixo ou uma mensalidade. Com isso, todas as informações armazenadas no software estão disponíveis apenas para o cliente, de modo que ele mesmo escolhe o que fazer, como salvar arquivos, hospedar sites e aplicativos etc.

PaaS

A Platform as a Service (Plataforma como Serviço), chamada também de PaaS, é um modelo de cloud computing destinado à criação de sistemas de infraestrutura em nuvem. Nesse ambiente, pela internet, é possível desenvolver e realizar manutenções em softwares, aplicativos e demais aplicações.

IaaS

Há, ainda, a Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço), conhecida como IaaS. Nesse caso, o que ocorre é a contratação de um pacote que atua como um hardware, embora ainda seja em nuvem. Os servidores podem armazenar, visualizar e processar uma série de dados com a cloud computing.

Como elevar os níveis de segurança da cloud computing?

Independentemente do modelo de cloud computing escolhido, existem alguns cuidados que ajudam a conferir uma maior segurança ao uso da solução. Essas práticas precisam ser reforçadas entre os usuários, principalmente dentro das empresas que lidam com computação em nuvem diariamente. Veja algumas dicas importantes!

Conscientização e proteção no processo de migração de dados

O primeiro passo é cuidar do processo de migração de dados. A conscientização é fundamental para compreender o funcionamento dos sistemas e garantir que a transferência para o ambiente em nuvem ocorra de modo seguro. Isto é, que nenhum dado se perca durante o processo.

Revisão de dados armazenados

Após concluir a migração, é importante checar se os dados armazenados estão corretos e de acordo com o que o usuário deseja. Sendo assim, é preciso reservar um tempo para se dedicar à revisão minuciosa.

Padrões de configurações da infraestrutura

Com os dados armazenados, é possível passar para a fase de personalização. Nessa etapa, é preciso configurar a infraestrutura em nuvem conforme sejam os seus objetivos de uso da tecnologia. Os padrões da maioria dos sistemas são customizáveis, a fim de favorecer a aplicação estratégica no dia a dia.

Criptografia de dados

Investir e ativar as tecnologias de criptografia na cloud computing se torna essencial para evitar invasões, perda de dados e acesso de pessoas não autorizadas. Esse é um conjunto de informações que restringe a conexão ao software apenas aos sistemas e pessoas capazes de interpretar o código particular gerado.

Autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores é mais um procedimento de segurança que impede o acesso de pessoas não autorizadas ao sistema. Nesse caso, adiciona-se uma nova fase durante o login, sendo necessário confirmar a identidade. Esse processo pode ser feito de diferentes maneiras, como biometria, senha adicional, envio de SMS ou e-mail, entre outras. Como visto, a cloud computing é uma solução tecnológica muito útil para o dia a dia de indivíduos e empresas, tendo em vista que permite o uso de recursos inteligentes e seguros por meio da internet. Investir nessa tendência é uma opção para proteger os seus dados e modernizar a atuação. Gostou do conteúdo? Então, me siga no Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube para ver mais informações que podem ajudar na segurança da informação.

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Conheça os 3 pilares da Segurança da Informação

Felix Schultz

A forma como as empresas lidam com os dados fornecidos pelos usuários vem sendo tema de debates calorosos nos últimos anos. A cobrança por regras transparentes e processos seguros é cada vez maior, por isso, toda organização precisa priorizar os 3 pilares da segurança da informação ao desenvolver seus sistemas e processos internos.

Neste post, você terá uma visão geral do que representa cada um desses pilares e como se prevenir de eventuais ameaças. Confira!

1. Confidencialidade em Segurança da Informação

Falhas na proteção de dados sigilosos são perigosas para clientes, funcionários, fornecedores, investidores e outros stakeholders. Tendo em vista os prejuízos financeiros e jurídicos que esse tipo de problema pode causar, o pilar da confidencialidade se concentra na privacidade dos dados coletados pela organização.  Uma das ações mais importantes para proteção contra ciberataques, espionagem e outros riscos é a implementação de controles de acesso de acordo com o departamento e o cargo de um funcionário. Para isso, é necessário ter critérios bem definidos quanto ao impacto que um vazamento de informações pode causar nas operações. O treinamento dos colaboradores também é crucial, afinal, uma pessoa capacitada é capaz de identificar riscos de forma antecipada. Dessa forma, ela compõe um firewall humano que complementa recursos de segurança já existentes a nível de hardware e software, como a verificação biométrica e a criptografia.

2. Integridade

O pilar da integridade se refere às ações que preservam a precisão, a consistência e a confiabilidade dos sistemas e das informações de uma organização. A ideia é garantir que nenhuma interferência externa seja capaz de corromper, comprometer ou danificar os dados armazenados. Além do já mencionado controle de acesso, outras medidas para assegurar a integridade dos dados incluem as ações de backup, que permitem recuperar dados alterados acidentalmente, e as de verificação, que detectam alterações indevidas. Assim, sua empresa garante que os sistemas funcionem de forma adequada.

3. Disponibilidade

A disponibilidade tem a ver com a acessibilidade dos dados armazenados pela organização. Ã? fundamental que os usuários do sistema possam consultá-los sempre que necessário. Para isso, é necessário ter processos de manutenção rápidos e eficientes, tanto para hardware quanto para software. Toda a infraestrutura tecnológica por trás dos sistemas deve ser construída para assegurar que eles não fiquem fora do ar. Além disso, é importantíssimo ter um plano de Recuperação de Desastres para ter uma resposta rápida em casos extremos, como catástrofes naturais, incêndios e blecautes. Os três pilares da segurança da informação também têm relação direta com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige uma série de adequações por parte das empresas que lidam com informações de uso restrito. Quer saber mais sobre o assunto? Continue conosco e veja como implementar as novas regras da LGPD.

 

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Conheça os 3 pilares da Segurança da Informação

Felix Schultz

A forma como as empresas lidam com os dados fornecidos pelos usuários vem sendo tema de debates calorosos nos últimos anos. A cobrança por regras transparentes e processos seguros é cada vez maior, por isso, toda organização precisa priorizar os 3 pilares da segurança da informação ao desenvolver seus sistemas e processos internos.

Neste post, você terá uma visão geral do que representa cada um desses pilares e como se prevenir de eventuais ameaças. Confira!

1. Confidencialidade em Segurança da Informação

Falhas na proteção de dados sigilosos são perigosas para clientes, funcionários, fornecedores, investidores e outros stakeholders. Tendo em vista os prejuízos financeiros e jurídicos que esse tipo de problema pode causar, o pilar da confidencialidade se concentra na privacidade dos dados coletados pela organização.  Uma das ações mais importantes para proteção contra ciberataques, espionagem e outros riscos é a implementação de controles de acesso de acordo com o departamento e o cargo de um funcionário. Para isso, é necessário ter critérios bem definidos quanto ao impacto que um vazamento de informações pode causar nas operações. O treinamento dos colaboradores também é crucial, afinal, uma pessoa capacitada é capaz de identificar riscos de forma antecipada. Dessa forma, ela compõe um firewall humano que complementa recursos de segurança já existentes a nível de hardware e software, como a verificação biométrica e a criptografia.

2. Integridade

O pilar da integridade se refere às ações que preservam a precisão, a consistência e a confiabilidade dos sistemas e das informações de uma organização. A ideia é garantir que nenhuma interferência externa seja capaz de corromper, comprometer ou danificar os dados armazenados. Além do já mencionado controle de acesso, outras medidas para assegurar a integridade dos dados incluem as ações de backup, que permitem recuperar dados alterados acidentalmente, e as de verificação, que detectam alterações indevidas. Assim, sua empresa garante que os sistemas funcionem de forma adequada.

3. Disponibilidade

A disponibilidade tem a ver com a acessibilidade dos dados armazenados pela organização. Ã? fundamental que os usuários do sistema possam consultá-los sempre que necessário. Para isso, é necessário ter processos de manutenção rápidos e eficientes, tanto para hardware quanto para software. Toda a infraestrutura tecnológica por trás dos sistemas deve ser construída para assegurar que eles não fiquem fora do ar. Além disso, é importantíssimo ter um plano de Recuperação de Desastres para ter uma resposta rápida em casos extremos, como catástrofes naturais, incêndios e blecautes. Os três pilares da segurança da informação também têm relação direta com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige uma série de adequações por parte das empresas que lidam com informações de uso restrito. Quer saber mais sobre o assunto? Continue conosco e veja como implementar as novas regras da LGPD.

 

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Scrum: 7 benefícios para o seu negócio

Felix Schultz

A metodologia Scrum é amplamente conhecida no mundo da tecnologia, principalmente pelas equipes de desenvolvimento de software, e trata-se de um framework simples para a elaboração de projetos complexos.  Mesmo o framework sendo simples e leve de entender, de maneira geral, a metodologia é complexa e nem sempre é uma tarefa fácil dominá-la no dia a dia, considerando a rigidez da sua aplicação.  Para que os resultados obtidos por meio da utilização do Scrum sejam potencializados ao máximo, é necessário que a metodologia seja aplicada seguindo fielmente o passo a passo previsto.  Caso contrário, o framework poderá não ter o impacto esperado na produtividade do time e ou do projeto. Leia também: COBIT: o que é e como ele pode melhorar a gestão de TI? Nos próximos tópicos iremos explicar melhor o que é o Scrum, termos técnicos que acompanham essa metodologia e quais benefícios você terá ao utilizá-lo.

  • O que é Scrum?

  • Metodologia Ágil x Framework

  • Ritos e processos do Scrum

  • 7 benefícios na utilização do Scrum

Boa leitura!

O que é Scrum?

Pela definição de Jeff Sutherland e Ken Schwaber: “Scrum é um framework leve que ajuda pessoas, times e organizações a gerar valor através de soluções adaptativas para problemas complexos". Como comentado anteriormente, dominar o método não é uma tarefa fácil mesmo sendo um framework relativamente simples. Isso porque no Scrum existe um conjunto de rituais que precisam ser seguidos para seu melhor aproveitamento. Além disso, o Scrum possui 3 pilares nos quais se baseiam as ações a serem realizadas: #1 Transparência Todos os aspectos relacionados ao projeto precisam estar visíveis ao gestor, responsáveis diretos pelos resultados e demais envolvidos. Compreendendo isso, torna-se mais fácil entender então que a transparência ocorre também através da comunicação verbal ou escrita e não somente em momentos marcados para conversar sobre o projeto.  Para exemplificar, podemos identificar a transparência quando o cliente ou product owner descreve as características esperadas no produto/projeto final, ou quando o cliente tem a liberdade de opinar sobre melhorias e expectativas durante qualquer entrega parcial. #2 Inspeção Além disso, os times que aderem ao Scrum precisam realizar momentos de averiguação do andamento do processo, com uma frequência intermediária.  Esse é um ponto importante, porque determina a qualidade da entrega. Inspeções que ocorrem com uma alta frequência podem atrapalhar a produtividade do time, tirando o foco e diminuindo a criatividade de execução.  O contrário também é um problema, porque o time poderá não ter tempo hábil para melhorar o gap identificado e até mesmo adaptar a solução.  #3 Adaptação Por último, mas não menos importante, temos a adaptação. Esse pilar é responsável por assegurar que caso um aspecto ou mais do processo tenha desviado do objetivo final, a execução do produto não será prejudicada.  Todos sabemos que nem sempre o que foi desenhado no início fará sentido conforme o desenvolvimento de uma entrega é realizado. No âmbito da TI isso é ainda mais latente, já que tecnologias e novas necessidades surgem a cada dia.  Insistir em um requisito ou um escopo que já não encaixa mais no projeto pode ser um grande tiro no pé e esse é o maior ganho do scrum frente a outras metodologias tradicionais de processo: a capacidade de adaptação rápida.

Metodologia Ágil e Framework

Agora você já sabe o que é o Scrum e também quais pilares norteiam essa metodologia. Mas para que não restem dúvidas, é necessário que você compreenda também o conceito de metodologias ágeis e framework. De modo geral, os frameworks são templates que disponibilizam diferentes ferramentas para que o desenvolvedor crie um fluxo no projeto.  Para aumentar a produtividade do time, o framework auxilia na resolução de um conjunto de parâmetros de maneira mais personalizada e eficiente. Já a metodologia ágil é uma maneira de atender aos critérios dos clientes de forma contínua, onde as demandas chegam em etapas e somente quando uma é concluída se pode passar para a próxima. Quando isso ocorre, o projeto evolui de maneira assertiva e possibilita uma produção mais adaptável, abrindo brechas para que mudanças possam ser feitas durante o processo.  Além disso, permite que as hipóteses ou recursos esperados sejam testados com mais rapidez, mudando o escopo do projeto sempre que necessário.  Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid

Ritos e processos do Scrum

Ã?s vezes, os termos técnicos usados na gestão de projetos para explicar algo podem ser mais complexas do que o funcionamento na prática. E esse é o caso do vocabulário utilizado no Scrum. Em um dos nossos artigos, explicamos os papéis, eventos e documentos que envolvem essa metodologia, mas para que não haja mais dúvidas iremos relembrar esses conceitos.

  • Sprints: é o nome dos ciclos de um projeto. Geralmente essas sprints podem variar de 15 a 30 dias;

  • Product Backlog: refere-se ao conjunto de objetivos do projeto. Para projetos de desenvolvimento de software, é o nome atribuído ao conjunto de funcionalidades a serem desenvolvidas no projeto;

  • Sprint Planning Meeting: são reuniões que ocorrem sempre no início de cada sprint, visando priorizar os itens do Product Backlog a serem trabalhados nesse ciclo;

  • Daily Scrum: é uma reunião diária curta ou um ponto de contato assíncrono entre toda a equipe. O principal objetivo desse momento é fazer com que a equipe possa disseminar conhecimento e solucionar possíveis travas que por ventura podem ocorrer durante a execução das tarefas;

  • Sprint Review Meeting: chama-se review a reunião que acontece ao final de cada sprint. Nela, a equipe responsável pela execução do projeto irá discutir os resultados obtidos no ciclo, avaliando pontos que correram bem e criando debate sobre os problemas encontrados.

7 benefícios na utilização do Scrum

O Scrum auxilia no desenvolvimento de projetos complexos de uma maneira simples e prática. Mas, que outros benefícios essa metodologia traz aos times que utilizam a ferramenta?  Destacamos sete motivos para você começar a utilizar o framework no dia a dia do seu time. Confira: #1 Previsibilidade nas entregas Como vimos, o Scrum segmenta o projeto em várias etapas menores para um gerenciamento mais rápido e assertivo. Isso ocorre porque, com o uso das sprints, a equipe consegue planejar e executar entregas previstas em um curto intervalo de tempo.  Basicamente, a cada sprint são desenvolvidos pequenos incrementos que juntos serão o produto final para o cliente. Isso faz com que sempre existam entregas contínuas e aquela frase “devagar e sempre" seja desmistificada na prática.  Além disso, essas entregas deixam a equipe animada por enxergarem os resultados a curto prazo e o cliente satisfeito por acompanhar a evolução do projeto antes de ser finalizado. Leia também: Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI #2 Colaboração do time Ã? até óbvio, mas para que tudo saia como planejado e com agilidade é necessário que a equipe esteja totalmente alinhada. A cooperação é uma regra não negociável para que o Scrum funcione corretamente e não pode ser negligenciada. Porém, é importante lembrar que para o time ser colaborativo é necessário que exista transparência e interação entre todos e o Scrum traz algumas estratégias para que isso ocorra.  Dentre essas estratégias, temos a daily meetings que comentamos no tópico anterior.  Essas curtas reuniões são fundamentais para alinhar toda a equipe e aumentar a produtividade, além de ampliar a visibilidade sobre as entregas e reduzir o tempo dedicado a uma atividade. #3 Autonomia no gerenciamento Sabemos que um projeto envolve várias micro entregas e que se apenas uma única pessoa for a responsável por direcionar a atividade a um colaborador, as entregas perderão a velocidade.  Por isso, um dos pontos essenciais no Scrum é a colaboração, pois ela não só faz com que o colaborador interaja com todo o projeto como também crie um maior senso de responsabilidade e aumente a performance do time. Essa responsabilidade fará com que a equipe identifique os próximos passos e tenha segurança em executá-los sem que necessariamente o gestor precise solicitar a entrega.  Ou seja, isso faz com que o time se torne autogerenciável “ e, de quebra, melhore a motivação dos envolvidos. #4 Capacidade de adaptação Nos tópicos anteriores, relatamos que a adaptação é um dos 3 pilares do Scrum e essa habilidade é também um dos benefícios da metodologia por estar diretamente ligada às equipes autogerenciáveis.  Isso porque um time com autonomia nas entregas tende a revisá-las com maior frequência e assim identificar possíveis melhorias que antes não estavam evidentes.  Entretanto, o time não apenas identifica possíveis melhorias como também tem abertura para aplicá-las no projeto. Vale ressaltar que essas adaptações precisam ser alinhadas nas dailys para que todo o time saiba o que está ocorrendo com o projeto e não desfoque do objetivo final.  O fato é que essa adaptabilidade torna as equipes mais criativas e aptas a inovações, além de familiarizar o time a possíveis mudanças no projeto, evitando frustrações. #5 Maior transparência com o cliente Uma das maiores reclamações dos clientes é receber um produto totalmente ou parcialmente diferente do que ele gostaria.  Isso acontece principalmente pela falta de transparência da empresa com o cliente ou por prazos longos, comuns nos gerenciamentos de projetos tradicionais, do tipo cascata.  Porém, sabemos que não é a empresa que escolheu esconder algo: o problema maior está na falta de clareza que havia algo desalinhado no projeto. E essa é uma situação que pode ser facilmente evitada com a utilização do Scrum.  Isso porque, como todas as partes envolvidas no projeto, inclusive os clientes, participam efetivamente no projeto, o alinhamento é feito de forma constante a cada entrega parcial. Desse modo, o cliente pode opinar e pontuar com o time de desenvolvimento possíveis melhorias e possibilidade para as próximas sprints. #6 Aumento da motivação da equipe Se toda a equipe participa da evolução do projeto, possui autonomia nas entregas e realiza tudo com colaboração, possivelmente temos uma receita perfeita para formar um time motivado.  E essa motivação é fomentada por causa do ambiente ideal para inovação proporcionado pelo Scrum. Mas vale ressaltar que a metodologia tende a organizar as tarefas de modo que cada profissional execute aquilo que possui mais afinidade. Isso faz com que o profissional tenha uma oportunidade valiosa de demonstrar a sua competência e aprimore os conhecimentos que já possui, atendendo as expectativas do cliente e da empresa.  Portanto, o resultado que temos dessa combinação é um colaborador mais motivado e um cliente satisfeito. Além disso, o Scrum tem como base uma comunicação clara e transparente, o que por si só já é um fator motivacional.  #7 Ciclo de melhorias contínuas Como último benefício, mas não menos importante, temos as melhorias contínuas no projeto por meio do feedback dos colaboradores e clientes que ocorrem por meio das dailys, plannings e reviews. O framework do Scrum é desenhado com várias ferramentas de feedback, o que ajuda o time a avaliar e mensurar se as ações executadas ao longo do processo estão atingindo os resultados esperados Ao identificar eventuais melhorias, é possível aplicá-las nos próximos ciclos ou sprints, potencializando os resultados obtidos, além de incrementar o produto, aumentar o desempenho e refinar a entrega final. 

Conclusão

Ã? inegável os benefícios do Scrum para a gestão de projetos, e o quanto a metodologia ágil torna as entregas mais palpáveis, simples e práticas.  Nem sempre será fácil implementar todos os passos que o método impõe, mas o resultado obtido valerá a pena.  Apostar nos benefícios que o Scrum traz é a base para criar uma sucessão de boas práticas e estruturar acompanhamentos assertivos para os seus produtos mais complexos.  Para potencializar a produtividade da equipe, vale a pena conciliar o Scrum a outras metodologias ágeis e ferramentas de gestão que auxiliem no processo e no relacionamento com o cliente. Dentre essas ferramentas, podemos citar o helpdesk, com uma tecnologia omnichannel e que ofereça mais possibilidades aos clientes, além de permitir a abertura de tickets a partir de diversos dispositivos.  O Milvus é um sistema de gerenciamento usado em departamentos ou empresas de TI, com recursos que garantem a otimização dos processos, agilidade no atendimento e satisfação dos clientes.  Se você precisa de um sistema prático e que facilite o dia a dia da sua equipe, faça um teste gratuito do Milvus. Gostou deste conteúdo? Compartilhe com os amigos e colegas!  Recomendamos também a leitura dos artigos: 

  • Capacitação no atendimento de TI: 10 dicas para melhorar seu relacionamento.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho!

  • 12 erros de gerenciamento de TI que sua empresa deve ficar de olho

  • 7 benefícios do sistema para suporte técnico para empresas

Obrigado por ler até aqui!

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Scrum: 7 benefícios para o seu negócio

Felix Schultz

A metodologia Scrum é amplamente conhecida no mundo da tecnologia, principalmente pelas equipes de desenvolvimento de software, e trata-se de um framework simples para a elaboração de projetos complexos.  Mesmo o framework sendo simples e leve de entender, de maneira geral, a metodologia é complexa e nem sempre é uma tarefa fácil dominá-la no dia a dia, considerando a rigidez da sua aplicação.  Para que os resultados obtidos por meio da utilização do Scrum sejam potencializados ao máximo, é necessário que a metodologia seja aplicada seguindo fielmente o passo a passo previsto.  Caso contrário, o framework poderá não ter o impacto esperado na produtividade do time e ou do projeto. Leia também: COBIT: o que é e como ele pode melhorar a gestão de TI? Nos próximos tópicos iremos explicar melhor o que é o Scrum, termos técnicos que acompanham essa metodologia e quais benefícios você terá ao utilizá-lo.

  • O que é Scrum?

  • Metodologia Ágil x Framework

  • Ritos e processos do Scrum

  • 7 benefícios na utilização do Scrum

Boa leitura!

O que é Scrum?

Pela definição de Jeff Sutherland e Ken Schwaber: “Scrum é um framework leve que ajuda pessoas, times e organizações a gerar valor através de soluções adaptativas para problemas complexos". Como comentado anteriormente, dominar o método não é uma tarefa fácil mesmo sendo um framework relativamente simples. Isso porque no Scrum existe um conjunto de rituais que precisam ser seguidos para seu melhor aproveitamento. Além disso, o Scrum possui 3 pilares nos quais se baseiam as ações a serem realizadas: #1 Transparência Todos os aspectos relacionados ao projeto precisam estar visíveis ao gestor, responsáveis diretos pelos resultados e demais envolvidos. Compreendendo isso, torna-se mais fácil entender então que a transparência ocorre também através da comunicação verbal ou escrita e não somente em momentos marcados para conversar sobre o projeto.  Para exemplificar, podemos identificar a transparência quando o cliente ou product owner descreve as características esperadas no produto/projeto final, ou quando o cliente tem a liberdade de opinar sobre melhorias e expectativas durante qualquer entrega parcial. #2 Inspeção Além disso, os times que aderem ao Scrum precisam realizar momentos de averiguação do andamento do processo, com uma frequência intermediária.  Esse é um ponto importante, porque determina a qualidade da entrega. Inspeções que ocorrem com uma alta frequência podem atrapalhar a produtividade do time, tirando o foco e diminuindo a criatividade de execução.  O contrário também é um problema, porque o time poderá não ter tempo hábil para melhorar o gap identificado e até mesmo adaptar a solução.  #3 Adaptação Por último, mas não menos importante, temos a adaptação. Esse pilar é responsável por assegurar que caso um aspecto ou mais do processo tenha desviado do objetivo final, a execução do produto não será prejudicada.  Todos sabemos que nem sempre o que foi desenhado no início fará sentido conforme o desenvolvimento de uma entrega é realizado. No âmbito da TI isso é ainda mais latente, já que tecnologias e novas necessidades surgem a cada dia.  Insistir em um requisito ou um escopo que já não encaixa mais no projeto pode ser um grande tiro no pé e esse é o maior ganho do scrum frente a outras metodologias tradicionais de processo: a capacidade de adaptação rápida.

Metodologia Ágil e Framework

Agora você já sabe o que é o Scrum e também quais pilares norteiam essa metodologia. Mas para que não restem dúvidas, é necessário que você compreenda também o conceito de metodologias ágeis e framework. De modo geral, os frameworks são templates que disponibilizam diferentes ferramentas para que o desenvolvedor crie um fluxo no projeto.  Para aumentar a produtividade do time, o framework auxilia na resolução de um conjunto de parâmetros de maneira mais personalizada e eficiente. Já a metodologia ágil é uma maneira de atender aos critérios dos clientes de forma contínua, onde as demandas chegam em etapas e somente quando uma é concluída se pode passar para a próxima. Quando isso ocorre, o projeto evolui de maneira assertiva e possibilita uma produção mais adaptável, abrindo brechas para que mudanças possam ser feitas durante o processo.  Além disso, permite que as hipóteses ou recursos esperados sejam testados com mais rapidez, mudando o escopo do projeto sempre que necessário.  Leia também: A agilidade e os modelos de negócio no mundo pós covid

Ritos e processos do Scrum

Ã?s vezes, os termos técnicos usados na gestão de projetos para explicar algo podem ser mais complexas do que o funcionamento na prática. E esse é o caso do vocabulário utilizado no Scrum. Em um dos nossos artigos, explicamos os papéis, eventos e documentos que envolvem essa metodologia, mas para que não haja mais dúvidas iremos relembrar esses conceitos.

  • Sprints: é o nome dos ciclos de um projeto. Geralmente essas sprints podem variar de 15 a 30 dias;

  • Product Backlog: refere-se ao conjunto de objetivos do projeto. Para projetos de desenvolvimento de software, é o nome atribuído ao conjunto de funcionalidades a serem desenvolvidas no projeto;

  • Sprint Planning Meeting: são reuniões que ocorrem sempre no início de cada sprint, visando priorizar os itens do Product Backlog a serem trabalhados nesse ciclo;

  • Daily Scrum: é uma reunião diária curta ou um ponto de contato assíncrono entre toda a equipe. O principal objetivo desse momento é fazer com que a equipe possa disseminar conhecimento e solucionar possíveis travas que por ventura podem ocorrer durante a execução das tarefas;

  • Sprint Review Meeting: chama-se review a reunião que acontece ao final de cada sprint. Nela, a equipe responsável pela execução do projeto irá discutir os resultados obtidos no ciclo, avaliando pontos que correram bem e criando debate sobre os problemas encontrados.

7 benefícios na utilização do Scrum

O Scrum auxilia no desenvolvimento de projetos complexos de uma maneira simples e prática. Mas, que outros benefícios essa metodologia traz aos times que utilizam a ferramenta?  Destacamos sete motivos para você começar a utilizar o framework no dia a dia do seu time. Confira: #1 Previsibilidade nas entregas Como vimos, o Scrum segmenta o projeto em várias etapas menores para um gerenciamento mais rápido e assertivo. Isso ocorre porque, com o uso das sprints, a equipe consegue planejar e executar entregas previstas em um curto intervalo de tempo.  Basicamente, a cada sprint são desenvolvidos pequenos incrementos que juntos serão o produto final para o cliente. Isso faz com que sempre existam entregas contínuas e aquela frase “devagar e sempre" seja desmistificada na prática.  Além disso, essas entregas deixam a equipe animada por enxergarem os resultados a curto prazo e o cliente satisfeito por acompanhar a evolução do projeto antes de ser finalizado. Leia também: Gestão de Tempo: 7 estratégias essenciais para otimizar seu time de TI #2 Colaboração do time Ã? até óbvio, mas para que tudo saia como planejado e com agilidade é necessário que a equipe esteja totalmente alinhada. A cooperação é uma regra não negociável para que o Scrum funcione corretamente e não pode ser negligenciada. Porém, é importante lembrar que para o time ser colaborativo é necessário que exista transparência e interação entre todos e o Scrum traz algumas estratégias para que isso ocorra.  Dentre essas estratégias, temos a daily meetings que comentamos no tópico anterior.  Essas curtas reuniões são fundamentais para alinhar toda a equipe e aumentar a produtividade, além de ampliar a visibilidade sobre as entregas e reduzir o tempo dedicado a uma atividade. #3 Autonomia no gerenciamento Sabemos que um projeto envolve várias micro entregas e que se apenas uma única pessoa for a responsável por direcionar a atividade a um colaborador, as entregas perderão a velocidade.  Por isso, um dos pontos essenciais no Scrum é a colaboração, pois ela não só faz com que o colaborador interaja com todo o projeto como também crie um maior senso de responsabilidade e aumente a performance do time. Essa responsabilidade fará com que a equipe identifique os próximos passos e tenha segurança em executá-los sem que necessariamente o gestor precise solicitar a entrega.  Ou seja, isso faz com que o time se torne autogerenciável “ e, de quebra, melhore a motivação dos envolvidos. #4 Capacidade de adaptação Nos tópicos anteriores, relatamos que a adaptação é um dos 3 pilares do Scrum e essa habilidade é também um dos benefícios da metodologia por estar diretamente ligada às equipes autogerenciáveis.  Isso porque um time com autonomia nas entregas tende a revisá-las com maior frequência e assim identificar possíveis melhorias que antes não estavam evidentes.  Entretanto, o time não apenas identifica possíveis melhorias como também tem abertura para aplicá-las no projeto. Vale ressaltar que essas adaptações precisam ser alinhadas nas dailys para que todo o time saiba o que está ocorrendo com o projeto e não desfoque do objetivo final.  O fato é que essa adaptabilidade torna as equipes mais criativas e aptas a inovações, além de familiarizar o time a possíveis mudanças no projeto, evitando frustrações. #5 Maior transparência com o cliente Uma das maiores reclamações dos clientes é receber um produto totalmente ou parcialmente diferente do que ele gostaria.  Isso acontece principalmente pela falta de transparência da empresa com o cliente ou por prazos longos, comuns nos gerenciamentos de projetos tradicionais, do tipo cascata.  Porém, sabemos que não é a empresa que escolheu esconder algo: o problema maior está na falta de clareza que havia algo desalinhado no projeto. E essa é uma situação que pode ser facilmente evitada com a utilização do Scrum.  Isso porque, como todas as partes envolvidas no projeto, inclusive os clientes, participam efetivamente no projeto, o alinhamento é feito de forma constante a cada entrega parcial. Desse modo, o cliente pode opinar e pontuar com o time de desenvolvimento possíveis melhorias e possibilidade para as próximas sprints. #6 Aumento da motivação da equipe Se toda a equipe participa da evolução do projeto, possui autonomia nas entregas e realiza tudo com colaboração, possivelmente temos uma receita perfeita para formar um time motivado.  E essa motivação é fomentada por causa do ambiente ideal para inovação proporcionado pelo Scrum. Mas vale ressaltar que a metodologia tende a organizar as tarefas de modo que cada profissional execute aquilo que possui mais afinidade. Isso faz com que o profissional tenha uma oportunidade valiosa de demonstrar a sua competência e aprimore os conhecimentos que já possui, atendendo as expectativas do cliente e da empresa.  Portanto, o resultado que temos dessa combinação é um colaborador mais motivado e um cliente satisfeito. Além disso, o Scrum tem como base uma comunicação clara e transparente, o que por si só já é um fator motivacional.  #7 Ciclo de melhorias contínuas Como último benefício, mas não menos importante, temos as melhorias contínuas no projeto por meio do feedback dos colaboradores e clientes que ocorrem por meio das dailys, plannings e reviews. O framework do Scrum é desenhado com várias ferramentas de feedback, o que ajuda o time a avaliar e mensurar se as ações executadas ao longo do processo estão atingindo os resultados esperados Ao identificar eventuais melhorias, é possível aplicá-las nos próximos ciclos ou sprints, potencializando os resultados obtidos, além de incrementar o produto, aumentar o desempenho e refinar a entrega final. 

Conclusão

Ã? inegável os benefícios do Scrum para a gestão de projetos, e o quanto a metodologia ágil torna as entregas mais palpáveis, simples e práticas.  Nem sempre será fácil implementar todos os passos que o método impõe, mas o resultado obtido valerá a pena.  Apostar nos benefícios que o Scrum traz é a base para criar uma sucessão de boas práticas e estruturar acompanhamentos assertivos para os seus produtos mais complexos.  Para potencializar a produtividade da equipe, vale a pena conciliar o Scrum a outras metodologias ágeis e ferramentas de gestão que auxiliem no processo e no relacionamento com o cliente. Dentre essas ferramentas, podemos citar o helpdesk, com uma tecnologia omnichannel e que ofereça mais possibilidades aos clientes, além de permitir a abertura de tickets a partir de diversos dispositivos.  O Milvus é um sistema de gerenciamento usado em departamentos ou empresas de TI, com recursos que garantem a otimização dos processos, agilidade no atendimento e satisfação dos clientes.  Se você precisa de um sistema prático e que facilite o dia a dia da sua equipe, faça um teste gratuito do Milvus. Gostou deste conteúdo? Compartilhe com os amigos e colegas!  Recomendamos também a leitura dos artigos: 

  • Capacitação no atendimento de TI: 10 dicas para melhorar seu relacionamento.

  • 8 dicas para implementar Kanban na TI: melhore seu desempenho!

  • 12 erros de gerenciamento de TI que sua empresa deve ficar de olho

  • 7 benefícios do sistema para suporte técnico para empresas

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Indústria 4.0: E o impacto nas empresas na pandemia

Felix Schultz

Indústria 4.0 representou a quarta revolução tecnológica nas indústrias ao longo dos anos, chegando a sua máxima evolução. Com conceitos de automação, tecnologia da informação e inteligência artificial, vem transformando os processos de empresas de todos os setores. A indústria 4.0 está relacionada ao estado da arte na manufatura atual, momento no qual emergem novas soluções e tecnologias que visam potencializar o processo produtivo e contribuir com o aprimoramento e crescimento industrial, e, por consequência, do mercado. Dessa forma, o principal objetivo da indústria 4.0 é a evolução do processo produtivo, tornando-o mais tecnológico e garantindo maior produtividade na indústria. Leia também: Empresa 4.0: O que é e qual seu impacto na segurança de dados Mas como assim indústria 4.0? Quais exemplos temos hoje? Os principais exemplos de desenvolvimento da indústria 4.0 são a Internet of Things (LOT), Inteligência Artificial e Big Data, além de suas tecnologias correlatas e complementares. O fato é que a indústria 4.0 veio para ficar, pois vem potencializando a produção, garantindo uma padronização e qualidade de execução. E isto é fruto da utilização das tecnologias mais avançadas e inovadoras disponíveis no mercado atualmente. Se você quer entender mais sobre as formas de modificar os processos industriais da sua empresa para o modelo indústria 4.0, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • O que é Indústria 4.0

  • Principais tecnologias da Indústria 4.0

  • Quais os resultados esperado da Indústria 4.0 no Brasil

  • Desafios para implementação da Indústria 4.0 no Brasil

  • Etapas para implementação da Indústria 4.0 no Brasil

  • Benefícios da Indústria 4.0 em tempos de pandemia

Boa Leitura!

O que é Indústria 4.0

O termo Indústria 4.0 ou smart factory, intelligent  factory, factory of the future, são termos que descrevem a indústria do futuro. Englobando indústrias mais inteligentes, flexíveis, dinâmicas e ágeis. Dessa forma, os processos produtivos são otimizados por meio da tecnologia para se tornarem mais eficientes, aumentarem significativamente a produtividade e diminuir perdas ao longo do processo produtivo. A evolução do processo industrial ao longo dos últimos anos é muito clara e a indústria 4.0 pode ser considerada como a quarta revolução industrial, porque revoluciona a forma de produção da indústria e pode ser aplicada em empresas de todos os segmentos e portes. Mas qual a real proposta da Indústria 4.0? Tornar a produção industrial mais inteligente, menos trabalho braçal, menos recursos, maior qualidade e otimização do tempo.  Para se tornar mais inteligente é necessário a conectividade entre o físico e digital, nos chamados sistemas ciber-físicos, os quais implementam e possibilitam maior agilidade e controle. Dessa forma, o novo capítulo da revolução industrial traz altos níveis de informatização e ampla conectividade. Assim os equipamentos são conectados à internet para que analisem em tempo real o desempenho das operações industriais, podendo assim:

  • Prevenir e reduzir erros;

  • Diminuir custos de produção;

  • Aumentar a produtividade;

  • Oferecer mais qualidade ao processo produtivo.

Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. Conseguiu entender o que é a Indústria 4.0? Então fique ligado nas principais tecnologias abaixo.

Principais tecnologias da Indústria 4.0

Assim como aconteceu em outras revoluções industriais, a entrada de inovações tecnológicas fazer surgir o medo nos trabalhadores operacionais, que se sentem substituídos pelas novidades. Com as tecnologias cada vez mais desenvolvidas, em uma velocidade nunca antes vista, temos possibilidades de fazer quase tudo de forma automatizada.  A robótica, a internet das coisas e outros termos que, até então, só faziam parte da ficção, estão invadindo as casas de famílias e ocupando os primeiros lugares na lista de investimentos de empresários. Mas afinal, quais são os exemplos de tecnologias que já evoluíram para o 4.0?

Internet das Coisas (IoT)

O objetivo da internet das coisas, ou Internet of Things, é a evolução tecnológica dos produtos, que promete revolucionar o dia a dia da população, inserindo cada vez mais máquinas conectadas à internet, proporcionando uma experiência cada vez mais completa. Podemos citar vários exemplos como os relógios com conexão à internet que trazem dados em tempo real, eletrodomésticos conectados à rede com comandos automáticos que melhoram a qualidade de vida das pessoas. A internet das coisas ou internet para as coisas traz uma realidade de linha de produção totalmente conectada, com controle total e remoto das máquinas.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial é um grande avanço tecnológico e possui um enorme potencial de utilização, tanto em nossa vida cotidiana quanto em ambientes corporativos e industriais.  Basicamente, é um campo do conhecimento em que imputa-se às máquinas a capacidade simulada de "raciocinar'' por meio de mecanismos de aprendizagem de máquina (machine learning) e, assim, tomar decisões baseadas nas informações disponíveis.  De forma mais clara e objetiva, as máquinas passam a ser configuradas para pensar como humanos, de forma que consigam:

  • Tomar decisões;

  • Resolver problemas;

  • Detectar erros;

  • Entre outras ações, como um sistema que identifica um problema e soluciona sozinho.  

O objetivo da inteligência artificial é, portanto, que realmente máquinas e equipamentos se tornem inteligentes e encontrem soluções para situações críticas, pensando como seres humanos e de forma coerente com a nossa realidade. Leia também: Entenda a relação da inteligência artificial para operações do TI

Big Data

O Big Data, por sua vez, baseia-se na análise de grandes volumes de dados com o objetivo específico de se extrair informações e insights úteis para tomada de decisão, busca de estratégias mais eficientes e um direcionamento assertivo das ações. O Big Data é uma tecnologia com aplicações nas mais diversas áreas do conhecimento e segmentos de negócios, aplicando-se ao comércio, marketing, recursos humanos e não menos importante, à indústria. São inúmeros os campos e vantagens a serem obtidas com a utilização desta tecnologia. O real propósito é otimizar os processos, realizar uma melhor gestão de processos, com tomada de decisão cada vez mais eficazes, proporcionando benefícios como:

  • Redução de custos;

  • Aumento da produtividade;

  • Encontrar novas oportunidades de mercado;

  • Identificar possíveis melhorias ou gargalos;

  • Encontrar riscos e ameaças, entre outros;

  • Contribuição no cumprimento de normas sanitárias.

Sistemas Ciber Físicos

Hoje existem diversos modelos de sistemas ciber físicos (CPS - Cyber-Physical Systems), os quais são fruto de uma simbiose entre ambientes físicos e cibernéticos.  Assim, dados e informações relevantes são digitalizados, organizados e centralizados em um único ambiente, permitindo maior controle de comunicação por estar concentrado em um mesmo espaço. Na indústria, este tipo de sistema facilita o processo produtivo por permitir maior agilidade e controle das informações, utilizando-se de cópias digitais em um ambiente único e seguro, ou seja, não se corre o risco de perder informações, além de não ocupar um espaço físico relevante.  Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Quais os resultados esperados da indústria 4.0 no Brasil?

Quanto mais indústrias passarem a adotar o sistema 4.0, menores serão os custos de produção, compra de insumos e dos produtos a serem vendidos. Dados estimam que a redução de custos industriais no brasil seja de, no mínimo, R$ 73 bilhões ao ano com a migração para o modelo de indústria 4.0. Seriam R$ 34 bilhões em ganhos de eficiência, R$ 31 bilhões com a redução de custos com manutenção de máquinas e R$ 7 bilhões com economia de energia. Porém, a implementação da indústria 4.0 na indústria nacional não é um caminho rápido, mas sim um processo gradual. Estima-se que esse modelo se tornará predominante em cerca de 40 anos. Assim, o novo conceito, além de trazer inúmeros benefícios para as indústrias, traz diversos desafios como falta de mão de obra qualificada, dificuldade de investimento e financiamento, além da resistência de gestores na aposta em novas tecnologias. Leia também: Qual o impacto da transformação digital no setor de TI? Por isso, é importante ter bem definido o objetivo da indústria, seu plano estratégico e de investimento, de forma que não prejudique a sua evolução ou competitividade.

Desafios para implementação da indústria 4.0 no Brasil

Um dos principais desafios da implementação da indústria 4.0 é não ter disponível mão de obra qualificada suficiente para lidar com essas tecnologias dentro das grandes indústrias.  Um dos maiores benefícios da inserção deste modelo de indústria é justamente a redução de custos e diminuição de perdas.  Porém, quando olhamos para os investimentos necessários, como capacitação de funcionários, compra de maquinários, treinamentos, insumos, entre outros, observamos uma dificuldade importante para empresas nacionais. Tendo isto em vista, o uso de sistemas que auxiliam na operação diária é uma forma de controlar melhor a mudança cultural e gerencial, reduzir os riscos de segurança e aumentar a produtividade da equipe. Para o time de TI, um departamento que pode acabar sobrecarregado com as atualizações promovidas pela indústria 4.0, uma plataforma omnichannel para abertura e controle de chamados é uma boa alternativa.  Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Etapas para implementação da indústria 4.0 no Brasil

As etapas de implementação da quarta revolução industrial no Brasil ocorrem de maneira lenta e gradual. Tendo como primeiro e importante passo a desburocratização e promoção de acesso facilitado ao crédito junto aos bancos. Este passo contribuiria para a inserção mais rápida das indústrias nacionais, em seus mais variados portes, a estas novas tecnologias.  A facilitação do crédito para investimentos é necessária para que as indústrias modifiquem seus processos produtivos de forma organizada e progressiva, proporcionando maior competitividade no cenário mundial. Outra dimensão importante para a transformação da realidade produtiva nacional e implementação deste novo modelo produtivo é a inserção de políticas públicas voltadas à promoção da indústria nacional e seu crescimento. Um exemplo de política pública voltada para modernização do sistema produtivo nacional é a chamada “rota 2030", no qual o governo federal incentiva a modernização do parque industrial automotivo, apoiando o desenvolvimento tecnológico, inovação e competitividade nacional. Além disso, nos últimos anos surgiram diversas oportunidades de importações de maquinários e equipamentos com valores reduzidos, promoções, capacitação de equipes profissionais e outros, como a alíquota zero para importação de robôs. As etapas da evolução da indústria 4.0 no Brasil se dividem na seguinte forma:

  1. Sensibilização;

  2. Avaliação e oportunidade de negócio;

  3. Indústria do futuro;

  4. Financiamento;

  5. Mercado de trabalho;

  6. Comércio internacional;

  7. Revisão de normas.

Porém, os resultados no Brasil não são tão bons até o momento, visto que o processo está lento e não apresentou desenvolvimento em nenhuma das áreas consideradas importantes no setor, como inteligência artificial e big data.

Benefícios da Indústria 4.0 em tempos de pandemia

Com o surgimento e a rápida propagação da pandemia de COVID-19 no mundo, diversos setores da economia foram impactados negativamente, afetando diretamente a receita e lucratividade das empresas. No cenário nacional, uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que empresas brasileiras que haviam investido previamente em novas tecnologias ligadas ao modelo de Indústria 4.0 obtiveram melhores resultados durante a pandemia. Os dados indicaram que quem modernizou seu processo produtivo observou aumento em sua receita, contratou mais funcionários e tem melhores expectativas para seus negócios em 2021, quando comparadas àquelas que não investiram na modernização. Nota-se, assim, as vantagens inerentes ao processo de modernização produtiva que propõe este novo modelo. E os benefícios oferecidos pelas tecnologias ligadas à Indústria 4.0, como redução de custos, diminuição do trabalho manual, aumento da produtividade e maior controle e rastreabilidade sobre o processo de produção, tornaram-se fatores essenciais para o estabilidade e o crescimento dos negócios. Um cenário tão desafiador como o da pandemia em que vivemos demonstrou a necessidade de adaptação das indústrias a um modelo produtivo que ofereça maior previsibilidade e menores riscos. Em razão deste contexto, economistas e especialistas da área apontam para um ainda tímido mas crescente movimento de interesse entre o empresariado nacional na adoção de novas tecnologias que contribuam para enfrentar a crise atual.

Conclusão

A indústria 4.0 pode demorar para ser implementada de forma abrangente no Brasil, mas está acontecendo. Ã? uma tendência mundial que vem ganhando espaço país a país: as máquinas estão se tornando mais inteligentes a cada dia e os processos de produção estão se alterando e se tornando cada vez mais eficientes. Não podemos temer os desafios que vem por aí, mas sim entendê-los e nos prepararmos da melhor forma. Ã? uma realidade transformadora e que trará muitos benefícios àqueles que buscarem se adaptar, impactando diretamente na saúde e futuro de seu negócio. E porque não começar a adaptar o seu negócio à indústria 4.0 desde já? Um sistema de gestão ao time de TI é fundamental para organizar o departamento e oportunizar uma transformação de forma responsável. O Milvus é um sistema de gerenciamento usado em departamentos ou empresas de TI, com recursos que garantem a otimização dos processos e a segurança das informações empresariais.  A plataforma permite uma gestão de atividades com mais praticidade e eficiência, resultando no aumento de produtividade da sua equipe.  O sistema Milvus pode ser implementado nos setores de TI para o atendimento da empresa, ou também pode ser utilizado por empresas que desejam melhorar a sua relação com os clientes. Presente em mais de 6 países na América, a plataforma Milvus já registrou quase 20 mil chamados. Se você precisa de um sistema prático e que facilite o dia a dia da sua equipe, faça um teste gratuito do Milvus e comprove sua eficácia. Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Empresa 4.0: O que é e qual o seu impacto na segurança de dados

  • A LGPD entrou em vigor, e agora?

  • Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa.

  • Capacitação no atendimento de TI: 10 dicas para melhorar seu relacionamento.

  • 5 dicas para manter a performance das equipes em home office.

 

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Indústria 4.0: E o impacto nas empresas na pandemia

Felix Schultz

Indústria 4.0 representou a quarta revolução tecnológica nas indústrias ao longo dos anos, chegando a sua máxima evolução. Com conceitos de automação, tecnologia da informação e inteligência artificial, vem transformando os processos de empresas de todos os setores. A indústria 4.0 está relacionada ao estado da arte na manufatura atual, momento no qual emergem novas soluções e tecnologias que visam potencializar o processo produtivo e contribuir com o aprimoramento e crescimento industrial, e, por consequência, do mercado. Dessa forma, o principal objetivo da indústria 4.0 é a evolução do processo produtivo, tornando-o mais tecnológico e garantindo maior produtividade na indústria. Leia também: Empresa 4.0: O que é e qual seu impacto na segurança de dados Mas como assim indústria 4.0? Quais exemplos temos hoje? Os principais exemplos de desenvolvimento da indústria 4.0 são a Internet of Things (LOT), Inteligência Artificial e Big Data, além de suas tecnologias correlatas e complementares. O fato é que a indústria 4.0 veio para ficar, pois vem potencializando a produção, garantindo uma padronização e qualidade de execução. E isto é fruto da utilização das tecnologias mais avançadas e inovadoras disponíveis no mercado atualmente. Se você quer entender mais sobre as formas de modificar os processos industriais da sua empresa para o modelo indústria 4.0, continue a leitura! Neste artigo, você vai entender:

  • O que é Indústria 4.0

  • Principais tecnologias da Indústria 4.0

  • Quais os resultados esperado da Indústria 4.0 no Brasil

  • Desafios para implementação da Indústria 4.0 no Brasil

  • Etapas para implementação da Indústria 4.0 no Brasil

  • Benefícios da Indústria 4.0 em tempos de pandemia

Boa Leitura!

O que é Indústria 4.0

O termo Indústria 4.0 ou smart factory, intelligent  factory, factory of the future, são termos que descrevem a indústria do futuro. Englobando indústrias mais inteligentes, flexíveis, dinâmicas e ágeis. Dessa forma, os processos produtivos são otimizados por meio da tecnologia para se tornarem mais eficientes, aumentarem significativamente a produtividade e diminuir perdas ao longo do processo produtivo. A evolução do processo industrial ao longo dos últimos anos é muito clara e a indústria 4.0 pode ser considerada como a quarta revolução industrial, porque revoluciona a forma de produção da indústria e pode ser aplicada em empresas de todos os segmentos e portes. Mas qual a real proposta da Indústria 4.0? Tornar a produção industrial mais inteligente, menos trabalho braçal, menos recursos, maior qualidade e otimização do tempo.  Para se tornar mais inteligente é necessário a conectividade entre o físico e digital, nos chamados sistemas ciber-físicos, os quais implementam e possibilitam maior agilidade e controle. Dessa forma, o novo capítulo da revolução industrial traz altos níveis de informatização e ampla conectividade. Assim os equipamentos são conectados à internet para que analisem em tempo real o desempenho das operações industriais, podendo assim:

  • Prevenir e reduzir erros;

  • Diminuir custos de produção;

  • Aumentar a produtividade;

  • Oferecer mais qualidade ao processo produtivo.

Leia também: Vulnerabilidade digital: como reconhecer e se proteger de ataques. Conseguiu entender o que é a Indústria 4.0? Então fique ligado nas principais tecnologias abaixo.

Principais tecnologias da Indústria 4.0

Assim como aconteceu em outras revoluções industriais, a entrada de inovações tecnológicas fazer surgir o medo nos trabalhadores operacionais, que se sentem substituídos pelas novidades. Com as tecnologias cada vez mais desenvolvidas, em uma velocidade nunca antes vista, temos possibilidades de fazer quase tudo de forma automatizada.  A robótica, a internet das coisas e outros termos que, até então, só faziam parte da ficção, estão invadindo as casas de famílias e ocupando os primeiros lugares na lista de investimentos de empresários. Mas afinal, quais são os exemplos de tecnologias que já evoluíram para o 4.0?

Internet das Coisas (IoT)

O objetivo da internet das coisas, ou Internet of Things, é a evolução tecnológica dos produtos, que promete revolucionar o dia a dia da população, inserindo cada vez mais máquinas conectadas à internet, proporcionando uma experiência cada vez mais completa. Podemos citar vários exemplos como os relógios com conexão à internet que trazem dados em tempo real, eletrodomésticos conectados à rede com comandos automáticos que melhoram a qualidade de vida das pessoas. A internet das coisas ou internet para as coisas traz uma realidade de linha de produção totalmente conectada, com controle total e remoto das máquinas.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial é um grande avanço tecnológico e possui um enorme potencial de utilização, tanto em nossa vida cotidiana quanto em ambientes corporativos e industriais.  Basicamente, é um campo do conhecimento em que imputa-se às máquinas a capacidade simulada de "raciocinar'' por meio de mecanismos de aprendizagem de máquina (machine learning) e, assim, tomar decisões baseadas nas informações disponíveis.  De forma mais clara e objetiva, as máquinas passam a ser configuradas para pensar como humanos, de forma que consigam:

  • Tomar decisões;

  • Resolver problemas;

  • Detectar erros;

  • Entre outras ações, como um sistema que identifica um problema e soluciona sozinho.  

O objetivo da inteligência artificial é, portanto, que realmente máquinas e equipamentos se tornem inteligentes e encontrem soluções para situações críticas, pensando como seres humanos e de forma coerente com a nossa realidade. Leia também: Entenda a relação da inteligência artificial para operações do TI

Big Data

O Big Data, por sua vez, baseia-se na análise de grandes volumes de dados com o objetivo específico de se extrair informações e insights úteis para tomada de decisão, busca de estratégias mais eficientes e um direcionamento assertivo das ações. O Big Data é uma tecnologia com aplicações nas mais diversas áreas do conhecimento e segmentos de negócios, aplicando-se ao comércio, marketing, recursos humanos e não menos importante, à indústria. São inúmeros os campos e vantagens a serem obtidas com a utilização desta tecnologia. O real propósito é otimizar os processos, realizar uma melhor gestão de processos, com tomada de decisão cada vez mais eficazes, proporcionando benefícios como:

  • Redução de custos;

  • Aumento da produtividade;

  • Encontrar novas oportunidades de mercado;

  • Identificar possíveis melhorias ou gargalos;

  • Encontrar riscos e ameaças, entre outros;

  • Contribuição no cumprimento de normas sanitárias.

Sistemas Ciber Físicos

Hoje existem diversos modelos de sistemas ciber físicos (CPS - Cyber-Physical Systems), os quais são fruto de uma simbiose entre ambientes físicos e cibernéticos.  Assim, dados e informações relevantes são digitalizados, organizados e centralizados em um único ambiente, permitindo maior controle de comunicação por estar concentrado em um mesmo espaço. Na indústria, este tipo de sistema facilita o processo produtivo por permitir maior agilidade e controle das informações, utilizando-se de cópias digitais em um ambiente único e seguro, ou seja, não se corre o risco de perder informações, além de não ocupar um espaço físico relevante.  Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Quais os resultados esperados da indústria 4.0 no Brasil?

Quanto mais indústrias passarem a adotar o sistema 4.0, menores serão os custos de produção, compra de insumos e dos produtos a serem vendidos. Dados estimam que a redução de custos industriais no brasil seja de, no mínimo, R$ 73 bilhões ao ano com a migração para o modelo de indústria 4.0. Seriam R$ 34 bilhões em ganhos de eficiência, R$ 31 bilhões com a redução de custos com manutenção de máquinas e R$ 7 bilhões com economia de energia. Porém, a implementação da indústria 4.0 na indústria nacional não é um caminho rápido, mas sim um processo gradual. Estima-se que esse modelo se tornará predominante em cerca de 40 anos. Assim, o novo conceito, além de trazer inúmeros benefícios para as indústrias, traz diversos desafios como falta de mão de obra qualificada, dificuldade de investimento e financiamento, além da resistência de gestores na aposta em novas tecnologias. Leia também: Qual o impacto da transformação digital no setor de TI? Por isso, é importante ter bem definido o objetivo da indústria, seu plano estratégico e de investimento, de forma que não prejudique a sua evolução ou competitividade.

Desafios para implementação da indústria 4.0 no Brasil

Um dos principais desafios da implementação da indústria 4.0 é não ter disponível mão de obra qualificada suficiente para lidar com essas tecnologias dentro das grandes indústrias.  Um dos maiores benefícios da inserção deste modelo de indústria é justamente a redução de custos e diminuição de perdas.  Porém, quando olhamos para os investimentos necessários, como capacitação de funcionários, compra de maquinários, treinamentos, insumos, entre outros, observamos uma dificuldade importante para empresas nacionais. Tendo isto em vista, o uso de sistemas que auxiliam na operação diária é uma forma de controlar melhor a mudança cultural e gerencial, reduzir os riscos de segurança e aumentar a produtividade da equipe. Para o time de TI, um departamento que pode acabar sobrecarregado com as atualizações promovidas pela indústria 4.0, uma plataforma omnichannel para abertura e controle de chamados é uma boa alternativa.  Leia também: Segurança Cibernética: o que é e como ser um especialista no assunto.

Etapas para implementação da indústria 4.0 no Brasil

As etapas de implementação da quarta revolução industrial no Brasil ocorrem de maneira lenta e gradual. Tendo como primeiro e importante passo a desburocratização e promoção de acesso facilitado ao crédito junto aos bancos. Este passo contribuiria para a inserção mais rápida das indústrias nacionais, em seus mais variados portes, a estas novas tecnologias.  A facilitação do crédito para investimentos é necessária para que as indústrias modifiquem seus processos produtivos de forma organizada e progressiva, proporcionando maior competitividade no cenário mundial. Outra dimensão importante para a transformação da realidade produtiva nacional e implementação deste novo modelo produtivo é a inserção de políticas públicas voltadas à promoção da indústria nacional e seu crescimento. Um exemplo de política pública voltada para modernização do sistema produtivo nacional é a chamada “rota 2030", no qual o governo federal incentiva a modernização do parque industrial automotivo, apoiando o desenvolvimento tecnológico, inovação e competitividade nacional. Além disso, nos últimos anos surgiram diversas oportunidades de importações de maquinários e equipamentos com valores reduzidos, promoções, capacitação de equipes profissionais e outros, como a alíquota zero para importação de robôs. As etapas da evolução da indústria 4.0 no Brasil se dividem na seguinte forma:

  1. Sensibilização;

  2. Avaliação e oportunidade de negócio;

  3. Indústria do futuro;

  4. Financiamento;

  5. Mercado de trabalho;

  6. Comércio internacional;

  7. Revisão de normas.

Porém, os resultados no Brasil não são tão bons até o momento, visto que o processo está lento e não apresentou desenvolvimento em nenhuma das áreas consideradas importantes no setor, como inteligência artificial e big data.

Benefícios da Indústria 4.0 em tempos de pandemia

Com o surgimento e a rápida propagação da pandemia de COVID-19 no mundo, diversos setores da economia foram impactados negativamente, afetando diretamente a receita e lucratividade das empresas. No cenário nacional, uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que empresas brasileiras que haviam investido previamente em novas tecnologias ligadas ao modelo de Indústria 4.0 obtiveram melhores resultados durante a pandemia. Os dados indicaram que quem modernizou seu processo produtivo observou aumento em sua receita, contratou mais funcionários e tem melhores expectativas para seus negócios em 2021, quando comparadas àquelas que não investiram na modernização. Nota-se, assim, as vantagens inerentes ao processo de modernização produtiva que propõe este novo modelo. E os benefícios oferecidos pelas tecnologias ligadas à Indústria 4.0, como redução de custos, diminuição do trabalho manual, aumento da produtividade e maior controle e rastreabilidade sobre o processo de produção, tornaram-se fatores essenciais para o estabilidade e o crescimento dos negócios. Um cenário tão desafiador como o da pandemia em que vivemos demonstrou a necessidade de adaptação das indústrias a um modelo produtivo que ofereça maior previsibilidade e menores riscos. Em razão deste contexto, economistas e especialistas da área apontam para um ainda tímido mas crescente movimento de interesse entre o empresariado nacional na adoção de novas tecnologias que contribuam para enfrentar a crise atual.

Conclusão

A indústria 4.0 pode demorar para ser implementada de forma abrangente no Brasil, mas está acontecendo. Ã? uma tendência mundial que vem ganhando espaço país a país: as máquinas estão se tornando mais inteligentes a cada dia e os processos de produção estão se alterando e se tornando cada vez mais eficientes. Não podemos temer os desafios que vem por aí, mas sim entendê-los e nos prepararmos da melhor forma. Ã? uma realidade transformadora e que trará muitos benefícios àqueles que buscarem se adaptar, impactando diretamente na saúde e futuro de seu negócio. E porque não começar a adaptar o seu negócio à indústria 4.0 desde já? Um sistema de gestão ao time de TI é fundamental para organizar o departamento e oportunizar uma transformação de forma responsável. O Milvus é um sistema de gerenciamento usado em departamentos ou empresas de TI, com recursos que garantem a otimização dos processos e a segurança das informações empresariais.  A plataforma permite uma gestão de atividades com mais praticidade e eficiência, resultando no aumento de produtividade da sua equipe.  O sistema Milvus pode ser implementado nos setores de TI para o atendimento da empresa, ou também pode ser utilizado por empresas que desejam melhorar a sua relação com os clientes. Presente em mais de 6 países na América, a plataforma Milvus já registrou quase 20 mil chamados. Se você precisa de um sistema prático e que facilite o dia a dia da sua equipe, faça um teste gratuito do Milvus e comprove sua eficácia. Para continuar sua leitura, recomendamos os seguintes artigos:

  • Empresa 4.0: O que é e qual o seu impacto na segurança de dados

  • A LGPD entrou em vigor, e agora?

  • Como escolher um antivírus seguro e completo para sua empresa.

  • Capacitação no atendimento de TI: 10 dicas para melhorar seu relacionamento.

  • 5 dicas para manter a performance das equipes em home office.

 

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Descubra o que é um endpoint e qual a função

Felix Schultz

Endpoint, traduzido literalmente como "ponto de extremidade", pode ser utilizado na TI para definir pontos de comunicação de acesso a uma aplicação (endpoints de comunicação) ou como parte de uma estrutura de segurança de rede. A segurança da informação e a proteção de dados são assuntos cada vez mais recorrentes entre os times de TI. Com tantos dispositivos e a evolução constante das tecnologias, novas ameaças cibernéticas afetam o dia a dia das empresas e pessoas. Para se proteger, a segurança de endpoint é uma prática fundamental. Mas, afinal, o que é endpoint e para que ele serve?

Abordaremos, neste artigo, os conceitos fundamentais de endpoint, além de esclarecer as principais diferenças de um endpoint security com outros termos que podem ser confundidos, como API, antivírus e firewall.

Se você não sabe o que a segurança de endpoint pode fazer pela sua empresa, continue sua leitura.

Você vai aprender:

  • O que é um endpoint?

  • Para que serve um endpoint security?

  • Qual a diferença entre endpoint e API

  • Qual a diferença entre endpoint e antivírus

  • Qual a diferença entre endpoint e firewall

  • Qual a diferença entre endpoint e segurança de rede

  • Por que sua empresa deve usar endpoint security

  • Principais benefícios da segurança de endpoint

  • Como proteger um endpoint

Boa leitura!

O que é um endpoint?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Endpoint, ou ponto de extremidade, pode representar diferentes conceitos em ciências da computação.[/caption]

Endpoint é um termo em inglês que pode ser traduzido, literalmente, como "pontos de extremidade".

No setor da TI, o termo endpoint pode ser aplicado a diferentes contextos. Em protocolos de comunicação, por exemplo, o endpoint faz referência aos terminais de conexão entre uma API e o cliente.

Vamos explicar os dois principais, em seguida.

O que é segurança de endpoint

Endpoint security, ou segurança de endpoint, é uma abordagem referente à proteção de uma rede empresarial, com status de monitoramento, softwares e atividades.

Neste caso, endpoint seria o dispositivo conectado à rede, como um notebook, tablet, smartphone, computador, ou até mesmo outros tipos de aparelhos, como os IoTs.

Endpoint de segurança x Endpoint de comunicação

Diferente do endpoint de segurança temos o endpoint de comunicação. Este último se refere às conexões de protocolos de comunicação e é, muitas vezes, confundido com API.

É, por exemplo, a URL de acesso a um determinado serviço, que pode ou não ser criado através da API.

Neste conceito, o endpoint se refere às duas pontas entre uma conexão TCP, como o browser (navegador) do usuário em uma ponta, e um web server do servidor, em outra.

Para que serve um endpoint security?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] O endpoint security permite escalabilidade, adaptando-se para o combate de novas ameaças.[/caption]

O principal diferencial de um sistema de segurança de endpoint é a proatividade. O recurso, uma vez instalado e configurado no servidor e em todos os dispositivos, busca vulnerabilidades e corrige falhas antes mesmo que um ataque seja efetivado.

Com essa cobertura de brechas, a segurança de endpoints consegue acompanhar com mais eficácia a evolução das ameaças virtuais.

Além disso, o endpoint security é uma forma mais inteligente de escalar a segurança de dispositivos. Imagine um antivírus, instalado pontualmente em cada computador.

Tanto a instalação quanto a manutenção e atualização desses programas gera um problema para o time de TI, que precisa acompanhar os sistemas de forma pontual.

Por outro lado, a segurança de endpoint é uma forma de centralizar esse acompanhamento. Além disso, é capaz de acompanhar as mutações e evoluções dos malwares, sendo um sistema que dificilmente vá ficar obsoleto.

Uma empresa que não conta com uma política de segurança fica à mercê de ameaças digitais que não só colocam em risco as informações estratégicas do negócio, mas podem impactar na operação da empresa, causando prejuízos materiais reais.

Qual a diferença entre endpoint e API?

Quando falamos de endpoints de comunicação, muitos profissionais têm dificuldade de entender que um endpoint é diferente de uma API.

Para tentar explicar os conceitos, vamos usar uma analogia simples. Imagine que você é um cliente que vai a um restaurante para almoçar. Você é o usuário, a cozinha do restaurante é o servidor.

Nem sempre você pode ir até a cozinha fazer o pedido e retirar o seu almoço. Geralmente você precisa contar com um garçom, que irá intermediar essa comunicação.

O garçom, nesse caso, é a API. Já você (usuário) e a cozinha (servidor), seriam os endpoints, as pontas extremas desse serviço.

Se você acessar o seu almoço via navegador, por exemplo, a URL digitada do seu prato seria a representação desse endpoint, independente de ter ou não o garçom (API).

Qual a diferença entre endpoint e antivírus?

Agora, vamos focar nosso artigo no conceito de endpoint security, porque é essa aplicação que queremos abordar aqui. A segurança de endpoint é, nada mais, do que garantir a segurança dos computadores e outros dispositivos conectados à rede corporativa.

Difere de um antivírus, pois este envolve proteger um computador específico (ou vários, dependendo de quais forem implementados o serviço). No caso da segurança de endpoint, envolve um planejamento para proteção de toda a infraestrutura.

Dessa forma, a segurança de endpoint considera outras ferramentas para proteção, além do antivírus em si. Ela usa um modelo de serviço entre servidor e cliente, com instâncias instaladas em cada um deles (uma principal no servidor e agentes nos dispositivos).

Essa integração permite validar e bloquear diversos acessos, mantendo os endpoints seguros. Enquanto isso, o antivírus usa um único programa, instalado no próprio dispositivo, para varredura, detecção e tratamento de malwares como ransonware e outros.

Leia também: segurança de computadores

Qual a diferença entre endpoint e firewall?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Firewall impede a conexão com redes suspeitas, mas o endpoint security vai além nos mecanismos de proteção.[/caption]

Outra confusão comum é entre o conceito de segurança de endpoint e firewall.

Firewalls são responsáveis por filtrar o tráfego que circula na rede, baseado em alguns critérios e regras de segurança. Por exemplo, é o caso da empresa bloquear o acesso a determinados sites, considerados perigosos.

Mas, como vimos, a segurança vai além da filtragem de rede. Ela deve considerar monitoramento de status, logging, patching, entre outros.

Assim, o firewall é uma ferramenta que pode ser utilizada dentro do planejamento de endpoint security, mas não são sinônimos.

Qual a diferença entre endpoint e segurança de rede?

Esses dois conceitos podem se parecer bastante, não foi por um detalhe: enquanto a segurança de endpoint tem como principal função a proteção dos dispositivos, a segurança de rede foca na proteção da rede em si.

Imagine que a sua casa é o seu dispositivo, e a rua é a rede. Você precisa primeiro garantir a segurança da sua casa, pois se a rua for perigosa, contar com um segurança na porta de casa pode não ser suficiente. Talvez você precise de grades, alarmes e câmeras. Certo?

Em resumo, se a sua ponta de extremidade (endpoint), ou seja, o dispositivo, está seguro, as chances de uma invasão de rede reduzem, também.

Portanto, se você já tem uma política de segurança de rede implementada mas ainda não possui protocolos de segurança de endpoints, está na hora de rever esses conceitos.

Por que sua empresa deve usar endpoint security?

Se você já acompanha os nossos artigos, sabe que falamos muito sobre segurança da informação. Especialmente agora, com a LGPD quase entrando em vigor.

São discussões que passaram a ser cada vez mais recorrentes entre os times de TI, marketing, vendas, entre outros. Os gestores da empresa precisam, de uma vez por todas, repensar suas políticas de segurança.

Não somente pela proteção de dados pessoais dos clientes, mas fundamentalmente para a proteção do diferencial competitivo do negócio. Já imaginou ter dados estratégicos e confidenciais sendo compartilhados sem autorização?

Ou, ainda, sofrer ameaças que impeçam o trabalho da sua equipe, gerando prejuízos graves à empresa? Sem falar, claro, nos problemas de credibilidade, que ameaçam a imagem da empresa frente ao mercado.

Investir em uma solução de segurança de endpoint é uma forma da empresa proteger suas informações em diferentes níveis, em ciclos de melhoria contínua, acompanhando as novas tecnologias.

5 benefícios da segurança de endpoint

Claro que somente o interesse em manter a segurança dos dados e equipamentos da sua empresa seria suficiente para justificar a implementação de uma segurança de endpoint.

Mas, para incrementar, listamos outros ganhos oferecidos pelo uso desse tipo de solução. Confira:

Redução de custos

Um sistema de segurança de endpoint exige que você invista, somente, em um software para o servidor e agentes para os dispositivos. Sai muito mais em conta do que prever mecanismos de segurança individuais.

Fácil instalação

Os sistemas de segurança de endpoint costumam ter fácil instalação. Basta configurar a instância principal no servidor e instalar o software nos clientes para começar o monitoramento.

Controle de ações indesejadas

Algumas empresas têm políticas de segurança que impedem o uso de dispositivos externos, como um pendrive, por exemplo. Mas nem sempre é possível impedir de modo efetivo essas ações.

Com um sistema de segurança de endpoint, no entanto, o gestor é capaz de bloquear essas atividades indesejadas que podem aumentar a vulnerabilidade dos dispositivos.

Fácil integração com novas tecnologias

A evolução do sistema pode ser feita de forma muito mais fácil e rápida, já que as atualizações acontecem em um único programa. Assim, é possível acompanhar as novas necessidades, atualizando todos os dispositivos rapidamente.

Gestão centralizada

Toda a administração da rede passa a ser gerenciada pelo sistema de endpoint. Assim, o gerente de infraestrutura utiliza um único sistema para autenticações, autorizações, bloqueios, monitoramentos e relatórios.

Como proteger um endpoint?

A segurança de endpoints está relacionada a um conjunto de boas práticas para prevenção de vulnerabilidades e proteção a ataques cibernéticos.

Entre elas, podemos citar o investimento em softwares confiáveis, uso de tecnologias adequadas e dispositivos sempre atualizados.

Já falamos diversas vezes sobre a importância de não contar com programas piratas e sempre manter todas as aplicações em suas últimas versões.

Uma forma de fazer isso com eficiência é contar com um sistema para gestão de ativos.

Outra funcionalidade que você pode contar para a segurança de endpoints é um scanner de rede. Esse tipo de sistema permite que você monitore os equipamentos conectados à rede, bloqueando os acessos de dispositivos desconhecidos.

Conheça o Milvus

Agora que já sabe o que são endpoints, conheça a plataforma Milvus, um sistema completo para a gestão da TI da sua empresa.

Com soluções que automatizam rotinas e processos, desde o gerenciamento de chamados, inventário de ativos até questões que garantem a segurança dos seus dispositivos, é a solução ideal para empresas de todos os portes.

Seja um investimento de uma empresa de outro setor para o time de TI, seja para empresas específicas deste tipo de serviço (como uma consultoria de TI ou um outsourcing, por exemplo), a Milvus possibilita ganhos de eficiência e aumento de produtividade.

Confira algumas funcionalidades disponíveis no sistema:

  • Transferência de arquivos via acesso remoto;

  • Monitoramento dos dispositivos;

  • Gestão do ciclo de vida dos ativos;

  • Gerenciador de licenças;

  • Geolocalizador de ativos;

  • Monitoramento de link;

  • Scanner de rede;

  • Tecnologia exclusiva OneClick;

  • Multicanais para abertura de tickets;

  • Gerenciamento automático de SLA;

  • Gestão de contratos;

  • Integração com ERP BomControle.

Faça um teste gratuito por 7 dias e experimente o sistema Milvus. Não é necessário informar cartão de crédito. Ou, se preferir, fale com um especialista e solicite uma demonstração.

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Segurança de endpoint deve ser uma preocupação constante do gestor de infraestrutura.[/caption]

A segurança de endpoints é um tema cada vez mais necessário de ser abordado pelas empresas. A evolução tecnológica e as mudanças, cada vez mais complexas, das ameaças digitais colocam em risco toda uma operação.

Seja por roubo de informações estratégicas, seja por danos físicos aos equipamentos, a segurança de redes corporativas é (ou deveria ser) uma prioridade.

Existem sistemas totalmente focados para os endpoints, mas você encontra, também, soluções simples que oferecem diversos mecanismos. Quando atuam juntos, criam uma rede de proteção efetiva e eficaz.

Para continuar sua leitura sobre ameaças digitais e segurança dos dados, confira os artigos que separamos para você:

Por que a segurança da informação é essencial para empresas?

Proteção de dados e a LGPD

Política de Privacidade: o que é e como montar uma?

Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

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Descubra o que é um endpoint e qual a função

Felix Schultz

Endpoint, traduzido literalmente como "ponto de extremidade", pode ser utilizado na TI para definir pontos de comunicação de acesso a uma aplicação (endpoints de comunicação) ou como parte de uma estrutura de segurança de rede. A segurança da informação e a proteção de dados são assuntos cada vez mais recorrentes entre os times de TI. Com tantos dispositivos e a evolução constante das tecnologias, novas ameaças cibernéticas afetam o dia a dia das empresas e pessoas. Para se proteger, a segurança de endpoint é uma prática fundamental. Mas, afinal, o que é endpoint e para que ele serve?

Abordaremos, neste artigo, os conceitos fundamentais de endpoint, além de esclarecer as principais diferenças de um endpoint security com outros termos que podem ser confundidos, como API, antivírus e firewall.

Se você não sabe o que a segurança de endpoint pode fazer pela sua empresa, continue sua leitura.

Você vai aprender:

  • O que é um endpoint?

  • Para que serve um endpoint security?

  • Qual a diferença entre endpoint e API

  • Qual a diferença entre endpoint e antivírus

  • Qual a diferença entre endpoint e firewall

  • Qual a diferença entre endpoint e segurança de rede

  • Por que sua empresa deve usar endpoint security

  • Principais benefícios da segurança de endpoint

  • Como proteger um endpoint

Boa leitura!

O que é um endpoint?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Endpoint, ou ponto de extremidade, pode representar diferentes conceitos em ciências da computação.[/caption]

Endpoint é um termo em inglês que pode ser traduzido, literalmente, como "pontos de extremidade".

No setor da TI, o termo endpoint pode ser aplicado a diferentes contextos. Em protocolos de comunicação, por exemplo, o endpoint faz referência aos terminais de conexão entre uma API e o cliente.

Vamos explicar os dois principais, em seguida.

O que é segurança de endpoint

Endpoint security, ou segurança de endpoint, é uma abordagem referente à proteção de uma rede empresarial, com status de monitoramento, softwares e atividades.

Neste caso, endpoint seria o dispositivo conectado à rede, como um notebook, tablet, smartphone, computador, ou até mesmo outros tipos de aparelhos, como os IoTs.

Endpoint de segurança x Endpoint de comunicação

Diferente do endpoint de segurança temos o endpoint de comunicação. Este último se refere às conexões de protocolos de comunicação e é, muitas vezes, confundido com API.

É, por exemplo, a URL de acesso a um determinado serviço, que pode ou não ser criado através da API.

Neste conceito, o endpoint se refere às duas pontas entre uma conexão TCP, como o browser (navegador) do usuário em uma ponta, e um web server do servidor, em outra.

Para que serve um endpoint security?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] O endpoint security permite escalabilidade, adaptando-se para o combate de novas ameaças.[/caption]

O principal diferencial de um sistema de segurança de endpoint é a proatividade. O recurso, uma vez instalado e configurado no servidor e em todos os dispositivos, busca vulnerabilidades e corrige falhas antes mesmo que um ataque seja efetivado.

Com essa cobertura de brechas, a segurança de endpoints consegue acompanhar com mais eficácia a evolução das ameaças virtuais.

Além disso, o endpoint security é uma forma mais inteligente de escalar a segurança de dispositivos. Imagine um antivírus, instalado pontualmente em cada computador.

Tanto a instalação quanto a manutenção e atualização desses programas gera um problema para o time de TI, que precisa acompanhar os sistemas de forma pontual.

Por outro lado, a segurança de endpoint é uma forma de centralizar esse acompanhamento. Além disso, é capaz de acompanhar as mutações e evoluções dos malwares, sendo um sistema que dificilmente vá ficar obsoleto.

Uma empresa que não conta com uma política de segurança fica à mercê de ameaças digitais que não só colocam em risco as informações estratégicas do negócio, mas podem impactar na operação da empresa, causando prejuízos materiais reais.

Qual a diferença entre endpoint e API?

Quando falamos de endpoints de comunicação, muitos profissionais têm dificuldade de entender que um endpoint é diferente de uma API.

Para tentar explicar os conceitos, vamos usar uma analogia simples. Imagine que você é um cliente que vai a um restaurante para almoçar. Você é o usuário, a cozinha do restaurante é o servidor.

Nem sempre você pode ir até a cozinha fazer o pedido e retirar o seu almoço. Geralmente você precisa contar com um garçom, que irá intermediar essa comunicação.

O garçom, nesse caso, é a API. Já você (usuário) e a cozinha (servidor), seriam os endpoints, as pontas extremas desse serviço.

Se você acessar o seu almoço via navegador, por exemplo, a URL digitada do seu prato seria a representação desse endpoint, independente de ter ou não o garçom (API).

Qual a diferença entre endpoint e antivírus?

Agora, vamos focar nosso artigo no conceito de endpoint security, porque é essa aplicação que queremos abordar aqui. A segurança de endpoint é, nada mais, do que garantir a segurança dos computadores e outros dispositivos conectados à rede corporativa.

Difere de um antivírus, pois este envolve proteger um computador específico (ou vários, dependendo de quais forem implementados o serviço). No caso da segurança de endpoint, envolve um planejamento para proteção de toda a infraestrutura.

Dessa forma, a segurança de endpoint considera outras ferramentas para proteção, além do antivírus em si. Ela usa um modelo de serviço entre servidor e cliente, com instâncias instaladas em cada um deles (uma principal no servidor e agentes nos dispositivos).

Essa integração permite validar e bloquear diversos acessos, mantendo os endpoints seguros. Enquanto isso, o antivírus usa um único programa, instalado no próprio dispositivo, para varredura, detecção e tratamento de malwares como ransonware e outros.

Leia também: segurança de computadores

Qual a diferença entre endpoint e firewall?

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Firewall impede a conexão com redes suspeitas, mas o endpoint security vai além nos mecanismos de proteção.[/caption]

Outra confusão comum é entre o conceito de segurança de endpoint e firewall.

Firewalls são responsáveis por filtrar o tráfego que circula na rede, baseado em alguns critérios e regras de segurança. Por exemplo, é o caso da empresa bloquear o acesso a determinados sites, considerados perigosos.

Mas, como vimos, a segurança vai além da filtragem de rede. Ela deve considerar monitoramento de status, logging, patching, entre outros.

Assim, o firewall é uma ferramenta que pode ser utilizada dentro do planejamento de endpoint security, mas não são sinônimos.

Qual a diferença entre endpoint e segurança de rede?

Esses dois conceitos podem se parecer bastante, não foi por um detalhe: enquanto a segurança de endpoint tem como principal função a proteção dos dispositivos, a segurança de rede foca na proteção da rede em si.

Imagine que a sua casa é o seu dispositivo, e a rua é a rede. Você precisa primeiro garantir a segurança da sua casa, pois se a rua for perigosa, contar com um segurança na porta de casa pode não ser suficiente. Talvez você precise de grades, alarmes e câmeras. Certo?

Em resumo, se a sua ponta de extremidade (endpoint), ou seja, o dispositivo, está seguro, as chances de uma invasão de rede reduzem, também.

Portanto, se você já tem uma política de segurança de rede implementada mas ainda não possui protocolos de segurança de endpoints, está na hora de rever esses conceitos.

Por que sua empresa deve usar endpoint security?

Se você já acompanha os nossos artigos, sabe que falamos muito sobre segurança da informação. Especialmente agora, com a LGPD quase entrando em vigor.

São discussões que passaram a ser cada vez mais recorrentes entre os times de TI, marketing, vendas, entre outros. Os gestores da empresa precisam, de uma vez por todas, repensar suas políticas de segurança.

Não somente pela proteção de dados pessoais dos clientes, mas fundamentalmente para a proteção do diferencial competitivo do negócio. Já imaginou ter dados estratégicos e confidenciais sendo compartilhados sem autorização?

Ou, ainda, sofrer ameaças que impeçam o trabalho da sua equipe, gerando prejuízos graves à empresa? Sem falar, claro, nos problemas de credibilidade, que ameaçam a imagem da empresa frente ao mercado.

Investir em uma solução de segurança de endpoint é uma forma da empresa proteger suas informações em diferentes níveis, em ciclos de melhoria contínua, acompanhando as novas tecnologias.

5 benefícios da segurança de endpoint

Claro que somente o interesse em manter a segurança dos dados e equipamentos da sua empresa seria suficiente para justificar a implementação de uma segurança de endpoint.

Mas, para incrementar, listamos outros ganhos oferecidos pelo uso desse tipo de solução. Confira:

Redução de custos

Um sistema de segurança de endpoint exige que você invista, somente, em um software para o servidor e agentes para os dispositivos. Sai muito mais em conta do que prever mecanismos de segurança individuais.

Fácil instalação

Os sistemas de segurança de endpoint costumam ter fácil instalação. Basta configurar a instância principal no servidor e instalar o software nos clientes para começar o monitoramento.

Controle de ações indesejadas

Algumas empresas têm políticas de segurança que impedem o uso de dispositivos externos, como um pendrive, por exemplo. Mas nem sempre é possível impedir de modo efetivo essas ações.

Com um sistema de segurança de endpoint, no entanto, o gestor é capaz de bloquear essas atividades indesejadas que podem aumentar a vulnerabilidade dos dispositivos.

Fácil integração com novas tecnologias

A evolução do sistema pode ser feita de forma muito mais fácil e rápida, já que as atualizações acontecem em um único programa. Assim, é possível acompanhar as novas necessidades, atualizando todos os dispositivos rapidamente.

Gestão centralizada

Toda a administração da rede passa a ser gerenciada pelo sistema de endpoint. Assim, o gerente de infraestrutura utiliza um único sistema para autenticações, autorizações, bloqueios, monitoramentos e relatórios.

Como proteger um endpoint?

A segurança de endpoints está relacionada a um conjunto de boas práticas para prevenção de vulnerabilidades e proteção a ataques cibernéticos.

Entre elas, podemos citar o investimento em softwares confiáveis, uso de tecnologias adequadas e dispositivos sempre atualizados.

Já falamos diversas vezes sobre a importância de não contar com programas piratas e sempre manter todas as aplicações em suas últimas versões.

Uma forma de fazer isso com eficiência é contar com um sistema para gestão de ativos.

Outra funcionalidade que você pode contar para a segurança de endpoints é um scanner de rede. Esse tipo de sistema permite que você monitore os equipamentos conectados à rede, bloqueando os acessos de dispositivos desconhecidos.

Conheça o Milvus

Agora que já sabe o que são endpoints, conheça a plataforma Milvus, um sistema completo para a gestão da TI da sua empresa.

Com soluções que automatizam rotinas e processos, desde o gerenciamento de chamados, inventário de ativos até questões que garantem a segurança dos seus dispositivos, é a solução ideal para empresas de todos os portes.

Seja um investimento de uma empresa de outro setor para o time de TI, seja para empresas específicas deste tipo de serviço (como uma consultoria de TI ou um outsourcing, por exemplo), a Milvus possibilita ganhos de eficiência e aumento de produtividade.

Confira algumas funcionalidades disponíveis no sistema:

  • Transferência de arquivos via acesso remoto;

  • Monitoramento dos dispositivos;

  • Gestão do ciclo de vida dos ativos;

  • Gerenciador de licenças;

  • Geolocalizador de ativos;

  • Monitoramento de link;

  • Scanner de rede;

  • Tecnologia exclusiva OneClick;

  • Multicanais para abertura de tickets;

  • Gerenciamento automático de SLA;

  • Gestão de contratos;

  • Integração com ERP BomControle.

Faça um teste gratuito por 7 dias e experimente o sistema Milvus. Não é necessário informar cartão de crédito. Ou, se preferir, fale com um especialista e solicite uma demonstração.

Conclusão

[caption id="attachment_5319" align="aligncenter" width="1000"] Segurança de endpoint deve ser uma preocupação constante do gestor de infraestrutura.[/caption]

A segurança de endpoints é um tema cada vez mais necessário de ser abordado pelas empresas. A evolução tecnológica e as mudanças, cada vez mais complexas, das ameaças digitais colocam em risco toda uma operação.

Seja por roubo de informações estratégicas, seja por danos físicos aos equipamentos, a segurança de redes corporativas é (ou deveria ser) uma prioridade.

Existem sistemas totalmente focados para os endpoints, mas você encontra, também, soluções simples que oferecem diversos mecanismos. Quando atuam juntos, criam uma rede de proteção efetiva e eficaz.

Para continuar sua leitura sobre ameaças digitais e segurança dos dados, confira os artigos que separamos para você:

Por que a segurança da informação é essencial para empresas?

Proteção de dados e a LGPD

Política de Privacidade: o que é e como montar uma?

Tudo sobre Cibersegurança: saiba como proteger a sua empresa!

Governança em TI: aprenda a gerir processos de forma mais eficaz

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Descubra o que é a IoT (Internet das Coisas)!

Felix Schultz

Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), é a conexão de objetos comuns com a internet, ampliando suas funcionalidades e trazendo para o dia a dia do ser humano inúmeras possibilidades.

Hoje, com a transformação digital, temos acesso a um volume de informações gigantesco. Com isso, novas funções são inseridas na rotina das pessoas, alterando completamente o comportamento ou a forma de executar determinadas atividades.

Quer um exemplo?

Anos atrás, as pessoas se comunicavam por carta. Então veio o telefone fixo, depois o telefone celular e o e-mail. E, claro, muitas outras evoluções depois disso, como SMS, chats e videoconferências.

Com o conceito de IoT, em breve as pessoas poderão se comunicar através de um óculos de realidade virtual, por exemplo, inclusive "visitando" a pessoa com quem está conversando, como se estivessem frente a frente. Tudo virtualmente.

A internet das coisas é uma inovação tecnológica que vem crescendo de forma exponencial e já faz parte da vida das pessoas, em muitos aspectos.

O princípio básico da internet das coisas é entregar ao usuário funcionalidades que a internet oferece, sem precisar de um computador ou celular para isso (com certeza você já viu alguém usando um relógio smartwatch para consultar a agenda do dia, certo?).

Ficou confuso? Não se preocupe! Vamos explicar tudo sobre o que é IoT e como esse conceito está, aos poucos, se tornando parte do seu dia a dia. Neste artigo, você vai aprender:

  • O que é Internet das Coisas (IoT)?

  • Como surgiu a Internet das Coisas?

  • Qual o objetivo da Internet das Coisas (IoT)?

  • Como funciona a IoT?

  • Exemplos de Internet das Coisas

  • Como se preparar para a transformação digital

Boa leitura!

O que é Internet das Coisas (IoT)?

Internet das Coisas, também conhecido como IoT ou Internet of Things, é um conceito que descreve a conexão entre objetos comuns com a internet.

Ou seja: não são somente os computadores que são capazes de se conectar ao mundo virtual. Você já deve saber disso há uns anos, desde o seu primeiro smartphone.

A verdade é que a evolução da internet das coisas tem permitido conectar diversos objetos comuns do dia a dia das pessoas à internet. Essa evolução está aumentando as funcionalidades desses objetos, tornando-os cada vez mais necessários.

Assistentes virtuais, carros e prédios inteligentes são alguns exemplos. A rapidez com que essas novas criações surgem é tamanha, que sequer é possível prever quais os próximos lançamentos.

É bastante possível que nos próximos 5 ou 10 anos, existirão profissões e objetos com funções que ainda não conhecemos ou imaginamos.

Dessa forma, a internet das coisas é uma realidade para muitas pessoas, em menor ou maior escala. Além disso, oferece uma oportunidade incrível para empresas pensarem fora da caixa. Para as organizações, nunca foi tão necessário cultivar uma cultura de inovação quanto agora, abrindo caminhos para a criatividade inventiva.

Quer conhecer mais sobre esse conceito? Confira:

Conceito

Apesar de ser comum relacionar o termo IoT com equipamentos óbvios (como smart TVs ou smartphones), o conceito de Internet das Coisas envolve wearables menos prováveis.

Um wearable é um "dispositivo vestível", ou seja, objetos comuns de uso pessoal, que apresentam tecnologia embarcada, como relógios, tênis, roupas ou óculos.

O conceito de IoT também é aplicado às residências ou veículos, além de máquinas como geladeiras, liquidificadores ou mesmo robôs de uso residencial, comercial ou industrial.

Assim, o principal objetivo e funcionalidade da internet das coisas é conectar objetos rotineiros à internet. Isso dá a eles uma funcionalidade mais ampla, com mais inteligência e maior capacidade de integração às outras fontes de informação.

A ideia básica é unir o mundo físico com o digital, fazendo com que equipamentos se comuniquem entre si, transformando a vida das pessoas em vários sentidos.

Internet das Coisas e Inteligência Artificial

Outro conceito sendo bastante abordado é a inteligência artificial (AI). Apesar de se correlacionarem, AI e IoT não são a mesma coisa.

Objetos com tecnologia embarcada para a conexão internet podem, também, trazer funcionalidades de inteligência artificial para otimizarem suas atividades e facilitarem a rotina das pessoas.

É o caso dos assistentes virtuais, como a Alexa, secretária oferecida pela Amazon. A caixa de som reconhece a voz, entende a solicitação e oferece exatamente o que foi pedido (ok, às vezes nem tão exatamente assim).

Como surgiu a Internet das Coisas?

Você pode ficar impressionado, mas apesar do termo IoT ser mais frequentemente utilizado nos dias de hoje, o conceito surgiu ainda nos anos 90. Desde então, houve muita evolução tecnológica (lembre-se de todas as versões e modelos de aparelhos celular que você teve nesse período).

Em 1991, quando a internet começou a se popularizar, principalmente nos EUA, já começaram as discussões sobre conectar objetos à rede. Porém, foi quase no final da década que o conceito de IoT surgiu oficialmente.

Quem inventou a Internet das Coisas?

Em 1999, Kevin Ashton, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, propôs que fosse usado o termo Internet of Things para descrever a ideia de conectar objetos à internet.

Para o especialista, a internet das coisas seria capaz de reduzir, otimizar e economizar recursos energéticos e naturais, já que o volume de dados coletados pela tecnologia poderia antecipar movimentos e comportamentos, ajustando suas funções para um melhor desempenho.

Internet das Coisas no Brasil

No Brasil, 70% da população já está conectada e estima-se que existirão mais de 724 milhões de dispositivos conectados até 2022.

Com isso, o Governo Federal já está atento ao potencial da IoT no desenvolvimento e crescimento econômico do País. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) trabalhou na elaboração de um Plano Nacional para IoT.

Como resultado, temos o Decreto nº 9.894, de 25 de junho de 2019, que:

Institui o Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas.

A estimativa é que a internet das coisas possibilite um crescimento da produtividade, acrescentando ao PIB nacional o valor de R$ 122 bilhões até 2025, além de gerar de 1,9 a 2,6 milhões de novos postos de trabalho.

Por isso, é importante que a população esteja atenta ao andamento deste projeto, incentivando o desenvolvimento e buscando, dentro das suas empresas e da sua comunidade, abrir as fronteiras para inovações.

Qual o objetivo da Internet das Coisas (IoT)?

A internet das coisas tem como objetivo transformar a vida das pessoas, tornando suas rotinas mais simples e mais eficazes.

Com a comunicação entre os equipamentos e objetos, será possível antecipar situações ou necessidades. Por exemplo, através do volume de dados capturados, profissionais poderão encontrar soluções para reverter problemas ambientais, cura para doenças graves e muito mais.

Outro resultado importante é um pouco contraditório: com os objetos ao nosso redor fazendo parte da nossa vida, facilitando o dia a dia, as pessoas poderão se concentrar mais em conexões reais, aproveitando mais seu tempo e conquistando melhor qualidade de vida.

Portanto, não pense que a IoT, a inteligência artificial ou outros conceitos da nova era vão acabar com o contato humano entre as pessoas. Pelo contrário: a tendência é que quanto mais a tecnologia fizer parte da nossa vida, mais iremos resgatar nossos antigos valores.

Como funciona a IoT?

Agora que sabemos que a internet das coisas é a conexão entre objetos e a internet, vamos entender melhor como funciona esse processo.

Em resumo, existem três fatores indispensáveis que possibilitam o funcionamento dessa tecnologia. São eles:

  • rede: é o meio de comunicação, como redes Wi-Fi, 4G, 5G, bluetooth, entre outras;

  • dispositivo: são os objetos ou wearables que serão conectados. É preciso que eles estejam equipados com itens que possibilitem a conexão com a rede, como chips, antenas ou sensores;

  • sistema de controle: usado para captura e tratamento de todos os dados, sendo também o responsável por novas conexões, a partir destes dados.

Internet das Coisas no dia a dia

Já imaginou uma geladeira que avisa quando um determinado alimento está terminando, e já oferece uma lista de locais e preços desse item? Imagine, também, que você possa fazer sua lista de compras e enviar para o supermercado, tudo através deste mesmo equipamento.

Seria incrível, não é mesmo?

Agora, imagine que seu despertador toca e, a partir do som do alarme, suas cortinas abram automaticamente, sua cafeteira comece a trabalhar e seu armário de roupas sugira o look do dia, de acordo com a previsão do tempo para as próximas horas.

Parece história de ficção científica, mas já existem inúmeros objetos que já facilitam seu dia a dia e muito mais ainda está por vir. As chamadas "casas inteligentes" já estão sendo construídas e seu conceito está sendo aplicado de forma mais ampla.

A ideia é que nos próximos anos, as cidades inteligentes passem a utilizar a IoT para controlar a mobilidade, a segurança e até o transporte público.

Internet das Coisas e sua aplicação na educação

A internet das coisas tem um importante papel na educação. Isso acontece pois as novas gerações, nascidas na era digital, já não se adaptam a modelos de ensino antiquados e ultrapassados.

Além de ser utilizada para a segurança dos alunos (com dispositivos que informem os pais sobre a entrada e saída, por exemplo), a IoT pode auxiliar os professores na criação de planos de aula mais inteligentes, com base em dados sobre pesquisas e conteúdos consumidos pelos alunos.

Com objetos e tecnologias presentes na rotina escolar, os estudantes poderão ter mais interesse e voltar sua atenção aos assuntos trabalhados. Sem falar que outras tecnologias, como a realidade aumentada, levarão os estudos a um novo patamar, possibilitando um aproveitamento ainda melhor.

Exemplos de Internet das Coisas

Se ainda não está claro o que é a internet das coisas ou quais são os objetos envolvidos, listamos abaixo alguns exemplos que já são realidade na rotina de diversas pessoas e empresas:

  • Hospitais podem ter dispositivos conectados aos pacientes, enviando em tempo real dados como batimentos cardíacos, pressão arterial e oxigenação.

  • A agropecuária pode utilizar sensores para medir a temperatura e umidade da terra ou informar sobre probabilidade de chuvas, auxiliando os produtores no controle das safras.

  • Fábricas podem utilizar a IoT para medir a produtividade dos equipamentos, avisar os gestores sobre a necessidade de manutenções ou compra de suprimentos e ampliação da planta fabril.

  • Lojas e supermercados podem contar com prateleiras inteligentes, que informam quando o estoque mínimo de um determinado produto está sendo atingido, além de avisar sobre produtos com menos saída ou próximos ao vencimento, auxiliando na tomada de ações como reposicionamento, promoções e outros.

  • Prédios inteligentes e design de interiores podem usar a IoT para levar a automação para as casas, com sensores de reconhecimento facial para abertura de portões ou cortinas, iluminação e eletrodomésticos ativados por controle de voz ou smartphones.

  • Veículos autônomos já estão sendo testados e utilizados em algumas partes do mundo, usando inteligência artificial e dispositivos conectados para garantir a mobilidade, segurança e conforto aos passageiros.

Como se preparar para a transformação digital

A transformação digital está acontecendo ao nosso redor. E se as empresas desejam se manter no mercado, precisam estar preparadas e dispostas a acompanhar essa evoluçao.

Com a nova era digital, os consumidores estão mais exigentes, o volume de informações disponíveis é muito grande e a principal concorrente de uma empresa pode estar do outro lado do mundo. Sair à frente, com inovações e novas tecnologias embarcadas em produtos e serviços, já é um diferencial competitivo importante.

Para ajudar nesse processo de transformação, trazemos abaixo 5 dicas que podem ser implementadas em sua empresa. Confira:

1. Automatize processos

Não podemos falar em adotar a transformação digital em nossas empresas, sem fazer ao menos o básico, certo? Procure automatizar os processos da sua empresa e tire da rotina qualquer tarefa repetitiva e operacional.

Com isso, os profissionais terão mais tempo para se dedicar às atividades estratégicas e criativas. Esse espaço de criação é fundamental para o surgimento de inovações.

2. Realize a análise de sua presença digital

Como sua empresa está se posicionando na internet? Você já utiliza a tecnologia como ferramenta de trabalho?

Se você acredita que ter um website e uma página em alguma rede social é o suficiente, você está errado e bastante atrasado!

Existem diversos sistemas que apoiam, de forma bastante significativa, operações de atendimento, vendas, suporte e muito mais. Inteligência artificial e realidade aumentada já são alguns dos principais conceitos em muitas empresas, de diversos setores.

Portanto, avalie sua presença digital e busque tirar o maior proveito possível desse ambiente rico e intenso que é a internet!

3. Desenvolva uma cultura de inovação

Para acompanhar as mudanças constantes, graças à rápida evolução da tecnologia, a empresa precisa de uma cultura de inovação. O que isso significa?

Sua empresa deve abrir espaço para novas ideias, provocando discussões e incentivando a criatividade de todos os seus funcionários.

Uma cultura de inovação envolve estar aberto a mudanças, participar de eventos, fomentar a troca de conhecimento e experiências, além de se aproximar de empresas e pessoas que compartilham desse mesmo pensamento, como universidades, startups e incubadoras.

4. Planeje, teste, evolua

Um dos aprendizados para quem implementa uma cultura de inovação é entender que o timing para novas mudanças na empresa está cada vez menor.

Porém, isso não significa que você deve produzir novos produtos ou investindo em equipamentos sem planejamento; mas significa que os modelos de planejamento estratégico de antigamente, já não se aplicam mais.

O conceito de MVP (produto mínimo viável) e outros, como design thinking e lean design, são fundamentais para essa nova era. O planejamento deve ser feito de forma simplificada, utilizando frameworks, e o novo produto ou serviço deve ser prototipado, para que testes sejam realizados o mais rapidamente possível.

Com os testes, a empresa pode validar a viabilidade do desenvolvimento, evoluir o modelo e colocar no mercado.

5. Utilize os dados

Da mesma forma, para acompanhar as evoluções tecnológicas, o uso de dados é fundamental. Com a internet, temos um volume enorme de dados gerados diariamente, que podem apoiar decisões estratégicas.

Até 2016, 90% dos dados gerados pela internet das coisas não eram analisados pelas empresas e, acredite se quiser, essa realidade mudou muito pouco até agora.

Conceitos como big data estão sendo cada vez mais observados. Assim, as oportunidades para profissionais de estatística (ou mesmo de TI) são imensas!

Portanto, cabe à s empresas saber aproveitar esse oceano de informações disponíveis, utilizando-as na criação de diferenciais competitivos, para manterem-se sempre à frente.

Conclusão

A internet das coisas é um conceito cada vez mais presente na rotina das pessoas. Com uma rápida evolução, é quase impossível prever até onde ele pode chegar.

Portanto, as empresas precisam estar antenadas e abertas para novas oportunidades e inovações, buscando na criatividade de seus funcionários e nos eventos sobre tecnologia, as respostas para a continuidade de seus negócios.

É certo que empreendimentos parados no tempo já não irão apresentar muitos anos de vida no futuro. Então, se você ainda não adotou uma cultura de inovação ou aplicou a transformação digital em sua empresa, é hora de começar.

Para isso, não é necessário grandes descobertas ou invenções. Comece olhando para o seu departamento de TI, ele tem grande responsabilidade nesse processo, mas também um grande potencial. Escute o que seus profissionais têm a dizer.

Quer saber mais sobre tecnologia e como desenvolver o seu setor de TI? Confira os artigos que recomendamos:

  • BI e AI: como fazer a união perfeita entre eles?

  • Gestão de chamados inteligente: como fazer isso com chatbots?

  • Blockchain: A tecnologia que mudará em breve o mundo dos negócios

  • Conheça 5 certificações de TI e entenda porque são importantes

  • Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado à sua rede

Gostou deste artigo e de saber mais o que significa IoT? Então, compartilhe com seus colegas! Se tiver alguma dúvida ou quiser contar sua experiência com a internet das coisas, deixe um comentário!

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Descubra o que é a IoT (Internet das Coisas)!

Felix Schultz

Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), é a conexão de objetos comuns com a internet, ampliando suas funcionalidades e trazendo para o dia a dia do ser humano inúmeras possibilidades.

Hoje, com a transformação digital, temos acesso a um volume de informações gigantesco. Com isso, novas funções são inseridas na rotina das pessoas, alterando completamente o comportamento ou a forma de executar determinadas atividades.

Quer um exemplo?

Anos atrás, as pessoas se comunicavam por carta. Então veio o telefone fixo, depois o telefone celular e o e-mail. E, claro, muitas outras evoluções depois disso, como SMS, chats e videoconferências.

Com o conceito de IoT, em breve as pessoas poderão se comunicar através de um óculos de realidade virtual, por exemplo, inclusive "visitando" a pessoa com quem está conversando, como se estivessem frente a frente. Tudo virtualmente.

A internet das coisas é uma inovação tecnológica que vem crescendo de forma exponencial e já faz parte da vida das pessoas, em muitos aspectos.

O princípio básico da internet das coisas é entregar ao usuário funcionalidades que a internet oferece, sem precisar de um computador ou celular para isso (com certeza você já viu alguém usando um relógio smartwatch para consultar a agenda do dia, certo?).

Ficou confuso? Não se preocupe! Vamos explicar tudo sobre o que é IoT e como esse conceito está, aos poucos, se tornando parte do seu dia a dia. Neste artigo, você vai aprender:

  • O que é Internet das Coisas (IoT)?

  • Como surgiu a Internet das Coisas?

  • Qual o objetivo da Internet das Coisas (IoT)?

  • Como funciona a IoT?

  • Exemplos de Internet das Coisas

  • Como se preparar para a transformação digital

Boa leitura!

O que é Internet das Coisas (IoT)?

Internet das Coisas, também conhecido como IoT ou Internet of Things, é um conceito que descreve a conexão entre objetos comuns com a internet.

Ou seja: não são somente os computadores que são capazes de se conectar ao mundo virtual. Você já deve saber disso há uns anos, desde o seu primeiro smartphone.

A verdade é que a evolução da internet das coisas tem permitido conectar diversos objetos comuns do dia a dia das pessoas à internet. Essa evolução está aumentando as funcionalidades desses objetos, tornando-os cada vez mais necessários.

Assistentes virtuais, carros e prédios inteligentes são alguns exemplos. A rapidez com que essas novas criações surgem é tamanha, que sequer é possível prever quais os próximos lançamentos.

É bastante possível que nos próximos 5 ou 10 anos, existirão profissões e objetos com funções que ainda não conhecemos ou imaginamos.

Dessa forma, a internet das coisas é uma realidade para muitas pessoas, em menor ou maior escala. Além disso, oferece uma oportunidade incrível para empresas pensarem fora da caixa. Para as organizações, nunca foi tão necessário cultivar uma cultura de inovação quanto agora, abrindo caminhos para a criatividade inventiva.

Quer conhecer mais sobre esse conceito? Confira:

Conceito

Apesar de ser comum relacionar o termo IoT com equipamentos óbvios (como smart TVs ou smartphones), o conceito de Internet das Coisas envolve wearables menos prováveis.

Um wearable é um "dispositivo vestível", ou seja, objetos comuns de uso pessoal, que apresentam tecnologia embarcada, como relógios, tênis, roupas ou óculos.

O conceito de IoT também é aplicado às residências ou veículos, além de máquinas como geladeiras, liquidificadores ou mesmo robôs de uso residencial, comercial ou industrial.

Assim, o principal objetivo e funcionalidade da internet das coisas é conectar objetos rotineiros à internet. Isso dá a eles uma funcionalidade mais ampla, com mais inteligência e maior capacidade de integração às outras fontes de informação.

A ideia básica é unir o mundo físico com o digital, fazendo com que equipamentos se comuniquem entre si, transformando a vida das pessoas em vários sentidos.

Internet das Coisas e Inteligência Artificial

Outro conceito sendo bastante abordado é a inteligência artificial (AI). Apesar de se correlacionarem, AI e IoT não são a mesma coisa.

Objetos com tecnologia embarcada para a conexão internet podem, também, trazer funcionalidades de inteligência artificial para otimizarem suas atividades e facilitarem a rotina das pessoas.

É o caso dos assistentes virtuais, como a Alexa, secretária oferecida pela Amazon. A caixa de som reconhece a voz, entende a solicitação e oferece exatamente o que foi pedido (ok, às vezes nem tão exatamente assim).

Como surgiu a Internet das Coisas?

Você pode ficar impressionado, mas apesar do termo IoT ser mais frequentemente utilizado nos dias de hoje, o conceito surgiu ainda nos anos 90. Desde então, houve muita evolução tecnológica (lembre-se de todas as versões e modelos de aparelhos celular que você teve nesse período).

Em 1991, quando a internet começou a se popularizar, principalmente nos EUA, já começaram as discussões sobre conectar objetos à rede. Porém, foi quase no final da década que o conceito de IoT surgiu oficialmente.

Quem inventou a Internet das Coisas?

Em 1999, Kevin Ashton, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, propôs que fosse usado o termo Internet of Things para descrever a ideia de conectar objetos à internet.

Para o especialista, a internet das coisas seria capaz de reduzir, otimizar e economizar recursos energéticos e naturais, já que o volume de dados coletados pela tecnologia poderia antecipar movimentos e comportamentos, ajustando suas funções para um melhor desempenho.

Internet das Coisas no Brasil

No Brasil, 70% da população já está conectada e estima-se que existirão mais de 724 milhões de dispositivos conectados até 2022.

Com isso, o Governo Federal já está atento ao potencial da IoT no desenvolvimento e crescimento econômico do País. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) trabalhou na elaboração de um Plano Nacional para IoT.

Como resultado, temos o Decreto nº 9.894, de 25 de junho de 2019, que:

Institui o Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas.

A estimativa é que a internet das coisas possibilite um crescimento da produtividade, acrescentando ao PIB nacional o valor de R$ 122 bilhões até 2025, além de gerar de 1,9 a 2,6 milhões de novos postos de trabalho.

Por isso, é importante que a população esteja atenta ao andamento deste projeto, incentivando o desenvolvimento e buscando, dentro das suas empresas e da sua comunidade, abrir as fronteiras para inovações.

Qual o objetivo da Internet das Coisas (IoT)?

A internet das coisas tem como objetivo transformar a vida das pessoas, tornando suas rotinas mais simples e mais eficazes.

Com a comunicação entre os equipamentos e objetos, será possível antecipar situações ou necessidades. Por exemplo, através do volume de dados capturados, profissionais poderão encontrar soluções para reverter problemas ambientais, cura para doenças graves e muito mais.

Outro resultado importante é um pouco contraditório: com os objetos ao nosso redor fazendo parte da nossa vida, facilitando o dia a dia, as pessoas poderão se concentrar mais em conexões reais, aproveitando mais seu tempo e conquistando melhor qualidade de vida.

Portanto, não pense que a IoT, a inteligência artificial ou outros conceitos da nova era vão acabar com o contato humano entre as pessoas. Pelo contrário: a tendência é que quanto mais a tecnologia fizer parte da nossa vida, mais iremos resgatar nossos antigos valores.

Como funciona a IoT?

Agora que sabemos que a internet das coisas é a conexão entre objetos e a internet, vamos entender melhor como funciona esse processo.

Em resumo, existem três fatores indispensáveis que possibilitam o funcionamento dessa tecnologia. São eles:

  • rede: é o meio de comunicação, como redes Wi-Fi, 4G, 5G, bluetooth, entre outras;

  • dispositivo: são os objetos ou wearables que serão conectados. É preciso que eles estejam equipados com itens que possibilitem a conexão com a rede, como chips, antenas ou sensores;

  • sistema de controle: usado para captura e tratamento de todos os dados, sendo também o responsável por novas conexões, a partir destes dados.

Internet das Coisas no dia a dia

Já imaginou uma geladeira que avisa quando um determinado alimento está terminando, e já oferece uma lista de locais e preços desse item? Imagine, também, que você possa fazer sua lista de compras e enviar para o supermercado, tudo através deste mesmo equipamento.

Seria incrível, não é mesmo?

Agora, imagine que seu despertador toca e, a partir do som do alarme, suas cortinas abram automaticamente, sua cafeteira comece a trabalhar e seu armário de roupas sugira o look do dia, de acordo com a previsão do tempo para as próximas horas.

Parece história de ficção científica, mas já existem inúmeros objetos que já facilitam seu dia a dia e muito mais ainda está por vir. As chamadas "casas inteligentes" já estão sendo construídas e seu conceito está sendo aplicado de forma mais ampla.

A ideia é que nos próximos anos, as cidades inteligentes passem a utilizar a IoT para controlar a mobilidade, a segurança e até o transporte público.

Internet das Coisas e sua aplicação na educação

A internet das coisas tem um importante papel na educação. Isso acontece pois as novas gerações, nascidas na era digital, já não se adaptam a modelos de ensino antiquados e ultrapassados.

Além de ser utilizada para a segurança dos alunos (com dispositivos que informem os pais sobre a entrada e saída, por exemplo), a IoT pode auxiliar os professores na criação de planos de aula mais inteligentes, com base em dados sobre pesquisas e conteúdos consumidos pelos alunos.

Com objetos e tecnologias presentes na rotina escolar, os estudantes poderão ter mais interesse e voltar sua atenção aos assuntos trabalhados. Sem falar que outras tecnologias, como a realidade aumentada, levarão os estudos a um novo patamar, possibilitando um aproveitamento ainda melhor.

Exemplos de Internet das Coisas

Se ainda não está claro o que é a internet das coisas ou quais são os objetos envolvidos, listamos abaixo alguns exemplos que já são realidade na rotina de diversas pessoas e empresas:

  • Hospitais podem ter dispositivos conectados aos pacientes, enviando em tempo real dados como batimentos cardíacos, pressão arterial e oxigenação.

  • A agropecuária pode utilizar sensores para medir a temperatura e umidade da terra ou informar sobre probabilidade de chuvas, auxiliando os produtores no controle das safras.

  • Fábricas podem utilizar a IoT para medir a produtividade dos equipamentos, avisar os gestores sobre a necessidade de manutenções ou compra de suprimentos e ampliação da planta fabril.

  • Lojas e supermercados podem contar com prateleiras inteligentes, que informam quando o estoque mínimo de um determinado produto está sendo atingido, além de avisar sobre produtos com menos saída ou próximos ao vencimento, auxiliando na tomada de ações como reposicionamento, promoções e outros.

  • Prédios inteligentes e design de interiores podem usar a IoT para levar a automação para as casas, com sensores de reconhecimento facial para abertura de portões ou cortinas, iluminação e eletrodomésticos ativados por controle de voz ou smartphones.

  • Veículos autônomos já estão sendo testados e utilizados em algumas partes do mundo, usando inteligência artificial e dispositivos conectados para garantir a mobilidade, segurança e conforto aos passageiros.

Como se preparar para a transformação digital

A transformação digital está acontecendo ao nosso redor. E se as empresas desejam se manter no mercado, precisam estar preparadas e dispostas a acompanhar essa evoluçao.

Com a nova era digital, os consumidores estão mais exigentes, o volume de informações disponíveis é muito grande e a principal concorrente de uma empresa pode estar do outro lado do mundo. Sair à frente, com inovações e novas tecnologias embarcadas em produtos e serviços, já é um diferencial competitivo importante.

Para ajudar nesse processo de transformação, trazemos abaixo 5 dicas que podem ser implementadas em sua empresa. Confira:

1. Automatize processos

Não podemos falar em adotar a transformação digital em nossas empresas, sem fazer ao menos o básico, certo? Procure automatizar os processos da sua empresa e tire da rotina qualquer tarefa repetitiva e operacional.

Com isso, os profissionais terão mais tempo para se dedicar às atividades estratégicas e criativas. Esse espaço de criação é fundamental para o surgimento de inovações.

2. Realize a análise de sua presença digital

Como sua empresa está se posicionando na internet? Você já utiliza a tecnologia como ferramenta de trabalho?

Se você acredita que ter um website e uma página em alguma rede social é o suficiente, você está errado e bastante atrasado!

Existem diversos sistemas que apoiam, de forma bastante significativa, operações de atendimento, vendas, suporte e muito mais. Inteligência artificial e realidade aumentada já são alguns dos principais conceitos em muitas empresas, de diversos setores.

Portanto, avalie sua presença digital e busque tirar o maior proveito possível desse ambiente rico e intenso que é a internet!

3. Desenvolva uma cultura de inovação

Para acompanhar as mudanças constantes, graças à rápida evolução da tecnologia, a empresa precisa de uma cultura de inovação. O que isso significa?

Sua empresa deve abrir espaço para novas ideias, provocando discussões e incentivando a criatividade de todos os seus funcionários.

Uma cultura de inovação envolve estar aberto a mudanças, participar de eventos, fomentar a troca de conhecimento e experiências, além de se aproximar de empresas e pessoas que compartilham desse mesmo pensamento, como universidades, startups e incubadoras.

4. Planeje, teste, evolua

Um dos aprendizados para quem implementa uma cultura de inovação é entender que o timing para novas mudanças na empresa está cada vez menor.

Porém, isso não significa que você deve produzir novos produtos ou investindo em equipamentos sem planejamento; mas significa que os modelos de planejamento estratégico de antigamente, já não se aplicam mais.

O conceito de MVP (produto mínimo viável) e outros, como design thinking e lean design, são fundamentais para essa nova era. O planejamento deve ser feito de forma simplificada, utilizando frameworks, e o novo produto ou serviço deve ser prototipado, para que testes sejam realizados o mais rapidamente possível.

Com os testes, a empresa pode validar a viabilidade do desenvolvimento, evoluir o modelo e colocar no mercado.

5. Utilize os dados

Da mesma forma, para acompanhar as evoluções tecnológicas, o uso de dados é fundamental. Com a internet, temos um volume enorme de dados gerados diariamente, que podem apoiar decisões estratégicas.

Até 2016, 90% dos dados gerados pela internet das coisas não eram analisados pelas empresas e, acredite se quiser, essa realidade mudou muito pouco até agora.

Conceitos como big data estão sendo cada vez mais observados. Assim, as oportunidades para profissionais de estatística (ou mesmo de TI) são imensas!

Portanto, cabe à s empresas saber aproveitar esse oceano de informações disponíveis, utilizando-as na criação de diferenciais competitivos, para manterem-se sempre à frente.

Conclusão

A internet das coisas é um conceito cada vez mais presente na rotina das pessoas. Com uma rápida evolução, é quase impossível prever até onde ele pode chegar.

Portanto, as empresas precisam estar antenadas e abertas para novas oportunidades e inovações, buscando na criatividade de seus funcionários e nos eventos sobre tecnologia, as respostas para a continuidade de seus negócios.

É certo que empreendimentos parados no tempo já não irão apresentar muitos anos de vida no futuro. Então, se você ainda não adotou uma cultura de inovação ou aplicou a transformação digital em sua empresa, é hora de começar.

Para isso, não é necessário grandes descobertas ou invenções. Comece olhando para o seu departamento de TI, ele tem grande responsabilidade nesse processo, mas também um grande potencial. Escute o que seus profissionais têm a dizer.

Quer saber mais sobre tecnologia e como desenvolver o seu setor de TI? Confira os artigos que recomendamos:

  • BI e AI: como fazer a união perfeita entre eles?

  • Gestão de chamados inteligente: como fazer isso com chatbots?

  • Blockchain: A tecnologia que mudará em breve o mundo dos negócios

  • Conheça 5 certificações de TI e entenda porque são importantes

  • Scanner de Rede: verifique IPs e descubra quem está ligado à sua rede

Gostou deste artigo e de saber mais o que significa IoT? Então, compartilhe com seus colegas! Se tiver alguma dúvida ou quiser contar sua experiência com a internet das coisas, deixe um comentário!

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Veja nosso e-book como sua empresa pode crescer.

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Scanner de Rede: encontre IPs e conexões à sua rede

Felix Schultz

Scanner de Rede é uma ferramenta que atua com a finalidade de localizar todos os dispositivos conectados em sua rede (desde que possuam um número de IP). Dessa maneira, é possível manter as informações da sua empresa seguras, evitando que dispositivos ou pessoas não autorizadas acessem sua rede.

A segurança da informação é muito importante para as empresas, independentemente do seu porte ou segmento.

Já produzimos um material sobre o assunto, que você pode acessar aqui: Guia sobre gestão de risco em TI.

Existem diversos softwares que fazem o trabalho de rastreio, capazes de identificar computadores, impressoras, smartphones e outros recursos compartilhados, que podem estar utilizando a rede protegida da empresa.

Assim, neste artigo vamos explicar o seguinte:

  • O que é Scanner de Rede?

  • Para que serve o Scanner de Rede?

  • Melhor Scanner de Rede

  • O que é Advanced IP Scanner?

  • Importância de ter um programa de Scanner de Rede

  • Outras ferramentas para segurança e gestão de TI

  • Conheça a Milvus

Boa leitura!

O que é Scanner de Rede?

Em suma, scanner de rede é um tipo de software que possibilita identificar equipamentos conectados à rede da empresa, como computadores, impressoras e smartphones.

É uma ferramenta fundamental para garantir que pessoas sem autorização não fiquem "penduradas" na rede.

Dessa forma, ao instalar o software, é possível utilizar o scanner de rede para identificar todos os dispositivos conectados à determinada rede.

Existem diversos programas que oferecem este serviço, cada um com suas peculiaridades.

Vamos falar sobre os principais mais à frente.

Para que serve o Scanner de Rede?

O scanner de rede serve para que os responsáveis pela TI da empresa possam identificar todos os equipamentos que estejam utilizando a rede da empresa.

Dependendo da ferramenta utilizada, outras funcionalidades são possíveis, como permissão de acesso a servidores FTP, o controle remoto de computadores, acesso a pastas escondidas, entre outras.

O scanner de rede é um importante apoio para que a TI possa, sobretudo, administrar seus ativos. Dentre as principais funções do scanner, estão:

Verificação dos IPs conectados à rede

A principal função do scanner é identificar todos os IPs vinculados à rede da empresa.

Assim, através do número de IP, o responsável técnico poderá obter informações sobre o dispositivo conectado e, até mesmo, acessá-lo ou desligá-lo remotamente.

Descobrir os roteadores da rede

Com os IPs conectados à rede, é possível descobrir todos os equipamentos logados a ela, incluindo roteadores.

Logo, é possível controlar o cadastro de novas máquinas, para que equipamentos não registrados sejam impedidos de acessar informações sem autorização.

Localizar um computador Mac na rede

Não são todos os programas que podem localizar IPs e identificar endereços dos computadores da Apple em uma rede.

Um dos mais utilizados para tal é o Advanced IP Scanner. Falaremos melhor sobre ele mais à frente.

Melhor Scanner de Rede

Caso sua TI ainda não conta com um sistema para automação, você pode utilizar um scanner de rede open source, com o objetivo de não aumentar os custos do departamento.

Existem opções gratuitas, seguras e funcionais. Porém, é provável que você encontre certas desvantagens, como a falta de integração com outras funcionalidades necessárias.

Por isso, recomendamos um controle de inventário inteligente e automatizado, como o sistema de Gestão de Ativos Milvus.

Como principais funcionalidades de um sistema de ativos completos, citamos:

  • Listagem de todos os dispositivos: permite gerenciar e acompanhar uma lista personalizada de dispositivos.

  • Visualização de status dos terminais: permite visualizar os terminais online e offline, em tempo real.

  • Visualização de informações por dispositivo: oferece informações completas de todos os dispositivos conectados à rede.

  • Adicionar ou desabilitar dispositivos: permite configurar ou desabilitar dispositivos, mantendo a rede atualizada e segura.

Além disso, o sistema que utiliza conceitos de iOT (internet das coisas), permite um gerenciamento completo do inventário, incluindo:

  • Monitoramento de ativos: incluindo análise de equipamentos que precisam de manutenção, e também o acompanhamento do ciclo de vida das máquinas.

  • Gerenciador de licenças: o gerenciamento remoto de licenças aumenta a produtividade da equipe e elimina deslocamentos desnecessários.

  • Localizador de ativos: a geolocalização identifica os equipamentos conectados à rede, independentemente de estarem próximos ou não. Além disso, informa o status e fornece outras informações relevantes para o time.

  • Monitoramento de link: através de dashboard, é possível monitorar e identificar os terminais que apresentam erros.

  • Transferência de arquivos remotamente: transferência de arquivos de forma remota. Gera ganho na produtividade e otimização do tempo.

O que é o Advanced IP Scanner?

O Advanced IP Scanner é um dos softwares de scan de rede mais populares do mercado hoje.

Gratuito e seguro, o programa escaneia todos os dispositivos, dá acesso às pastas compartilhadas e aos servidores FTP, além de permitir o acesso e o desligamento remoto de terminais.

Com mais de 45 milhões de usuários no mundo, o Advanced IP Scanner também permite a descoberta de endereços de computadores da Apple, exporta arquivos no formato CSV e não precisa de instalação.

Uma de suas desvantagens, no entanto, é impossibilidade de integração das informações. Mas, se sua estrutura de TI é pequena, ele pode ser uma boa solução.

Se você precisa de uma visão mais ampla e gerencial da sua TI, recomendamos um sistema completo, que ofereça funcionalidades capazes de realmente otimizar as tarefas da sua equipe.

Importância de um programa robusto de Scanner de Rede

O mapeamento de todos os equipamentos conectados à rede é fundamental para que a TI mantenha sob controle seus ativos. Além disso, traz a segurança do acesso aos arquivos disponíveis em rede apenas pessoas ou máquinas registradas e autorizadas.

Um scanner de rede possibilita o aumento da produtividade, pois permite um gerenciamento remoto e possibilita identificar e até mesmo desligar dispositivos estranhos.

A segurança da informação é um tema indispensável na manutenção dos diferenciais competitivos das empresas, e está cada vez mais em voga nas discussões operacionais.

É importante que esteja sob responsabilidade do setor de TI, o controle de todos os dispositivos utilizados na empresa. Isso garante o acesso e permissões necessárias, sem expor dados críticos para pessoas não autorizadas.

O scanner de rede online é uma ferramenta simples e de fácil utilização. Seu uso oferece uma visão rápida de todos os IPs conectados na rede.

Ao identificar roteadores ou outros dispositivos não cadastrados, a TI da empresa consegue coletar informações e até mesmo "derrubar" esses dispositivos, protegendo os interesses do negócio.

Quer mais dicas de como proteger sua empresa? Confira o artigo 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz.

Outras ferramentas para segurança e gestão de TI

Além do scanner de rede, existem diversas outras ferramentas para otimizar as atividades do seu time de TI.

Um sistema de help desk, por exemplo, permite automatizar a gestão de abertura de chamados e melhora a qualidade dos atendimentos.

A plataforma Milvus oferece um gerenciamento completo e inteligente, oferecendo ganhos em produtividade, qualidade, redução de custos e melhor gerenciamento de ativos e demandas.

Com o Milvus, é possível aumentar a eficiência do seu TI, sem precisar ampliar a equipe.

Faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração!

Scanner de Rede do Milvus

https://vimeo.com/207527268

O Milvus conta com a tecnologia de scanner para localizar dispositivos automaticamente em seu inventário de TI, de forma rápida e prática.

A plataforma, que também conta com outras funcionalidades para gerenciamento de demandas e abertura de chamados, oferece uma integração entre informações e dados. Tenha acesso a ferramentas essenciais para a cobertura e segurança completas da empresa.

Se você já é cliente Milvus e ainda não utiliza a ferramenta para escaneamento de rede, ou não sabe como adicionar scanner de rede, confira o tutorial abaixo para habilitar essa funcionalidade:

Para ter acesso ao scanner, clique em CONFIGURAÇÕES > PERMISSÕES > selecione INVENTÁRIO > SCANNER > VISUALIZAR SCANNER > e defina quem terá acesso ao scanner > finalize clicando em SALVAR.

No dashboard da Milvus, é possível ver os vídeos cadastrados e não cadastrados, além do registro do último escaneamento realizado, que ocorre automaticamente uma vez por dia.

Você também pode configurar o Milvus e realizar o scanning manualmente:

  • primeiro, selecione o cliente;

  • Clique em INVENTÁRIO > DISPOSITIVOS;

  • Serão listados os dispositivos que já possuem o Milvus Client instalado;

  • clique no SCANNER (BTN superior);

  • adicione as RANGES que deseja escanear;

  • clique em SCANNER (modal).

É possível visualizar o escaneamento, assim como escaneamentos já realizados, podendo visualizar mais informações ou finalizar a operação.

Ao realizar o escaneamento, o Milvus lista todos os dispositivos que estiverem conectados em sua rede sejam terminais, servidores ou qualquer outro dispositivo.

Clique para adicionar o dispositivo. Preencha os dados referentes a ele e clique em SALVAR. O dispositivo será listado no inventário deste cliente.

O que achou? Ainda não é cliente Milvus? Faça um teste gratuito e conheça!

Conclusão

Scanner de rede é uma ferramenta que permite mapear todos os equipamentos conectados à rede da empresa. Com ele, é possível garantir a segurança da rede, identificando dispositivos não autorizados.

Além disso, dependendo da ferramenta utilizada, outras funcionalidades podem ser utilizadas pelo time de TI, otimizando tarefas e evitando deslocamentos desnecessários, como é o caso do acesso remoto a computadores.

Com a plataforma Milvus, o departamento de TI conta com um sistema de scanner de rede, integrado a outras ferramentas fundamentais para a produtividade da equipe.

Ele facilita a gestão de ativos, traz melhorias ao gerenciamento das tarefas e do tempo, e cumpre os SLAs, entregando mais qualidade no atendimento.

Que tal conhecer outras formas de automatizar seus processos de TI? Confira os artigos que recomendamos para você:

  • Gestão de prioridades: 4 práticas para gerenciar e priorizar os chamados de TI

  • Gestão de ativos: saiba quais as vantagens de ter dados interligados

  • Saiba os 5 benefícios do SLA para o setor de TI

  • Saiba quais são e entenda os pilares da gestão de TI

  • Gerenciamento de serviços em TI: aliando qualidade e demanda

Gostou desse conteúdo? Compartilhe em suas redes e indique o Milvus para sua equipe, como plataforma de gerenciamento dos processos de TI.

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Scanner de Rede: encontre IPs e conexões à sua rede

Felix Schultz

Scanner de Rede é uma ferramenta que atua com a finalidade de localizar todos os dispositivos conectados em sua rede (desde que possuam um número de IP). Dessa maneira, é possível manter as informações da sua empresa seguras, evitando que dispositivos ou pessoas não autorizadas acessem sua rede.

A segurança da informação é muito importante para as empresas, independentemente do seu porte ou segmento.

Já produzimos um material sobre o assunto, que você pode acessar aqui: Guia sobre gestão de risco em TI.

Existem diversos softwares que fazem o trabalho de rastreio, capazes de identificar computadores, impressoras, smartphones e outros recursos compartilhados, que podem estar utilizando a rede protegida da empresa.

Assim, neste artigo vamos explicar o seguinte:

  • O que é Scanner de Rede?

  • Para que serve o Scanner de Rede?

  • Melhor Scanner de Rede

  • O que é Advanced IP Scanner?

  • Importância de ter um programa de Scanner de Rede

  • Outras ferramentas para segurança e gestão de TI

  • Conheça a Milvus

Boa leitura!

O que é Scanner de Rede?

Em suma, scanner de rede é um tipo de software que possibilita identificar equipamentos conectados à rede da empresa, como computadores, impressoras e smartphones.

É uma ferramenta fundamental para garantir que pessoas sem autorização não fiquem "penduradas" na rede.

Dessa forma, ao instalar o software, é possível utilizar o scanner de rede para identificar todos os dispositivos conectados à determinada rede.

Existem diversos programas que oferecem este serviço, cada um com suas peculiaridades.

Vamos falar sobre os principais mais à frente.

Para que serve o Scanner de Rede?

O scanner de rede serve para que os responsáveis pela TI da empresa possam identificar todos os equipamentos que estejam utilizando a rede da empresa.

Dependendo da ferramenta utilizada, outras funcionalidades são possíveis, como permissão de acesso a servidores FTP, o controle remoto de computadores, acesso a pastas escondidas, entre outras.

O scanner de rede é um importante apoio para que a TI possa, sobretudo, administrar seus ativos. Dentre as principais funções do scanner, estão:

Verificação dos IPs conectados à rede

A principal função do scanner é identificar todos os IPs vinculados à rede da empresa.

Assim, através do número de IP, o responsável técnico poderá obter informações sobre o dispositivo conectado e, até mesmo, acessá-lo ou desligá-lo remotamente.

Descobrir os roteadores da rede

Com os IPs conectados à rede, é possível descobrir todos os equipamentos logados a ela, incluindo roteadores.

Logo, é possível controlar o cadastro de novas máquinas, para que equipamentos não registrados sejam impedidos de acessar informações sem autorização.

Localizar um computador Mac na rede

Não são todos os programas que podem localizar IPs e identificar endereços dos computadores da Apple em uma rede.

Um dos mais utilizados para tal é o Advanced IP Scanner. Falaremos melhor sobre ele mais à frente.

Melhor Scanner de Rede

Caso sua TI ainda não conta com um sistema para automação, você pode utilizar um scanner de rede open source, com o objetivo de não aumentar os custos do departamento.

Existem opções gratuitas, seguras e funcionais. Porém, é provável que você encontre certas desvantagens, como a falta de integração com outras funcionalidades necessárias.

Por isso, recomendamos um controle de inventário inteligente e automatizado, como o sistema de Gestão de Ativos Milvus.

Como principais funcionalidades de um sistema de ativos completos, citamos:

  • Listagem de todos os dispositivos: permite gerenciar e acompanhar uma lista personalizada de dispositivos.

  • Visualização de status dos terminais: permite visualizar os terminais online e offline, em tempo real.

  • Visualização de informações por dispositivo: oferece informações completas de todos os dispositivos conectados à rede.

  • Adicionar ou desabilitar dispositivos: permite configurar ou desabilitar dispositivos, mantendo a rede atualizada e segura.

Além disso, o sistema que utiliza conceitos de iOT (internet das coisas), permite um gerenciamento completo do inventário, incluindo:

  • Monitoramento de ativos: incluindo análise de equipamentos que precisam de manutenção, e também o acompanhamento do ciclo de vida das máquinas.

  • Gerenciador de licenças: o gerenciamento remoto de licenças aumenta a produtividade da equipe e elimina deslocamentos desnecessários.

  • Localizador de ativos: a geolocalização identifica os equipamentos conectados à rede, independentemente de estarem próximos ou não. Além disso, informa o status e fornece outras informações relevantes para o time.

  • Monitoramento de link: através de dashboard, é possível monitorar e identificar os terminais que apresentam erros.

  • Transferência de arquivos remotamente: transferência de arquivos de forma remota. Gera ganho na produtividade e otimização do tempo.

O que é o Advanced IP Scanner?

O Advanced IP Scanner é um dos softwares de scan de rede mais populares do mercado hoje.

Gratuito e seguro, o programa escaneia todos os dispositivos, dá acesso às pastas compartilhadas e aos servidores FTP, além de permitir o acesso e o desligamento remoto de terminais.

Com mais de 45 milhões de usuários no mundo, o Advanced IP Scanner também permite a descoberta de endereços de computadores da Apple, exporta arquivos no formato CSV e não precisa de instalação.

Uma de suas desvantagens, no entanto, é impossibilidade de integração das informações. Mas, se sua estrutura de TI é pequena, ele pode ser uma boa solução.

Se você precisa de uma visão mais ampla e gerencial da sua TI, recomendamos um sistema completo, que ofereça funcionalidades capazes de realmente otimizar as tarefas da sua equipe.

Importância de um programa robusto de Scanner de Rede

O mapeamento de todos os equipamentos conectados à rede é fundamental para que a TI mantenha sob controle seus ativos. Além disso, traz a segurança do acesso aos arquivos disponíveis em rede apenas pessoas ou máquinas registradas e autorizadas.

Um scanner de rede possibilita o aumento da produtividade, pois permite um gerenciamento remoto e possibilita identificar e até mesmo desligar dispositivos estranhos.

A segurança da informação é um tema indispensável na manutenção dos diferenciais competitivos das empresas, e está cada vez mais em voga nas discussões operacionais.

É importante que esteja sob responsabilidade do setor de TI, o controle de todos os dispositivos utilizados na empresa. Isso garante o acesso e permissões necessárias, sem expor dados críticos para pessoas não autorizadas.

O scanner de rede online é uma ferramenta simples e de fácil utilização. Seu uso oferece uma visão rápida de todos os IPs conectados na rede.

Ao identificar roteadores ou outros dispositivos não cadastrados, a TI da empresa consegue coletar informações e até mesmo "derrubar" esses dispositivos, protegendo os interesses do negócio.

Quer mais dicas de como proteger sua empresa? Confira o artigo 6 dicas para reduzir incidentes de TI em sua empresa de modo eficaz.

Outras ferramentas para segurança e gestão de TI

Além do scanner de rede, existem diversas outras ferramentas para otimizar as atividades do seu time de TI.

Um sistema de help desk, por exemplo, permite automatizar a gestão de abertura de chamados e melhora a qualidade dos atendimentos.

A plataforma Milvus oferece um gerenciamento completo e inteligente, oferecendo ganhos em produtividade, qualidade, redução de custos e melhor gerenciamento de ativos e demandas.

Com o Milvus, é possível aumentar a eficiência do seu TI, sem precisar ampliar a equipe.

Faça um teste gratuito ou solicite uma demonstração!

Scanner de Rede do Milvus

https://vimeo.com/207527268

O Milvus conta com a tecnologia de scanner para localizar dispositivos automaticamente em seu inventário de TI, de forma rápida e prática.

A plataforma, que também conta com outras funcionalidades para gerenciamento de demandas e abertura de chamados, oferece uma integração entre informações e dados. Tenha acesso a ferramentas essenciais para a cobertura e segurança completas da empresa.

Se você já é cliente Milvus e ainda não utiliza a ferramenta para escaneamento de rede, ou não sabe como adicionar scanner de rede, confira o tutorial abaixo para habilitar essa funcionalidade:

Para ter acesso ao scanner, clique em CONFIGURAÇÕES > PERMISSÕES > selecione INVENTÁRIO > SCANNER > VISUALIZAR SCANNER > e defina quem terá acesso ao scanner > finalize clicando em SALVAR.

No dashboard da Milvus, é possível ver os vídeos cadastrados e não cadastrados, além do registro do último escaneamento realizado, que ocorre automaticamente uma vez por dia.

Você também pode configurar o Milvus e realizar o scanning manualmente:

  • primeiro, selecione o cliente;

  • Clique em INVENTÁRIO > DISPOSITIVOS;

  • Serão listados os dispositivos que já possuem o Milvus Client instalado;

  • clique no SCANNER (BTN superior);

  • adicione as RANGES que deseja escanear;

  • clique em SCANNER (modal).

É possível visualizar o escaneamento, assim como escaneamentos já realizados, podendo visualizar mais informações ou finalizar a operação.

Ao realizar o escaneamento, o Milvus lista todos os dispositivos que estiverem conectados em sua rede sejam terminais, servidores ou qualquer outro dispositivo.

Clique para adicionar o dispositivo. Preencha os dados referentes a ele e clique em SALVAR. O dispositivo será listado no inventário deste cliente.

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Conclusão

Scanner de rede é uma ferramenta que permite mapear todos os equipamentos conectados à rede da empresa. Com ele, é possível garantir a segurança da rede, identificando dispositivos não autorizados.

Além disso, dependendo da ferramenta utilizada, outras funcionalidades podem ser utilizadas pelo time de TI, otimizando tarefas e evitando deslocamentos desnecessários, como é o caso do acesso remoto a computadores.

Com a plataforma Milvus, o departamento de TI conta com um sistema de scanner de rede, integrado a outras ferramentas fundamentais para a produtividade da equipe.

Ele facilita a gestão de ativos, traz melhorias ao gerenciamento das tarefas e do tempo, e cumpre os SLAs, entregando mais qualidade no atendimento.

Que tal conhecer outras formas de automatizar seus processos de TI? Confira os artigos que recomendamos para você:

  • Gestão de prioridades: 4 práticas para gerenciar e priorizar os chamados de TI

  • Gestão de ativos: saiba quais as vantagens de ter dados interligados

  • Saiba os 5 benefícios do SLA para o setor de TI

  • Saiba quais são e entenda os pilares da gestão de TI

  • Gerenciamento de serviços em TI: aliando qualidade e demanda

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Base de conhecimento: confira um guia completo sobre o tema

Felix Schultz

Base de conhecimento é o nome dado ao sistema utilizado para centralizar dados e informações sobre um produto ou serviço com o objetivo de promover uma profunda compreensão do ciclo de vendas da empresa. Como resultado, o negócio tende a sair na frente e garantir mais segurança acerca das informações sobre produtos, serviços e processos internos. Para saber mais e tirar suas dúvidas sobre o tema, continue a leitura!

O que é base de conhecimento?

Base de conhecimento é a plataforma responsável por centralizar os dados e informações sobre as soluções que a empresa oferece, assim como seus procedimentos, processos, entre outros. Dessa forma, ela pode ser definida como uma biblioteca virtual que armazena conteúdos de diferentes formatos e assuntos, democratizando o acesso ao conhecimento interno e agilizando a resolução de dúvidas e problemas.

Como funciona a base de dados de conhecimento?

A base de dados de conhecimento é uma grande biblioteca virtual com todas as informações sobre a empresa armazenadas em diferentes formatos, como vídeos, e-books, infográficos e muito mais. Portanto, preserva dados relevantes e torna-os acessíveis a clientes e colaboradores. Dessa forma, oferece condições para que as pessoas tentem solucionar suas dúvidas de maneira autônoma, simples e ágil, melhorando o autoatendimento e promovendo uma boa experiência do cliente.

Quais são os tipos de bases de conhecimento?

A base de conhecimento pode ter muitas formas e tamanhos. No entanto, os principais tipos são internas e externas:

  • Bases de conhecimento internas

A base de conhecimento interna é um banco de dados privados de uma empresa, comumente utilizado no onboarding de colaboradores, atendimento ao cliente em SaaS e chamados de suporte e autoatendimento.

  • Bases de conhecimento externas

Por outro lado, a base de conhecimento externa costuma ser voltada para os usuários do produto. Assim, independente de onde estejam hospedadas, elas oferecem conteúdos para leitura, conveniência e entretenimento para clientes atuais ou clientes em potencial.


 

Por que você precisa de uma base de conhecimento?

Em um mundo conectado, as pessoas exigem o acesso cada vez mais fácil e rápido a informações precisas. É por isso que a base de conhecimento rica e profunda é necessária para diferentes setores:

  • TI: propõe desde a solução de problemas até treinamento/integração e perguntas gerais de instruções e suporte;

  • RH: oferece treinamento/integração à distribuição de políticas da empresa e cronogramas de pagamento;

  • Jurídico: ajuda com contratos e outros processos de aprovação, políticas, marcas registradas e registros.

Quais as vantagens de uma base de conhecimento?

1. Agilidade no atendimento

Um dos principais benefícios da base de conhecimento é a possibilidade do cliente poder solucionar suas dúvidas sozinho, o que proporciona agilidade no atendimento. Isso é possível porque as respostas já estão prontas e documentadas. Basta acessar a base e encontrar o conteúdo correto para solucionar o problema.

2. Redução de custos com pessoal

As demandas de atendimento dos clientes, muitas vezes, se repetem e possuem baixo grau de complexidade. Assim, tutoriais, artigos e vídeos que explicam o funcionamento da solução de forma detalhada podem resolver o problema por conta própria. Diante disso, com o número de atendimentos reduzido, a empresa pode focar em tarefas mais urgentes e complicadas.

3. Melhoria no treinamento de novos colaboradores

A base de conhecimento também é importante para a educação do público interno. Afinal, os conteúdos podem ser usados para treinar e capacitar os novos colaboradores sobre as soluções da empresa, seus clientes e processos.

4. Diminuição de retrabalhos

Outra vantagem da base de conhecimento é a capacitação dos funcionários e, consequentemente, a diminuição das falhas, o que reduz os retrabalhos, aumenta a produtividade e diminui os custos.

5. Maior engajamento das equipes

Uma boa base de conhecimento precisa do apoio de colaboradores de diferentes setores, o que gera maior engajamento entre as equipes. Como resultado, os profissionais sentem-se motivados e o atendimento ao cliente alcança outro nível.

6. Aumento da satisfação dos clientes

A base de conhecimento também ajuda a melhorar a experiência do cliente com a marca, pois permite que as pessoas resolvam seus problemas sozinhas, aumentando o nível de satisfação.

Quais são as ferramentas de base de conhecimento mais importantes?

Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para construir uma base de conhecimento interna. Para ajudar você na implementação desse sistema, listamos as principais plataformas a seguir. Continue lendo e confira!

  • Trello

O Trello é uma ferramenta de gestão que permite a criação de modelos de projetos e processos que podem ser replicados a cada novo cliente, além de possibilitar a edição dos quadros de acordo com a necessidade de cada cliente. Além disso, a ferramenta permite criar quadros com modelos de onboarding para colaboradores e clientes, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas.

  • Notion

O Notion funciona como uma biblioteca de dados, facilitando o acesso das pessoas autorizadas e reduzindo o tempo gasto em busca de informações. Nele, é possível organizar bibliotecas com variados setores e processos, centralizar as notas de reuniões, gerenciar dados, compartilhar conteúdos em páginas, organizar as etapas dos projetos, entre outros.

  • Miro

A Miro é outra ferramenta de gestão do fluxo de trabalho, que oferece maior agilidade na comunicação interna e criação de fluxogramas. Dessa forma, torna-se uma importante ferramenta de base de conhecimento, pois reúne informações relevantes sobre diversas áreas da empresa e ainda facilita a comunicação entre a equipe.

  • CRMs de venda

Uma das etapas indispensáveis a uma boa gestão de conhecimento é garantir que as informações e dados não se percam. Para isso, é importante contar com soluções capazes de integrar esses conteúdos à estratégia, como o Milvus, que possibilita a integração com diversas ferramentas.

Como elaborar uma base de conhecimento?

Agora que você já compreendeu como esta solução pode agregar à rotina, é hora de entender como montar uma base de conhecimento.

1. Identifique o público-alvo da base de conhecimento

Em primeiro lugar, determine o público-alvo das informações. Com isso, é possível definir a linguagem que será utilizada na elaboração dos conteúdos, além dos formatos e estratégias de organização.

2. Monte uma equipe multidisciplinar para elaborar e validar os conteúdos

Em seguida, desenvolva um time multidisciplinar para elaboração do conteúdo. Para isso, a dica é escolher pessoas que conhecem os processos e serviços oferecidos na empresa, como técnicos e usuários de cada um dos processos listados.

3. Aposte em metodologias ágeis para conduzir o projeto

A criação da base de conhecimento demanda muito investimento de tempo, além da criação de uma estratégia de realização. Portanto, a sugestão é aliar o processo a uma metodologia ágil de gestão de projetos, que ajudam a organizar as tarefas e otimizar os resultados.

4. Mantenha a base de conhecimento constantemente atualizada

Toda empresa passa por mudanças nos processos e recursos. Por isso, é fundamental ter uma equipe responsável por reavaliar o conteúdo periodicamente, incorporando os feedbacks apresentados e atualizando as informações.

5. Tenha um bom software de base de conhecimento

Na hora de escolher o software de base de conhecimento, é fundamental avaliar os fatores a seguir:

  • Tamanho do negócio,

  • Recursos necessários

  • Ferramentas em uso

  • Compatibilidade com a imagem da marca

CONCLUSÃO

Uma das principais vantagens de ter uma base de conhecimento bem estruturada é a facilidade de acesso à informação. Afinal, quando os clientes encontram rapidamente as respostas para suas perguntas, eles ficam mais satisfeitos e confiantes em relação à empresa. Além disso, o atendimento eficiente pode reduzir a necessidade de suporte direto, reduzindo a carga de trabalho da equipe e otimizando os recursos internos. Com isso, é possível criar conteúdos que amplificarão a produtividade dos analistas e dos clientes, promovendo uma gestão de TI muito mais eficiente. O Milvus, enquanto a mais completa solução omnichannel do mercado, possui um recurso de base de conhecimento completo.  Para saber como o Milvus pode ajudar a aumentar a eficiência dos seus operadores e melhorar a qualidade dos seus serviços, entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Aprenda Como Configurar SD WAN Firewall Fortigate [Best Quality]

Felix Schultz

A utilização do SD-WAN (Rede Definida por Software) no firewall Fortigate oferece diversas vantagens para as organizações, como: 

  • Otimização de Desempenho: O SD-WAN permite rotear o tráfego de forma inteligente, escolhendo automaticamente a melhor rota para os dados. Isso otimiza o desempenho da rede, reduzindo a latência e melhorando a experiência do usuário.

  • Eficiência de Largura de Banda: Com recursos de balanceamento de carga, o SD-WAN distribui o tráfego de maneira equitativa entre diferentes links de Internet, aproveitando ao máximo a largura de banda disponível.

  • Flexibilidade e Agilidade: O SD-WAN no firewall Fortigate oferece flexibilidade na gestão da rede, permitindo ajustes dinâmicos conforme as necessidades. Isso é especialmente útil em ambientes empresariais que demandam mudanças rápidas e adaptações na infraestrutura de rede.

  • Failover Automático: Em caso de falha em uma conexão de Internet, o SD-WAN pode direcionar automaticamente o tráfego para um link alternativo, garantindo a continuidade dos serviços e minimizando interrupções.

  • Priorização de Aplicativos: A capacidade de priorizar aplicativos críticos para o negócio assegura que recursos de rede sejam direcionados para atividades essenciais, melhorando a eficiência operacional.

  • Integração de Segurança: Ao combinar SD-WAN com o firewall Fortigate, você beneficia-se da integração de recursos avançados de segurança, protegendo a rede contra ameaças cibernéticas enquanto otimiza o tráfego.

Portanto, confira o passo a passo para configurar SD WAN Firewall Fortigate a seguir:  Objetivos:

  • Configurar FGT-1

  • Configurar ISP-1

  • Configurar ISP-2

  • Configurar ISP-3

Topologia: Acessando FGT-1

  • Acesse o FGT-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do FGT-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem: 

Dando início na configuração do lab, vamos começar configurando o FGT-1. As primeiras configurações aplicadas serão as de interfaces. Para isso, execute os seguintes comandos: config system interface edit "port1" 🡺 Essa porta se conecta com Link 1 da operadora ISP-1 set alias "WAN-1" set vdom "root" set ip 201.201.201.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT1-ISP" next edit "port2" 🡺 Essa porta se conecta com Link 2 da operadora ISP-2 set alias "WAN-2" set vdom "root" set ip 202.202.202.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT2-ISP" next edit "port4" 🡺 Essa é porta da rede local, a rede LAN set vdom "root" set alias "LAN" set ip 192.168.100.1 255.255.255.0 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-LAN" next end Agora, vamos realizar a configuração da rota default, que vai permitir a comunicação com a internet. Para isso, execute os comandos: config router static  edit 1 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 1 da operadora ISP-1 set distance 4 set device "port1" next edit 2 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 2 da operadora ISP-2 set distance 4 set device "port2" next end Em seguida, vamos criar uma firewall policy para permitir a comunicação entre o firewall FGT-1 e ISP-1 e ISP-2. Então, vamos aplicar o comandos abaixo: config firewall policy edit 1 🡺  Politíca de segurança que permite a comunicação entre FGT-1 e ISP-1 e ISP-2 set name "permite-from-RT"  set srcintf "any" set dstintf "any" set srcaddr "all" set dstaddr "all" set action accept set schedule "always" set service "ALL" next end

 

Assim concluimos as configurações iniciais do firewall fortigate. Agora vamos iniciar as configurações dos roteadores das operadoras de internet.

Acessando ISP-1

  • Acesse o ISP-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos começar as configurações dos roteadores da operadores de internet. Portanto, vamos iniciar pelo roteador ISP-1, aplicando os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1  description CONECTA-FGT-1 ip address 201.201.201.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 1.1.1.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-1 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 1.1.1.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 1.1.1.2 description CONECTA_RT3 neighbor 1.1.1.2 allowas-in neighbor 1.1.1.2 soft-reconfiguration inbound ! Aqui, precisamos realizar a configuração da rota estática para mostrar como o ISP-1 pode chegar até a rede LAN do firewall FGT-1 ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 201.201.201.2  🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1

Finalizamos as configurações do ISP-1. Agora chegou a vez de configurar o ISP-2 então vamos acessar e configurar.

Acessando ISP-2

  • Acesse o ISP-2 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-2

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos realizar a configuração do roteador da operadora de internet ISP-2. Então, para isso vamos aplicar os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1 description CONECTA-FGT-1 ip address 202.202.202.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 2.2.2.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-2 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static 🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 2.2.2.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 2.2.2.2 description CONECTA_RT3 neighbor 2.2.2.2 allowas-in neighbor 2.2.2.2 soft-reconfiguration inbound ! ! ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 202.202.202.2 🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1 ! end

XXXXXXX

Próximo passo é configurar o ISP-3.

Acessando ISP-3

  • Acesse o ISP-3 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-3

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos finalizar a configuração dos roteadores das operadoras  configurando ISP-3. Dessa forma, vamos aplicar os seguintes comandos: interface Loopback100 🡺  Essa interface será utilizada para verificar qualidade do link através de ping description Health-Check  ip address 70.70.70.1 255.255.255.0 ! ! interface FastEthernet0/0 🡺  Interface de saida para Internet description INTERNET ip address 210.210.210.1 255.255.255.0 ! ! interface GigabitEthernet1/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-1 description CONECTA-R1 ip address 1.1.1.2 255.255.255.252 !  ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-2 description CONECTA-R2 ip address 2.2.2.2 255.255.255.252 ! Aqui, vamos realizar as configurações de roteamento do protocolo BGP e, com isso, permitir a comunicação entre os equipamentos envolvidos na topologia. router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-3  bgp log-neighbor-changes  redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas  neighbor 1.1.1.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-1  neighbor 1.1.1.1 description CONECTA_RT1  neighbor 1.1.1.1 allowas-in  neighbor 1.1.1.1 soft-reconfiguration inbound  neighbor 2.2.2.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-2  neighbor 2.2.2.1 description CONECTA_RT2  neighbor 2.2.2.1 allowas-in  neighbor 2.2.2.1 soft-reconfiguration inbound ! Assim, finalizamos as configurações de toda a infra estrutura que vamos precisar para funcionar o serviço de SD-WAN. 

 

Então, vamos iniciar a configuração do SDWAN. Para isso, vamos acessar a interface web do firewall FGT-1.

  1. Abrir o navegador 

  2. Adicionar o endereço do FGT-1

Após acessar a interface web do firewall, vamos seguir os seguintes passos para iniciar as configurações do SDWAN.  Network 🡺 SD-WAN Zones 🡺 Create New Agora, vamos criar uma interface SD-WAN. Para isso, defina um nome para interface, Sdwan-1 e clique em OK Agora, vamos adicionar os link’s de WAN dentro da interface Sdwan-1. Então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member Vamos selecionar a interface WAN-1 e a interface Sdwan-1, em seguida, clicar em OK. Agora, vamos adicionar os links de WAN’s dentro da interface Sdwan-1, então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member. Após concluirmos as configurações, podemos ver as 2 interfaces WAN’s associadas à Swan-1

 

Agora que concluímos as configurações da interface sdwan-1, vamos criar 2 address que vamos utilizar nas políticas de roteamento. Para isso vamos em 🡺 Policy & Objects 🡺 Addresses, em seguida, clicar em Create New. Agora, defina um nome e endereçamento Ip para o primeiro e segundo address, conforme a imagem abaixo, e clique em OK. Primeiro Address: Segundo Address:  Agora que concluímos as configurações dos Addresses, vamos criar regras para o serviço de sd-wan, para isso vamos seguir os seguintes passos: Network 🡺SD-WAN Rules 🡺 Create New Então, vamos criar a primeira regra, preencher conforme a imagem abaixo:

 

Ainda dentro da regra-1 vamos definir a estratégia de saída. Para isso, vamos selecionar Best Quality, em seguida vamos selecionar os Links de WAN, 1 e 2, na sequencia clique em  🡺 Measured SLA 🡺 Create. Em seguida vamos definir as configurações do Measured SLA conforme a imagem e clique em OK. Após clicar em OK, nossa configuração de sdwan estará definida. Então, clique em OK. E assim concluímos todas as configurações do serviços de Sdwan, conforme a imagem abaixo. Para um melhor entendimento do laboratório acompanhe o passo a passo no video no Youtube pelo link:  https://www.youtube.com/watch?v=wMYkUuQZABc

 

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O que é cluster: descubra vantagens para as empresas

Felix Schultz

Saber o que é cluster pode trazer ótimas perspectivas para a elaboração de estratégias eficientes em uma empresa. Afinal, essa técnica permite integrar diferentes máquinas para trabalharem em conjunto em torno de um determinado objetivo. Ã? válido ressaltar, desde já, que o uso da tecnologia em uma organização tem o potencial de elevar a eficiência de diversos processos, aumentar a produtividade, automatizar tarefas, entre outras funções. Desse modo, conhecer ferramentas tecnológicas e técnicas para otimizá-las pode transformar a gestão de um negócio. Neste artigo, entenda melhor o que é cluster e como essa conexão pode auxiliar a sua empresa!

O que é um cluster?

Esse é um termo em inglês utilizado para se referir a um agrupamento. Na área da tecnologia, cluster é a união de computadores conectados para o aprimoramento de uma ou mais tarefas. Essa técnica busca aumentar o desempenho dos sistemas e elevar o potencial de conciliar diferentes atividades simultaneamente. Nesse contexto, cada máquina que pertence a essa rede recebe o nome de nó. Em um cluster, é possível ter inúmeros nós, embora a escolha da quantidade e do tipo de conexão seja feita conforme os objetivos de usar essa técnica. Em um cluster, todos os computadores atuam como se fossem um só. Desse modo, é possível construir uma rede única e administrá-la com mais potencial de processamento e atuação.

Como foram formados os clusters?

A primeira vez que utilizaram os clusters foi no ano de 1960, na International Business Machines Corporation (IBM). A ideia veio da necessidade de elevar a eficiência do processamento das máquinas na organização. Ao longo dos anos, essa estratégia se refinou e a fusão dos recursos tecnológicos se atualizou. Atualmente, o cluster combina com diversas tendências do ramo da tecnologia, como é o caso da Internet of Things (IoT) “ conhecida também como Internet das Coisas “ e da hiperconectividade.

Quais as suas funções?

A principal função de um cluster, como visto, é melhorar o desempenho de um sistema, por conta do funcionamento simultâneo de diversos computadores. No entanto, essa não é a única vantagem de aplicar essa ideia. Além de oferecerem uma maior eficiência no processamento, os clusters tendem a ser mais econômicos que usar um equipamento mais complexo e com hardware refinado, como é o caso dos supercomputadores. Geralmente, computadores simples podem formar a rede com sucesso. Desse modo, é possível executar a mesma tarefa e cumprir os objetivos, porém, sem a necessidade de realizar um investimento muito grande.

Onde os clusters podem ser aplicados?

Uma das principais vantagens dos clusters é a ampla capacidade de aplicação. Na área da TI, costumam ser usados para elevar o processamento de banco de dados ou do desenvolvimento de sistemas densos, como jogos. Já no campo do design, por exemplo, a técnica é útil para melhorar o desempenho de programas de renderização de imagens. No meio corporativo, os clusters podem ser aplicados em diferentes setores, como saúde, agronegócio, robótica, central de serviços. A implementação dessa estratégia depende dos objetivos da empresa, mas certamente agrega valor a uma marca, devido a um maior potencial de inovação, digitalização e competição no mercado.

Qual a diferença entre um cluster físico e um virtual?

O cluster também pode apresentar diferentes categorias: físico ou virtual. Afinal, a conexão pode ser realizada tanto por meio da integração dos hardwares quanto pelo vínculo dos softwares em redes virtuais. O cluster físico faz com que seja necessário ter um espaço maior, a fim de conectar diferentes máquinas por meio de fios e demais acessórios. Com isso, garante a integração, embora custos com local e equipamentos periféricos sejam necessários. Já o cluster virtual não requer essas demandas. A conexão é feita em uma rede online, tornando o processo mais dinâmico e igualmente eficiente. A desvantagem é que falhas na integração podem levar mais tempo para serem solucionadas, em alguns casos.

Quais os tipos de cluster?

Além de físicos e virtuais, os agrupamentos das máquinas também variam no modelo. A seguir, conheça os diferentes tipos de cluster e suas principais características.

Failover ou High Availability Computing Cluster

Esse é um tipo de cluster de alta disponibilidade. Seu principal diferencial é a garantia da atividade da rede. Desse modo, uma máquina complementa a outra, mesmo em caso de falhas, com o objetivo de manter a rede em operação.

Load Balancing

Há ainda o cluster para balanceamento de carga, conhecido como Load Balancing. Essa é uma ferramenta capaz de se remodelar, se ocorrer alguma falha na estrutura. Afinal, em caso de quedas de energia ou desligamento de uma máquina, os demais computadores conectados se organizam para assumir as tarefas do nó inoperante.

High Performance Computing Cluster

O cluster de alto desempenho, chamado também de High Performance Computing Cluster, executa tarefas de alta demanda de performance. Desse modo, faz parte de uma rede otimizada para atingir o máximo desempenho possível.

Processamento paralelo

O cluster de processamento paralelo tem como proposta a divisão de uma tarefa complexa em diversas atividades mais simples. Desse modo, cada nó fica responsável por uma das demandas e atua coordenadamente com a rede. Como visto, saber o que é cluster pode ajudar uma empresa a definir estratégias de integração e otimização de fluxos de processos. Além disso, a aplicação é variada e pode trazer benefícios para as mais diversas áreas de atuação. Sendo assim, é uma ferramenta extra para os gestores que visam implementações inovadoras e promissoras. Este artigo foi útil para você? Compartilhe nas redes sociais para que os seus amigos também conheçam o potencial do cluster de elevar a eficiência dos sistemas organizacionais!

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Cloud computing: como garantir a segurança das informações?

Felix Schultz

A cloud computing, também conhecida como computação em nuvem, é uma das soluções tecnológicas da atualidade, que traz uma série de vantagens nas aplicações. Desde maior praticidade no uso dos arquivos até o aumento da proteção dos dados podem ser garantidos com essa ferramenta. Esse é um dos motivos pelos quais o armazenamento em nuvem é tão recomendado para as pessoas e empresas. Além dessa funcionalidade, a cloud computing permite também o uso de diversos softwares de forma remota, sem a necessidade de instalação nos dispositivos, e o processamento de dados pela internet. Neste artigo, entenda melhor o que você pode fazer para aproveitar essas inovações e usar essa ferramenta tecnológica com o máximo de segurança possível.

Como funciona a cloud computing?

Antes de saber o que fazer para garantir a segurança das informações com a computação em nuvem, é importante entender como essa ferramenta funciona. A cloud computing utiliza uma infraestrutura remota, com o uso da internet, para manter salvo um conjunto de dados. Desse modo, para ter acesso a esses conteúdos, é necessário utilizar um dispositivo com a capacidade de se conectar a essa rede. Na maioria dos casos, qualquer aparelho eletrônico, como celular, tablet e computador, pode ser utilizado, desde que esteja conectado à internet. Consequentemente, a cloud computing também não requer que o acesso parta de apenas um lugar físico. Isso expande a possibilidade de uso de sistemas em nuvem, tendo em vista que ultrapassa barreiras geográficas. Esse é um dos motivos pelos quais a tecnologia é bastante utilizada em empresas que trabalham com os modelos de trabalho home office ou híbrido. Vale destacar também que, apesar de permitir o acesso remoto com mais liberdade, a solução conta com um forte controle de acesso. Apenas pessoas autorizadas, com senhas, podem se conectar às seções com arquivos confidenciais ou com maior sensibilidade. Tudo isso graças às criptografias e aplicações de segurança da informação implementadas nas soluções de computação em nuvem.

Quais os principais tipos de serviços oferecidos?

Para entender melhor os processos fundamentais para manter a segurança dos sistemas, é importante conhecer os diferentes tipos de cloud computing. Saiba mais!

SaaS

O Software as a Service (Software como Serviço), também chamado de SaaS, diz respeito a um modelo no qual o usuário deve fazer o gerenciamento de licença para usar o sistema, porém, com recursos limitados. Isso pode ser mediante um valor fixo ou uma mensalidade. Com isso, todas as informações armazenadas no software estão disponíveis apenas para o cliente, de modo que ele mesmo escolhe o que fazer, como salvar arquivos, hospedar sites e aplicativos etc.

PaaS

A Platform as a Service (Plataforma como Serviço), chamada também de PaaS, é um modelo de cloud computing destinado à criação de sistemas de infraestrutura em nuvem. Nesse ambiente, pela internet, é possível desenvolver e realizar manutenções em softwares, aplicativos e demais aplicações.

IaaS

Há, ainda, a Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço), conhecida como IaaS. Nesse caso, o que ocorre é a contratação de um pacote que atua como um hardware, embora ainda seja em nuvem. Os servidores podem armazenar, visualizar e processar uma série de dados com a cloud computing.

Como elevar os níveis de segurança da cloud computing?

Independentemente do modelo de cloud computing escolhido, existem alguns cuidados que ajudam a conferir uma maior segurança ao uso da solução. Essas práticas precisam ser reforçadas entre os usuários, principalmente dentro das empresas que lidam com computação em nuvem diariamente. Veja algumas dicas importantes!

Conscientização e proteção no processo de migração de dados

O primeiro passo é cuidar do processo de migração de dados. A conscientização é fundamental para compreender o funcionamento dos sistemas e garantir que a transferência para o ambiente em nuvem ocorra de modo seguro. Isto é, que nenhum dado se perca durante o processo.

Revisão de dados armazenados

Após concluir a migração, é importante checar se os dados armazenados estão corretos e de acordo com o que o usuário deseja. Sendo assim, é preciso reservar um tempo para se dedicar à revisão minuciosa.

Padrões de configurações da infraestrutura

Com os dados armazenados, é possível passar para a fase de personalização. Nessa etapa, é preciso configurar a infraestrutura em nuvem conforme sejam os seus objetivos de uso da tecnologia. Os padrões da maioria dos sistemas são customizáveis, a fim de favorecer a aplicação estratégica no dia a dia.

Criptografia de dados

Investir e ativar as tecnologias de criptografia na cloud computing se torna essencial para evitar invasões, perda de dados e acesso de pessoas não autorizadas. Esse é um conjunto de informações que restringe a conexão ao software apenas aos sistemas e pessoas capazes de interpretar o código particular gerado.

Autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores é mais um procedimento de segurança que impede o acesso de pessoas não autorizadas ao sistema. Nesse caso, adiciona-se uma nova fase durante o login, sendo necessário confirmar a identidade. Esse processo pode ser feito de diferentes maneiras, como biometria, senha adicional, envio de SMS ou e-mail, entre outras. Como visto, a cloud computing é uma solução tecnológica muito útil para o dia a dia de indivíduos e empresas, tendo em vista que permite o uso de recursos inteligentes e seguros por meio da internet. Investir nessa tendência é uma opção para proteger os seus dados e modernizar a atuação. Gostou do conteúdo? Então, me siga no Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube para ver mais informações que podem ajudar na segurança da informação.

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Conheça os 3 pilares da Segurança da Informação

Felix Schultz

A forma como as empresas lidam com os dados fornecidos pelos usuários vem sendo tema de debates calorosos nos últimos anos. A cobrança por regras transparentes e processos seguros é cada vez maior, por isso, toda organização precisa priorizar os 3 pilares da segurança da informação ao desenvolver seus sistemas e processos internos.

Neste post, você terá uma visão geral do que representa cada um desses pilares e como se prevenir de eventuais ameaças. Confira!

1. Confidencialidade em Segurança da Informação

Falhas na proteção de dados sigilosos são perigosas para clientes, funcionários, fornecedores, investidores e outros stakeholders. Tendo em vista os prejuízos financeiros e jurídicos que esse tipo de problema pode causar, o pilar da confidencialidade se concentra na privacidade dos dados coletados pela organização.  Uma das ações mais importantes para proteção contra ciberataques, espionagem e outros riscos é a implementação de controles de acesso de acordo com o departamento e o cargo de um funcionário. Para isso, é necessário ter critérios bem definidos quanto ao impacto que um vazamento de informações pode causar nas operações. O treinamento dos colaboradores também é crucial, afinal, uma pessoa capacitada é capaz de identificar riscos de forma antecipada. Dessa forma, ela compõe um firewall humano que complementa recursos de segurança já existentes a nível de hardware e software, como a verificação biométrica e a criptografia.

2. Integridade

O pilar da integridade se refere às ações que preservam a precisão, a consistência e a confiabilidade dos sistemas e das informações de uma organização. A ideia é garantir que nenhuma interferência externa seja capaz de corromper, comprometer ou danificar os dados armazenados. Além do já mencionado controle de acesso, outras medidas para assegurar a integridade dos dados incluem as ações de backup, que permitem recuperar dados alterados acidentalmente, e as de verificação, que detectam alterações indevidas. Assim, sua empresa garante que os sistemas funcionem de forma adequada.

3. Disponibilidade

A disponibilidade tem a ver com a acessibilidade dos dados armazenados pela organização. Ã? fundamental que os usuários do sistema possam consultá-los sempre que necessário. Para isso, é necessário ter processos de manutenção rápidos e eficientes, tanto para hardware quanto para software. Toda a infraestrutura tecnológica por trás dos sistemas deve ser construída para assegurar que eles não fiquem fora do ar. Além disso, é importantíssimo ter um plano de Recuperação de Desastres para ter uma resposta rápida em casos extremos, como catástrofes naturais, incêndios e blecautes. Os três pilares da segurança da informação também têm relação direta com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige uma série de adequações por parte das empresas que lidam com informações de uso restrito. Quer saber mais sobre o assunto? Continue conosco e veja como implementar as novas regras da LGPD.

 

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Base de conhecimento: confira um guia completo sobre o tema

Felix Schultz

Base de conhecimento é o nome dado ao sistema utilizado para centralizar dados e informações sobre um produto ou serviço com o objetivo de promover uma profunda compreensão do ciclo de vendas da empresa. Como resultado, o negócio tende a sair na frente e garantir mais segurança acerca das informações sobre produtos, serviços e processos internos. Para saber mais e tirar suas dúvidas sobre o tema, continue a leitura!

O que é base de conhecimento?

Base de conhecimento é a plataforma responsável por centralizar os dados e informações sobre as soluções que a empresa oferece, assim como seus procedimentos, processos, entre outros. Dessa forma, ela pode ser definida como uma biblioteca virtual que armazena conteúdos de diferentes formatos e assuntos, democratizando o acesso ao conhecimento interno e agilizando a resolução de dúvidas e problemas.

Como funciona a base de dados de conhecimento?

A base de dados de conhecimento é uma grande biblioteca virtual com todas as informações sobre a empresa armazenadas em diferentes formatos, como vídeos, e-books, infográficos e muito mais. Portanto, preserva dados relevantes e torna-os acessíveis a clientes e colaboradores. Dessa forma, oferece condições para que as pessoas tentem solucionar suas dúvidas de maneira autônoma, simples e ágil, melhorando o autoatendimento e promovendo uma boa experiência do cliente.

Quais são os tipos de bases de conhecimento?

A base de conhecimento pode ter muitas formas e tamanhos. No entanto, os principais tipos são internas e externas:

  • Bases de conhecimento internas

A base de conhecimento interna é um banco de dados privados de uma empresa, comumente utilizado no onboarding de colaboradores, atendimento ao cliente em SaaS e chamados de suporte e autoatendimento.

  • Bases de conhecimento externas

Por outro lado, a base de conhecimento externa costuma ser voltada para os usuários do produto. Assim, independente de onde estejam hospedadas, elas oferecem conteúdos para leitura, conveniência e entretenimento para clientes atuais ou clientes em potencial.


 

Por que você precisa de uma base de conhecimento?

Em um mundo conectado, as pessoas exigem o acesso cada vez mais fácil e rápido a informações precisas. É por isso que a base de conhecimento rica e profunda é necessária para diferentes setores:

  • TI: propõe desde a solução de problemas até treinamento/integração e perguntas gerais de instruções e suporte;

  • RH: oferece treinamento/integração à distribuição de políticas da empresa e cronogramas de pagamento;

  • Jurídico: ajuda com contratos e outros processos de aprovação, políticas, marcas registradas e registros.

Quais as vantagens de uma base de conhecimento?

1. Agilidade no atendimento

Um dos principais benefícios da base de conhecimento é a possibilidade do cliente poder solucionar suas dúvidas sozinho, o que proporciona agilidade no atendimento. Isso é possível porque as respostas já estão prontas e documentadas. Basta acessar a base e encontrar o conteúdo correto para solucionar o problema.

2. Redução de custos com pessoal

As demandas de atendimento dos clientes, muitas vezes, se repetem e possuem baixo grau de complexidade. Assim, tutoriais, artigos e vídeos que explicam o funcionamento da solução de forma detalhada podem resolver o problema por conta própria. Diante disso, com o número de atendimentos reduzido, a empresa pode focar em tarefas mais urgentes e complicadas.

3. Melhoria no treinamento de novos colaboradores

A base de conhecimento também é importante para a educação do público interno. Afinal, os conteúdos podem ser usados para treinar e capacitar os novos colaboradores sobre as soluções da empresa, seus clientes e processos.

4. Diminuição de retrabalhos

Outra vantagem da base de conhecimento é a capacitação dos funcionários e, consequentemente, a diminuição das falhas, o que reduz os retrabalhos, aumenta a produtividade e diminui os custos.

5. Maior engajamento das equipes

Uma boa base de conhecimento precisa do apoio de colaboradores de diferentes setores, o que gera maior engajamento entre as equipes. Como resultado, os profissionais sentem-se motivados e o atendimento ao cliente alcança outro nível.

6. Aumento da satisfação dos clientes

A base de conhecimento também ajuda a melhorar a experiência do cliente com a marca, pois permite que as pessoas resolvam seus problemas sozinhas, aumentando o nível de satisfação.

Quais são as ferramentas de base de conhecimento mais importantes?

Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para construir uma base de conhecimento interna. Para ajudar você na implementação desse sistema, listamos as principais plataformas a seguir. Continue lendo e confira!

  • Trello

O Trello é uma ferramenta de gestão que permite a criação de modelos de projetos e processos que podem ser replicados a cada novo cliente, além de possibilitar a edição dos quadros de acordo com a necessidade de cada cliente. Além disso, a ferramenta permite criar quadros com modelos de onboarding para colaboradores e clientes, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas.

  • Notion

O Notion funciona como uma biblioteca de dados, facilitando o acesso das pessoas autorizadas e reduzindo o tempo gasto em busca de informações. Nele, é possível organizar bibliotecas com variados setores e processos, centralizar as notas de reuniões, gerenciar dados, compartilhar conteúdos em páginas, organizar as etapas dos projetos, entre outros.

  • Miro

A Miro é outra ferramenta de gestão do fluxo de trabalho, que oferece maior agilidade na comunicação interna e criação de fluxogramas. Dessa forma, torna-se uma importante ferramenta de base de conhecimento, pois reúne informações relevantes sobre diversas áreas da empresa e ainda facilita a comunicação entre a equipe.

  • CRMs de venda

Uma das etapas indispensáveis a uma boa gestão de conhecimento é garantir que as informações e dados não se percam. Para isso, é importante contar com soluções capazes de integrar esses conteúdos à estratégia, como o Milvus, que possibilita a integração com diversas ferramentas.

Como elaborar uma base de conhecimento?

Agora que você já compreendeu como esta solução pode agregar à rotina, é hora de entender como montar uma base de conhecimento.

1. Identifique o público-alvo da base de conhecimento

Em primeiro lugar, determine o público-alvo das informações. Com isso, é possível definir a linguagem que será utilizada na elaboração dos conteúdos, além dos formatos e estratégias de organização.

2. Monte uma equipe multidisciplinar para elaborar e validar os conteúdos

Em seguida, desenvolva um time multidisciplinar para elaboração do conteúdo. Para isso, a dica é escolher pessoas que conhecem os processos e serviços oferecidos na empresa, como técnicos e usuários de cada um dos processos listados.

3. Aposte em metodologias ágeis para conduzir o projeto

A criação da base de conhecimento demanda muito investimento de tempo, além da criação de uma estratégia de realização. Portanto, a sugestão é aliar o processo a uma metodologia ágil de gestão de projetos, que ajudam a organizar as tarefas e otimizar os resultados.

4. Mantenha a base de conhecimento constantemente atualizada

Toda empresa passa por mudanças nos processos e recursos. Por isso, é fundamental ter uma equipe responsável por reavaliar o conteúdo periodicamente, incorporando os feedbacks apresentados e atualizando as informações.

5. Tenha um bom software de base de conhecimento

Na hora de escolher o software de base de conhecimento, é fundamental avaliar os fatores a seguir:

  • Tamanho do negócio,

  • Recursos necessários

  • Ferramentas em uso

  • Compatibilidade com a imagem da marca

CONCLUSÃO

Uma das principais vantagens de ter uma base de conhecimento bem estruturada é a facilidade de acesso à informação. Afinal, quando os clientes encontram rapidamente as respostas para suas perguntas, eles ficam mais satisfeitos e confiantes em relação à empresa. Além disso, o atendimento eficiente pode reduzir a necessidade de suporte direto, reduzindo a carga de trabalho da equipe e otimizando os recursos internos. Com isso, é possível criar conteúdos que amplificarão a produtividade dos analistas e dos clientes, promovendo uma gestão de TI muito mais eficiente. O Milvus, enquanto a mais completa solução omnichannel do mercado, possui um recurso de base de conhecimento completo.  Para saber como o Milvus pode ajudar a aumentar a eficiência dos seus operadores e melhorar a qualidade dos seus serviços, entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Aprenda Como Configurar SD WAN Firewall Fortigate [Best Quality]

Felix Schultz

A utilização do SD-WAN (Rede Definida por Software) no firewall Fortigate oferece diversas vantagens para as organizações, como: 

  • Otimização de Desempenho: O SD-WAN permite rotear o tráfego de forma inteligente, escolhendo automaticamente a melhor rota para os dados. Isso otimiza o desempenho da rede, reduzindo a latência e melhorando a experiência do usuário.

  • Eficiência de Largura de Banda: Com recursos de balanceamento de carga, o SD-WAN distribui o tráfego de maneira equitativa entre diferentes links de Internet, aproveitando ao máximo a largura de banda disponível.

  • Flexibilidade e Agilidade: O SD-WAN no firewall Fortigate oferece flexibilidade na gestão da rede, permitindo ajustes dinâmicos conforme as necessidades. Isso é especialmente útil em ambientes empresariais que demandam mudanças rápidas e adaptações na infraestrutura de rede.

  • Failover Automático: Em caso de falha em uma conexão de Internet, o SD-WAN pode direcionar automaticamente o tráfego para um link alternativo, garantindo a continuidade dos serviços e minimizando interrupções.

  • Priorização de Aplicativos: A capacidade de priorizar aplicativos críticos para o negócio assegura que recursos de rede sejam direcionados para atividades essenciais, melhorando a eficiência operacional.

  • Integração de Segurança: Ao combinar SD-WAN com o firewall Fortigate, você beneficia-se da integração de recursos avançados de segurança, protegendo a rede contra ameaças cibernéticas enquanto otimiza o tráfego.

Portanto, confira o passo a passo para configurar SD WAN Firewall Fortigate a seguir:  Objetivos:

  • Configurar FGT-1

  • Configurar ISP-1

  • Configurar ISP-2

  • Configurar ISP-3

Topologia: Acessando FGT-1

  • Acesse o FGT-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do FGT-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem: 

Dando início na configuração do lab, vamos começar configurando o FGT-1. As primeiras configurações aplicadas serão as de interfaces. Para isso, execute os seguintes comandos: config system interface edit "port1" 🡺 Essa porta se conecta com Link 1 da operadora ISP-1 set alias "WAN-1" set vdom "root" set ip 201.201.201.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT1-ISP" next edit "port2" 🡺 Essa porta se conecta com Link 2 da operadora ISP-2 set alias "WAN-2" set vdom "root" set ip 202.202.202.2 255.255.255.252 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-RT2-ISP" next edit "port4" 🡺 Essa é porta da rede local, a rede LAN set vdom "root" set alias "LAN" set ip 192.168.100.1 255.255.255.0 set allowaccess ping set type physical set description "CONECTA-LAN" next end Agora, vamos realizar a configuração da rota default, que vai permitir a comunicação com a internet. Para isso, execute os comandos: config router static  edit 1 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 1 da operadora ISP-1 set distance 4 set device "port1" next edit 2 🡺 Rota estática para sair para internet pelo Link 2 da operadora ISP-2 set distance 4 set device "port2" next end Em seguida, vamos criar uma firewall policy para permitir a comunicação entre o firewall FGT-1 e ISP-1 e ISP-2. Então, vamos aplicar o comandos abaixo: config firewall policy edit 1 🡺  Politíca de segurança que permite a comunicação entre FGT-1 e ISP-1 e ISP-2 set name "permite-from-RT"  set srcintf "any" set dstintf "any" set srcaddr "all" set dstaddr "all" set action accept set schedule "always" set service "ALL" next end

 

Assim concluimos as configurações iniciais do firewall fortigate. Agora vamos iniciar as configurações dos roteadores das operadoras de internet.

Acessando ISP-1

  • Acesse o ISP-1 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-1

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos começar as configurações dos roteadores da operadores de internet. Portanto, vamos iniciar pelo roteador ISP-1, aplicando os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1  description CONECTA-FGT-1 ip address 201.201.201.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 1.1.1.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-1 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 1.1.1.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 1.1.1.2 description CONECTA_RT3 neighbor 1.1.1.2 allowas-in neighbor 1.1.1.2 soft-reconfiguration inbound ! Aqui, precisamos realizar a configuração da rota estática para mostrar como o ISP-1 pode chegar até a rede LAN do firewall FGT-1 ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 201.201.201.2  🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1

Finalizamos as configurações do ISP-1. Agora chegou a vez de configurar o ISP-2 então vamos acessar e configurar.

Acessando ISP-2

  • Acesse o ISP-2 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-2

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos realizar a configuração do roteador da operadora de internet ISP-2. Então, para isso vamos aplicar os seguintes comandos: interface GigabitEthernet1/0 🡺  Porta que se conecta com firewall FGT-1 description CONECTA-FGT-1 ip address 202.202.202.1 255.255.255.252 ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Porta que se conecta com ISP-3 description CONECTA-R3 ip address 2.2.2.1 255.255.255.252 ! router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-2 bgp log-neighbor-changes redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas redistribute static 🡺  Aqui está anunciando as rotas estáticas neighbor 2.2.2.2 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-3 neighbor 2.2.2.2 description CONECTA_RT3 neighbor 2.2.2.2 allowas-in neighbor 2.2.2.2 soft-reconfiguration inbound ! ! ip route 192.168.100.0 255.255.255.0 202.202.202.2 🡺  Essa rota mostra como chegar até a rede LAN do FGT-1 ! end

XXXXXXX

Próximo passo é configurar o ISP-3.

Acessando ISP-3

  • Acesse o ISP-3 pela console

  1. Clique com botão direito em cima do ISP-3

  2. Selecione Console, conforme a imagem:

Agora, vamos finalizar a configuração dos roteadores das operadoras  configurando ISP-3. Dessa forma, vamos aplicar os seguintes comandos: interface Loopback100 🡺  Essa interface será utilizada para verificar qualidade do link através de ping description Health-Check  ip address 70.70.70.1 255.255.255.0 ! ! interface FastEthernet0/0 🡺  Interface de saida para Internet description INTERNET ip address 210.210.210.1 255.255.255.0 ! ! interface GigabitEthernet1/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-1 description CONECTA-R1 ip address 1.1.1.2 255.255.255.252 !  ! interface GigabitEthernet2/0 🡺  Essa interface se conecta com o ISP-2 description CONECTA-R2 ip address 2.2.2.2 255.255.255.252 ! Aqui, vamos realizar as configurações de roteamento do protocolo BGP e, com isso, permitir a comunicação entre os equipamentos envolvidos na topologia. router bgp 26001 🡺  AS local do BGP do roteador ISP-3  bgp log-neighbor-changes  redistribute connected 🡺  Aqui está anunciando as redes diretamente conectadas  neighbor 1.1.1.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-1  neighbor 1.1.1.1 description CONECTA_RT1  neighbor 1.1.1.1 allowas-in  neighbor 1.1.1.1 soft-reconfiguration inbound  neighbor 2.2.2.1 remote-as 26001 🡺  AS Remoto do BGP do roteador ISP-2  neighbor 2.2.2.1 description CONECTA_RT2  neighbor 2.2.2.1 allowas-in  neighbor 2.2.2.1 soft-reconfiguration inbound ! Assim, finalizamos as configurações de toda a infra estrutura que vamos precisar para funcionar o serviço de SD-WAN. 

 

Então, vamos iniciar a configuração do SDWAN. Para isso, vamos acessar a interface web do firewall FGT-1.

  1. Abrir o navegador 

  2. Adicionar o endereço do FGT-1

Após acessar a interface web do firewall, vamos seguir os seguintes passos para iniciar as configurações do SDWAN.  Network 🡺 SD-WAN Zones 🡺 Create New Agora, vamos criar uma interface SD-WAN. Para isso, defina um nome para interface, Sdwan-1 e clique em OK Agora, vamos adicionar os link’s de WAN dentro da interface Sdwan-1. Então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member Vamos selecionar a interface WAN-1 e a interface Sdwan-1, em seguida, clicar em OK. Agora, vamos adicionar os links de WAN’s dentro da interface Sdwan-1, então 🡺 Create new 🡺SD-WAN Member. Após concluirmos as configurações, podemos ver as 2 interfaces WAN’s associadas à Swan-1

 

Agora que concluímos as configurações da interface sdwan-1, vamos criar 2 address que vamos utilizar nas políticas de roteamento. Para isso vamos em 🡺 Policy & Objects 🡺 Addresses, em seguida, clicar em Create New. Agora, defina um nome e endereçamento Ip para o primeiro e segundo address, conforme a imagem abaixo, e clique em OK. Primeiro Address: Segundo Address:  Agora que concluímos as configurações dos Addresses, vamos criar regras para o serviço de sd-wan, para isso vamos seguir os seguintes passos: Network 🡺SD-WAN Rules 🡺 Create New Então, vamos criar a primeira regra, preencher conforme a imagem abaixo:

 

Ainda dentro da regra-1 vamos definir a estratégia de saída. Para isso, vamos selecionar Best Quality, em seguida vamos selecionar os Links de WAN, 1 e 2, na sequencia clique em  🡺 Measured SLA 🡺 Create. Em seguida vamos definir as configurações do Measured SLA conforme a imagem e clique em OK. Após clicar em OK, nossa configuração de sdwan estará definida. Então, clique em OK. E assim concluímos todas as configurações do serviços de Sdwan, conforme a imagem abaixo. Para um melhor entendimento do laboratório acompanhe o passo a passo no video no Youtube pelo link:  https://www.youtube.com/watch?v=wMYkUuQZABc

 

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O que é cluster: descubra vantagens para as empresas

Felix Schultz

Saber o que é cluster pode trazer ótimas perspectivas para a elaboração de estratégias eficientes em uma empresa. Afinal, essa técnica permite integrar diferentes máquinas para trabalharem em conjunto em torno de um determinado objetivo. Ã? válido ressaltar, desde já, que o uso da tecnologia em uma organização tem o potencial de elevar a eficiência de diversos processos, aumentar a produtividade, automatizar tarefas, entre outras funções. Desse modo, conhecer ferramentas tecnológicas e técnicas para otimizá-las pode transformar a gestão de um negócio. Neste artigo, entenda melhor o que é cluster e como essa conexão pode auxiliar a sua empresa!

O que é um cluster?

Esse é um termo em inglês utilizado para se referir a um agrupamento. Na área da tecnologia, cluster é a união de computadores conectados para o aprimoramento de uma ou mais tarefas. Essa técnica busca aumentar o desempenho dos sistemas e elevar o potencial de conciliar diferentes atividades simultaneamente. Nesse contexto, cada máquina que pertence a essa rede recebe o nome de nó. Em um cluster, é possível ter inúmeros nós, embora a escolha da quantidade e do tipo de conexão seja feita conforme os objetivos de usar essa técnica. Em um cluster, todos os computadores atuam como se fossem um só. Desse modo, é possível construir uma rede única e administrá-la com mais potencial de processamento e atuação.

Como foram formados os clusters?

A primeira vez que utilizaram os clusters foi no ano de 1960, na International Business Machines Corporation (IBM). A ideia veio da necessidade de elevar a eficiência do processamento das máquinas na organização. Ao longo dos anos, essa estratégia se refinou e a fusão dos recursos tecnológicos se atualizou. Atualmente, o cluster combina com diversas tendências do ramo da tecnologia, como é o caso da Internet of Things (IoT) “ conhecida também como Internet das Coisas “ e da hiperconectividade.

Quais as suas funções?

A principal função de um cluster, como visto, é melhorar o desempenho de um sistema, por conta do funcionamento simultâneo de diversos computadores. No entanto, essa não é a única vantagem de aplicar essa ideia. Além de oferecerem uma maior eficiência no processamento, os clusters tendem a ser mais econômicos que usar um equipamento mais complexo e com hardware refinado, como é o caso dos supercomputadores. Geralmente, computadores simples podem formar a rede com sucesso. Desse modo, é possível executar a mesma tarefa e cumprir os objetivos, porém, sem a necessidade de realizar um investimento muito grande.

Onde os clusters podem ser aplicados?

Uma das principais vantagens dos clusters é a ampla capacidade de aplicação. Na área da TI, costumam ser usados para elevar o processamento de banco de dados ou do desenvolvimento de sistemas densos, como jogos. Já no campo do design, por exemplo, a técnica é útil para melhorar o desempenho de programas de renderização de imagens. No meio corporativo, os clusters podem ser aplicados em diferentes setores, como saúde, agronegócio, robótica, central de serviços. A implementação dessa estratégia depende dos objetivos da empresa, mas certamente agrega valor a uma marca, devido a um maior potencial de inovação, digitalização e competição no mercado.

Qual a diferença entre um cluster físico e um virtual?

O cluster também pode apresentar diferentes categorias: físico ou virtual. Afinal, a conexão pode ser realizada tanto por meio da integração dos hardwares quanto pelo vínculo dos softwares em redes virtuais. O cluster físico faz com que seja necessário ter um espaço maior, a fim de conectar diferentes máquinas por meio de fios e demais acessórios. Com isso, garante a integração, embora custos com local e equipamentos periféricos sejam necessários. Já o cluster virtual não requer essas demandas. A conexão é feita em uma rede online, tornando o processo mais dinâmico e igualmente eficiente. A desvantagem é que falhas na integração podem levar mais tempo para serem solucionadas, em alguns casos.

Quais os tipos de cluster?

Além de físicos e virtuais, os agrupamentos das máquinas também variam no modelo. A seguir, conheça os diferentes tipos de cluster e suas principais características.

Failover ou High Availability Computing Cluster

Esse é um tipo de cluster de alta disponibilidade. Seu principal diferencial é a garantia da atividade da rede. Desse modo, uma máquina complementa a outra, mesmo em caso de falhas, com o objetivo de manter a rede em operação.

Load Balancing

Há ainda o cluster para balanceamento de carga, conhecido como Load Balancing. Essa é uma ferramenta capaz de se remodelar, se ocorrer alguma falha na estrutura. Afinal, em caso de quedas de energia ou desligamento de uma máquina, os demais computadores conectados se organizam para assumir as tarefas do nó inoperante.

High Performance Computing Cluster

O cluster de alto desempenho, chamado também de High Performance Computing Cluster, executa tarefas de alta demanda de performance. Desse modo, faz parte de uma rede otimizada para atingir o máximo desempenho possível.

Processamento paralelo

O cluster de processamento paralelo tem como proposta a divisão de uma tarefa complexa em diversas atividades mais simples. Desse modo, cada nó fica responsável por uma das demandas e atua coordenadamente com a rede. Como visto, saber o que é cluster pode ajudar uma empresa a definir estratégias de integração e otimização de fluxos de processos. Além disso, a aplicação é variada e pode trazer benefícios para as mais diversas áreas de atuação. Sendo assim, é uma ferramenta extra para os gestores que visam implementações inovadoras e promissoras. Este artigo foi útil para você? Compartilhe nas redes sociais para que os seus amigos também conheçam o potencial do cluster de elevar a eficiência dos sistemas organizacionais!

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Cloud computing: como garantir a segurança das informações?

Felix Schultz

A cloud computing, também conhecida como computação em nuvem, é uma das soluções tecnológicas da atualidade, que traz uma série de vantagens nas aplicações. Desde maior praticidade no uso dos arquivos até o aumento da proteção dos dados podem ser garantidos com essa ferramenta. Esse é um dos motivos pelos quais o armazenamento em nuvem é tão recomendado para as pessoas e empresas. Além dessa funcionalidade, a cloud computing permite também o uso de diversos softwares de forma remota, sem a necessidade de instalação nos dispositivos, e o processamento de dados pela internet. Neste artigo, entenda melhor o que você pode fazer para aproveitar essas inovações e usar essa ferramenta tecnológica com o máximo de segurança possível.

Como funciona a cloud computing?

Antes de saber o que fazer para garantir a segurança das informações com a computação em nuvem, é importante entender como essa ferramenta funciona. A cloud computing utiliza uma infraestrutura remota, com o uso da internet, para manter salvo um conjunto de dados. Desse modo, para ter acesso a esses conteúdos, é necessário utilizar um dispositivo com a capacidade de se conectar a essa rede. Na maioria dos casos, qualquer aparelho eletrônico, como celular, tablet e computador, pode ser utilizado, desde que esteja conectado à internet. Consequentemente, a cloud computing também não requer que o acesso parta de apenas um lugar físico. Isso expande a possibilidade de uso de sistemas em nuvem, tendo em vista que ultrapassa barreiras geográficas. Esse é um dos motivos pelos quais a tecnologia é bastante utilizada em empresas que trabalham com os modelos de trabalho home office ou híbrido. Vale destacar também que, apesar de permitir o acesso remoto com mais liberdade, a solução conta com um forte controle de acesso. Apenas pessoas autorizadas, com senhas, podem se conectar às seções com arquivos confidenciais ou com maior sensibilidade. Tudo isso graças às criptografias e aplicações de segurança da informação implementadas nas soluções de computação em nuvem.

Quais os principais tipos de serviços oferecidos?

Para entender melhor os processos fundamentais para manter a segurança dos sistemas, é importante conhecer os diferentes tipos de cloud computing. Saiba mais!

SaaS

O Software as a Service (Software como Serviço), também chamado de SaaS, diz respeito a um modelo no qual o usuário deve fazer o gerenciamento de licença para usar o sistema, porém, com recursos limitados. Isso pode ser mediante um valor fixo ou uma mensalidade. Com isso, todas as informações armazenadas no software estão disponíveis apenas para o cliente, de modo que ele mesmo escolhe o que fazer, como salvar arquivos, hospedar sites e aplicativos etc.

PaaS

A Platform as a Service (Plataforma como Serviço), chamada também de PaaS, é um modelo de cloud computing destinado à criação de sistemas de infraestrutura em nuvem. Nesse ambiente, pela internet, é possível desenvolver e realizar manutenções em softwares, aplicativos e demais aplicações.

IaaS

Há, ainda, a Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço), conhecida como IaaS. Nesse caso, o que ocorre é a contratação de um pacote que atua como um hardware, embora ainda seja em nuvem. Os servidores podem armazenar, visualizar e processar uma série de dados com a cloud computing.

Como elevar os níveis de segurança da cloud computing?

Independentemente do modelo de cloud computing escolhido, existem alguns cuidados que ajudam a conferir uma maior segurança ao uso da solução. Essas práticas precisam ser reforçadas entre os usuários, principalmente dentro das empresas que lidam com computação em nuvem diariamente. Veja algumas dicas importantes!

Conscientização e proteção no processo de migração de dados

O primeiro passo é cuidar do processo de migração de dados. A conscientização é fundamental para compreender o funcionamento dos sistemas e garantir que a transferência para o ambiente em nuvem ocorra de modo seguro. Isto é, que nenhum dado se perca durante o processo.

Revisão de dados armazenados

Após concluir a migração, é importante checar se os dados armazenados estão corretos e de acordo com o que o usuário deseja. Sendo assim, é preciso reservar um tempo para se dedicar à revisão minuciosa.

Padrões de configurações da infraestrutura

Com os dados armazenados, é possível passar para a fase de personalização. Nessa etapa, é preciso configurar a infraestrutura em nuvem conforme sejam os seus objetivos de uso da tecnologia. Os padrões da maioria dos sistemas são customizáveis, a fim de favorecer a aplicação estratégica no dia a dia.

Criptografia de dados

Investir e ativar as tecnologias de criptografia na cloud computing se torna essencial para evitar invasões, perda de dados e acesso de pessoas não autorizadas. Esse é um conjunto de informações que restringe a conexão ao software apenas aos sistemas e pessoas capazes de interpretar o código particular gerado.

Autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores é mais um procedimento de segurança que impede o acesso de pessoas não autorizadas ao sistema. Nesse caso, adiciona-se uma nova fase durante o login, sendo necessário confirmar a identidade. Esse processo pode ser feito de diferentes maneiras, como biometria, senha adicional, envio de SMS ou e-mail, entre outras. Como visto, a cloud computing é uma solução tecnológica muito útil para o dia a dia de indivíduos e empresas, tendo em vista que permite o uso de recursos inteligentes e seguros por meio da internet. Investir nessa tendência é uma opção para proteger os seus dados e modernizar a atuação. Gostou do conteúdo? Então, me siga no Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube para ver mais informações que podem ajudar na segurança da informação.

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Conheça os 3 pilares da Segurança da Informação

Felix Schultz

A forma como as empresas lidam com os dados fornecidos pelos usuários vem sendo tema de debates calorosos nos últimos anos. A cobrança por regras transparentes e processos seguros é cada vez maior, por isso, toda organização precisa priorizar os 3 pilares da segurança da informação ao desenvolver seus sistemas e processos internos.

Neste post, você terá uma visão geral do que representa cada um desses pilares e como se prevenir de eventuais ameaças. Confira!

1. Confidencialidade em Segurança da Informação

Falhas na proteção de dados sigilosos são perigosas para clientes, funcionários, fornecedores, investidores e outros stakeholders. Tendo em vista os prejuízos financeiros e jurídicos que esse tipo de problema pode causar, o pilar da confidencialidade se concentra na privacidade dos dados coletados pela organização.  Uma das ações mais importantes para proteção contra ciberataques, espionagem e outros riscos é a implementação de controles de acesso de acordo com o departamento e o cargo de um funcionário. Para isso, é necessário ter critérios bem definidos quanto ao impacto que um vazamento de informações pode causar nas operações. O treinamento dos colaboradores também é crucial, afinal, uma pessoa capacitada é capaz de identificar riscos de forma antecipada. Dessa forma, ela compõe um firewall humano que complementa recursos de segurança já existentes a nível de hardware e software, como a verificação biométrica e a criptografia.

2. Integridade

O pilar da integridade se refere às ações que preservam a precisão, a consistência e a confiabilidade dos sistemas e das informações de uma organização. A ideia é garantir que nenhuma interferência externa seja capaz de corromper, comprometer ou danificar os dados armazenados. Além do já mencionado controle de acesso, outras medidas para assegurar a integridade dos dados incluem as ações de backup, que permitem recuperar dados alterados acidentalmente, e as de verificação, que detectam alterações indevidas. Assim, sua empresa garante que os sistemas funcionem de forma adequada.

3. Disponibilidade

A disponibilidade tem a ver com a acessibilidade dos dados armazenados pela organização. Ã? fundamental que os usuários do sistema possam consultá-los sempre que necessário. Para isso, é necessário ter processos de manutenção rápidos e eficientes, tanto para hardware quanto para software. Toda a infraestrutura tecnológica por trás dos sistemas deve ser construída para assegurar que eles não fiquem fora do ar. Além disso, é importantíssimo ter um plano de Recuperação de Desastres para ter uma resposta rápida em casos extremos, como catástrofes naturais, incêndios e blecautes. Os três pilares da segurança da informação também têm relação direta com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige uma série de adequações por parte das empresas que lidam com informações de uso restrito. Quer saber mais sobre o assunto? Continue conosco e veja como implementar as novas regras da LGPD.

 

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