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O que é engenharia social na segurança da informação? Tudo o que sua área de TI precisa saber sobre o tema!

Felix Schultz

Em um mundo cada vez mais conectado, as ameaças digitais vão além dos ataques diretos aos sistemas. Neste cenário, compreender o que é engenharia social na segurança da informação é crucial para evitar a exploração de vulnerabilidades humanas para acessar dados sensíveis. 

 

Até porque os golpes de engenharia social envolvem a manipulação psicológica de indivíduos para que divulguem informações confidenciais. Bem como, realizem ações que comprometam a segurança da organização.

 

Para evitar que esses ataques causem grandes danos, é essencial que as equipes de TI estejam alinhadas com políticas robustas de segurança da informação. Um planejamento bem estruturado, aliado à conscientização dos colaboradores, pode reduzir significativamente os riscos associados a essa prática, que continua a evoluir de maneira sofisticada.

 

Pensando nisso, neste artigo, vamos explorar como os ataques de engenharia social funcionam e os principais riscos para a sua empresa. Continue lendo e veja como sua área de TI pode se preparar! 

O que é engenharia social no contexto de segurança da informação?

Compreender o que é engenharia social, no contexto de segurança da informação, refere-se a um conjunto de técnicas que exploram a manipulação psicológica para enganar pessoas. Bem como levá-las a revelar informações confidenciais ou realizar ações que comprometam a segurança de uma organização. 

 

Neste cenário, em vez de atacar diretamente os sistemas tecnológicos, os criminosos usam a vulnerabilidade humana como porta de entrada. Então, aproveitam-se da confiança, curiosidade ou falta de atenção dos colaboradores para obter acesso a dados sensíveis ou sistemas internos. 

 

Essa abordagem é uma das formas mais comuns e eficazes de ataque, sendo amplamente utilizada por hackers para contornar medidas tradicionais de segurança digital.

Quais são os tipos de engenharia social?

Apesar do nome "Engenharia Social" sugerir táticas sofisticadas, a maioria dos ataques é surpreendentemente simples. Esses golpes não exigem que os criminosos encontrem falhas complexas nos sistemas de segurança, e muitas vezes nem acontecem exclusivamente no ambiente digital.

 

Os ataques de engenharia social na segurança da informação podem ocorrer em qualquer contexto onde exista interação humana, explorando a curiosidade, confiança ou distração das pessoas. 

 

Para exemplificar, a seguir, listamos alguns dos principais tipos de engenharia social e ataques realizados. Confira! 

 

  • Phishing: esse é um dos tipos de ataques de engenharia social mais comuns. Os criminosos enviam e-mails ou mensagens que parecem ser comunicações legítimas, solicitando que o desenvolvedor forneça suas credenciais ou clique em links maliciosos. Se o programador cair na armadilha e fornecer as informações, o invasor pode obter acesso a repositórios de código, servidores e outros recursos críticos da empresa;

 

  • Pretexting e Impersonal: nessa técnica, o atacante finge ser uma figura de autoridade ou um colega de trabalho confiável para coletar informações sensíveis. Um exemplo comum é o criminoso se passar por um gerente de TI, solicitando acesso temporário a um sistema. O desenvolvedor, acreditando estar ajudando, acaba fornecendo os dados necessários, facilitando o golpe de engenharia social;

 

  • Ataques de Baiting: No baiting, o criminoso deixa iscas, como pen drives infectados com malware, em locais de fácil acesso. Quando o desenvolvedor conecta o dispositivo ao computador, o malware é instalado, permitindo ao invasor acesso irrestrito ao código, sistemas e dados confidenciais.

 

O que caracteriza um ataque de engenharia social​?

Você sabe o que caracteriza um ataque de engenharia social? Até porque, em alguns casos, os atacantes utilizam táticas ainda mais simples. 

 

Um exemplo é o "ombro espião", onde o hacker frequenta áreas como praças de alimentação corporativas e observa discretamente os usuários que trabalham em laptops ou tablets. Dessa forma, ele pode obter nomes de usuários e senhas sem precisar enviar um e-mail ou usar malware.

 

Desse modo, os ataques de engenharia social baseiam-se na habilidade do atacante. Afinal, durante os golpes, você pode ser induzido a agir das seguintes maneiras:

 

  • Emoções intensificadas: manipular as emoções é uma estratégia poderosa usada pelos atacantes. Quando você está emocionalmente abalado, é mais suscetível a tomar decisões precipitadas ou irracionais; 

  • Urgência: solicitações que parecem extremamente urgentes são outra arma comum dos invasores. Eles podem criar um falso senso de emergência, fazendo você acreditar que precisa resolver um problema imediatamente, ou que há uma oportunidade que desaparecerá se não agir rapidamente; 

  • Confiança: a credibilidade é um fator crucial nos ataques de engenharia social. Como o invasor está mentindo, ele se esforça para criar uma narrativa confiável, baseada em informações que parecem reais. Quanto mais crível a história, menor a chance de você questionar suas intenções.

Técnicas utilizadas na engenharia social

O ataque de uma engenharia social na segurança da informação​ pode ocorrer de forma sutil e eficaz, seja por meio de uma conversa casual, ligação telefônica, ou, em casos mais elaborados, por meio de sedução. 

 

Ou seja, a principal "arma" utilizada nesses ataques é a habilidade de interagir com as pessoas, persuadindo-as a fornecer informações ou realizar ações que comprometam a segurança.

 

As técnicas de ataque são variadas, sempre explorando a vulnerabilidade e a ingenuidade humana. A maioria envolve enganar os usuários de um sistema para obter informações confidenciais, utilizando falsificações de identidade, conquista de carisma e estabelecimento de confiança.

 

Esses ataques ocorrem por meio de qualquer meio de comunicação, incluindo telefonemas, conversas presenciais, e-mails, redes sociais e até sites de compras, onde o invasor manipula a vítima de maneira eficaz para atingir seu objetivo.

Como a equipe de TI reduz os riscos de um ataque de engenharia social?

Agora que você já sabe o que é engenharia social na segurança da informação, entende que a prevenção contra ataques começa com a conscientização e a adoção de práticas de segurança eficazes. 

 

Para exemplificar, a seguir listamos algumas ações que desenvolvedores de software devem adotar para se proteger. Confira! 

Educação e Conscientização

Mantenha-se atualizado sobre os diferentes tipos de ataques de engenharia social e como eles funcionam. A melhor defesa contra essas ameaças é a educação contínua, e as empresas devem promover treinamentos regulares de segurança cibernética para seus desenvolvedores.

Verificação de Identidade

Sempre confirme a identidade de qualquer pessoa que solicite informações confidenciais ou acesso a sistemas. Se a solicitação parecer suspeita, valide diretamente com a pessoa ou equipe responsável antes de agir.

Autenticação Multifator (MFA)

A implementação de autenticação multifator adiciona uma camada extra de segurança, dificultando o acesso a contas mesmo que o invasor obtenha as credenciais. Então, sempre que possível, ative a MFA para sistemas e repositórios de código.

Cuidado com Dispositivos Desconhecidos

Nunca conecte dispositivos USB ou outros equipamentos desconhecidos ao computador, especialmente se forem encontrados em locais públicos. Isso porque esses dispositivos são frequentemente usados em ataques de baiting para infectar sistemas.


Como evitar ataques de engenharia social?

Para mitigar os riscos e aumentar a proteção contra golpes de engenharia social, especialistas recomendam várias medidas que incluem investir em programas regulares de treinamento que eduquem os colaboradores sobre os riscos e técnicas de engenharia social. 

 

Isso os ajuda a identificar e evitar comportamentos inseguros, como clicar em links suspeitos ou compartilhar informações sensíveis.

 

Além disso, busque implementar políticas rigorosas de controle de acesso garantindo que os funcionários tenham apenas os privilégios necessários para realizar suas funções. Isso limita a quantidade de informações que podem ser comprometidas em caso de ataque.

 

Por fim, aposte em tecnologias de segurança cibernética. Afinal, utilizar ferramentas como firewalls, sistemas de detecção de intrusões e autenticação multifator ajuda a criar camadas de proteção adicional contra invasores. 

 

Com essas práticas, é possível minimizar os riscos e aumentar a resiliência contra ataques de engenharia social, reforçando a defesa tanto no ambiente digital quanto físico.


 

Monitore e proteja máquinas e softwares com Milvus!

A engenharia social é crime e compreender o que é engenharia social na segurança da informação é fundamental para que você monitore e proteja suas máquinas e softwares com o Milvus! 

 

Garanta segurança máxima para sua infraestrutura com soluções avançadas que detectam e neutralizam ameaças em tempo real. Não deixe sua empresa vulnerável — conheça o Milvus agora e proteja seu negócio de ataques cibernéticos.

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O que é engenharia social na segurança da informação? Tudo o que sua área de TI precisa saber sobre o tema!

Felix Schultz

Em um mundo cada vez mais conectado, as ameaças digitais vão além dos ataques diretos aos sistemas. Neste cenário, compreender o que é engenharia social na segurança da informação é crucial para evitar a exploração de vulnerabilidades humanas para acessar dados sensíveis. 

 

Até porque os golpes de engenharia social envolvem a manipulação psicológica de indivíduos para que divulguem informações confidenciais. Bem como, realizem ações que comprometam a segurança da organização.

 

Para evitar que esses ataques causem grandes danos, é essencial que as equipes de TI estejam alinhadas com políticas robustas de segurança da informação. Um planejamento bem estruturado, aliado à conscientização dos colaboradores, pode reduzir significativamente os riscos associados a essa prática, que continua a evoluir de maneira sofisticada.

 

Pensando nisso, neste artigo, vamos explorar como os ataques de engenharia social funcionam e os principais riscos para a sua empresa. Continue lendo e veja como sua área de TI pode se preparar! 

O que é engenharia social no contexto de segurança da informação?

Compreender o que é engenharia social, no contexto de segurança da informação, refere-se a um conjunto de técnicas que exploram a manipulação psicológica para enganar pessoas. Bem como levá-las a revelar informações confidenciais ou realizar ações que comprometam a segurança de uma organização. 

 

Neste cenário, em vez de atacar diretamente os sistemas tecnológicos, os criminosos usam a vulnerabilidade humana como porta de entrada. Então, aproveitam-se da confiança, curiosidade ou falta de atenção dos colaboradores para obter acesso a dados sensíveis ou sistemas internos. 

 

Essa abordagem é uma das formas mais comuns e eficazes de ataque, sendo amplamente utilizada por hackers para contornar medidas tradicionais de segurança digital.

Quais são os tipos de engenharia social?

Apesar do nome "Engenharia Social" sugerir táticas sofisticadas, a maioria dos ataques é surpreendentemente simples. Esses golpes não exigem que os criminosos encontrem falhas complexas nos sistemas de segurança, e muitas vezes nem acontecem exclusivamente no ambiente digital.

 

Os ataques de engenharia social na segurança da informação podem ocorrer em qualquer contexto onde exista interação humana, explorando a curiosidade, confiança ou distração das pessoas. 

 

Para exemplificar, a seguir, listamos alguns dos principais tipos de engenharia social e ataques realizados. Confira! 

 

  • Phishing: esse é um dos tipos de ataques de engenharia social mais comuns. Os criminosos enviam e-mails ou mensagens que parecem ser comunicações legítimas, solicitando que o desenvolvedor forneça suas credenciais ou clique em links maliciosos. Se o programador cair na armadilha e fornecer as informações, o invasor pode obter acesso a repositórios de código, servidores e outros recursos críticos da empresa;

 

  • Pretexting e Impersonal: nessa técnica, o atacante finge ser uma figura de autoridade ou um colega de trabalho confiável para coletar informações sensíveis. Um exemplo comum é o criminoso se passar por um gerente de TI, solicitando acesso temporário a um sistema. O desenvolvedor, acreditando estar ajudando, acaba fornecendo os dados necessários, facilitando o golpe de engenharia social;

 

  • Ataques de Baiting: No baiting, o criminoso deixa iscas, como pen drives infectados com malware, em locais de fácil acesso. Quando o desenvolvedor conecta o dispositivo ao computador, o malware é instalado, permitindo ao invasor acesso irrestrito ao código, sistemas e dados confidenciais.

 

O que caracteriza um ataque de engenharia social​?

Você sabe o que caracteriza um ataque de engenharia social? Até porque, em alguns casos, os atacantes utilizam táticas ainda mais simples. 

 

Um exemplo é o "ombro espião", onde o hacker frequenta áreas como praças de alimentação corporativas e observa discretamente os usuários que trabalham em laptops ou tablets. Dessa forma, ele pode obter nomes de usuários e senhas sem precisar enviar um e-mail ou usar malware.

 

Desse modo, os ataques de engenharia social baseiam-se na habilidade do atacante. Afinal, durante os golpes, você pode ser induzido a agir das seguintes maneiras:

 

  • Emoções intensificadas: manipular as emoções é uma estratégia poderosa usada pelos atacantes. Quando você está emocionalmente abalado, é mais suscetível a tomar decisões precipitadas ou irracionais; 

  • Urgência: solicitações que parecem extremamente urgentes são outra arma comum dos invasores. Eles podem criar um falso senso de emergência, fazendo você acreditar que precisa resolver um problema imediatamente, ou que há uma oportunidade que desaparecerá se não agir rapidamente; 

  • Confiança: a credibilidade é um fator crucial nos ataques de engenharia social. Como o invasor está mentindo, ele se esforça para criar uma narrativa confiável, baseada em informações que parecem reais. Quanto mais crível a história, menor a chance de você questionar suas intenções.

Técnicas utilizadas na engenharia social

O ataque de uma engenharia social na segurança da informação​ pode ocorrer de forma sutil e eficaz, seja por meio de uma conversa casual, ligação telefônica, ou, em casos mais elaborados, por meio de sedução. 

 

Ou seja, a principal "arma" utilizada nesses ataques é a habilidade de interagir com as pessoas, persuadindo-as a fornecer informações ou realizar ações que comprometam a segurança.

 

As técnicas de ataque são variadas, sempre explorando a vulnerabilidade e a ingenuidade humana. A maioria envolve enganar os usuários de um sistema para obter informações confidenciais, utilizando falsificações de identidade, conquista de carisma e estabelecimento de confiança.

 

Esses ataques ocorrem por meio de qualquer meio de comunicação, incluindo telefonemas, conversas presenciais, e-mails, redes sociais e até sites de compras, onde o invasor manipula a vítima de maneira eficaz para atingir seu objetivo.

Como a equipe de TI reduz os riscos de um ataque de engenharia social?

Agora que você já sabe o que é engenharia social na segurança da informação, entende que a prevenção contra ataques começa com a conscientização e a adoção de práticas de segurança eficazes. 

 

Para exemplificar, a seguir listamos algumas ações que desenvolvedores de software devem adotar para se proteger. Confira! 

Educação e Conscientização

Mantenha-se atualizado sobre os diferentes tipos de ataques de engenharia social e como eles funcionam. A melhor defesa contra essas ameaças é a educação contínua, e as empresas devem promover treinamentos regulares de segurança cibernética para seus desenvolvedores.

Verificação de Identidade

Sempre confirme a identidade de qualquer pessoa que solicite informações confidenciais ou acesso a sistemas. Se a solicitação parecer suspeita, valide diretamente com a pessoa ou equipe responsável antes de agir.

Autenticação Multifator (MFA)

A implementação de autenticação multifator adiciona uma camada extra de segurança, dificultando o acesso a contas mesmo que o invasor obtenha as credenciais. Então, sempre que possível, ative a MFA para sistemas e repositórios de código.

Cuidado com Dispositivos Desconhecidos

Nunca conecte dispositivos USB ou outros equipamentos desconhecidos ao computador, especialmente se forem encontrados em locais públicos. Isso porque esses dispositivos são frequentemente usados em ataques de baiting para infectar sistemas.


Como evitar ataques de engenharia social?

Para mitigar os riscos e aumentar a proteção contra golpes de engenharia social, especialistas recomendam várias medidas que incluem investir em programas regulares de treinamento que eduquem os colaboradores sobre os riscos e técnicas de engenharia social. 

 

Isso os ajuda a identificar e evitar comportamentos inseguros, como clicar em links suspeitos ou compartilhar informações sensíveis.

 

Além disso, busque implementar políticas rigorosas de controle de acesso garantindo que os funcionários tenham apenas os privilégios necessários para realizar suas funções. Isso limita a quantidade de informações que podem ser comprometidas em caso de ataque.

 

Por fim, aposte em tecnologias de segurança cibernética. Afinal, utilizar ferramentas como firewalls, sistemas de detecção de intrusões e autenticação multifator ajuda a criar camadas de proteção adicional contra invasores. 

 

Com essas práticas, é possível minimizar os riscos e aumentar a resiliência contra ataques de engenharia social, reforçando a defesa tanto no ambiente digital quanto físico.


 

Monitore e proteja máquinas e softwares com Milvus!

A engenharia social é crime e compreender o que é engenharia social na segurança da informação é fundamental para que você monitore e proteja suas máquinas e softwares com o Milvus! 

 

Garanta segurança máxima para sua infraestrutura com soluções avançadas que detectam e neutralizam ameaças em tempo real. Não deixe sua empresa vulnerável — conheça o Milvus agora e proteja seu negócio de ataques cibernéticos.

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Manutenção Preventiva TI: TUDO o que gestores precisam saber!

Felix Schultz

No cenário cada vez mais digital das empresas, a tecnologia da informação desempenha papel vital no sucesso dos negócios. No entanto, muitos gestores ainda subestimam a importância da manutenção preventiva TI.  Contudo, destacamos que, melhor que manter a infraestrutura de TI em pleno funcionamento, resolvendo problemas assim que aparecem, é evitar que eles aconteçam.  Sendo assim, neste artigo, vamos explorar detalhadamente tudo o que você, gestor, precisa saber sobre manutenção preventiva de TI. Confira! 

O que é manutenção preventiva TI?

A manutenção preventiva TI refere-se a um conjunto de práticas proativas destinadas a evitar falhas e otimizar o desempenho de sistemas, equipamentos e redes. Portanto, essa abordagem tem como foco antecipar problemas, identificando e resolvendo potenciais erros antes que eles possam afetar as operações.  Ao adotar um plano de manutenção preventiva TI, é possível reduzir o risco de interrupções inesperadas. Sem falar que minimiza o tempo de inatividade dos colaboradores e prolonga a vida útil dos equipamentos.  Além disso, essa estratégia permite uma gestão eficiente dos recursos. Afinal, ao  assegurar a estabilidade operacional, evita custos relacionados à recuperação de sistemas após falhas.

O que se faz na manutenção preventiva?

Na manutenção preventiva em computadores, realizam-se ações proativas para garantir que sistemas e equipamentos funcionem de maneira eficiente e confiável.  Por isso, algumas das principais atividades da manutenção preventiva TI são:

  • Verificações regulares;

  • Atualizações de software;

  • Substituição de componentes desgastados;

  • Implementação de protocolos de segurança.

Leia mais: 10 dicas para ser proativo em sua gestão de TI 

Quais os 4 pontos essenciais para uma manutenção preventiva?

Existem pontos cruciais para prevenir erros no inventário de máquinas e softwares dos seus clientes ou da sua empresa. Confira um breve checklist manutenção preventiva TI abaixo:

  • Planejamento:

Estabeleça um cronograma para realizar inspeções e manutenções de acordo com as necessidades dos equipamentos. Esse planejamento deve considerar a intensidade de uso dos dispositivos e prever o momento ideal para intervenções sem comprometer a operação;

  • Monitoramento: 

Utilize ferramentas e sistemas de monitoramento contínuo, como o Milvus, para acompanhar o desempenho dos equipamentos. Assim, é possível identificar variações, receber alertas e até abrir tickets automaticamente caso sejam identificados potenciais problemas;

  • Documentação

Mantenha registros detalhados de todas as manutenções realizadas, incluindo data, componentes substituídos e verificações feitas. Essa documentação ajuda a garantir um histórico que facilita o controle e futuras intervenções;

  • Treinamento da equipe

Garanta que a equipe técnica e os usuários tenham conhecimento das melhores práticas para o uso adequado dos sistemas. Capacite também os profissionais de TI para realizar as manutenções conforme os padrões necessários.


 

Tipos de manutenção preventiva

Existem diferentes abordagens para a manutenção preventiva TI, cada uma adaptada às características e necessidades dos equipamentos. Para explicar melhor e ajudá-lo a entender os modelos de procedimentos de manutenção preventiva de TI, abaixo estão os principais tipos. Confira!

I. Manutenção de Parada

A manutenção de parada envolve a interrupção temporária do uso do equipamento para realizar revisões completas e reparos. O objetivo é restaurar o equipamento próximo da condição original, prolongando sua vida útil e prevenindo falhas maiores.  Então, esse tipo de manutenção geralmente é realizada em intervalos planejados, quando é possível parar o equipamento sem comprometer a operação da empresa.

II. Manutenção Baseada no Tempo 

A manutenção baseada no tempo é programada com base no histórico de uso do equipamento e nas inspeções regulares. Ela inclui ações como inspeção visual, lubrificação, limpeza e substituição de peças que podem se desgastar com o tempo.  Essa abordagem tem como foco evitar falhas inesperadas, atuando de forma preventiva com base no tempo de operação dos equipamentos.

III. Manutenção Baseada nas Condições

A manutenção baseada nas condições se diferencia por considerar o estado real do equipamento, em vez de apenas o tempo de uso ou intervalos fixos entre manutenções.  Para sua eficácia, é necessário monitoramento constante, geralmente realizado por equipes especializadas. Para isso, podem ser utilizados sistemas para identificar sinais de desgaste ou falhas iminentes.  Com essa abordagem, é possível realizar manutenções apenas quando necessário, otimizando o tempo e os recursos.

Manutenção preventiva x corretiva x preditiva?

É crucial entender as diferenças entre os modelos de manutenção preventiva TI para otimizar a gestão de TI proativa. A manutenção preventiva, por exemplo, é uma abordagem proativa, focada em evitar falhas antes que elas ocorram. Por meio de um cronograma bem estruturado, essa prática inclui inspeções regulares, atualizações de software e substituição de peças desgastadas. Já a manutenção corretiva é reativa.  Ou seja, o principal objetivo é corrigir falhas que já se manifestaram. Essa abordagem é utilizada quando um equipamento ou sistema apresenta problemas que precisam ser resolvidos imediatamente para restaurar o funcionamento.  Em contrapartida a manutenção preditiva compartilha algumas semelhanças com a manutenção preventiva. No entanto, sua abordagem é diferente. Isso pois, esse modelo utiliza tecnologias avançadas, como sensores e monitoramento em tempo real, para avaliar o estado de funcionamento dos equipamentos.  Leia também no blog: Gerenciamento de TI: afinal, quais as diferenças entre reativo e proativo?

Qual a importância da manutenção preventiva em TI?

A falta de um planejamento adequado e de cronograma para a manutenção de equipamentos pode resultar em danos irreversíveis. Essa razão sozinha já deveria ser suficiente para justificar o investimento em manutenção preventiva na sua empresa.  Além disso, a prática está diretamente relacionada à redução de custos. Afinal, intervenções emergenciais de manutenção resultam em despesas elevadas, com a compra de peças e a contratação rápida de equipes especializadas. Outro benefício é a diminuição de perdas, pois uma equipe dedicada acompanhará o estado do hardware e do software, evitando desgastes desnecessários. Isso se traduz em um desempenho aprimorado dos servidores e na eficiência da equipe. Para exemplificar, imagine uma situação em que sua empresa está cheia, seu time está envolvido em um projeto importante, e você precisa fechar um contrato, mas os computadores simplesmente falham. Essa situação poderia ser evitada com a adoção de um cronograma sólido de manutenção preventiva TI.

Como montar um plano de manutenção preventiva?

Como vimos até agora, a eficácia da manutenção preventiva TI está intimamente ligada a um planejamento bem estruturado. Para te ajudar a implementá-la, listamos algumas dicas a seguir. Confira!

  • Atualização regular dos softwares

Manter os softwares da organização atualizados é essencial para prevenir problemas. Atualizações corrigem vulnerabilidades, agilizam processos e melhoram o desempenho geral.  Então, estabelecer rotinas com datas programadas para as atualizações, assegura que esses updates não se acumulem e comprometam o desempenho do sistema.

  • Calendário de limpeza dos equipamentos

A limpeza dos equipamentos é um procedimento simples, mas extremamente importante. Até porque, equipamentos sujos podem operar com eficiência reduzida, afetando todos os processos da empresa.  Por isso, é crucial implementar um calendário de limpeza regular. Um cronograma bem executado aumenta a vida útil dos equipamentos, bem como diminui a necessidade de investimentos na compra de novas máquinas.

  • Monitoramento e investimento na equipe

Para que o planejamento seja efetivo, é fundamental monitorar a equipe. E, a manutenção preventiva TI não é exceção. Assim como os sistemas requerem atualizações, a equipe deve receber treinamento contínuo para garantir que o planejamento de manutenção preventiva funcione adequadamente.  A capacitação deve abranger o cuidado com os equipamentos, o uso adequado dos sistemas e o funcionamento do planejamento de manutenção, garantindo que todos os objetivos estejam alinhados.

  • Temperatura e umidade do ambiente

Embora possa parecer apenas um detalhe, a temperatura da sala de máquinas tem impacto direto na vida útil dos equipamentos. Portanto, é essencial que o sistema de climatização esteja projetado para manter o ambiente seco e fresco.

  • Terceirização da manutenção preventiva

Contratar empresas especializadas em manutenção preventiva é uma boa estratégia no campo da tecnologia. Afinal, equipes externas, não envolvidas nos processos internos da organização, conseguem identificar com mais clareza as vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.  Elas também sugerem soluções práticas de maneira ágil, sem estar sobrecarregada por outras responsabilidades da empresa. Além disso, a organização prestadora de serviços se encarrega de fornecer uma equipe qualificada.


 

O que deve constar no programa de manutenção preventiva?

Entre as regras para manutenção preventiva em TI está a abrangência para garantir a eficácia e a durabilidade dos equipamentos e sistemas.  Assim, alguns dos elementos essenciais que devem constar em um programa de manutenção preventiva TI são: 

  • Inventário de Equipamentos: lista completa de todos os equipamentos, sistemas e componentes que precisam de manutenção. Importante constar detalhes como modelo, número de série, localização e especificações técnicas; 

  • Cronograma de Manutenção: planejamento detalhado das atividades de manutenção preventiva, incluindo frequência (diária, semanal, mensal, trimestral). Datas programadas para as manutenções e responsáveis por cada tarefa; 

  • Checklist de Inspeção: listas de verificação para as inspeções regulares, incluindo itens a serem inspecionados e critérios de aceitação. Registro de anomalias e ações corretivas necessárias; 

  • Procedimentos Operacionais: documentação sobre como realizar as manutenções, com instruções passo a passo para cada atividade. Orientações sobre como lidar com problemas comuns e a forma de reportá-los; 

  • Registro de Manutenções Realizadas: sistema para registrar todas as atividades de manutenção executadas, incluindo data, tipo de manutenção, peças trocadas e observações. Registro de custos associados a cada manutenção para análise futura; 

  • Treinamento e Capacitação: programa de treinamento contínuo para a equipe responsável pela manutenção, abordando as melhores práticas e novos procedimentos. Registro dos treinamentos realizados e das competências adquiridas pela equipe; 

  • Monitoramento de Condições: uso de ferramentas e tecnologias para monitorar o desempenho dos equipamentos em tempo real. Indicadores Chaves de Desempenho (KPIs) para avaliar a eficácia do programa de manutenção; 

  • Análise de Risco: identificação de potenciais riscos associados a falhas de equipamentos e como mitigá-los por meio da manutenção preventiva. Planos de contingência para situações de emergência;

  • Orçamento e Custos: estimativa de custos associados ao programa de manutenção preventiva, incluindo peças, mão de obra e treinamentos. Avaliação do retorno sobre investimento (ROI) da manutenção preventiva em comparação com custos de manutenção corretiva; 

  • Revisão e Atualização do Programa: processos para revisar e atualizar regularmente o programa de manutenção preventiva, garantindo que ele se mantenha relevante e eficaz. Feedback da equipe sobre o programa e sugestões de melhorias.

Incorporar esses elementos em um programa de manutenção preventiva ajudará a garantir que os equipamentos operem de maneira confiável e eficiente.  

Principais indicadores de manutenção em TI

Os indicadores de manutenção são parte essencial da estratégia que: 

  • Acompanha o desempenho das atividades;

  • Avalia a eficiência da equipe de TI;

  • Identifica áreas que precisam de melhorias;

  • Reconhece o que está funcionando bem. 

Para isso, é crucial conhecer essas métricas, seus conceitos e aplicações. Desse modo, você poderá selecionar aquelas que melhor se alinham aos objetivos da empresa em seu planejamento de manutenção preventiva.  Conheça os indicadores que podem pautar o seu contrato de manutenção preventiva de TI

MTBF e MTTR

MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio Entre Falhas) e MTTR (Mean Time To Repair ou Tempo Médio Para Reparo) são indicadores cruciais para a manutenção, que operam em conjunto.  O MTBF indica quanto tempo um equipamento pode funcionar normalmente antes de apresentar uma nova falha, refletindo sua confiabilidade. Por outro lado, o MTTR informa o tempo médio necessário para que o equipamento retorne à operação após a correção de falhas.

Disponibilidade

A disponibilidade é um indicador que revela a capacidade de uso do equipamento. Quanto maior essa taxa, mais eficiente a manutenção preventiva TI.

MPd

O indicador MPd (Manutenção Planejada) avalia se as etapas estabelecidas no cronograma de manutenção estão sendo cumpridas com sucesso. Ele mede o êxito do planejamento, ajudando a identificar o que está funcionando conforme o esperado.

MP

A métrica MP (Manutenção Preventiva) é focada em ações de manutenção preventiva que não estão produzindo os resultados desejados. Assim como o MPd, analisa a eficácia do planejamento estratégico, permitindo entender quais aspectos precisam de ajustes.

ERV

ERV (Estimated Replace Value ou Valor Estimado De Troca) é um indicador fundamental para avaliar a conveniência de continuar a manutenção de um equipamento em vez de substituí-lo. Ele ajuda a decidir o momento certo para a troca, considerando custos e benefícios.

CMF

CMF (Custo de Manutenção/Faturamento) representa a gestão financeira do planejamento de manutenção preventiva e é um dos indicadores mais importantes.  Essa métrica identifica se as ações previstas são economicamente viáveis para a organização, possibilitando uma alocação de recursos mais eficiente.

Backlog

O backlog indica o tempo necessário para que a equipe de manutenção resolva todas as pendências. Essa métrica avalia a capacidade técnica da equipe e ajuda a determinar se é o momento de considerar a contratação de uma empresa terceirizada para auxiliar nos serviços.

Tenha uma gestão de TI proativa com Milvus

Invista na eficiência e confiabilidade da sua infraestrutura de TI com as soluções do Milvus. Com um sistema de manutenção preventiva TI bem estruturado, você pode minimizar riscos, reduzir custos e maximizar a performance dos seus equipamentos.  Não deixe que falhas inesperadas impactem suas operações! Entre em contato conosco para descobrir como nossas ferramentas de monitoramento e gerenciamento de ativos podem transformar a sua abordagem de TI.  Acesse Milvus e comece a construir uma gestão de TI proativa hoje mesmo!


 

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Manutenção Preventiva TI: TUDO o que gestores precisam saber!

Felix Schultz

No cenário cada vez mais digital das empresas, a tecnologia da informação desempenha papel vital no sucesso dos negócios. No entanto, muitos gestores ainda subestimam a importância da manutenção preventiva TI.  Contudo, destacamos que, melhor que manter a infraestrutura de TI em pleno funcionamento, resolvendo problemas assim que aparecem, é evitar que eles aconteçam.  Sendo assim, neste artigo, vamos explorar detalhadamente tudo o que você, gestor, precisa saber sobre manutenção preventiva de TI. Confira! 

O que é manutenção preventiva TI?

A manutenção preventiva TI refere-se a um conjunto de práticas proativas destinadas a evitar falhas e otimizar o desempenho de sistemas, equipamentos e redes. Portanto, essa abordagem tem como foco antecipar problemas, identificando e resolvendo potenciais erros antes que eles possam afetar as operações.  Ao adotar um plano de manutenção preventiva TI, é possível reduzir o risco de interrupções inesperadas. Sem falar que minimiza o tempo de inatividade dos colaboradores e prolonga a vida útil dos equipamentos.  Além disso, essa estratégia permite uma gestão eficiente dos recursos. Afinal, ao  assegurar a estabilidade operacional, evita custos relacionados à recuperação de sistemas após falhas.

O que se faz na manutenção preventiva?

Na manutenção preventiva em computadores, realizam-se ações proativas para garantir que sistemas e equipamentos funcionem de maneira eficiente e confiável.  Por isso, algumas das principais atividades da manutenção preventiva TI são:

  • Verificações regulares;

  • Atualizações de software;

  • Substituição de componentes desgastados;

  • Implementação de protocolos de segurança.

Leia mais: 10 dicas para ser proativo em sua gestão de TI 

Quais os 4 pontos essenciais para uma manutenção preventiva?

Existem pontos cruciais para prevenir erros no inventário de máquinas e softwares dos seus clientes ou da sua empresa. Confira um breve checklist manutenção preventiva TI abaixo:

  • Planejamento:

Estabeleça um cronograma para realizar inspeções e manutenções de acordo com as necessidades dos equipamentos. Esse planejamento deve considerar a intensidade de uso dos dispositivos e prever o momento ideal para intervenções sem comprometer a operação;

  • Monitoramento: 

Utilize ferramentas e sistemas de monitoramento contínuo, como o Milvus, para acompanhar o desempenho dos equipamentos. Assim, é possível identificar variações, receber alertas e até abrir tickets automaticamente caso sejam identificados potenciais problemas;

  • Documentação

Mantenha registros detalhados de todas as manutenções realizadas, incluindo data, componentes substituídos e verificações feitas. Essa documentação ajuda a garantir um histórico que facilita o controle e futuras intervenções;

  • Treinamento da equipe

Garanta que a equipe técnica e os usuários tenham conhecimento das melhores práticas para o uso adequado dos sistemas. Capacite também os profissionais de TI para realizar as manutenções conforme os padrões necessários.


 

Tipos de manutenção preventiva

Existem diferentes abordagens para a manutenção preventiva TI, cada uma adaptada às características e necessidades dos equipamentos. Para explicar melhor e ajudá-lo a entender os modelos de procedimentos de manutenção preventiva de TI, abaixo estão os principais tipos. Confira!

I. Manutenção de Parada

A manutenção de parada envolve a interrupção temporária do uso do equipamento para realizar revisões completas e reparos. O objetivo é restaurar o equipamento próximo da condição original, prolongando sua vida útil e prevenindo falhas maiores.  Então, esse tipo de manutenção geralmente é realizada em intervalos planejados, quando é possível parar o equipamento sem comprometer a operação da empresa.

II. Manutenção Baseada no Tempo 

A manutenção baseada no tempo é programada com base no histórico de uso do equipamento e nas inspeções regulares. Ela inclui ações como inspeção visual, lubrificação, limpeza e substituição de peças que podem se desgastar com o tempo.  Essa abordagem tem como foco evitar falhas inesperadas, atuando de forma preventiva com base no tempo de operação dos equipamentos.

III. Manutenção Baseada nas Condições

A manutenção baseada nas condições se diferencia por considerar o estado real do equipamento, em vez de apenas o tempo de uso ou intervalos fixos entre manutenções.  Para sua eficácia, é necessário monitoramento constante, geralmente realizado por equipes especializadas. Para isso, podem ser utilizados sistemas para identificar sinais de desgaste ou falhas iminentes.  Com essa abordagem, é possível realizar manutenções apenas quando necessário, otimizando o tempo e os recursos.

Manutenção preventiva x corretiva x preditiva?

É crucial entender as diferenças entre os modelos de manutenção preventiva TI para otimizar a gestão de TI proativa. A manutenção preventiva, por exemplo, é uma abordagem proativa, focada em evitar falhas antes que elas ocorram. Por meio de um cronograma bem estruturado, essa prática inclui inspeções regulares, atualizações de software e substituição de peças desgastadas. Já a manutenção corretiva é reativa.  Ou seja, o principal objetivo é corrigir falhas que já se manifestaram. Essa abordagem é utilizada quando um equipamento ou sistema apresenta problemas que precisam ser resolvidos imediatamente para restaurar o funcionamento.  Em contrapartida a manutenção preditiva compartilha algumas semelhanças com a manutenção preventiva. No entanto, sua abordagem é diferente. Isso pois, esse modelo utiliza tecnologias avançadas, como sensores e monitoramento em tempo real, para avaliar o estado de funcionamento dos equipamentos.  Leia também no blog: Gerenciamento de TI: afinal, quais as diferenças entre reativo e proativo?

Qual a importância da manutenção preventiva em TI?

A falta de um planejamento adequado e de cronograma para a manutenção de equipamentos pode resultar em danos irreversíveis. Essa razão sozinha já deveria ser suficiente para justificar o investimento em manutenção preventiva na sua empresa.  Além disso, a prática está diretamente relacionada à redução de custos. Afinal, intervenções emergenciais de manutenção resultam em despesas elevadas, com a compra de peças e a contratação rápida de equipes especializadas. Outro benefício é a diminuição de perdas, pois uma equipe dedicada acompanhará o estado do hardware e do software, evitando desgastes desnecessários. Isso se traduz em um desempenho aprimorado dos servidores e na eficiência da equipe. Para exemplificar, imagine uma situação em que sua empresa está cheia, seu time está envolvido em um projeto importante, e você precisa fechar um contrato, mas os computadores simplesmente falham. Essa situação poderia ser evitada com a adoção de um cronograma sólido de manutenção preventiva TI.

Como montar um plano de manutenção preventiva?

Como vimos até agora, a eficácia da manutenção preventiva TI está intimamente ligada a um planejamento bem estruturado. Para te ajudar a implementá-la, listamos algumas dicas a seguir. Confira!

  • Atualização regular dos softwares

Manter os softwares da organização atualizados é essencial para prevenir problemas. Atualizações corrigem vulnerabilidades, agilizam processos e melhoram o desempenho geral.  Então, estabelecer rotinas com datas programadas para as atualizações, assegura que esses updates não se acumulem e comprometam o desempenho do sistema.

  • Calendário de limpeza dos equipamentos

A limpeza dos equipamentos é um procedimento simples, mas extremamente importante. Até porque, equipamentos sujos podem operar com eficiência reduzida, afetando todos os processos da empresa.  Por isso, é crucial implementar um calendário de limpeza regular. Um cronograma bem executado aumenta a vida útil dos equipamentos, bem como diminui a necessidade de investimentos na compra de novas máquinas.

  • Monitoramento e investimento na equipe

Para que o planejamento seja efetivo, é fundamental monitorar a equipe. E, a manutenção preventiva TI não é exceção. Assim como os sistemas requerem atualizações, a equipe deve receber treinamento contínuo para garantir que o planejamento de manutenção preventiva funcione adequadamente.  A capacitação deve abranger o cuidado com os equipamentos, o uso adequado dos sistemas e o funcionamento do planejamento de manutenção, garantindo que todos os objetivos estejam alinhados.

  • Temperatura e umidade do ambiente

Embora possa parecer apenas um detalhe, a temperatura da sala de máquinas tem impacto direto na vida útil dos equipamentos. Portanto, é essencial que o sistema de climatização esteja projetado para manter o ambiente seco e fresco.

  • Terceirização da manutenção preventiva

Contratar empresas especializadas em manutenção preventiva é uma boa estratégia no campo da tecnologia. Afinal, equipes externas, não envolvidas nos processos internos da organização, conseguem identificar com mais clareza as vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.  Elas também sugerem soluções práticas de maneira ágil, sem estar sobrecarregada por outras responsabilidades da empresa. Além disso, a organização prestadora de serviços se encarrega de fornecer uma equipe qualificada.


 

O que deve constar no programa de manutenção preventiva?

Entre as regras para manutenção preventiva em TI está a abrangência para garantir a eficácia e a durabilidade dos equipamentos e sistemas.  Assim, alguns dos elementos essenciais que devem constar em um programa de manutenção preventiva TI são: 

  • Inventário de Equipamentos: lista completa de todos os equipamentos, sistemas e componentes que precisam de manutenção. Importante constar detalhes como modelo, número de série, localização e especificações técnicas; 

  • Cronograma de Manutenção: planejamento detalhado das atividades de manutenção preventiva, incluindo frequência (diária, semanal, mensal, trimestral). Datas programadas para as manutenções e responsáveis por cada tarefa; 

  • Checklist de Inspeção: listas de verificação para as inspeções regulares, incluindo itens a serem inspecionados e critérios de aceitação. Registro de anomalias e ações corretivas necessárias; 

  • Procedimentos Operacionais: documentação sobre como realizar as manutenções, com instruções passo a passo para cada atividade. Orientações sobre como lidar com problemas comuns e a forma de reportá-los; 

  • Registro de Manutenções Realizadas: sistema para registrar todas as atividades de manutenção executadas, incluindo data, tipo de manutenção, peças trocadas e observações. Registro de custos associados a cada manutenção para análise futura; 

  • Treinamento e Capacitação: programa de treinamento contínuo para a equipe responsável pela manutenção, abordando as melhores práticas e novos procedimentos. Registro dos treinamentos realizados e das competências adquiridas pela equipe; 

  • Monitoramento de Condições: uso de ferramentas e tecnologias para monitorar o desempenho dos equipamentos em tempo real. Indicadores Chaves de Desempenho (KPIs) para avaliar a eficácia do programa de manutenção; 

  • Análise de Risco: identificação de potenciais riscos associados a falhas de equipamentos e como mitigá-los por meio da manutenção preventiva. Planos de contingência para situações de emergência;

  • Orçamento e Custos: estimativa de custos associados ao programa de manutenção preventiva, incluindo peças, mão de obra e treinamentos. Avaliação do retorno sobre investimento (ROI) da manutenção preventiva em comparação com custos de manutenção corretiva; 

  • Revisão e Atualização do Programa: processos para revisar e atualizar regularmente o programa de manutenção preventiva, garantindo que ele se mantenha relevante e eficaz. Feedback da equipe sobre o programa e sugestões de melhorias.

Incorporar esses elementos em um programa de manutenção preventiva ajudará a garantir que os equipamentos operem de maneira confiável e eficiente.  

Principais indicadores de manutenção em TI

Os indicadores de manutenção são parte essencial da estratégia que: 

  • Acompanha o desempenho das atividades;

  • Avalia a eficiência da equipe de TI;

  • Identifica áreas que precisam de melhorias;

  • Reconhece o que está funcionando bem. 

Para isso, é crucial conhecer essas métricas, seus conceitos e aplicações. Desse modo, você poderá selecionar aquelas que melhor se alinham aos objetivos da empresa em seu planejamento de manutenção preventiva.  Conheça os indicadores que podem pautar o seu contrato de manutenção preventiva de TI

MTBF e MTTR

MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio Entre Falhas) e MTTR (Mean Time To Repair ou Tempo Médio Para Reparo) são indicadores cruciais para a manutenção, que operam em conjunto.  O MTBF indica quanto tempo um equipamento pode funcionar normalmente antes de apresentar uma nova falha, refletindo sua confiabilidade. Por outro lado, o MTTR informa o tempo médio necessário para que o equipamento retorne à operação após a correção de falhas.

Disponibilidade

A disponibilidade é um indicador que revela a capacidade de uso do equipamento. Quanto maior essa taxa, mais eficiente a manutenção preventiva TI.

MPd

O indicador MPd (Manutenção Planejada) avalia se as etapas estabelecidas no cronograma de manutenção estão sendo cumpridas com sucesso. Ele mede o êxito do planejamento, ajudando a identificar o que está funcionando conforme o esperado.

MP

A métrica MP (Manutenção Preventiva) é focada em ações de manutenção preventiva que não estão produzindo os resultados desejados. Assim como o MPd, analisa a eficácia do planejamento estratégico, permitindo entender quais aspectos precisam de ajustes.

ERV

ERV (Estimated Replace Value ou Valor Estimado De Troca) é um indicador fundamental para avaliar a conveniência de continuar a manutenção de um equipamento em vez de substituí-lo. Ele ajuda a decidir o momento certo para a troca, considerando custos e benefícios.

CMF

CMF (Custo de Manutenção/Faturamento) representa a gestão financeira do planejamento de manutenção preventiva e é um dos indicadores mais importantes.  Essa métrica identifica se as ações previstas são economicamente viáveis para a organização, possibilitando uma alocação de recursos mais eficiente.

Backlog

O backlog indica o tempo necessário para que a equipe de manutenção resolva todas as pendências. Essa métrica avalia a capacidade técnica da equipe e ajuda a determinar se é o momento de considerar a contratação de uma empresa terceirizada para auxiliar nos serviços.

Tenha uma gestão de TI proativa com Milvus

Invista na eficiência e confiabilidade da sua infraestrutura de TI com as soluções do Milvus. Com um sistema de manutenção preventiva TI bem estruturado, você pode minimizar riscos, reduzir custos e maximizar a performance dos seus equipamentos.  Não deixe que falhas inesperadas impactem suas operações! Entre em contato conosco para descobrir como nossas ferramentas de monitoramento e gerenciamento de ativos podem transformar a sua abordagem de TI.  Acesse Milvus e comece a construir uma gestão de TI proativa hoje mesmo!


 

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Inteligência artificial para suporte técnico: como a tecnologia ajuda suas equipes

Felix Schultz

O uso da Inteligência Artificial para suporte técnico assegura inúmeros benefícios para a sua empresa. Isso pois a tecnologia permite que as equipes aumentem a eficiência, acelerem a resolução de problemas e melhorem a satisfação do cliente. No entanto, 78% dos executivos de TI alegam que ainda precisam conhecer mais sobre a tecnologia antes de fazer investimentos significativos. Se você faz parte dessa parcela e ainda tem dúvidas sobre o uso da IA para suporte técnico, confira esse conteúdo exclusivo. Boa leitura! 

O que é a Inteligência Artificial para suporte técnico?

A Inteligência Artificial (IA) para suporte técnico refere-se a um conjunto de tecnologias que, por meio de modelos matemáticos, são capazes de aprender, entender problemas e resolvê-los, bem como se adaptar a diversas linguagens e tomar decisões.  Assim, a aplicação da IA para TI possibilita a resolução de problemas técnicos de maneira mais rápida e precisa. Ao mesmo tempo, libera os profissionais humanos para focar em questões mais complexas.  Dessa forma, a IA pode, por exemplo, analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e prever falhas. Além disso, é capaz de automatizar respostas para questões comuns e fornecer assistência em tempo real durante interações com clientes.  Em resumo, essa tecnologia não apenas melhora a eficiência operacional, mas também eleva o nível de satisfação do cliente. Afinal, torna o suporte técnico mais ágil, proativo e personalizado. Não à toa, uma pesquisa da Deloitte mostra que 70% das empresas entrevistadas investirão em IA para o negócio. 

Quais as vantagens da IA no atendimento?

As três principais vantagens da Inteligência Artificial no atendimento ao cliente são: 

  • A possibilidade de usar a tecnologia para criar experiências personalizadas ao atender as demandas do cliente;

  • A integração de dados e insights para interações mais assertivas; 

  • E a automação de tarefas.

Aplicações da IA no suporte técnico

A Inteligência Artificial para atendimento ao cliente está em constante evolução. Isso permite que ela seja utilizada em diversas etapas do relacionamento com o público, desde o pré até o pós-vendas.  Ainda, seu avanço expandiu as possibilidades de utilização da tecnologia. Abaixo,  listamos algumas das principais aplicações da Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

1. Resolução do Atendimento N1

A Inteligência Artificial tem revolucionado o dia a dia dos profissionais de TI. Especialmente no que diz respeito ao atendimento de Nível 1 (N1), no qual questões básicas e repetitivas são frequentes.  Nesses casos, é possível alimentar a base de conhecimento da IA com as informações do seu negócio. Assim, ao fornecer respostas automáticas, o chatbot baseado em IA permite que as solicitações dos usuários sejam resolvidas em tempo real, com soluções assertivas e sem a necessidade de intervenção humana.  Essa automação melhora significativamente a eficiência do atendimento, liberando as equipes de suporte para focarem em problemas mais complexos.  Além disso, o uso da Inteligência Artificial atendimento ao cliente aprende continuamente com cada interação.  Assim, torna-se mais eficaz com o tempo, o que resulta em uma experiência ágil e satisfatória.

2. Agilização de respostas

A integração com Inteligência artificial para suporte técnico permite que as respostas sejam automatizadas e entregues de maneira quase instantânea. Isso é feito a partir de algoritmos que analisam a base de conhecimento e oferecem soluções adequadas em tempo real.  Portanto, é possível reduzir drasticamente o tempo de espera de atendimento. Isso é vital em um ambiente de suporte onde cada segundo importa. Até porque, com a automação das respostas para questões recorrentes ou de baixa complexidade, suas equipes ganham tempo para se dedicar a problemas mais desafiadores e específicos, aumentando a eficiência geral do suporte.  Dessa forma, com as ferramentas TI automatizadas, sua empresa garante maior satisfação dos clientes. Afinal, eles percebem um atendimento mais eficaz e proativo.

3. Transcrição de áudios

A transcrição de áudios é um recurso fundamental da Inteligência Artificial TI, especialmente no ambiente omnichannel. No Milvus, essa funcionalidade permite que as mensagens de voz dos clientes sejam automaticamente convertidas em texto.  Assim, permite que as equipes tenham uma visão completa e detalhada das solicitações dos clientes, independentemente de como elas foram feitas. Sem falar que facilita a análise e o acompanhamento do histórico de atendimento.  Como resultado, aprimora a eficiência do atendimento e a qualidade do serviço prestado. Vale destacar que a funcionalidade é fundamental em um suporte multicanal, uma vez que possibilita a integração de dados de diferentes canais de comunicação.  Portanto, em um ambiente onde os clientes esperam respostas rápidas e consistentes, essa ferramenta de IA é um diferencial. 

4. Correção ortográfica das respostas de agentes

A correção ortográfica automática das respostas dos agentes garante um nível elevado de profissionalismo e clareza na comunicação com clientes. Com a integração da Inteligência Artificial para suporte técnico, a revisão ortográfica e gramatical deixa de depender dos humanos.  Nesse caso, a IA identifica e corrige erros em tempo real, antes que as respostas sejam enviadas. Isso é crucial para manter a confiança dos clientes, pois mensagens bem escritas transmitem maior credibilidade, e também evita mal-entendidos.  Além de melhorar a qualidade da comunicação, a correção ortográfica automatizada contribui para a eficiência das equipes de suporte. Isso porque, ao reduzir a necessidade de revisões manuais, os agentes podem focar em resolver as solicitações de forma rápida e eficaz.

5. Análise de dados

A análise de dados gerados a partir das interações com os clientes é crucial para aprimorar o suporte técnico da sua empresa. Assim, é possivel identificar tendências, padrões de comportamento e áreas que precisam de melhorias.  Ferramentas de IA podem apoiar nessa interpretação de dados, que também permite uma tomada de decisão mais informada. Assim, as empresas podem obter insights profundos que melhoram continuamente a eficiência e a eficácia do suporte técnico, resultando em uma experiência mais satisfatória para os clientes.

Como treinar a equipe de suporte técnico para usar IA?

Segundo o estudo Global AI Adoption Index 2022, realizado pela Morning Consult, 41% das empresas no Brasil já utilizam IA em suas operações. Isso se deve, em grande parte, ao fato de que a IA se tornou mais acessível para 56% dessas empresas e passou a ser incluída em aplicativos de negócios padrão para 48%. No entanto, além da contratação da tecnologia, treinar a equipe de suporte técnico para utilizar a IA é uma etapa essencial. Assim, o primeiro passo é garantir que todos compreendam o funcionamento da tecnologia e como ela pode ser aplicada no suporte técnico.  Além disso, é importante familiarizar a equipe com as ferramentas específicas que serão utilizadas. Seja com novos processos de alimentação da base de conhecimento da IA, ou como utilizá-la na rotina.   Ademais, à medida que a IA continua a evoluir, o treinamento contínuo e a atualização das habilidades da equipe serão essenciais para manter um suporte técnico eficiente e alinhado com as melhores práticas do mercado. 

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Se você gostou deste conteúdo e quer aprender ainda mais sobre como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente e ajudá-lo a conquistar um atendimento 5 estrelas, não perca nossos episódios no YouTube!  Nosso canal sempre tem novidades e grandes convidados que compartilham dicas valiosas para levar seu atendimento ao próximo nível. Inscreva-se e fique por dentro das melhores práticas para oferecer um serviço excepcional com a Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

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Inteligência artificial para suporte técnico: como a tecnologia ajuda suas equipes

Felix Schultz

O uso da Inteligência Artificial para suporte técnico assegura inúmeros benefícios para a sua empresa. Isso pois a tecnologia permite que as equipes aumentem a eficiência, acelerem a resolução de problemas e melhorem a satisfação do cliente. No entanto, 78% dos executivos de TI alegam que ainda precisam conhecer mais sobre a tecnologia antes de fazer investimentos significativos. Se você faz parte dessa parcela e ainda tem dúvidas sobre o uso da IA para suporte técnico, confira esse conteúdo exclusivo. Boa leitura! 

O que é a Inteligência Artificial para suporte técnico?

A Inteligência Artificial (IA) para suporte técnico refere-se a um conjunto de tecnologias que, por meio de modelos matemáticos, são capazes de aprender, entender problemas e resolvê-los, bem como se adaptar a diversas linguagens e tomar decisões.  Assim, a aplicação da IA para TI possibilita a resolução de problemas técnicos de maneira mais rápida e precisa. Ao mesmo tempo, libera os profissionais humanos para focar em questões mais complexas.  Dessa forma, a IA pode, por exemplo, analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e prever falhas. Além disso, é capaz de automatizar respostas para questões comuns e fornecer assistência em tempo real durante interações com clientes.  Em resumo, essa tecnologia não apenas melhora a eficiência operacional, mas também eleva o nível de satisfação do cliente. Afinal, torna o suporte técnico mais ágil, proativo e personalizado. Não à toa, uma pesquisa da Deloitte mostra que 70% das empresas entrevistadas investirão em IA para o negócio. 

Quais as vantagens da IA no atendimento?

As três principais vantagens da Inteligência Artificial no atendimento ao cliente são: 

  • A possibilidade de usar a tecnologia para criar experiências personalizadas ao atender as demandas do cliente;

  • A integração de dados e insights para interações mais assertivas; 

  • E a automação de tarefas.

Aplicações da IA no suporte técnico

A Inteligência Artificial para atendimento ao cliente está em constante evolução. Isso permite que ela seja utilizada em diversas etapas do relacionamento com o público, desde o pré até o pós-vendas.  Ainda, seu avanço expandiu as possibilidades de utilização da tecnologia. Abaixo,  listamos algumas das principais aplicações da Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

1. Resolução do Atendimento N1

A Inteligência Artificial tem revolucionado o dia a dia dos profissionais de TI. Especialmente no que diz respeito ao atendimento de Nível 1 (N1), no qual questões básicas e repetitivas são frequentes.  Nesses casos, é possível alimentar a base de conhecimento da IA com as informações do seu negócio. Assim, ao fornecer respostas automáticas, o chatbot baseado em IA permite que as solicitações dos usuários sejam resolvidas em tempo real, com soluções assertivas e sem a necessidade de intervenção humana.  Essa automação melhora significativamente a eficiência do atendimento, liberando as equipes de suporte para focarem em problemas mais complexos.  Além disso, o uso da Inteligência Artificial atendimento ao cliente aprende continuamente com cada interação.  Assim, torna-se mais eficaz com o tempo, o que resulta em uma experiência ágil e satisfatória.

2. Agilização de respostas

A integração com Inteligência artificial para suporte técnico permite que as respostas sejam automatizadas e entregues de maneira quase instantânea. Isso é feito a partir de algoritmos que analisam a base de conhecimento e oferecem soluções adequadas em tempo real.  Portanto, é possível reduzir drasticamente o tempo de espera de atendimento. Isso é vital em um ambiente de suporte onde cada segundo importa. Até porque, com a automação das respostas para questões recorrentes ou de baixa complexidade, suas equipes ganham tempo para se dedicar a problemas mais desafiadores e específicos, aumentando a eficiência geral do suporte.  Dessa forma, com as ferramentas TI automatizadas, sua empresa garante maior satisfação dos clientes. Afinal, eles percebem um atendimento mais eficaz e proativo.

3. Transcrição de áudios

A transcrição de áudios é um recurso fundamental da Inteligência Artificial TI, especialmente no ambiente omnichannel. No Milvus, essa funcionalidade permite que as mensagens de voz dos clientes sejam automaticamente convertidas em texto.  Assim, permite que as equipes tenham uma visão completa e detalhada das solicitações dos clientes, independentemente de como elas foram feitas. Sem falar que facilita a análise e o acompanhamento do histórico de atendimento.  Como resultado, aprimora a eficiência do atendimento e a qualidade do serviço prestado. Vale destacar que a funcionalidade é fundamental em um suporte multicanal, uma vez que possibilita a integração de dados de diferentes canais de comunicação.  Portanto, em um ambiente onde os clientes esperam respostas rápidas e consistentes, essa ferramenta de IA é um diferencial. 

4. Correção ortográfica das respostas de agentes

A correção ortográfica automática das respostas dos agentes garante um nível elevado de profissionalismo e clareza na comunicação com clientes. Com a integração da Inteligência Artificial para suporte técnico, a revisão ortográfica e gramatical deixa de depender dos humanos.  Nesse caso, a IA identifica e corrige erros em tempo real, antes que as respostas sejam enviadas. Isso é crucial para manter a confiança dos clientes, pois mensagens bem escritas transmitem maior credibilidade, e também evita mal-entendidos.  Além de melhorar a qualidade da comunicação, a correção ortográfica automatizada contribui para a eficiência das equipes de suporte. Isso porque, ao reduzir a necessidade de revisões manuais, os agentes podem focar em resolver as solicitações de forma rápida e eficaz.

5. Análise de dados

A análise de dados gerados a partir das interações com os clientes é crucial para aprimorar o suporte técnico da sua empresa. Assim, é possivel identificar tendências, padrões de comportamento e áreas que precisam de melhorias.  Ferramentas de IA podem apoiar nessa interpretação de dados, que também permite uma tomada de decisão mais informada. Assim, as empresas podem obter insights profundos que melhoram continuamente a eficiência e a eficácia do suporte técnico, resultando em uma experiência mais satisfatória para os clientes.

Como treinar a equipe de suporte técnico para usar IA?

Segundo o estudo Global AI Adoption Index 2022, realizado pela Morning Consult, 41% das empresas no Brasil já utilizam IA em suas operações. Isso se deve, em grande parte, ao fato de que a IA se tornou mais acessível para 56% dessas empresas e passou a ser incluída em aplicativos de negócios padrão para 48%. No entanto, além da contratação da tecnologia, treinar a equipe de suporte técnico para utilizar a IA é uma etapa essencial. Assim, o primeiro passo é garantir que todos compreendam o funcionamento da tecnologia e como ela pode ser aplicada no suporte técnico.  Além disso, é importante familiarizar a equipe com as ferramentas específicas que serão utilizadas. Seja com novos processos de alimentação da base de conhecimento da IA, ou como utilizá-la na rotina.   Ademais, à medida que a IA continua a evoluir, o treinamento contínuo e a atualização das habilidades da equipe serão essenciais para manter um suporte técnico eficiente e alinhado com as melhores práticas do mercado. 

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Se você gostou deste conteúdo e quer aprender ainda mais sobre como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente e ajudá-lo a conquistar um atendimento 5 estrelas, não perca nossos episódios no YouTube!  Nosso canal sempre tem novidades e grandes convidados que compartilham dicas valiosas para levar seu atendimento ao próximo nível. Inscreva-se e fique por dentro das melhores práticas para oferecer um serviço excepcional com a Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

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4 benefícios dos cofres de senhas para a TI corporativa!

Felix Schultz

Investir na segurança digital é, há algum tempo, uma postura fundamental para todas as empresas. No entanto, os crimes cibernéticos se reinventam a todo momento e, por isso, é importante estar munido de mais de uma estratégia para se proteger. É nesse contexto que os cofres de senhas se destacam como uma ferramenta indispensável.  Mas, o que exatamente é um cofre de senha corporativo e como ele pode beneficiar tanto o seu negócio ou área de TI?  Para ajudá-lo a entender melhor sobre essa ferramenta, preparamos este artigo completo. Continue a leitura e veja como contar com um cofre de senhas também pode ser uma vantagem competitiva no mercado. 

O que são cofres de senhas?

Cofre de senhas é um sistema projetado para armazenar e gerenciar credenciais de acesso de forma segura. Ou seja, funciona como armazém digital, no qual todas as senhas da organização são guardadas de maneira criptografada.  Isso significa que somente usuários autorizados podem acessar essas informações, reduzindo significativamente o risco de violações de segurança de senha. Dessa maneira, o método de armazenamento é especialmente importante no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Afinal, a legislação impõe diversas obrigações às empresas e pessoas físicas que tratam dados pessoais.  Entre elas, estão medidas de segurança para proteger os dados contra acessos não autorizados, destruição, perda, alteração ou tratamento indevido. Portanto, os cofres de senhas para a TI corporativa ajudam a cumprir essas exigências, uma vez que proporcionam uma camada extra de segurança e conformidade regulatória.

Como funcionam os cofres de senhas?

Os cofres de senhas utilizam criptografia avançada para proteger as credenciais armazenadas. Ou seja, consiste na proteção de informações por meio do uso de algoritmos codificados, hashes e assinaturas.  Além disso, os dados criptografados ficam em um local seguro, seja em seu próprio dispositivo (cofres locais) ou em servidores remotos na nuvem (cofres baseados em nuvem).  Dessa forma, são indecifráveis para quem não possui a chave de acesso. Essa chave, por sua vez, é a sua senha mestre, a chave principal do seu cofre - que deve ser longa, complexa e única.  Aqui, a dica é combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Por outro lado, é totalmente desaconselhado reutilizar a senha de outros sites ou serviços. Afinal, a segurança do seu cofre de senhas depende diretamente da força da sua senha mestre, e qualquer vazamento de dados pode comprometê-la.  Inclusive, algumas soluções de cofres de senhas até podem simplificar essa tarefa e já geram senhas fortes e exclusivas para cada um dos seus sites e aplicativos. Apesar de todos os detalhes técnicos, os cofres operam por meio de uma interface amigável. Assim, os usuários podem adicionar, remover e compartilhar senhas de maneira segura e prática.  Outro ponto que merece destaque é que cofres confiáveis contam com medidas que reforçam a proteção dos seus dados, como a autenticação em dois fatores. Ela proporciona uma camada adicional de proteção pois exige que você forneça uma prova adicional de sua identidade.  Além disso, algumas soluções incluem auditorias de segurança e relatórios detalhados sobre o uso das senhas. Assim, ajudam as equipes de TI a monitorar e gerenciar o acesso aos recursos da empresa. O Milvus, por exemplo, além de gerir demandas simples e complexas de TI, com inventário, acesso remoto e muito mais, oferece uma solução completa de administrador de senhas.  Com a ferramenta de gerenciamento, é possível armazenar credenciais de forma segura, compartilhá-las com outros membros da equipe e realizar auditorias de acesso.  Ademais, integramos sua ferramenta de cofre de senhas com a Ferramenta LGPD, que ajuda a TI corporativa a garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados nos dados do seu cliente.  Essa integração permite que as organizações mantenham suas senhas protegidas enquanto aderem às exigências legais de proteção de dados. Com isso, é possível oferecer uma solução abrangente para a segurança e conformidade regulatória. Para exemplificar, algumas das vantagens ferramenta LGPD incluem: 

  • Análise automática de cookies; 

  • Registro de consentimento; 

  • Dashboard em tempo real; 

  • Acesso ao portal do cliente; 

  • OutSource DPO para cliente. 

 

Benefícios dos cofres de senhas!

Implementar um cofre de senhas para a TI corporativa transforma a maneira como uma organização gerencia credenciais e protege dados sensíveis. Bem como oferece uma série de vantagens que vão além da simples armazenagem de senhas.  Nesta seção, exploraremos os principais benefícios dos cofres de senhas. Veja como essa ferramenta pode prevenir violações de dados, agilizar o acesso a informações críticas e facilitar o trabalho das equipes de TI.   

1. Evita violações de dados que podem prejudicar o negócio 

A violação de informações confidenciais pode ocasionar o roubo de informações confidenciais, como dados de clientes, dados financeiros ou propriedade intelectual. Ou, então, no pior dos casos, pode até levar à interrupção das operações, no caso de ataques DDoS ou malware.  Eles deixam os sistemas indisponíveis, interrompem as operações e, como resultado, causam perdas financeiras e, principalmente, danos à reputação que podem ser irreversíveis. Além disso, lidar com um ataque cibernético pode gerar custos com recuperação de dados, reparo de sistemas, investigação forense e ações legais. Sem falar nas multas por violação de dados. Portanto, os cofres de senhas minimizam esse risco ao garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso às credenciais. Com a criptografia de ponta a ponta, mesmo que um criminoso consiga acessar o cofre, ele não poderá decifrar as senhas armazenadas sem a chave correta.

2. Acesse senhas de forma rápida e segura

Conseguir acessar as senhas de forma rápida e prática é crucial para manter a produtividade. Com um cofre de senhas, não apenas os membros da equipe de TI corporativo conseguem acessar rapidamente as credenciais necessárias para realizar suas tarefas diárias, mas também todo o restante do time.  Os cofres também solucionam erros de autenticação, facilitam o onboarding de novos colaboradores e reduzem o tempo gasto na recuperação de senhas esquecidas. 

3. Reduza o tempo de suporte à TI

Uma grande parte do tempo das equipes de TI é consumida com solicitações de redefinição de senhas.  Com um cofre de senhas, os usuários podem gerenciar suas próprias credenciais de forma segura, reduzindo a carga sobre o suporte técnico. Ou seja, a equipe de TI não precisa ser constantemente acionada e pode se concentrar em tarefas mais estratégicas que trazem benefícios para a empresa como um todo.

4. Diga adeus à frustração de redefinir senhas

Redefinir senhas pode ser um processo frustrante e demorado tanto para os usuários quanto para a equipe de TI. Os cofres de senhas eliminam essa frustração ao fornecer uma maneira fácil e segura de recuperar e atualizar senhas. Assim, melhora a experiência do usuário e aumenta a eficiência operacional.

Como manter a segurança dos cofres de senhas?

Como você viu acima, para garantir a segurança dos cofres de senhas, é fundamental ter uma postura proativa e seguir algumas práticas recomendadas. Primeiramente, escolha uma solução confiável e reconhecida no mercado, que ofereça criptografia robusta e autenticação multifatorial.  Afinal, a autenticação multifator (2FA) exige uma prova adicional de sua identidade além da senha mestre para acessar o seu cofre de senhas. Isso torna muito mais difícil para alguém obter acesso não autorizado, mesmo que saiba sua senha. Em segundo lugar, reforce a importância de uma senha mestre forte e exclusiva. Protegê-la é crucial para garantir que ninguém, nem mesmo os próprios desenvolvedores do cofre, tenha acesso às suas senhas armazenadas. Lembre-se de frisar que a senha mestre nunca deve ser compartilhada. Outra forma de reforçar a segurança é armazenando sua senha mestre em um cofre de senhas diferente daquele que você usa para armazenar suas outras senhas.  Você também deve manter o software do cofre de senhas atualizado, uma vez que atualizações frequentes corrigem falhas de segurança e vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers. Além disso, é claro, tenha sempre cuidado ao clicar em links ou abrir anexos e faça backups regulares do seu cofre de senhas. Assim, é possível recuperar seus dados em caso de perda ou falha do sistema. Também é importante monitorar as atividades no cofre de senhas, Então, verifique o histórico de logins, conferindo quem e quando acessou seu cofre de senhas. Algumas soluções permitem a ativação de notificações por email ou SMS sempre que alguém acessar sua conta.


 

A solução completa para o seu time de TI está aqui! 

Na busca por soluções seguras e eficientes para o gerenciamento de senhas, o Milvus se destaca como uma opção consolidada no mercado. Mais de 3 mil empresas utilizam as funcionalidades da plataforma para uma gestão de atendimento ao cliente e, também, gerenciamento de demandas de TI complexas.  Com uma interface intuitiva e recursos avançados de segurança, nosso gerenciador de senhas oferece todas as funcionalidades necessárias para proteger suas credenciais e otimizar a produtividade da sua equipe de TI.  Ainda tem dúvidas de como nossa solução pode beneficiar sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas e veja como podemos te ajudar!  

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4 benefícios dos cofres de senhas para a TI corporativa!

Felix Schultz

Investir na segurança digital é, há algum tempo, uma postura fundamental para todas as empresas. No entanto, os crimes cibernéticos se reinventam a todo momento e, por isso, é importante estar munido de mais de uma estratégia para se proteger. É nesse contexto que os cofres de senhas se destacam como uma ferramenta indispensável.  Mas, o que exatamente é um cofre de senha corporativo e como ele pode beneficiar tanto o seu negócio ou área de TI?  Para ajudá-lo a entender melhor sobre essa ferramenta, preparamos este artigo completo. Continue a leitura e veja como contar com um cofre de senhas também pode ser uma vantagem competitiva no mercado. 

O que são cofres de senhas?

Cofre de senhas é um sistema projetado para armazenar e gerenciar credenciais de acesso de forma segura. Ou seja, funciona como armazém digital, no qual todas as senhas da organização são guardadas de maneira criptografada.  Isso significa que somente usuários autorizados podem acessar essas informações, reduzindo significativamente o risco de violações de segurança de senha. Dessa maneira, o método de armazenamento é especialmente importante no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Afinal, a legislação impõe diversas obrigações às empresas e pessoas físicas que tratam dados pessoais.  Entre elas, estão medidas de segurança para proteger os dados contra acessos não autorizados, destruição, perda, alteração ou tratamento indevido. Portanto, os cofres de senhas para a TI corporativa ajudam a cumprir essas exigências, uma vez que proporcionam uma camada extra de segurança e conformidade regulatória.

Como funcionam os cofres de senhas?

Os cofres de senhas utilizam criptografia avançada para proteger as credenciais armazenadas. Ou seja, consiste na proteção de informações por meio do uso de algoritmos codificados, hashes e assinaturas.  Além disso, os dados criptografados ficam em um local seguro, seja em seu próprio dispositivo (cofres locais) ou em servidores remotos na nuvem (cofres baseados em nuvem).  Dessa forma, são indecifráveis para quem não possui a chave de acesso. Essa chave, por sua vez, é a sua senha mestre, a chave principal do seu cofre - que deve ser longa, complexa e única.  Aqui, a dica é combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Por outro lado, é totalmente desaconselhado reutilizar a senha de outros sites ou serviços. Afinal, a segurança do seu cofre de senhas depende diretamente da força da sua senha mestre, e qualquer vazamento de dados pode comprometê-la.  Inclusive, algumas soluções de cofres de senhas até podem simplificar essa tarefa e já geram senhas fortes e exclusivas para cada um dos seus sites e aplicativos. Apesar de todos os detalhes técnicos, os cofres operam por meio de uma interface amigável. Assim, os usuários podem adicionar, remover e compartilhar senhas de maneira segura e prática.  Outro ponto que merece destaque é que cofres confiáveis contam com medidas que reforçam a proteção dos seus dados, como a autenticação em dois fatores. Ela proporciona uma camada adicional de proteção pois exige que você forneça uma prova adicional de sua identidade.  Além disso, algumas soluções incluem auditorias de segurança e relatórios detalhados sobre o uso das senhas. Assim, ajudam as equipes de TI a monitorar e gerenciar o acesso aos recursos da empresa. O Milvus, por exemplo, além de gerir demandas simples e complexas de TI, com inventário, acesso remoto e muito mais, oferece uma solução completa de administrador de senhas.  Com a ferramenta de gerenciamento, é possível armazenar credenciais de forma segura, compartilhá-las com outros membros da equipe e realizar auditorias de acesso.  Ademais, integramos sua ferramenta de cofre de senhas com a Ferramenta LGPD, que ajuda a TI corporativa a garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados nos dados do seu cliente.  Essa integração permite que as organizações mantenham suas senhas protegidas enquanto aderem às exigências legais de proteção de dados. Com isso, é possível oferecer uma solução abrangente para a segurança e conformidade regulatória. Para exemplificar, algumas das vantagens ferramenta LGPD incluem: 

  • Análise automática de cookies; 

  • Registro de consentimento; 

  • Dashboard em tempo real; 

  • Acesso ao portal do cliente; 

  • OutSource DPO para cliente. 

 

Benefícios dos cofres de senhas!

Implementar um cofre de senhas para a TI corporativa transforma a maneira como uma organização gerencia credenciais e protege dados sensíveis. Bem como oferece uma série de vantagens que vão além da simples armazenagem de senhas.  Nesta seção, exploraremos os principais benefícios dos cofres de senhas. Veja como essa ferramenta pode prevenir violações de dados, agilizar o acesso a informações críticas e facilitar o trabalho das equipes de TI.   

1. Evita violações de dados que podem prejudicar o negócio 

A violação de informações confidenciais pode ocasionar o roubo de informações confidenciais, como dados de clientes, dados financeiros ou propriedade intelectual. Ou, então, no pior dos casos, pode até levar à interrupção das operações, no caso de ataques DDoS ou malware.  Eles deixam os sistemas indisponíveis, interrompem as operações e, como resultado, causam perdas financeiras e, principalmente, danos à reputação que podem ser irreversíveis. Além disso, lidar com um ataque cibernético pode gerar custos com recuperação de dados, reparo de sistemas, investigação forense e ações legais. Sem falar nas multas por violação de dados. Portanto, os cofres de senhas minimizam esse risco ao garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso às credenciais. Com a criptografia de ponta a ponta, mesmo que um criminoso consiga acessar o cofre, ele não poderá decifrar as senhas armazenadas sem a chave correta.

2. Acesse senhas de forma rápida e segura

Conseguir acessar as senhas de forma rápida e prática é crucial para manter a produtividade. Com um cofre de senhas, não apenas os membros da equipe de TI corporativo conseguem acessar rapidamente as credenciais necessárias para realizar suas tarefas diárias, mas também todo o restante do time.  Os cofres também solucionam erros de autenticação, facilitam o onboarding de novos colaboradores e reduzem o tempo gasto na recuperação de senhas esquecidas. 

3. Reduza o tempo de suporte à TI

Uma grande parte do tempo das equipes de TI é consumida com solicitações de redefinição de senhas.  Com um cofre de senhas, os usuários podem gerenciar suas próprias credenciais de forma segura, reduzindo a carga sobre o suporte técnico. Ou seja, a equipe de TI não precisa ser constantemente acionada e pode se concentrar em tarefas mais estratégicas que trazem benefícios para a empresa como um todo.

4. Diga adeus à frustração de redefinir senhas

Redefinir senhas pode ser um processo frustrante e demorado tanto para os usuários quanto para a equipe de TI. Os cofres de senhas eliminam essa frustração ao fornecer uma maneira fácil e segura de recuperar e atualizar senhas. Assim, melhora a experiência do usuário e aumenta a eficiência operacional.

Como manter a segurança dos cofres de senhas?

Como você viu acima, para garantir a segurança dos cofres de senhas, é fundamental ter uma postura proativa e seguir algumas práticas recomendadas. Primeiramente, escolha uma solução confiável e reconhecida no mercado, que ofereça criptografia robusta e autenticação multifatorial.  Afinal, a autenticação multifator (2FA) exige uma prova adicional de sua identidade além da senha mestre para acessar o seu cofre de senhas. Isso torna muito mais difícil para alguém obter acesso não autorizado, mesmo que saiba sua senha. Em segundo lugar, reforce a importância de uma senha mestre forte e exclusiva. Protegê-la é crucial para garantir que ninguém, nem mesmo os próprios desenvolvedores do cofre, tenha acesso às suas senhas armazenadas. Lembre-se de frisar que a senha mestre nunca deve ser compartilhada. Outra forma de reforçar a segurança é armazenando sua senha mestre em um cofre de senhas diferente daquele que você usa para armazenar suas outras senhas.  Você também deve manter o software do cofre de senhas atualizado, uma vez que atualizações frequentes corrigem falhas de segurança e vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers. Além disso, é claro, tenha sempre cuidado ao clicar em links ou abrir anexos e faça backups regulares do seu cofre de senhas. Assim, é possível recuperar seus dados em caso de perda ou falha do sistema. Também é importante monitorar as atividades no cofre de senhas, Então, verifique o histórico de logins, conferindo quem e quando acessou seu cofre de senhas. Algumas soluções permitem a ativação de notificações por email ou SMS sempre que alguém acessar sua conta.


 

A solução completa para o seu time de TI está aqui! 

Na busca por soluções seguras e eficientes para o gerenciamento de senhas, o Milvus se destaca como uma opção consolidada no mercado. Mais de 3 mil empresas utilizam as funcionalidades da plataforma para uma gestão de atendimento ao cliente e, também, gerenciamento de demandas de TI complexas.  Com uma interface intuitiva e recursos avançados de segurança, nosso gerenciador de senhas oferece todas as funcionalidades necessárias para proteger suas credenciais e otimizar a produtividade da sua equipe de TI.  Ainda tem dúvidas de como nossa solução pode beneficiar sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas e veja como podemos te ajudar!  

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4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

Felix Schultz

O sistema servicedesk é um recurso fundamental de contato entre clientes, empresas e parceiros. Afinal, centraliza e organiza as demandas relacionadas à área de TI.  Além disso, a plataforma apoia no registro e monitoramento das máquinas, agilizando a resolução e até a prevenção de problemas. Com isso, o sistema é uma ótima alternativa para manter o time organizado e reduzir os custos da área.  Quer saber mais sobre? Continue a leitura e veja como transformar a performance e rentabilidade da sua equipe de suporte. 

O que é sistema de service desk?

Se você ainda se pergunta o que é service desk e como ele auxilia no relacionamento com o consumidor, este artigo é para você.  Traduzido como “balcão de atendimento”, e também conhecido como sistema de abertura de chamados, o sistema servicedesk pode ser definido como uma central de serviços. Isso porque permite a comunicação entre os usuários e a equipe.  Dessa forma, é fundamental para o bom funcionamento do suporte técnico e  solução de demandas que exigem alto nível de especialização. Para isso, o sistema gerencia as equipes de atendimento ao cliente, registrando as informações de todos os chamados em um só lugar.  Ainda, monitora o desempenho e qualidade do atendimento prestado pelas equipes. Tudo isso com a praticidade de transformar todas essas informações em relatórios, ajudando gestores a definirem um padrão para o atendimento.  Dessa forma, o sistema servicedesk garante mais agilidade, minimizando os impactos negativos dos problemas apresentados pelos usuários. Sem falar que também atua de maneira preventiva para melhorar a infraestrutura de TI e suporte da empresa.

Como funciona um sistema servicedesk? 

O service desk é responsável por receber, organizar e priorizar as solicitações de clientes que precisam do apoio da equipe de TI. Essa série de funcionalidades proporciona uma operação eficiente para equipe, com processos organizados e mais seguros.   Isso é possível porque, além de ser um canal de recebimento de solicitações, o sistema servicedesk permite a conexão com o parque de máquinas dos clientes. Ou seja, acompanha em tempo real alterações nos equipamentos, o inclui desde a temperatura das máquinas até o download de programas suspeitos.  Tudo isso com a comodidade de, se ocorrer algo fora dos padrões de segurança estipulados, um ticket é criado automaticamente para a equipe acompanhar e solucionar a situação.  Dessa forma, a solução é um grande aliado para que as equipes operem de forma estratégica e preventiva, evitando falhas e assegurando a qualidade dos serviços.


 

4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

1. Mais eficiência sem aumentar a equipe

O sistema servicedesk permite o monitoramento e a distribuição dos chamados de forma estratégica. Assim, ajuda a solucionar problemas rapidamente, evitando a sobrecarga dos colaboradores.  Além disso, graças a funcionalidades que agilizam as respostas, como integrações com inteligência artificial, a solução torna a rotina dos operadores mais ágil. Ou seja, o time consegue atender a mais soluções em menos tempo, evitando erros e insatisfação dos clientes. Isso, consequentemente, reduz os custos da operação.

2. Abandone as diversas assinaturas de múltiplas plataformas

Outra vantagem do sistema de abertura de chamados, como o Milvus, é a centralização de diversas soluções em um só lugar. Afinal, ao reunir as solicitações de suporte técnico, a empresa consegue otimizar os recursos disponíveis e evitar esforços duplicados.   Além disso, a plataforma conta com integrações com Google Agenda, WhatsApp sistema de gestão financeira BomControle, Chat GPT e mais. Ou seja, agiliza a rotina do time e também diminui os gastos. 

3. Assuma o controle da gestão de contratos

O sistema service desk também pode ser usado para gerenciar contratos com fornecedores de TI. A plataforma proporciona o gerenciamento de nível de serviço e garante uma visão geral das informações do contrato.  Dessa forma, é possível monitorar o cumprimento dos termos dos contratos, evitando extensões indesejadas, mantendo o controle de prazos e custos de manutenção.  Além disso, a funcionalidade ajuda a identificar oportunidades para economizar e renegociar os acordos. Tudo isso é feito a partir da análise do histórico do cliente, entregando um serviço além das expectativas. 

4. + Retenção de clientes e - Gastos para prospectar

O service desk permite centralizar o atendimento, automatizar os processos e integrar as informações, garantindo que as soluções fornecidas sejam consistentes e de qualidade.  Assim, ajuda a oferecer aos clientes soluções mais rápidas e eficientes. Isso melhora sua satisfação com o atendimento prestado e, consequentemente, a relação com a empresa.   Como resultado, aumenta o valor de tempo de vida do cliente, pois proporciona a sua fidelização. E, no final das contas, reter clientes é mais barato do que prospectar novos. 

Como implantar o service desk na empresa?

Inserir um sistema servicedesk na rotina da equipe com sucesso requer um bom planejamento. Por isso, na hora de implantar o sistema na sua empresa, é preciso seguir alguns passos básicos, como:  

  1. Identifique os objetivos do negócio e defina os requisitos funcionais, incluindo quantidade de técnicos e de serviços oferecidos;

  2. Faça um levantamento da infraestrutura de TI e dos processos de suporte técnico para identificar lacunas e oportunidades de melhoria;

  3. Escolha um software de service desk que atenda às necessidades do negócio, considerando funcionalidades, escalabilidade, integração com outras ferramentas e custo;

  4. Desenvolva processos e procedimentos claros e detalhados para gestão de incidentes, solicitações e alterações, usando sempre as melhores práticas;

  5. Configure e personalize a ferramenta de Service Desk de acordo com os processos definidos; 

  6. Treine a equipe para que o serviço seja realizado com eficácia;

  7. Implemente um plano de comunicação para informar a organização sobre como e quando usar o service desk;

  8. Monitore o desempenho do sistema e faça os ajustes necessários para alcançar os objetivos definidos.

Conheça o Milvus: o mais completo sistema service desk 

Agora que você já sabe mais sobre o que é e como funciona o sistema servicedesk, é preciso escolher a ferramenta certa para a sua empresa. É nessa hora que você pode contar com o Milvus, uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente. Afinal, além de facilitar a gestão de canais de contato, contribuir para o gerenciamento das demandas e automatizar tarefas, o Milvus oferece, entre muitas outras funcionalidades:  

  • Centralização de tickets abertos via chat, e-mail, telefone, portal, formulário, WhatsApp e mais;

  • Atendimento de chamados, com  escalonamento de serviços, atribuição de checklists, fechamento com revisão e avaliação do chamado; 

  • Faturamento de contratos, que permite a análise de rentabilidade e a personalização dos documentos. 

  •  Controle de inventário de hardware, softwares e licenças, que realiza a coleta de dados em tempo real, ajudando na prevenção de falhas.

  • Criação de relatórios com estatísticas e apuração de resultados para aperfeiçoamento contínuo da área e suas práticas. 

  • Manutenção do sistema e atualizações, oferecendo melhorias, correções e uma equipe atenta às necessidades do cliente. 

Ficou interessado? Conte com a expertise do Milvus para implementar o service desk e automatizar seu atendimento ao cliente. Entre em contato agora mesmo e faça um teste gratuito.

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4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

Felix Schultz

O sistema servicedesk é um recurso fundamental de contato entre clientes, empresas e parceiros. Afinal, centraliza e organiza as demandas relacionadas à área de TI.  Além disso, a plataforma apoia no registro e monitoramento das máquinas, agilizando a resolução e até a prevenção de problemas. Com isso, o sistema é uma ótima alternativa para manter o time organizado e reduzir os custos da área.  Quer saber mais sobre? Continue a leitura e veja como transformar a performance e rentabilidade da sua equipe de suporte. 

O que é sistema de service desk?

Se você ainda se pergunta o que é service desk e como ele auxilia no relacionamento com o consumidor, este artigo é para você.  Traduzido como “balcão de atendimento”, e também conhecido como sistema de abertura de chamados, o sistema servicedesk pode ser definido como uma central de serviços. Isso porque permite a comunicação entre os usuários e a equipe.  Dessa forma, é fundamental para o bom funcionamento do suporte técnico e  solução de demandas que exigem alto nível de especialização. Para isso, o sistema gerencia as equipes de atendimento ao cliente, registrando as informações de todos os chamados em um só lugar.  Ainda, monitora o desempenho e qualidade do atendimento prestado pelas equipes. Tudo isso com a praticidade de transformar todas essas informações em relatórios, ajudando gestores a definirem um padrão para o atendimento.  Dessa forma, o sistema servicedesk garante mais agilidade, minimizando os impactos negativos dos problemas apresentados pelos usuários. Sem falar que também atua de maneira preventiva para melhorar a infraestrutura de TI e suporte da empresa.

Como funciona um sistema servicedesk? 

O service desk é responsável por receber, organizar e priorizar as solicitações de clientes que precisam do apoio da equipe de TI. Essa série de funcionalidades proporciona uma operação eficiente para equipe, com processos organizados e mais seguros.   Isso é possível porque, além de ser um canal de recebimento de solicitações, o sistema servicedesk permite a conexão com o parque de máquinas dos clientes. Ou seja, acompanha em tempo real alterações nos equipamentos, o inclui desde a temperatura das máquinas até o download de programas suspeitos.  Tudo isso com a comodidade de, se ocorrer algo fora dos padrões de segurança estipulados, um ticket é criado automaticamente para a equipe acompanhar e solucionar a situação.  Dessa forma, a solução é um grande aliado para que as equipes operem de forma estratégica e preventiva, evitando falhas e assegurando a qualidade dos serviços.


 

4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

1. Mais eficiência sem aumentar a equipe

O sistema servicedesk permite o monitoramento e a distribuição dos chamados de forma estratégica. Assim, ajuda a solucionar problemas rapidamente, evitando a sobrecarga dos colaboradores.  Além disso, graças a funcionalidades que agilizam as respostas, como integrações com inteligência artificial, a solução torna a rotina dos operadores mais ágil. Ou seja, o time consegue atender a mais soluções em menos tempo, evitando erros e insatisfação dos clientes. Isso, consequentemente, reduz os custos da operação.

2. Abandone as diversas assinaturas de múltiplas plataformas

Outra vantagem do sistema de abertura de chamados, como o Milvus, é a centralização de diversas soluções em um só lugar. Afinal, ao reunir as solicitações de suporte técnico, a empresa consegue otimizar os recursos disponíveis e evitar esforços duplicados.   Além disso, a plataforma conta com integrações com Google Agenda, WhatsApp sistema de gestão financeira BomControle, Chat GPT e mais. Ou seja, agiliza a rotina do time e também diminui os gastos. 

3. Assuma o controle da gestão de contratos

O sistema service desk também pode ser usado para gerenciar contratos com fornecedores de TI. A plataforma proporciona o gerenciamento de nível de serviço e garante uma visão geral das informações do contrato.  Dessa forma, é possível monitorar o cumprimento dos termos dos contratos, evitando extensões indesejadas, mantendo o controle de prazos e custos de manutenção.  Além disso, a funcionalidade ajuda a identificar oportunidades para economizar e renegociar os acordos. Tudo isso é feito a partir da análise do histórico do cliente, entregando um serviço além das expectativas. 

4. + Retenção de clientes e - Gastos para prospectar

O service desk permite centralizar o atendimento, automatizar os processos e integrar as informações, garantindo que as soluções fornecidas sejam consistentes e de qualidade.  Assim, ajuda a oferecer aos clientes soluções mais rápidas e eficientes. Isso melhora sua satisfação com o atendimento prestado e, consequentemente, a relação com a empresa.   Como resultado, aumenta o valor de tempo de vida do cliente, pois proporciona a sua fidelização. E, no final das contas, reter clientes é mais barato do que prospectar novos. 

Como implantar o service desk na empresa?

Inserir um sistema servicedesk na rotina da equipe com sucesso requer um bom planejamento. Por isso, na hora de implantar o sistema na sua empresa, é preciso seguir alguns passos básicos, como:  

  1. Identifique os objetivos do negócio e defina os requisitos funcionais, incluindo quantidade de técnicos e de serviços oferecidos;

  2. Faça um levantamento da infraestrutura de TI e dos processos de suporte técnico para identificar lacunas e oportunidades de melhoria;

  3. Escolha um software de service desk que atenda às necessidades do negócio, considerando funcionalidades, escalabilidade, integração com outras ferramentas e custo;

  4. Desenvolva processos e procedimentos claros e detalhados para gestão de incidentes, solicitações e alterações, usando sempre as melhores práticas;

  5. Configure e personalize a ferramenta de Service Desk de acordo com os processos definidos; 

  6. Treine a equipe para que o serviço seja realizado com eficácia;

  7. Implemente um plano de comunicação para informar a organização sobre como e quando usar o service desk;

  8. Monitore o desempenho do sistema e faça os ajustes necessários para alcançar os objetivos definidos.

Conheça o Milvus: o mais completo sistema service desk 

Agora que você já sabe mais sobre o que é e como funciona o sistema servicedesk, é preciso escolher a ferramenta certa para a sua empresa. É nessa hora que você pode contar com o Milvus, uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente. Afinal, além de facilitar a gestão de canais de contato, contribuir para o gerenciamento das demandas e automatizar tarefas, o Milvus oferece, entre muitas outras funcionalidades:  

  • Centralização de tickets abertos via chat, e-mail, telefone, portal, formulário, WhatsApp e mais;

  • Atendimento de chamados, com  escalonamento de serviços, atribuição de checklists, fechamento com revisão e avaliação do chamado; 

  • Faturamento de contratos, que permite a análise de rentabilidade e a personalização dos documentos. 

  •  Controle de inventário de hardware, softwares e licenças, que realiza a coleta de dados em tempo real, ajudando na prevenção de falhas.

  • Criação de relatórios com estatísticas e apuração de resultados para aperfeiçoamento contínuo da área e suas práticas. 

  • Manutenção do sistema e atualizações, oferecendo melhorias, correções e uma equipe atenta às necessidades do cliente. 

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Como utilizar o COBIT 5 para otimizar a governança de TI?

Felix Schultz

O COBIT 5 é uma estratégia baseada em boas práticas de governança de TI. Referência global, o framework permite a realização de governança e gerenciamento de TI de forma mais abrangente e eficiente.  Dessa forma, garante mais qualidade e segurança para a empresa. Ainda tem dúvidas sobre o que é o COBIT 5 e como utilizá-lo para otimizar sua gestão de TI? Então, continue neste artigo e aproveite nossas dicas para transformar seu negócio. Boa leitura! 

O que é o COBIT 5?

O COBIT 5 é um modelo de gestão baseado em fundamentos e princípios que utilizam conceitos para propor boas práticas e estratégias de governança e gerenciamento empresarial de TI.  Dessa forma, ao proporcionar uma visão integrada de todas as áreas da empresa, o COBIT facilita a gestão eficiente de TI. Na prática, ele promove alinhamentos que permitem que o setor de tecnologia contribua efetivamente para o crescimento do negócio.  Sejam empresas especializadas em serviços de tecnologia ou organizações que utilizem a tecnologia para o desenvolvimento do negócio principal, a TI é uma das áreas que mais cresce no mercado corporativo.  Inclusive, está se tornando cada vez mais importante dentro das organizações. Por isso, frameworks como esse são extremamente relevantes para empresas que almejam a excelência na aplicação da tecnologia.

Quais os princípios do COBIT 5?

O COBIT 5 é fundamentado em cinco pilares. Confira mais detalhes dos principios do cobit 5 a seguir:

1. Satisfazer as necessidades das partes interessadas

O primeiro princípio do framework é garantir que a TI esteja alinhada às demais áreas da organização. No entanto, para isso, é fundamental entender como as ações relacionadas à tecnologia podem contribuir para as metas da empresa e vice-versa. 

2. Cobrir a organização de ponta à ponta

Este princípio não se restringe à função de TI, mas considera todos os processos da organização. Ou seja, todas as informações e tecnologias são categorizados como ativos da empresa.  Assim, existe uma responsabilidade compartilhada entre o setor de TI e as demais áreas que fazem uso da tecnologia. Tudo isso com o objetivo de gerar valor a partir dos investimentos em tecnologia, garantindo o melhor uso desses recursos para alcançar os objetivos da empresa. 


 

3. Aplicar um framework integrado e único

Como você sabe, existem muitos outros frameworks relevantes para a Governança Empresarial de TI, como COSO, ITIL, PMBOK, TOGAF, PRINCE2. Sendo assim, o 3º princípio do COBIT 5 refere-se à integração de diversos desses métodos (37 processos).  O resultado é uma estrutura com duas camadas. A de Governança avalia, direciona e monitora as atividades de TI para que contribuam com os objetivos do negócio.  Já a de Gerenciamento alinha, planeja, organiza, implementa, dá suporte, monitora e avalia as ações   Com isso, torna-se uma solução abrangente para a governança empresarial e de TI.

4. Possibilitar uma visão holística

O quarto princípio propõe a visão global de estruturas, setores, processos, recursos, entre outros. Contudo, para isso, essa  teoria reconhece a importância de um sistema organizacional coeso, onde pessoas, estruturas e processos trabalham em conjunto para alcançar os objetivos da empresa.  Além disso, para que esse princípio seja viável, o COBIT® 5 incorpora o conceito de "habilitadores". O termo refere-se aos fatores, como processos, as estruturas organizacionais e a conduta, ética e comportamento, que influenciam o funcionamento da governança e do gerenciamento de TI. 

5. Separar governança do gerenciamento

O último princípio define e diferencia a governança do gerenciamento de TI. Assim, o primeiro termo é classificado como um nível mais estratégico, que define as ações e responsabilidades conforme o modelo EDM (Avaliar, Direcionar e Monitorar).  Já o gerenciamento de TI abrange um nível tático e operacional. Ou seja, é esponsável por planejar, construir, executar e monitorar atividades de TI alinhadas à estratégia definida pela governança.

Como utilizar o COBIT 5 para otimizar a governança de TI

Para implementar o COBIT 5 e ter os melhores resultados para a empresa é preciso seguir alguns passos fundamentais:

Passo 1: diagnóstico da situação atual

Para começar o processo de implantação do COBIT, é necessário analisar o setor de TI da empresa para identificar falhas e oportunidades de melhoria.

Passo 2: definição dos objetivos e metas

Em seguida, é hora de definir as metas e objetivos da empresa para alcançar os resultados esperados.


 

Passo 3: seleção das melhores práticas

Depois do diagnóstico, é preciso selecionar as práticas adequadas para a implantação estratégica da Governança de TI.

Passo 4: implementação e treinamento

Outro aspecto importante é a definição dos envolvidos no projeto e o treinamento da equipe responsável por executar o que foi planejado.

Passo 5: monitoramento e avaliação contínua

O último passo consiste em monitorar e mensurar os resultados da implementação, realizando melhorias e otimizações nos processos de TI.

Benefícios da implementação do COBIT 5

O framework pode trazer vários benefícios para a organização que deseja aprimorar a gestão e as boas práticas de governança e gerenciamento empresarial de TI. Confira alguns deles a seguir:

Melhoria na tomada de decisões

As boas práticas propostas pelo COBIT 5 permitem que os gerentes e diretores tenham mais consciência de como a TI e sua gestão impactam na empresa. Assim, é possível identificar melhorias e modificar investimentos.

Maior alinhamento entre TI e negócio

O COBIT também possibilita a integração dos setores da organização, assegurando que todos estejam alinhados em relação às metas. Além disso, mantém todos cientes dos resultados alcançados a partir da definição das práticas e estratégias estabelecidas pelo framework.

Redução de riscos e custos

As boas práticas e estratégias estabelecidas pelo COBIT determinam a adoção de rotinas que contribuem para a segurança da informação. Elas também possibilitam a otimização dos investimentos em TI.

Aumento da eficiência e da produtividade

O COBIT define e padroniza os processos internos, garantindo o alinhamento das necessidades da empresa. Com isso, maximiza a eficiência e reduz despesas, o que torna a equipe de TI mais eficaz.

Melhoria na qualidade dos serviços de TI

 O COBIT 5 fornece um conjunto de boas práticas para padronizar os processos de TI, garantindo a qualidade dos serviços prestados. Além disso, como incentiva o monitoramento contínuo dos serviços, permite a identificação e resolução de problemas de forma proativa.


 

Conte com o Milvus para transformar sua gestão de TI

A área de TI é cada dia mais imprescindível nas empresas! E, se você quer tornar o trabalho do seu time mais integrado com o negócio e eficiente, conte com ferramentas inteligentes, como o Milvus.  A plataforma é uma solução de gestão de demandas inteligente! Ou seja, ela centraliza chamados de clientes e até as solicitações internas da sua empresa vindas de diferentes solicitantes e canais, como e-mail, app, formulário, chat, WhatsApp e muito mais. Você ainda pode aproveitar funcionalidades como: 

  • Configuração ampla e dinâmica da distribuição de mesas de trabalho e categorias de solicitação; 

  • Controle rápido e versátil de demandas pela configuração de prazos personalizados para cada categoria, prioridade e/ou cliente; 

  • Possibilidade de criar automações complexas que dinamizam a rotina evitando trabalhos repetitivos e manuais. 

Tudo isso (e muito mais) de forma prática e intuitiva para facilitar o tratamento das demandas por parte dos operadores e garantir uma visão clara e abrangente para todos os gestores de times e empresas. Então, entre em contato com o Milvus e descubra como podemos transformar sua gestão de TI. Faça um teste gratuito agora mesmo e conheça todas as nossas vantagens para sua empresa. 

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Como utilizar o COBIT 5 para otimizar a governança de TI?

Felix Schultz

O COBIT 5 é uma estratégia baseada em boas práticas de governança de TI. Referência global, o framework permite a realização de governança e gerenciamento de TI de forma mais abrangente e eficiente.  Dessa forma, garante mais qualidade e segurança para a empresa. Ainda tem dúvidas sobre o que é o COBIT 5 e como utilizá-lo para otimizar sua gestão de TI? Então, continue neste artigo e aproveite nossas dicas para transformar seu negócio. Boa leitura! 

O que é o COBIT 5?

O COBIT 5 é um modelo de gestão baseado em fundamentos e princípios que utilizam conceitos para propor boas práticas e estratégias de governança e gerenciamento empresarial de TI.  Dessa forma, ao proporcionar uma visão integrada de todas as áreas da empresa, o COBIT facilita a gestão eficiente de TI. Na prática, ele promove alinhamentos que permitem que o setor de tecnologia contribua efetivamente para o crescimento do negócio.  Sejam empresas especializadas em serviços de tecnologia ou organizações que utilizem a tecnologia para o desenvolvimento do negócio principal, a TI é uma das áreas que mais cresce no mercado corporativo.  Inclusive, está se tornando cada vez mais importante dentro das organizações. Por isso, frameworks como esse são extremamente relevantes para empresas que almejam a excelência na aplicação da tecnologia.

Quais os princípios do COBIT 5?

O COBIT 5 é fundamentado em cinco pilares. Confira mais detalhes dos principios do cobit 5 a seguir:

1. Satisfazer as necessidades das partes interessadas

O primeiro princípio do framework é garantir que a TI esteja alinhada às demais áreas da organização. No entanto, para isso, é fundamental entender como as ações relacionadas à tecnologia podem contribuir para as metas da empresa e vice-versa. 

2. Cobrir a organização de ponta à ponta

Este princípio não se restringe à função de TI, mas considera todos os processos da organização. Ou seja, todas as informações e tecnologias são categorizados como ativos da empresa.  Assim, existe uma responsabilidade compartilhada entre o setor de TI e as demais áreas que fazem uso da tecnologia. Tudo isso com o objetivo de gerar valor a partir dos investimentos em tecnologia, garantindo o melhor uso desses recursos para alcançar os objetivos da empresa. 


 

3. Aplicar um framework integrado e único

Como você sabe, existem muitos outros frameworks relevantes para a Governança Empresarial de TI, como COSO, ITIL, PMBOK, TOGAF, PRINCE2. Sendo assim, o 3º princípio do COBIT 5 refere-se à integração de diversos desses métodos (37 processos).  O resultado é uma estrutura com duas camadas. A de Governança avalia, direciona e monitora as atividades de TI para que contribuam com os objetivos do negócio.  Já a de Gerenciamento alinha, planeja, organiza, implementa, dá suporte, monitora e avalia as ações   Com isso, torna-se uma solução abrangente para a governança empresarial e de TI.

4. Possibilitar uma visão holística

O quarto princípio propõe a visão global de estruturas, setores, processos, recursos, entre outros. Contudo, para isso, essa  teoria reconhece a importância de um sistema organizacional coeso, onde pessoas, estruturas e processos trabalham em conjunto para alcançar os objetivos da empresa.  Além disso, para que esse princípio seja viável, o COBIT® 5 incorpora o conceito de "habilitadores". O termo refere-se aos fatores, como processos, as estruturas organizacionais e a conduta, ética e comportamento, que influenciam o funcionamento da governança e do gerenciamento de TI. 

5. Separar governança do gerenciamento

O último princípio define e diferencia a governança do gerenciamento de TI. Assim, o primeiro termo é classificado como um nível mais estratégico, que define as ações e responsabilidades conforme o modelo EDM (Avaliar, Direcionar e Monitorar).  Já o gerenciamento de TI abrange um nível tático e operacional. Ou seja, é esponsável por planejar, construir, executar e monitorar atividades de TI alinhadas à estratégia definida pela governança.

Como utilizar o COBIT 5 para otimizar a governança de TI

Para implementar o COBIT 5 e ter os melhores resultados para a empresa é preciso seguir alguns passos fundamentais:

Passo 1: diagnóstico da situação atual

Para começar o processo de implantação do COBIT, é necessário analisar o setor de TI da empresa para identificar falhas e oportunidades de melhoria.

Passo 2: definição dos objetivos e metas

Em seguida, é hora de definir as metas e objetivos da empresa para alcançar os resultados esperados.


 

Passo 3: seleção das melhores práticas

Depois do diagnóstico, é preciso selecionar as práticas adequadas para a implantação estratégica da Governança de TI.

Passo 4: implementação e treinamento

Outro aspecto importante é a definição dos envolvidos no projeto e o treinamento da equipe responsável por executar o que foi planejado.

Passo 5: monitoramento e avaliação contínua

O último passo consiste em monitorar e mensurar os resultados da implementação, realizando melhorias e otimizações nos processos de TI.

Benefícios da implementação do COBIT 5

O framework pode trazer vários benefícios para a organização que deseja aprimorar a gestão e as boas práticas de governança e gerenciamento empresarial de TI. Confira alguns deles a seguir:

Melhoria na tomada de decisões

As boas práticas propostas pelo COBIT 5 permitem que os gerentes e diretores tenham mais consciência de como a TI e sua gestão impactam na empresa. Assim, é possível identificar melhorias e modificar investimentos.

Maior alinhamento entre TI e negócio

O COBIT também possibilita a integração dos setores da organização, assegurando que todos estejam alinhados em relação às metas. Além disso, mantém todos cientes dos resultados alcançados a partir da definição das práticas e estratégias estabelecidas pelo framework.

Redução de riscos e custos

As boas práticas e estratégias estabelecidas pelo COBIT determinam a adoção de rotinas que contribuem para a segurança da informação. Elas também possibilitam a otimização dos investimentos em TI.

Aumento da eficiência e da produtividade

O COBIT define e padroniza os processos internos, garantindo o alinhamento das necessidades da empresa. Com isso, maximiza a eficiência e reduz despesas, o que torna a equipe de TI mais eficaz.

Melhoria na qualidade dos serviços de TI

 O COBIT 5 fornece um conjunto de boas práticas para padronizar os processos de TI, garantindo a qualidade dos serviços prestados. Além disso, como incentiva o monitoramento contínuo dos serviços, permite a identificação e resolução de problemas de forma proativa.


 

Conte com o Milvus para transformar sua gestão de TI

A área de TI é cada dia mais imprescindível nas empresas! E, se você quer tornar o trabalho do seu time mais integrado com o negócio e eficiente, conte com ferramentas inteligentes, como o Milvus.  A plataforma é uma solução de gestão de demandas inteligente! Ou seja, ela centraliza chamados de clientes e até as solicitações internas da sua empresa vindas de diferentes solicitantes e canais, como e-mail, app, formulário, chat, WhatsApp e muito mais. Você ainda pode aproveitar funcionalidades como: 

  • Configuração ampla e dinâmica da distribuição de mesas de trabalho e categorias de solicitação; 

  • Controle rápido e versátil de demandas pela configuração de prazos personalizados para cada categoria, prioridade e/ou cliente; 

  • Possibilidade de criar automações complexas que dinamizam a rotina evitando trabalhos repetitivos e manuais. 

Tudo isso (e muito mais) de forma prática e intuitiva para facilitar o tratamento das demandas por parte dos operadores e garantir uma visão clara e abrangente para todos os gestores de times e empresas. Então, entre em contato com o Milvus e descubra como podemos transformar sua gestão de TI. Faça um teste gratuito agora mesmo e conheça todas as nossas vantagens para sua empresa. 

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Gestão de Projetos de TI: como superar os desafios mais comuns?

Felix Schultz

A gestão de projetos de TI é essencial para as empresas que buscam alcançar os resultados esperados pela instituição. Afinal, assegura o controle completo do processo que precisa ser executado para a realização das atividades. No entanto, é claro, é normal enfrentar alguns desafios, seja na criação de fluxos ou implementação. Portanto, se você ainda tem dúvidas sobre como superar os obstáculos mais comuns na área, continue a leitura e confira! 

O que é gerenciamento de projetos em TI?

A gestão de projetos de TI é a estratégia responsável por organizar, planejar, realizar e monitorar as tarefas. Isso é fundamental para garantir que os projetos da área de Tecnologia da Informação atendam às necessidades e expectativas do cliente.  Para isso, são utilizadas técnicas, ferramentas e metodologias que possibilitam que os projetos sejam entregues dentro do prazo e do orçamento, atendendo os requisitos determinados para alcançar as metas. 

Qual a importância da gestão de projetos para área de TI?

A gestão de projetos tem a função de garantir que as demandas sejam executadas conforme a estratégia da empresa. Assim, assegura que os fluxos de trabalho e o cronograma sejam cumpridos adequadamente. Para isso, no entanto, é fundamental definir métricas e indicadores de produtividade e eficiência que permitem acompanhar todas as tarefas. Com isso, é possível evitar atrasos e definir ações de prevenção.  Dessa forma, a gestão de projetos em TI é fundamental para elevar a qualidade do serviço e trazer resultados positivos. Além disso, o gerenciamento dos projetos é importante para: 

  • Proporcionar maior visibilidade e transparência em relação ao progresso do projeto, possibilitando o acompanhamento e a realização de ajustes, quando necessário;

  • Identificar riscos mais facilmente, reduzindo as chances de atraso e custos extras;

  • Elevar a produtividade entre as equipes.


 

Desafios comuns na gestão de projetos de TI

A gestão de projetos de TI oferece práticas úteis para o dia a dia da empresa. No entanto, a estratégia enfrenta alguns desafios que precisam ser superados para garantir o sucesso da demanda. Confira alguns dos principais a seguir: 

1. Planejamento e escopo

As empresas de Tecnologia da Informação atendem diariamente clientes de diversos segmentos. Por isso, precisam lidar com exigências, demandas e prazos de entrega particulares, que podem acarretar em uma série de erros e problemas.  Assim, seja pela sobrecarga ou pela falta de organização, a falta de planejamento e escopo bem estruturados resulta na falta de dados precisos para acompanhar o andamento do projeto. Isso dificulta a apuração de custos e a antecipação de riscos. 

2. Gerenciamento de tempo e recursos

Outro grande desafio para a gestão de projetos de TI é a definição de prazos e recursos apertados. Isso pode resultar em códigos mal escritos e testes inadequados, além de falhas no sistema.

3. Comunicação clara e eficaz

As falhas de comunicação em um projeto de TI podem provocar uma série de falhas, como perda de informações, documentos, prazos, verbas, entre outras. Dessa forma, um dos desafios da estratégia é manter a informação sobre o projeto acessível, segura e aberta à colaboração.

4. Mitigação de riscos e garantia de qualidade

Por fim, temos os riscos não calculados ou não identificados ao longo da realização do projeto. Isso pode provocar quebras de orçamento, descumprimento do prazo e desvios do objetivo, impactando na qualidade do produto ou serviço.

Como melhorar a gestão de projetos de TI?

A gestão de projetos de TI deve identificar os fatores e atividades essenciais para o projeto e adequar sua realidade às necessidades e expectativas dos clientes. Contudo, para que isso seja possível na prática, é necessário seguir alguns passos: 

Definição clara do escopo

O escopo é a etapa responsável por definir os objetivos do projeto, o cronograma, os responsáveis por cada atividade, a prioridade de cada tarefa e as cerimônias. Entretanto, para garantir o sucesso do projeto, é essencial entender que o escopo guia todo o projeto, mas deve estar aberto a alterações e adequações. 

 

 

Planejamento realista e estruturado

O planejamento deve trazer as tarefas que precisam ser feitas, o tempo necessário para realizá-las, os responsáveis e o prazo final de cada uma. Uma boa dica é fazer um planejamento diário e/ou semanal e outro a longo prazo.

Gerenciamento rigoroso de mudanças

Problemas e imprevistos podem acontecer a qualquer momento. Por isso, é fundamental deixar um espaço no planejamento para situações que possam surgir no caminho.  Portanto, prepare o time com habilidades técnicas e comportamentais. Também é importante contar com uma gestão capaz de lidar com mudanças de escopo, cronograma ou requisitos e garantindo mais agilidade nas respostas.

Plano de comunicação abrangente

O sucesso de um projeto de TI depende da comunicação eficaz e da colaboração contínua entre a equipe. Portanto, é primordial estabelecer canais claros para os envolvidos no projeto interagirem quando necessário, como reuniões regulares, e-mails e chats.  Além disso, é importante atualizar os colaboradores sobre o andamento do projeto, incluindo mudanças no cronograma e orçamento, assim como incentivar a troca de ideias e a resolução conjunta de problemas.

Gerenciamento de mudanças proativo

Defina e qualifique uma equipe para a análise dos riscos que surgirem ao longo do projeto. Dessa forma, é possível oferecer uma resposta rápida e eficiente aos desafios, colocando a empresa à frente da concorrência.

Comunicação transparente com stakeholders

Outra dica para melhorar a gestão de projetos de TI é o compromisso em manter o cronograma sempre atualizado. Para isso, compartilhe as informações com todos os envolvidos no projeto para que estejam cientes dos prazos e das atividades que devem executar. 

Estimação precisa de tempo e recursos

Estabeleça prazos possíveis de cumprir e divida as tarefas grandes em pequenas atividades para possibilitar o cumprimento do cronograma. Além disso, garanta que o controle de custos siga o escopo e sempre alinhe alterações que impactam no valor com os superiores. 


 

Monitoramento contínuo do progresso

O monitoramento do projeto de TI é importante para comparar o progresso com os indicadores definidos, garantindo que o projeto está no caminho certo. Além disso, possibilita a identificação de problemas, aumentando a transparência do projeto e melhorando sua eficiência. 

Alocação estratégica de recursos

A alocação de recursos deve ser feita considerando a distribuição estratégica dos recursos, sejam eles financeiros, humanos, materiais ou tecnológicos. Isso otimiza o desempenho e a eficiência do processo, garantindo que os recursos sejam utilizados corretamente.

Identificação e análise minuciosa de riscos

Muitos riscos podem ser identificados e evitados previamente. Por isso, a análise de riscos é essencial para garantir a viabilidade dos projetos de TI. Afinal, ela permite identificar riscos potenciais, avaliar seu impacto e probabilidade, desenvolver estratégias de mitigação e ajustar as estratégias conforme necessário.

Controle de qualidade rigoroso

Para atender e superar as expectativas dos clientes, é importante monitorar, avaliar e aprimorar o projeto. Assim, você pode otimizar processos e aumentar eficiência operacional, além de assegurar a excelência de produtos e serviços.

Testes abrangentes e documentação completa

A realização de testes e a documentação das etapas são fundamentais para garantir a qualidade do projeto durante todo seu ciclo de vida. Afinal, a documentação correta e eficaz promove o entendimento do que é esperado e confronta o que é necessário aprimorar para entregar o produto ideal. Enquanto isso, os testes permitem reduzir os erros no sistema, otimizando os processos.

Como o Milvus te ajuda na gestão de projetos? 

O Milvus é um software completo para a gestão de projetos, tarefas e equipes, com funcionalidades que vão desde o planejamento até a entrega final do projeto.  Para isso, ele oferece a integração da gestão de tickets com a gestão de projetos TI, garantindo que a empresa possa aproveitar o mesmo recurso humano que já possui sem a necessidade de novos treinamentos. O melhor: é possível receber as demandas de projetos como se fossem tickets.


 

Dessa forma, ao centralizar as informações e solicitações no Milvus, a plataforma facilita o acompanhamento e a comunicação entre as equipes. Isso proporciona maior eficiência na resolução de problemas e no gerenciamento de projetos.  Isso é possível porque essa plataforma de gerenciamento de projetos permite que você acompanhe o progresso do seu projeto de forma clara e dinâmica pelo gráfico de Gantt ou Kanban. Assim, é possível visualizar o andamento de cada etapa e manter o controle em suas mãos.

Conclusão 

Investir em um sistema de gerenciamento de projetos avançado é uma excelente estratégia para tornar a gestão dos projetos de TI mais eficiente. Afinal, essas tecnologias permitem agilizar tarefas, melhorar a precisão e impulsionar a produtividade. Com um software de gestão de projetos, como o Milvus, você tem uma visão global dos projetos. Assim, consegue planejar cada etapa de forma detalhada e bem informada. Para saber mais sobre a gestão de projetos de TI na nossa ferramenta, experimente gratuitamente ou solicite uma demonstração com os nossos especialistas! Fale com um de nossos consultores agora mesmo. 

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Gestão de Projetos de TI: como superar os desafios mais comuns?

Felix Schultz

A gestão de projetos de TI é essencial para as empresas que buscam alcançar os resultados esperados pela instituição. Afinal, assegura o controle completo do processo que precisa ser executado para a realização das atividades. No entanto, é claro, é normal enfrentar alguns desafios, seja na criação de fluxos ou implementação. Portanto, se você ainda tem dúvidas sobre como superar os obstáculos mais comuns na área, continue a leitura e confira! 

O que é gerenciamento de projetos em TI?

A gestão de projetos de TI é a estratégia responsável por organizar, planejar, realizar e monitorar as tarefas. Isso é fundamental para garantir que os projetos da área de Tecnologia da Informação atendam às necessidades e expectativas do cliente.  Para isso, são utilizadas técnicas, ferramentas e metodologias que possibilitam que os projetos sejam entregues dentro do prazo e do orçamento, atendendo os requisitos determinados para alcançar as metas. 

Qual a importância da gestão de projetos para área de TI?

A gestão de projetos tem a função de garantir que as demandas sejam executadas conforme a estratégia da empresa. Assim, assegura que os fluxos de trabalho e o cronograma sejam cumpridos adequadamente. Para isso, no entanto, é fundamental definir métricas e indicadores de produtividade e eficiência que permitem acompanhar todas as tarefas. Com isso, é possível evitar atrasos e definir ações de prevenção.  Dessa forma, a gestão de projetos em TI é fundamental para elevar a qualidade do serviço e trazer resultados positivos. Além disso, o gerenciamento dos projetos é importante para: 

  • Proporcionar maior visibilidade e transparência em relação ao progresso do projeto, possibilitando o acompanhamento e a realização de ajustes, quando necessário;

  • Identificar riscos mais facilmente, reduzindo as chances de atraso e custos extras;

  • Elevar a produtividade entre as equipes.


 

Desafios comuns na gestão de projetos de TI

A gestão de projetos de TI oferece práticas úteis para o dia a dia da empresa. No entanto, a estratégia enfrenta alguns desafios que precisam ser superados para garantir o sucesso da demanda. Confira alguns dos principais a seguir: 

1. Planejamento e escopo

As empresas de Tecnologia da Informação atendem diariamente clientes de diversos segmentos. Por isso, precisam lidar com exigências, demandas e prazos de entrega particulares, que podem acarretar em uma série de erros e problemas.  Assim, seja pela sobrecarga ou pela falta de organização, a falta de planejamento e escopo bem estruturados resulta na falta de dados precisos para acompanhar o andamento do projeto. Isso dificulta a apuração de custos e a antecipação de riscos. 

2. Gerenciamento de tempo e recursos

Outro grande desafio para a gestão de projetos de TI é a definição de prazos e recursos apertados. Isso pode resultar em códigos mal escritos e testes inadequados, além de falhas no sistema.

3. Comunicação clara e eficaz

As falhas de comunicação em um projeto de TI podem provocar uma série de falhas, como perda de informações, documentos, prazos, verbas, entre outras. Dessa forma, um dos desafios da estratégia é manter a informação sobre o projeto acessível, segura e aberta à colaboração.

4. Mitigação de riscos e garantia de qualidade

Por fim, temos os riscos não calculados ou não identificados ao longo da realização do projeto. Isso pode provocar quebras de orçamento, descumprimento do prazo e desvios do objetivo, impactando na qualidade do produto ou serviço.

Como melhorar a gestão de projetos de TI?

A gestão de projetos de TI deve identificar os fatores e atividades essenciais para o projeto e adequar sua realidade às necessidades e expectativas dos clientes. Contudo, para que isso seja possível na prática, é necessário seguir alguns passos: 

Definição clara do escopo

O escopo é a etapa responsável por definir os objetivos do projeto, o cronograma, os responsáveis por cada atividade, a prioridade de cada tarefa e as cerimônias. Entretanto, para garantir o sucesso do projeto, é essencial entender que o escopo guia todo o projeto, mas deve estar aberto a alterações e adequações. 

 

 

Planejamento realista e estruturado

O planejamento deve trazer as tarefas que precisam ser feitas, o tempo necessário para realizá-las, os responsáveis e o prazo final de cada uma. Uma boa dica é fazer um planejamento diário e/ou semanal e outro a longo prazo.

Gerenciamento rigoroso de mudanças

Problemas e imprevistos podem acontecer a qualquer momento. Por isso, é fundamental deixar um espaço no planejamento para situações que possam surgir no caminho.  Portanto, prepare o time com habilidades técnicas e comportamentais. Também é importante contar com uma gestão capaz de lidar com mudanças de escopo, cronograma ou requisitos e garantindo mais agilidade nas respostas.

Plano de comunicação abrangente

O sucesso de um projeto de TI depende da comunicação eficaz e da colaboração contínua entre a equipe. Portanto, é primordial estabelecer canais claros para os envolvidos no projeto interagirem quando necessário, como reuniões regulares, e-mails e chats.  Além disso, é importante atualizar os colaboradores sobre o andamento do projeto, incluindo mudanças no cronograma e orçamento, assim como incentivar a troca de ideias e a resolução conjunta de problemas.

Gerenciamento de mudanças proativo

Defina e qualifique uma equipe para a análise dos riscos que surgirem ao longo do projeto. Dessa forma, é possível oferecer uma resposta rápida e eficiente aos desafios, colocando a empresa à frente da concorrência.

Comunicação transparente com stakeholders

Outra dica para melhorar a gestão de projetos de TI é o compromisso em manter o cronograma sempre atualizado. Para isso, compartilhe as informações com todos os envolvidos no projeto para que estejam cientes dos prazos e das atividades que devem executar. 

Estimação precisa de tempo e recursos

Estabeleça prazos possíveis de cumprir e divida as tarefas grandes em pequenas atividades para possibilitar o cumprimento do cronograma. Além disso, garanta que o controle de custos siga o escopo e sempre alinhe alterações que impactam no valor com os superiores. 


 

Monitoramento contínuo do progresso

O monitoramento do projeto de TI é importante para comparar o progresso com os indicadores definidos, garantindo que o projeto está no caminho certo. Além disso, possibilita a identificação de problemas, aumentando a transparência do projeto e melhorando sua eficiência. 

Alocação estratégica de recursos

A alocação de recursos deve ser feita considerando a distribuição estratégica dos recursos, sejam eles financeiros, humanos, materiais ou tecnológicos. Isso otimiza o desempenho e a eficiência do processo, garantindo que os recursos sejam utilizados corretamente.

Identificação e análise minuciosa de riscos

Muitos riscos podem ser identificados e evitados previamente. Por isso, a análise de riscos é essencial para garantir a viabilidade dos projetos de TI. Afinal, ela permite identificar riscos potenciais, avaliar seu impacto e probabilidade, desenvolver estratégias de mitigação e ajustar as estratégias conforme necessário.

Controle de qualidade rigoroso

Para atender e superar as expectativas dos clientes, é importante monitorar, avaliar e aprimorar o projeto. Assim, você pode otimizar processos e aumentar eficiência operacional, além de assegurar a excelência de produtos e serviços.

Testes abrangentes e documentação completa

A realização de testes e a documentação das etapas são fundamentais para garantir a qualidade do projeto durante todo seu ciclo de vida. Afinal, a documentação correta e eficaz promove o entendimento do que é esperado e confronta o que é necessário aprimorar para entregar o produto ideal. Enquanto isso, os testes permitem reduzir os erros no sistema, otimizando os processos.

Como o Milvus te ajuda na gestão de projetos? 

O Milvus é um software completo para a gestão de projetos, tarefas e equipes, com funcionalidades que vão desde o planejamento até a entrega final do projeto.  Para isso, ele oferece a integração da gestão de tickets com a gestão de projetos TI, garantindo que a empresa possa aproveitar o mesmo recurso humano que já possui sem a necessidade de novos treinamentos. O melhor: é possível receber as demandas de projetos como se fossem tickets.


 

Dessa forma, ao centralizar as informações e solicitações no Milvus, a plataforma facilita o acompanhamento e a comunicação entre as equipes. Isso proporciona maior eficiência na resolução de problemas e no gerenciamento de projetos.  Isso é possível porque essa plataforma de gerenciamento de projetos permite que você acompanhe o progresso do seu projeto de forma clara e dinâmica pelo gráfico de Gantt ou Kanban. Assim, é possível visualizar o andamento de cada etapa e manter o controle em suas mãos.

Conclusão 

Investir em um sistema de gerenciamento de projetos avançado é uma excelente estratégia para tornar a gestão dos projetos de TI mais eficiente. Afinal, essas tecnologias permitem agilizar tarefas, melhorar a precisão e impulsionar a produtividade. Com um software de gestão de projetos, como o Milvus, você tem uma visão global dos projetos. Assim, consegue planejar cada etapa de forma detalhada e bem informada. Para saber mais sobre a gestão de projetos de TI na nossa ferramenta, experimente gratuitamente ou solicite uma demonstração com os nossos especialistas! Fale com um de nossos consultores agora mesmo. 

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IA para atendimento ao cliente: veja como ela pode ser uma grande aliada

Felix Schultz

O ChatGPT transformou o campo da inteligência artificial e despertou interesse em diversas áreas. Mas você já pensou em utilizar a IA para atendimento ao cliente? Então, saiba que, provavelmente, os seus concorrentes já estão investindo na ferramenta para aumentar a satisfação dos clientes.  Isso é possível porque os avanços na inteligência artificial possibilitam a criação e desenvolvimento de processos mais eficientes de atendimento. Assim, estão transformando o relacionamento entre as pessoas e as organizações.   Para saber mais sobre o tema e descobrir como nós podemos ajudar seu negócio a fazer parte dessa evolução, continue a leitura. 

A evolução da IA

A inteligência artificial surgiu na década de 1950 e, desde então, só evoluiu. Se, inicialmente, a IA era apenas uma teoria estudada por cientistas da computação e acadêmicos, atualmente, ela já é parte de nossa vida.  Sua evolução foi marcada por diferentes abordagens e tecnologias, como a programação por regras. No entanto, ao longo dos anos, surgiram outras técnicas, como a aprendizagem de máquina, em que os dados fornecidos são capazes de educar a máquina. Como resultado, a inteligência artificial é capaz de realizar tarefas cada vez mais complexas. Isso inclui desde o reconhecimento de voz e imagem, tradução de idiomas e até análise de dados.  Assim, é usada por empresas dos mais variados segmentos para melhorar os processos e produtos desenvolvidos.  No entanto, essa ferramenta ainda tem muito a oferecer. A tendência é que a IA seja utilizada em mais áreas, trazendo inúmeros benefícios para a sociedade. 

A IA e a evolução no atendimento ao cliente

O relacionamento com os clientes exige tecnologias que entreguem mais do que respostas imediatas. Para isso, é fundamental entender o contexto, a forma como o usuário se comunica e como oferecer uma experiência humanizada e personalizada em cada interação.  Dessa forma, a IA para atendimento ao cliente tornou-se uma realidade! Isso porque consegue se adaptar às mudanças nas preferências e nos comportamentos dos clientes, adequando as respostas aos feedbacks e interações.  Outro ponto importante é o impacto positivo no serviço de autoatendimento. Afinal, a IA é capaz de realizar consultas técnicas mais detalhadas e compreensíveis, solucionando problemas complexos de forma mais acessível.  Assim, a IA para atendimento ao cliente fornece respostas mais naturais e assertivas. Além disso, ela: 

  • Antecipa as necessidades dos clientes a partir da análise de padrões de comportamento e do histórico de interações; 

  • Cria conteúdos criativos e até mesmo interativos, tornando a interação mais divertida e, consequentemente, mais memorável;

  • Reduz o tempo de espera graças à automação do processo de atendimento, possibilitando respostas instantâneas e assertivas;

  • Lida com um grande volume de interações simultaneamente, permitindo que os agentes se dediquem a casos mais complexos e desafiadores. 

Quais são os 3 tipos de IA?

Os tipos de IA são divididos, de maneira geral, pela forma como a inteligência artificial é usada. Assim, os três principais modelos são: 

  • IA fraca (ou estreita):

A IA Fraca ou Estreita é responsável por armazenar uma grande quantidade de dados e realizar cálculos complexos com rapidez. Contudo, se limita ao objetivo para o qual foi programada.  Dentro dessa classificação, há duas subcategorias: as máquinas reativas, que não armazenam muitos dados e reagem apenas a alguns estímulos configurados, e a memória limitada, que armazena mais informações e utiliza-as para tomar decisões. 

  • IA forte (ou geral):

A IA Forte ou Geral consegue aprender, compreender e reagir a determinados estímulos. Por isso, é capaz de realizar atividades semelhantes às executadas pelos seres humanos.  Nessa categoria, as máquinas são divididas em dois grupos: as cientes, que podem compreender os estímulos que recebem e processar as informações, e as autoconscientes, que possuem consciência do mundo e de si, facilitando a compreensão de estímulos externos. 

  • IA SUPERINTELIGÊNCIA:

Por fim, temos também a IA Superinteligência, que ainda é apenas uma suposição. Esse modelo ainda está sendo estudado, mas promete ser superior à inteligência humana e muito mais abrangente.  

O que é atendimento por inteligência artificial?

A IA para atendimento ao cliente pode ser uma excelente solução. Isso porque resolve as dúvidas e problemas do consumidor de forma rápida e personalizada.  Um dos principais exemplos de sua utilização são os chatbots. Esses sistemas de interação escrita ou oral funcionam por meio de plataformas de mensagens e chats, como WhatsApp e Facebook Messenger.  Na prática, eles analisam as informações fornecidas pelo usuário e armazenam dados relevantes. Isso é possível graças ao aprendizado rápido que garante condições para continuar o atendimento e solucionar as situações apresentadas de forma natural.  Assim, com um processo de aprendizagem contínua e evolutiva, os chatbots tornam-se bem desenvolvidos e treinados, elevando a qualidade da conversa. Além disso, hoje, também existem soluções de integração do chatgpt helpdesk, como no Milvus.  Nesse caso, é possível utilizar o chatgpt TI para agilizar o atendimento aos tickets e até contar com o apoio da tecnologia para compreender as solicitações dos clientes. 

Aplicações da inteligência artificial no atendimento ao cliente

Os chatbots são a principal tendência de uso de IA para atendimento ao cliente. Afinal, oferecem oportunidades para melhorar o atendimento ao usuário e reduzir os custos da empresa.  Isso é possível por meio da automação de interações específicas via aplicativos de mensagens, como o Facebook Messenger e o Telegram. Algumas aplicações de inteligência artificial no atendimento ao cliente são:

  • Suporte ao cliente;

  • Agendamento de horários;

  • Pesquisa de satisfação;

  • Recomendações personalizadas de produtos ou serviços;

  • Acompanhamentos pós-vendas;

  • Envio de boletos e documentos;

  • Cobranças e informações financeiras;

  • Entre outros. 

Como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente?

A inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente ao oferecer respostas e esclarecer dúvidas com agilidade e eficiência. Além disso, contribui para a personalização da comunicação, graças ao banco de dados que indica as preferências dos consumidores.  Ainda, com o chatgpt atendimento ao cliente, é possível automatizar, digitalizar e armazenar o atendimento prestado, o que permite o processamento e análise de dados.  Dessa forma, a IA consegue até direcionar as conversas para os responsáveis, fornecendo aos clientes respostas mais assertivas. 

Como usar IA para atendimento ao cliente?

1. Automação de tarefas repetitivas

Com a AI atendimento inteligente, é possível automatizar respostas frequentes. Dessa forma, ao otimizar esse tipo de processo, a equipe ganha tempo para focar em atividades mais estratégicas.  

2. Implementação de chatbots inteligentes

Os chatbots inteligentes conseguem coletar informações específicas, garantindo maior eficiência operacional no primeiro atendimento. Assim, é possível fornecer suporte instantâneo, mas sem usar mensagens robotizadas, respeitando a personalização e a relevância das interações.

3. Análise preditiva

A IA para atendimento ao cliente também pode ser utilizada para antecipar as necessidades do cliente graças à análise preditiva baseada nos suportes já feitos. Para isso, ela começa a compreender cenários que resultam em uma necessidade específica de contato.

4. Personalização da experiência do cliente

A IA também pode ajudar a entender o comportamento do público, permitindo que a equipe responsável pelo atendimento proporcione uma experiência mais personalizada.  Assim, ao oferecer insights baseados no histórico de atendimento, a empresa passa a ter uma base de clientes mais fidelizada, com relacionamentos duradouros e confiáveis. 

Principais vantagens da inteligência artificial no atendimento

A IA oferece uma série de vantagens para as empresas. A seguir listamos as principais: 

  • Respostas rápidas e precisas

A IA para atendimento ao cliente permite atender um grande número de usuários simultaneamente. Com isso, oferece respostas solicitadas em tempo real e garante um diálogo mais direto e objetivo. 

  • Personalização de acordo com o histórico

A inteligência artificial cria um registro do cliente com base em dados de comportamento, histórico de compras e preferências. Dessa forma, é possível personalizar as interações, oferecendo recomendações e sugestões relevantes e criando uma experiência única.

  • Eficiência operacional

Outra vantagem da IA para atendimento ao cliente é a melhoria da eficiência operacional. Afinal, ela supre grande parte das demandas de atendimento e suporte. Além disso, ao realizar tarefas rotineiras e repetitivas, permite que os atendentes tenham tempo para solucionar questões mais complexas e estratégicas.

  • Redução de erros

Um aspecto importante da inteligência artificial é a redução de erros humanos no atendimento ao cliente. Com a IA, é possível garantir consistência e precisão nas respostas, o que evita falhas e melhora a qualidade do atendimento.

  • Escalabilidade

Com o uso da IA, a capacidade de atendimento não depende mais do tamanho da equipe, pois um único bot pode atender vários clientes ao mesmo tempo. Diante disso, a empresa tem condições de escalar seu serviço e alcançar mais pessoas. 

  • Aprendizado contínuo

As ferramentas de IA para atendimento ao cliente podem aprender com as interações passadas, aperfeiçoando suas habilidades. Como resultado, o atendimento se torna cada vez mais preciso e eficaz, garantindo a satisfação do cliente.

  • Economia de custos

Por fim, o uso da IA pode contribuir para a redução de custos operacionais. Afinal, ao utilizar a inteligência artificial, é possível diminuir a quantidade de agentes necessários para lidar com consultas simples, otimizando a eficiência financeira da operação.

Integração Milvus com AI: feita para aumentar a eficiência do seu suporte e atendimento ao cliente 

Nesse cenário, o Milvus, Help Desk e Service Desk mais completo do mercado, se destaca pela integração de tecnologias avançadas para impulsionar a excelência no atendimento.  Assim, em um mundo onde a IA redefine processos e padrões, surgimos para transformar desafios em oportunidades, ajudando sua empresa a garantir a excelência no atendimento ao cliente.Por meio de respostas instantâneas e interações personalizadas, a integração chatgpt da plataforma te ajuda a antecipar as necessidades dos clientes com precisão, aumentando a eficiência da sua comunicação. Afinal, com um suporte eficiente e humanizado é possível alcançar um novo nível de excelência. Sem falar que também aumenta a produtividade da sua equipe e oferece um suporte autêntico, rápido, eficaz e pessoal. Confirma mais sobre esse recurso e suas possibilidades de utilização no suporte e atendimento ao cliente: 

  • Abertura de tickets

Ao iniciar o ticket, o Milvus apresenta duas sugestões de mensagens personalizadas de acordo com a questão em discussão, humanizando o atendimento desde o primeiro contato. Além disso, caso precise de mais informações para a resolução do problema, sugerimos respostas para o atendente, que pode solicitar mais detalhes ao usuário, fornecendo uma assistência mais precisa e eficiente.

  • Resolução de tickets 

Com um simples clique, o atendente convoca o Chat GPT para auxiliar na resolução do problema. Após a análise da IA, o atendente valida e faz os ajustes necessários, solucionando o ticket em poucos minutos.

  • Encerramento de tickets 

Os tickets são concluídos com facilidade via mensagens personalizadas, simplificando o processo e garantindo um encerramento impecável.

Conclusão

O Milvus ajuda você a realizar interações verdadeiramente personalizadas, prevendo as necessidades dos clientes de maneira proativa e aprimorando a eficiência operacional.Portanto, ao escolher o Milvus, sua empresa não apenas melhora a qualidade do atendimento, como também investe em inovação contínua para garantir a excelência. Para saber mais sobre a IA para atendimento ao cliente, experimente gratuitamente ou tenha uma demonstração com os nossos especialistas

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IA para atendimento ao cliente: veja como ela pode ser uma grande aliada

Felix Schultz

O ChatGPT transformou o campo da inteligência artificial e despertou interesse em diversas áreas. Mas você já pensou em utilizar a IA para atendimento ao cliente? Então, saiba que, provavelmente, os seus concorrentes já estão investindo na ferramenta para aumentar a satisfação dos clientes.  Isso é possível porque os avanços na inteligência artificial possibilitam a criação e desenvolvimento de processos mais eficientes de atendimento. Assim, estão transformando o relacionamento entre as pessoas e as organizações.   Para saber mais sobre o tema e descobrir como nós podemos ajudar seu negócio a fazer parte dessa evolução, continue a leitura. 

A evolução da IA

A inteligência artificial surgiu na década de 1950 e, desde então, só evoluiu. Se, inicialmente, a IA era apenas uma teoria estudada por cientistas da computação e acadêmicos, atualmente, ela já é parte de nossa vida.  Sua evolução foi marcada por diferentes abordagens e tecnologias, como a programação por regras. No entanto, ao longo dos anos, surgiram outras técnicas, como a aprendizagem de máquina, em que os dados fornecidos são capazes de educar a máquina. Como resultado, a inteligência artificial é capaz de realizar tarefas cada vez mais complexas. Isso inclui desde o reconhecimento de voz e imagem, tradução de idiomas e até análise de dados.  Assim, é usada por empresas dos mais variados segmentos para melhorar os processos e produtos desenvolvidos.  No entanto, essa ferramenta ainda tem muito a oferecer. A tendência é que a IA seja utilizada em mais áreas, trazendo inúmeros benefícios para a sociedade. 

A IA e a evolução no atendimento ao cliente

O relacionamento com os clientes exige tecnologias que entreguem mais do que respostas imediatas. Para isso, é fundamental entender o contexto, a forma como o usuário se comunica e como oferecer uma experiência humanizada e personalizada em cada interação.  Dessa forma, a IA para atendimento ao cliente tornou-se uma realidade! Isso porque consegue se adaptar às mudanças nas preferências e nos comportamentos dos clientes, adequando as respostas aos feedbacks e interações.  Outro ponto importante é o impacto positivo no serviço de autoatendimento. Afinal, a IA é capaz de realizar consultas técnicas mais detalhadas e compreensíveis, solucionando problemas complexos de forma mais acessível.  Assim, a IA para atendimento ao cliente fornece respostas mais naturais e assertivas. Além disso, ela: 

  • Antecipa as necessidades dos clientes a partir da análise de padrões de comportamento e do histórico de interações; 

  • Cria conteúdos criativos e até mesmo interativos, tornando a interação mais divertida e, consequentemente, mais memorável;

  • Reduz o tempo de espera graças à automação do processo de atendimento, possibilitando respostas instantâneas e assertivas;

  • Lida com um grande volume de interações simultaneamente, permitindo que os agentes se dediquem a casos mais complexos e desafiadores. 

Quais são os 3 tipos de IA?

Os tipos de IA são divididos, de maneira geral, pela forma como a inteligência artificial é usada. Assim, os três principais modelos são: 

  • IA fraca (ou estreita):

A IA Fraca ou Estreita é responsável por armazenar uma grande quantidade de dados e realizar cálculos complexos com rapidez. Contudo, se limita ao objetivo para o qual foi programada.  Dentro dessa classificação, há duas subcategorias: as máquinas reativas, que não armazenam muitos dados e reagem apenas a alguns estímulos configurados, e a memória limitada, que armazena mais informações e utiliza-as para tomar decisões. 

  • IA forte (ou geral):

A IA Forte ou Geral consegue aprender, compreender e reagir a determinados estímulos. Por isso, é capaz de realizar atividades semelhantes às executadas pelos seres humanos.  Nessa categoria, as máquinas são divididas em dois grupos: as cientes, que podem compreender os estímulos que recebem e processar as informações, e as autoconscientes, que possuem consciência do mundo e de si, facilitando a compreensão de estímulos externos. 

  • IA SUPERINTELIGÊNCIA:

Por fim, temos também a IA Superinteligência, que ainda é apenas uma suposição. Esse modelo ainda está sendo estudado, mas promete ser superior à inteligência humana e muito mais abrangente.  

O que é atendimento por inteligência artificial?

A IA para atendimento ao cliente pode ser uma excelente solução. Isso porque resolve as dúvidas e problemas do consumidor de forma rápida e personalizada.  Um dos principais exemplos de sua utilização são os chatbots. Esses sistemas de interação escrita ou oral funcionam por meio de plataformas de mensagens e chats, como WhatsApp e Facebook Messenger.  Na prática, eles analisam as informações fornecidas pelo usuário e armazenam dados relevantes. Isso é possível graças ao aprendizado rápido que garante condições para continuar o atendimento e solucionar as situações apresentadas de forma natural.  Assim, com um processo de aprendizagem contínua e evolutiva, os chatbots tornam-se bem desenvolvidos e treinados, elevando a qualidade da conversa. Além disso, hoje, também existem soluções de integração do chatgpt helpdesk, como no Milvus.  Nesse caso, é possível utilizar o chatgpt TI para agilizar o atendimento aos tickets e até contar com o apoio da tecnologia para compreender as solicitações dos clientes. 

Aplicações da inteligência artificial no atendimento ao cliente

Os chatbots são a principal tendência de uso de IA para atendimento ao cliente. Afinal, oferecem oportunidades para melhorar o atendimento ao usuário e reduzir os custos da empresa.  Isso é possível por meio da automação de interações específicas via aplicativos de mensagens, como o Facebook Messenger e o Telegram. Algumas aplicações de inteligência artificial no atendimento ao cliente são:

  • Suporte ao cliente;

  • Agendamento de horários;

  • Pesquisa de satisfação;

  • Recomendações personalizadas de produtos ou serviços;

  • Acompanhamentos pós-vendas;

  • Envio de boletos e documentos;

  • Cobranças e informações financeiras;

  • Entre outros. 

Como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente?

A inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente ao oferecer respostas e esclarecer dúvidas com agilidade e eficiência. Além disso, contribui para a personalização da comunicação, graças ao banco de dados que indica as preferências dos consumidores.  Ainda, com o chatgpt atendimento ao cliente, é possível automatizar, digitalizar e armazenar o atendimento prestado, o que permite o processamento e análise de dados.  Dessa forma, a IA consegue até direcionar as conversas para os responsáveis, fornecendo aos clientes respostas mais assertivas. 

Como usar IA para atendimento ao cliente?

1. Automação de tarefas repetitivas

Com a AI atendimento inteligente, é possível automatizar respostas frequentes. Dessa forma, ao otimizar esse tipo de processo, a equipe ganha tempo para focar em atividades mais estratégicas.  

2. Implementação de chatbots inteligentes

Os chatbots inteligentes conseguem coletar informações específicas, garantindo maior eficiência operacional no primeiro atendimento. Assim, é possível fornecer suporte instantâneo, mas sem usar mensagens robotizadas, respeitando a personalização e a relevância das interações.

3. Análise preditiva

A IA para atendimento ao cliente também pode ser utilizada para antecipar as necessidades do cliente graças à análise preditiva baseada nos suportes já feitos. Para isso, ela começa a compreender cenários que resultam em uma necessidade específica de contato.

4. Personalização da experiência do cliente

A IA também pode ajudar a entender o comportamento do público, permitindo que a equipe responsável pelo atendimento proporcione uma experiência mais personalizada.  Assim, ao oferecer insights baseados no histórico de atendimento, a empresa passa a ter uma base de clientes mais fidelizada, com relacionamentos duradouros e confiáveis. 

Principais vantagens da inteligência artificial no atendimento

A IA oferece uma série de vantagens para as empresas. A seguir listamos as principais: 

  • Respostas rápidas e precisas

A IA para atendimento ao cliente permite atender um grande número de usuários simultaneamente. Com isso, oferece respostas solicitadas em tempo real e garante um diálogo mais direto e objetivo. 

  • Personalização de acordo com o histórico

A inteligência artificial cria um registro do cliente com base em dados de comportamento, histórico de compras e preferências. Dessa forma, é possível personalizar as interações, oferecendo recomendações e sugestões relevantes e criando uma experiência única.

  • Eficiência operacional

Outra vantagem da IA para atendimento ao cliente é a melhoria da eficiência operacional. Afinal, ela supre grande parte das demandas de atendimento e suporte. Além disso, ao realizar tarefas rotineiras e repetitivas, permite que os atendentes tenham tempo para solucionar questões mais complexas e estratégicas.

  • Redução de erros

Um aspecto importante da inteligência artificial é a redução de erros humanos no atendimento ao cliente. Com a IA, é possível garantir consistência e precisão nas respostas, o que evita falhas e melhora a qualidade do atendimento.

  • Escalabilidade

Com o uso da IA, a capacidade de atendimento não depende mais do tamanho da equipe, pois um único bot pode atender vários clientes ao mesmo tempo. Diante disso, a empresa tem condições de escalar seu serviço e alcançar mais pessoas. 

  • Aprendizado contínuo

As ferramentas de IA para atendimento ao cliente podem aprender com as interações passadas, aperfeiçoando suas habilidades. Como resultado, o atendimento se torna cada vez mais preciso e eficaz, garantindo a satisfação do cliente.

  • Economia de custos

Por fim, o uso da IA pode contribuir para a redução de custos operacionais. Afinal, ao utilizar a inteligência artificial, é possível diminuir a quantidade de agentes necessários para lidar com consultas simples, otimizando a eficiência financeira da operação.

Integração Milvus com AI: feita para aumentar a eficiência do seu suporte e atendimento ao cliente 

Nesse cenário, o Milvus, Help Desk e Service Desk mais completo do mercado, se destaca pela integração de tecnologias avançadas para impulsionar a excelência no atendimento.  Assim, em um mundo onde a IA redefine processos e padrões, surgimos para transformar desafios em oportunidades, ajudando sua empresa a garantir a excelência no atendimento ao cliente.Por meio de respostas instantâneas e interações personalizadas, a integração chatgpt da plataforma te ajuda a antecipar as necessidades dos clientes com precisão, aumentando a eficiência da sua comunicação. Afinal, com um suporte eficiente e humanizado é possível alcançar um novo nível de excelência. Sem falar que também aumenta a produtividade da sua equipe e oferece um suporte autêntico, rápido, eficaz e pessoal. Confirma mais sobre esse recurso e suas possibilidades de utilização no suporte e atendimento ao cliente: 

  • Abertura de tickets

Ao iniciar o ticket, o Milvus apresenta duas sugestões de mensagens personalizadas de acordo com a questão em discussão, humanizando o atendimento desde o primeiro contato. Além disso, caso precise de mais informações para a resolução do problema, sugerimos respostas para o atendente, que pode solicitar mais detalhes ao usuário, fornecendo uma assistência mais precisa e eficiente.

  • Resolução de tickets 

Com um simples clique, o atendente convoca o Chat GPT para auxiliar na resolução do problema. Após a análise da IA, o atendente valida e faz os ajustes necessários, solucionando o ticket em poucos minutos.

  • Encerramento de tickets 

Os tickets são concluídos com facilidade via mensagens personalizadas, simplificando o processo e garantindo um encerramento impecável.

Conclusão

O Milvus ajuda você a realizar interações verdadeiramente personalizadas, prevendo as necessidades dos clientes de maneira proativa e aprimorando a eficiência operacional.Portanto, ao escolher o Milvus, sua empresa não apenas melhora a qualidade do atendimento, como também investe em inovação contínua para garantir a excelência. Para saber mais sobre a IA para atendimento ao cliente, experimente gratuitamente ou tenha uma demonstração com os nossos especialistas

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Gestão de contratos: entenda o que é e saiba como fazer

Felix Schultz

A gestão de contratos é essencial para as relações comerciais e profissionais, pois garante segurança jurídica, diminui os riscos e promove o controle eficiente das relações profissionais de uma empresa. Pensando nisso, neste artigo abordamos o que é a gestão de contratos, sua importância e quais as etapas dessa tarefa. Para saber mais, continue a leitura!

O que é gestão de contratos?

A gestão de contratos é o processo de gerenciamento do contrato desde as solicitações iniciais até a execução e renovação do documento. Para isso, o gerenciamento inclui a padronização e o monitoramento das etapas do contrato, a organização de documentos que comprovem o cumprimento dos atos e a minimização de riscos. Portanto, é essencial que o documento, como um contrato de desenvolvimento de software, seja bem redigido, deixando todas as regras claras. Afinal, o documento tem o objetivo de dar segurança jurídica às partes envolvidas, evitando cláusulas falhas, que provoquem riscos judiciais.

Quais os objetivos da gestão de contratos?

A elaboração e execução dos contratos envolvem diferentes setores e atividades de uma empresa. Assim, é essencial que a gestão de contratos seja planejada, organizada e implantada de acordo com cada uma de suas finalidades. Sendo assim, os principais objetivos dessa gestão são:

  • Agilizar requisições e simplificar procedimentos da empresa, seja entre departamentos ou com clientes e fornecedores externos;

  • Manter um histórico de todas as informações constantes no contrato, inclusive com seu respectivo armazenamento;

  • Controlar prazos de fornecimento de documentos de assinatura, de vencimento e de renovação;

  • Facilitar e estimular a comunicação entre os envolvidos no contrato;

  • Formalizar um documento isento de erros, por meio da revisão, do controle de versões e das etapas de execução;

  • Garantir o fiel cumprimento das cláusulas e obrigações;

  • Melhorar a produtividade da equipe, por meio de um controle centralizado das informações;

  • Manter a empresa em compliance com os padrões regulatórios e normas de seu setor econômico.

Por que é importante ter uma boa gestão de contratos?

Mais do que uma atividade burocrática de monitoramento de prazos e cumprimento de funções, a gestão de contratos é essencial para oferecer segurança jurídica e organizar o relacionamento da empresa com clientes, fornecedores, prestadores de serviços e outros. A atividade também é responsável por monitorar as etapas e a organização de anexos, redigir documentos com minutas padronizadas e coerentes, definir cláusulas que garantam o cumprimento das obrigações, determinar formas claras de cobrança de valores e estabelecer penalidades coerentes para caso de descumprimento do acordado. Além disso, a gestão de contratos é importante para evitar gastos desnecessários, padronizar negociações e diminuir litígios, estruturando uma cultura organizacional forte nos diversos setores da empresa.

Quais as etapas da gestão de contratos?

Para implementar uma gestão de contratos eficiente, é importante definir todas as etapas desse processo. Abaixo, você pode conferir cada uma delas.

  • Pedido

O pedido é a primeira etapa da gestão de contratos. Nela, uma parte faz a requisição e o departamento jurídico começa a coletar as informações para redigir o documento.

  • Elaboração e revisão

Na fase de elaboração, o documento é criado com as respectivas cláusulas, termos e condições. Em seguida, ele vai para a revisão, onde deve ser analisada a gramática, as boas práticas contratuais e a adequação à lei, garantindo uma linguagem clara e de fácil compreensão.

  • Negociação

Em seguida, começa a negociação. Nessa etapa, as partes envolvidas recebem uma cópia da minuta do contrato para avaliar as cláusulas, revisá-las e indicar eventuais alterações necessárias.

  • Aprovação

Depois de avaliarem a minuta do contrato e chegarem a um consenso, as partes aprovam o documento, confirmando que têm ciência de tudo o que envolverá o contrato, como preços e prazos, cronogramas, entre outros.

  • Assinatura

Em seguida, o contrato é enviado para assinatura, que pode ser feita presencialmente ou por meio de assinatura eletrônica ou assinatura digital, que possuem validade jurídica e garantem a segurança do documento e de sua identidade.


 

  • Armazenamento

Com o aceite das partes, o contrato encontra-se formalizado e deve ser arquivado de forma organizada para que possa ser encontrado facilmente para ser consultado e revisado quando necessário.

  • Execução e fiscalização

A execução envolve o acompanhamento dos prazos e a realização do objeto e dos pagamentos, além da prestação das garantias. Para isso, é feita a fiscalização do contrato, que verifica o cumprimento de todas as obrigações contratuais.

  • Gerenciamento

Essa etapa refere-se ao gerenciamento de prazos e renovações, além do relacionamento com clientes e fornecedores para evitar perda de prazos e penalidades.

  • Encerramento

Por fim, quando não há renovação ou alteração contratual e todas as obrigações foram cumpridas, o instrumento se encerra.

O que faz um gestor de contratos?

O gestor de contratos tem a função de averiguar os objetivos da gestão, acompanhar o cumprimento de cada etapa e analisar os resultados e indicadores, seja por meio de planilhas ou de softwares, como o Milvus. Além disso, o gestor de contratos é responsável por:

  • Registrar todas as ações e eventos dentro de um contrato;

  • Identificar gargalos e ocorrências que possam causar prejuízos e encontrar soluções;

  • Criar procedimentos que envolvam todo o processo de gestão de contratos;

  • Determinar a ferramenta para criar, assinar e acompanhar contratos;

  • Criar e apresentar relatórios de resultados e acompanhamento;

  • Propor melhorias e alterações sempre que necessário;

  • Delegar funções e atividades para os demais integrantes da equipe.

Para isso, é primordial que o gestor de contratos exerça sua função com organização e respeitando os prazos estipulados para que todas as atividades sejam realizadas com fluidez e eficiência.

Quando realizar o controle de contratos?

Os principais motivos para estruturar uma gestão de contratos, definindo um setor ou equipe responsável, procedimentos, ferramentas, tecnologias, entre outros, são:

  • Ter maior organização de todo o ciclo de vida dos contratos;

  • Centralizar as informações e ter rápido acesso a elas;

  • Reduzir custos e tempo em todo o processo de realização do contrato;

  • Necessidade de facilitar a comunicação e o desempenho dos departamentos;

  • Melhorar a privacidade das informações e aumentar o compliance da empresa.

Como fazer uma boa gestão de contratos?

O processo de gestão de contratos conta com diferentes etapas, que priorizam diferentes atividades e informações. Assim, para fazer uma boa gestão contratual, é importante considerar algumas dicas valiosas. Confira abaixo!

  • Tenha um canal fixo de comunicação

Uma das dicas principais para uma boa gestão de contratos é definir um canal para todas as solicitações, seja por e-mail, aplicativo interno ou software específico. Dessa forma, é possível manter um histórico de tudo o que foi feito, permitindo que as partes acompanhem cada etapa do contrato.

  • Defina prazos e procedimentos

Avalie a complexidade de cada contrato e determine uma prévia dos prazos para cada etapa. 

  • Nomeie os responsáveis por cada demanda

Defina os responsáveis por cada uma das etapas de gestão contratual. Dessa forma, é possível garantir que cada integrante saberá como funciona o procedimento, os prazos que precisa cumprir e as atividades que precisa desempenhar.

  • Invista em armazenamento e organização

O armazenamento dos contratos, aditivos e documentos é uma das etapas mais importantes na gestão contratual. Por isso, é essencial ter definida a forma de armazenamento das informações, assim como o modo que serão organizadas. Independentemente da modalidade de armazenamento escolhida, é importante que seja uma opção segura.

  • Escolher um bom software de gestão de contratos

Um contrato tem um ciclo de vida complexo. Logo, é importante contar com umsistema de gestão de contratos, como o Milvus, para garantir que tudo saia conforme negociado entre as partes.

Conclusão

A gestão de contratos desempenha um papel fundamental em qualquer negócio, independentemente do tamanho ou segmento. Afinal, contratos bem gerenciados não só estabelecem bases sólidas para as operações, como também minimizam riscos e maximizam oportunidades. Para contar com as melhores práticas, garantindo eficiência, conformidade e sucesso empresarial, saiba mais sobre o Recurso de Gestão de Contratos disponível no Milvus, a mais completa solução omnichannel do mercado, em nosso artigo completo. Entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Gestão de contratos: entenda o que é e saiba como fazer

Felix Schultz

A gestão de contratos é essencial para as relações comerciais e profissionais, pois garante segurança jurídica, diminui os riscos e promove o controle eficiente das relações profissionais de uma empresa. Pensando nisso, neste artigo abordamos o que é a gestão de contratos, sua importância e quais as etapas dessa tarefa. Para saber mais, continue a leitura!

O que é gestão de contratos?

A gestão de contratos é o processo de gerenciamento do contrato desde as solicitações iniciais até a execução e renovação do documento. Para isso, o gerenciamento inclui a padronização e o monitoramento das etapas do contrato, a organização de documentos que comprovem o cumprimento dos atos e a minimização de riscos. Portanto, é essencial que o documento, como um contrato de desenvolvimento de software, seja bem redigido, deixando todas as regras claras. Afinal, o documento tem o objetivo de dar segurança jurídica às partes envolvidas, evitando cláusulas falhas, que provoquem riscos judiciais.

Quais os objetivos da gestão de contratos?

A elaboração e execução dos contratos envolvem diferentes setores e atividades de uma empresa. Assim, é essencial que a gestão de contratos seja planejada, organizada e implantada de acordo com cada uma de suas finalidades. Sendo assim, os principais objetivos dessa gestão são:

  • Agilizar requisições e simplificar procedimentos da empresa, seja entre departamentos ou com clientes e fornecedores externos;

  • Manter um histórico de todas as informações constantes no contrato, inclusive com seu respectivo armazenamento;

  • Controlar prazos de fornecimento de documentos de assinatura, de vencimento e de renovação;

  • Facilitar e estimular a comunicação entre os envolvidos no contrato;

  • Formalizar um documento isento de erros, por meio da revisão, do controle de versões e das etapas de execução;

  • Garantir o fiel cumprimento das cláusulas e obrigações;

  • Melhorar a produtividade da equipe, por meio de um controle centralizado das informações;

  • Manter a empresa em compliance com os padrões regulatórios e normas de seu setor econômico.

Por que é importante ter uma boa gestão de contratos?

Mais do que uma atividade burocrática de monitoramento de prazos e cumprimento de funções, a gestão de contratos é essencial para oferecer segurança jurídica e organizar o relacionamento da empresa com clientes, fornecedores, prestadores de serviços e outros. A atividade também é responsável por monitorar as etapas e a organização de anexos, redigir documentos com minutas padronizadas e coerentes, definir cláusulas que garantam o cumprimento das obrigações, determinar formas claras de cobrança de valores e estabelecer penalidades coerentes para caso de descumprimento do acordado. Além disso, a gestão de contratos é importante para evitar gastos desnecessários, padronizar negociações e diminuir litígios, estruturando uma cultura organizacional forte nos diversos setores da empresa.

Quais as etapas da gestão de contratos?

Para implementar uma gestão de contratos eficiente, é importante definir todas as etapas desse processo. Abaixo, você pode conferir cada uma delas.

  • Pedido

O pedido é a primeira etapa da gestão de contratos. Nela, uma parte faz a requisição e o departamento jurídico começa a coletar as informações para redigir o documento.

  • Elaboração e revisão

Na fase de elaboração, o documento é criado com as respectivas cláusulas, termos e condições. Em seguida, ele vai para a revisão, onde deve ser analisada a gramática, as boas práticas contratuais e a adequação à lei, garantindo uma linguagem clara e de fácil compreensão.

  • Negociação

Em seguida, começa a negociação. Nessa etapa, as partes envolvidas recebem uma cópia da minuta do contrato para avaliar as cláusulas, revisá-las e indicar eventuais alterações necessárias.

  • Aprovação

Depois de avaliarem a minuta do contrato e chegarem a um consenso, as partes aprovam o documento, confirmando que têm ciência de tudo o que envolverá o contrato, como preços e prazos, cronogramas, entre outros.

  • Assinatura

Em seguida, o contrato é enviado para assinatura, que pode ser feita presencialmente ou por meio de assinatura eletrônica ou assinatura digital, que possuem validade jurídica e garantem a segurança do documento e de sua identidade.


 

  • Armazenamento

Com o aceite das partes, o contrato encontra-se formalizado e deve ser arquivado de forma organizada para que possa ser encontrado facilmente para ser consultado e revisado quando necessário.

  • Execução e fiscalização

A execução envolve o acompanhamento dos prazos e a realização do objeto e dos pagamentos, além da prestação das garantias. Para isso, é feita a fiscalização do contrato, que verifica o cumprimento de todas as obrigações contratuais.

  • Gerenciamento

Essa etapa refere-se ao gerenciamento de prazos e renovações, além do relacionamento com clientes e fornecedores para evitar perda de prazos e penalidades.

  • Encerramento

Por fim, quando não há renovação ou alteração contratual e todas as obrigações foram cumpridas, o instrumento se encerra.

O que faz um gestor de contratos?

O gestor de contratos tem a função de averiguar os objetivos da gestão, acompanhar o cumprimento de cada etapa e analisar os resultados e indicadores, seja por meio de planilhas ou de softwares, como o Milvus. Além disso, o gestor de contratos é responsável por:

  • Registrar todas as ações e eventos dentro de um contrato;

  • Identificar gargalos e ocorrências que possam causar prejuízos e encontrar soluções;

  • Criar procedimentos que envolvam todo o processo de gestão de contratos;

  • Determinar a ferramenta para criar, assinar e acompanhar contratos;

  • Criar e apresentar relatórios de resultados e acompanhamento;

  • Propor melhorias e alterações sempre que necessário;

  • Delegar funções e atividades para os demais integrantes da equipe.

Para isso, é primordial que o gestor de contratos exerça sua função com organização e respeitando os prazos estipulados para que todas as atividades sejam realizadas com fluidez e eficiência.

Quando realizar o controle de contratos?

Os principais motivos para estruturar uma gestão de contratos, definindo um setor ou equipe responsável, procedimentos, ferramentas, tecnologias, entre outros, são:

  • Ter maior organização de todo o ciclo de vida dos contratos;

  • Centralizar as informações e ter rápido acesso a elas;

  • Reduzir custos e tempo em todo o processo de realização do contrato;

  • Necessidade de facilitar a comunicação e o desempenho dos departamentos;

  • Melhorar a privacidade das informações e aumentar o compliance da empresa.

Como fazer uma boa gestão de contratos?

O processo de gestão de contratos conta com diferentes etapas, que priorizam diferentes atividades e informações. Assim, para fazer uma boa gestão contratual, é importante considerar algumas dicas valiosas. Confira abaixo!

  • Tenha um canal fixo de comunicação

Uma das dicas principais para uma boa gestão de contratos é definir um canal para todas as solicitações, seja por e-mail, aplicativo interno ou software específico. Dessa forma, é possível manter um histórico de tudo o que foi feito, permitindo que as partes acompanhem cada etapa do contrato.

  • Defina prazos e procedimentos

Avalie a complexidade de cada contrato e determine uma prévia dos prazos para cada etapa. 

  • Nomeie os responsáveis por cada demanda

Defina os responsáveis por cada uma das etapas de gestão contratual. Dessa forma, é possível garantir que cada integrante saberá como funciona o procedimento, os prazos que precisa cumprir e as atividades que precisa desempenhar.

  • Invista em armazenamento e organização

O armazenamento dos contratos, aditivos e documentos é uma das etapas mais importantes na gestão contratual. Por isso, é essencial ter definida a forma de armazenamento das informações, assim como o modo que serão organizadas. Independentemente da modalidade de armazenamento escolhida, é importante que seja uma opção segura.

  • Escolher um bom software de gestão de contratos

Um contrato tem um ciclo de vida complexo. Logo, é importante contar com umsistema de gestão de contratos, como o Milvus, para garantir que tudo saia conforme negociado entre as partes.

Conclusão

A gestão de contratos desempenha um papel fundamental em qualquer negócio, independentemente do tamanho ou segmento. Afinal, contratos bem gerenciados não só estabelecem bases sólidas para as operações, como também minimizam riscos e maximizam oportunidades. Para contar com as melhores práticas, garantindo eficiência, conformidade e sucesso empresarial, saiba mais sobre o Recurso de Gestão de Contratos disponível no Milvus, a mais completa solução omnichannel do mercado, em nosso artigo completo. Entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito.

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Atendimento omnichannel: o que é e como implementá-lo?

Felix Schultz

A experiência de consumo atual tem vários canais e uma forma diferente de comunicação. Afinal, mais do que serem atendidos, os clientes querem interagir e se relacionar com as marcas. Diante disso, o atendimento omnichannel surge para alinhar o discurso em todas as plataformas de relacionamento, garantindo que o público não sinta diferença no atendimento. Se você quer saber mais sobre o tema e descobrir como essa estratégia pode ser utilizada na sua empresa, continue a leitura. 

O que é atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel é uma estratégia de comunicação focada na integração dos canais utilizados pela empresa para proporcionar uma experiência de relacionamento unificada. Para isso, os dados e informações do cliente são centralizados, possibilitando que todos os colaboradores tenham acesso ao histórico e possam continuar o serviço, independente do meio em que o cliente for atendido. 

Como acontece o atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel unifica os canais e adota um padrão de comunicação para a empresa, garantindo uma boa experiência do cliente e evitando diferenças no discurso, seja nas redes sociais, no site ou nas lojas físicas.  Para isso, o atendimento acontece por meio de uma plataforma omnichannel, que precisa:

  • Unificar as interações para agilizar as respostas;

  • Oferecer o monitoramento das interações e a possibilidade de priorizá-las;

  • Permitir a visualização de detalhes relevantes sobre os clientes e eventos anteriores;

  • Possibilitar que os clientes interajam usando seus canais preferidos;

  • Proporcionar integração com outras ferramentas. 

Dessa forma, ao investir em uma plataforma omnichannel, é possível integrar os canais de forma estruturada, oferecendo um atendimento contínuo e adequado às necessidades e preferências de cada consumidor.  

Por que o atendimento omnichannel é importante? 

O uso de múltiplos canais simultaneamente faz parte do novo comportamento do consumidor. Assim, na estratégia omnichannel, o mundo físico e o virtual se tornam praticamente um só, o que garante uma jornada fluida e contínua independente do canal utilizado para se relacionar com a empresa.  Dessa forma, ao oferecer diversos canais para que o cliente pesquise, se comunique e compre de forma integrada, essa estratégia prioriza a experiência do cliente com a marca, o que ajuda a atrair novos clientes e fidelizar os antigos.  Como resultado, a empresa constrói uma base de consumidores satisfeitos e fiéis, lucra mais e se destaca frente à concorrência. 

Quais são as vantagens do atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel traz diversas vantagens para as organizações, como: 

1. Suporte e integração de múltiplos canais

O atendimento omnichannel integra os canais de comunicação, permitindo que o cliente utilize o mesmo protocolo para começar uma conversa por telefone e terminar por chat, por exemplo. Isso é possível porque, quando a empresa implementa um software de atendimento omnichannel, os operadores atendem solicitações de diferentes canais em uma única plataforma.

2. Análise do comportamento do cliente

O atendimento omnichannel oferece dados valiosos sobre o perfil e o comportamento do consumidor, permitindo a compreensão de detalhes, anseios e preferências que orientam a criação de um diálogo personalizado.  

3. Histórico de atendimento

Outra vantagem do atendimento omnichannel é o registro automático dos atendimentos realizados, o que permite definir um perfil e um histórico unificado do relacionamento do consumidor com a empresa.  Com isso, fica mais fácil oferecer soluções personalizadas, antecipar demandas e, consequentemente, aumentar a satisfação do cliente.

4. Segurança da informação

Os melhores sistemas omnichannel, como o Milvus, contam com uma estrutura robusta de segurança cibernética, evitando que os dados dos clientes sejam corrompidos. Além disso, ao centralizar todas as informações em uma única plataforma, a empresa consegue se adaptar às necessidades do cliente.

5. Agilidade

O atendimento omnichannel utiliza uma interface única, o que otimiza o trabalho e aumenta a produtividade dos colaboradores, que não precisam acessar cada canal separadamente para realizar o suporte ao consumidor. 

6. Imagem da marca

Outra vantagem do omnichannel é a capacidade de oferecer soluções efetivas e respostas rápidas, o que cria uma imagem positiva e confiante da marca e encoraja o público a enaltecer as qualidades da empresa.

7. Visão aprofundada da organização

A centralização das informações fornece relatórios mais detalhados acerca da situação da empresa. Com isso, é possível avaliar o atendimento e os problemas mais comuns, além de definir ações capazes de aprimorar produtos e processos.  

Qual a diferença entre multicanal e omnichannel? 

É comum as pessoas confundirem os conceitos de multicanal e omnichannel. Por isso, explicamos a seguir as características de cada uma. Confira!  

  • Multicanal 

O atendimento multicanal oferece diversos pontos de contato para os clientes, porém os canais não são integrados. Assim, os clientes têm várias opções, mas precisam repetir todos os dados a cada contato, o que impacta negativamente na experiência. 

  • Omnichannel 

O atendimento omnichannel integra todos os canais de contato, proporcionando uma experiência de relacionamento unificada independente do canal utilizado pelo consumidor. Isso é possível porque todas as informações coletadas são direcionadas para um software que centraliza a comunicação.  Além disso, essa estratégia contribui para a produtividade e qualidade do serviço de atendimento, pois utiliza dados precisos e personalizados em sua operação. 

  • Multiexperiência 

A multiexperiência é uma estratégia focada na qualidade do atendimento e no Customer Experience. Para isso, ela oferece os recursos do omnichannel e agrega mais valor à marca ao integrar outros pontos de contato entre o cliente e o negócio, como IoT (Internet das Coisas) e realidade aumentada.

Como é feito o atendimento omnichannel por WhatsApp? 

Estudos relatam que os dispositivos móveis são o meio preferido para o envio de mensagens e mais de 55% dos usuários no Brasil usam o WhatsApp para se comunicar com empresas. Isso é resultado da mudança no comportamento do consumidor. Afinal, mais do que bons serviços e produtos, ele busca agilidade. Nesse contexto, o atendimento omnichannel por WhatsApp se destaca, afinal a troca de mensagens nesse aplicativo facilita o dia a dia e a jornada de compra. Portanto, o canal deve estar integrado e sincronizado com todos os outros canais da empresa. Para isso, é interessante optar por automações que levem ao WhatsApp ou chatbots que colaborem de forma mais dinâmica com o chat omnichannel.  

Vale a pena usar chat no omnichannel? 

Sim! E nós explicamos: o chat promove um diálogo em tempo real entre empresa e cliente, o que permite ao colaborador fornecer informações essenciais, solucionar problemas e tirar dúvidas com praticidade e agilidade.  O chat pode ser uma poderosa ferramenta de atendimento omnichannel. No entanto, é importante compreender que existem diversos canais de chat que podem ser usados pelos clientes.  Assim, para que o diálogo possa ser integrado, a dica é implementar soluções como a plataforma omnichannel do Milvus, que permite o gerenciamento de conversas de diferentes canais em um único lugar.

Quais os principais desafios de um atendimento omnichannel? 

A estratégia omnichannel é extremamente interessante para melhorar a experiência do cliente. Mas, antes de implementá-la, é importante conhecer os desafios mais comuns enfrentados pelas empresas.

  • Migração para o omnichannel

Para implementar esse serviço, é fundamental mapear a jornada do cliente e identificar os pontos de contato. Dessa forma, é possível construir uma ação certeira, que permitirá a migração inteligente para o omnichannel e, consequentemente, melhorará a qualidade do atendimento. 

  • Alinhamento do tom de atendimento

Cada consumidor prefere um canal de comunicação. Assim, um dos grandes desafios do omnichannel é mapear o perfil dos clientes em cada canal para direcionar o atendimento ao colaborador que sabe lidar com determinado público e definir o tom adequado para a interação, melhorando a abordagem e a experiência do cliente. 

3 exemplos de omnichannel no Brasil 

1. Magazine Luiza 

O Magazine Luiza integrou os canais online e offline para unificar os acessos via aplicativo, os chamados recebidos mensalmente e as inúmeras pessoas que visitam o site e as lojas físicas. Colocando a experiência do cliente em primeiro lugar, a empresa registrou uma receita de mais de R$ 24 bilhões, impulsionada pelo crescimento de 148% em suas vendas. 

2. Natura

A Natura é outra empresa brasileira que uniu o mundo físico e o virtual para proporcionar uma melhor experiência aos seus consumidores. Para isso, a marca investiu na versão mobile via app e desenvolveu um óculos de realidade virtual que permite que os consumidores se conectem com as comunidades extrativistas da Natura, vivenciando uma jornada virtual com uma de suas linhas de produtos.  

3. Riachuelo 

A Riachuelo também tem investido em estratégias omnichannel para melhorar a experiência do consumidor. Entre suas ações estão o uso de realidade aumentada para possibilitar que o cliente receba informações sobre o produto via app, serviço de atendimento em totens e QR Codes para que as pessoas possam abrir seus armários. Além disso, a empresa também trouxe o comando de voz da assistente virtual Alexa para sua loja e possibilitou que o cliente realize uma compra da loja e receba em outro endereço e finalize o pagamento sem sair do provador. 

Como adotar o omnichannel na sua empresa? 

Para adotar o omnichannel na sua empresa, o primeiro passo é conhecer o cliente e identificar quais os canais de comunicação mais utilizados pelo público.  O próximo passo é a integração de todos os canais de comunicação da empresa por meio de uma plataforma omnichannel, que permite alinhar todos os meios de relacionamento, sejam eles online ou offline, e centralizar tudo em um só lugar.  Por fim, é importante ter processos bem-estruturados e manter uma linguagem única, respeitando a identidade nos diversos canais de relacionamento e proporcionando a mesma experiência positiva.

Conclusão 

Agora que você já sabe a importância do atendimento omnichannel, que tal conhecer a plataforma perfeita para você implantar essa estratégia no seu negócio com segurança e praticidade?  O Milvus é uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente que conta com soluções completas para criar experiências de atendimento confiáveis e produtivas tanto para seus clientes quanto para suas equipes.  Entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito

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Atendimento omnichannel: o que é e como implementá-lo?

Felix Schultz

A experiência de consumo atual tem vários canais e uma forma diferente de comunicação. Afinal, mais do que serem atendidos, os clientes querem interagir e se relacionar com as marcas. Diante disso, o atendimento omnichannel surge para alinhar o discurso em todas as plataformas de relacionamento, garantindo que o público não sinta diferença no atendimento. Se você quer saber mais sobre o tema e descobrir como essa estratégia pode ser utilizada na sua empresa, continue a leitura. 

O que é atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel é uma estratégia de comunicação focada na integração dos canais utilizados pela empresa para proporcionar uma experiência de relacionamento unificada. Para isso, os dados e informações do cliente são centralizados, possibilitando que todos os colaboradores tenham acesso ao histórico e possam continuar o serviço, independente do meio em que o cliente for atendido. 

Como acontece o atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel unifica os canais e adota um padrão de comunicação para a empresa, garantindo uma boa experiência do cliente e evitando diferenças no discurso, seja nas redes sociais, no site ou nas lojas físicas.  Para isso, o atendimento acontece por meio de uma plataforma omnichannel, que precisa:

  • Unificar as interações para agilizar as respostas;

  • Oferecer o monitoramento das interações e a possibilidade de priorizá-las;

  • Permitir a visualização de detalhes relevantes sobre os clientes e eventos anteriores;

  • Possibilitar que os clientes interajam usando seus canais preferidos;

  • Proporcionar integração com outras ferramentas. 

Dessa forma, ao investir em uma plataforma omnichannel, é possível integrar os canais de forma estruturada, oferecendo um atendimento contínuo e adequado às necessidades e preferências de cada consumidor.  

Por que o atendimento omnichannel é importante? 

O uso de múltiplos canais simultaneamente faz parte do novo comportamento do consumidor. Assim, na estratégia omnichannel, o mundo físico e o virtual se tornam praticamente um só, o que garante uma jornada fluida e contínua independente do canal utilizado para se relacionar com a empresa.  Dessa forma, ao oferecer diversos canais para que o cliente pesquise, se comunique e compre de forma integrada, essa estratégia prioriza a experiência do cliente com a marca, o que ajuda a atrair novos clientes e fidelizar os antigos.  Como resultado, a empresa constrói uma base de consumidores satisfeitos e fiéis, lucra mais e se destaca frente à concorrência. 

Quais são as vantagens do atendimento omnichannel? 

O atendimento omnichannel traz diversas vantagens para as organizações, como: 

1. Suporte e integração de múltiplos canais

O atendimento omnichannel integra os canais de comunicação, permitindo que o cliente utilize o mesmo protocolo para começar uma conversa por telefone e terminar por chat, por exemplo. Isso é possível porque, quando a empresa implementa um software de atendimento omnichannel, os operadores atendem solicitações de diferentes canais em uma única plataforma.

2. Análise do comportamento do cliente

O atendimento omnichannel oferece dados valiosos sobre o perfil e o comportamento do consumidor, permitindo a compreensão de detalhes, anseios e preferências que orientam a criação de um diálogo personalizado.  

3. Histórico de atendimento

Outra vantagem do atendimento omnichannel é o registro automático dos atendimentos realizados, o que permite definir um perfil e um histórico unificado do relacionamento do consumidor com a empresa.  Com isso, fica mais fácil oferecer soluções personalizadas, antecipar demandas e, consequentemente, aumentar a satisfação do cliente.

4. Segurança da informação

Os melhores sistemas omnichannel, como o Milvus, contam com uma estrutura robusta de segurança cibernética, evitando que os dados dos clientes sejam corrompidos. Além disso, ao centralizar todas as informações em uma única plataforma, a empresa consegue se adaptar às necessidades do cliente.

5. Agilidade

O atendimento omnichannel utiliza uma interface única, o que otimiza o trabalho e aumenta a produtividade dos colaboradores, que não precisam acessar cada canal separadamente para realizar o suporte ao consumidor. 

6. Imagem da marca

Outra vantagem do omnichannel é a capacidade de oferecer soluções efetivas e respostas rápidas, o que cria uma imagem positiva e confiante da marca e encoraja o público a enaltecer as qualidades da empresa.

7. Visão aprofundada da organização

A centralização das informações fornece relatórios mais detalhados acerca da situação da empresa. Com isso, é possível avaliar o atendimento e os problemas mais comuns, além de definir ações capazes de aprimorar produtos e processos.  

Qual a diferença entre multicanal e omnichannel? 

É comum as pessoas confundirem os conceitos de multicanal e omnichannel. Por isso, explicamos a seguir as características de cada uma. Confira!  

  • Multicanal 

O atendimento multicanal oferece diversos pontos de contato para os clientes, porém os canais não são integrados. Assim, os clientes têm várias opções, mas precisam repetir todos os dados a cada contato, o que impacta negativamente na experiência. 

  • Omnichannel 

O atendimento omnichannel integra todos os canais de contato, proporcionando uma experiência de relacionamento unificada independente do canal utilizado pelo consumidor. Isso é possível porque todas as informações coletadas são direcionadas para um software que centraliza a comunicação.  Além disso, essa estratégia contribui para a produtividade e qualidade do serviço de atendimento, pois utiliza dados precisos e personalizados em sua operação. 

  • Multiexperiência 

A multiexperiência é uma estratégia focada na qualidade do atendimento e no Customer Experience. Para isso, ela oferece os recursos do omnichannel e agrega mais valor à marca ao integrar outros pontos de contato entre o cliente e o negócio, como IoT (Internet das Coisas) e realidade aumentada.

Como é feito o atendimento omnichannel por WhatsApp? 

Estudos relatam que os dispositivos móveis são o meio preferido para o envio de mensagens e mais de 55% dos usuários no Brasil usam o WhatsApp para se comunicar com empresas. Isso é resultado da mudança no comportamento do consumidor. Afinal, mais do que bons serviços e produtos, ele busca agilidade. Nesse contexto, o atendimento omnichannel por WhatsApp se destaca, afinal a troca de mensagens nesse aplicativo facilita o dia a dia e a jornada de compra. Portanto, o canal deve estar integrado e sincronizado com todos os outros canais da empresa. Para isso, é interessante optar por automações que levem ao WhatsApp ou chatbots que colaborem de forma mais dinâmica com o chat omnichannel.  

Vale a pena usar chat no omnichannel? 

Sim! E nós explicamos: o chat promove um diálogo em tempo real entre empresa e cliente, o que permite ao colaborador fornecer informações essenciais, solucionar problemas e tirar dúvidas com praticidade e agilidade.  O chat pode ser uma poderosa ferramenta de atendimento omnichannel. No entanto, é importante compreender que existem diversos canais de chat que podem ser usados pelos clientes.  Assim, para que o diálogo possa ser integrado, a dica é implementar soluções como a plataforma omnichannel do Milvus, que permite o gerenciamento de conversas de diferentes canais em um único lugar.

Quais os principais desafios de um atendimento omnichannel? 

A estratégia omnichannel é extremamente interessante para melhorar a experiência do cliente. Mas, antes de implementá-la, é importante conhecer os desafios mais comuns enfrentados pelas empresas.

  • Migração para o omnichannel

Para implementar esse serviço, é fundamental mapear a jornada do cliente e identificar os pontos de contato. Dessa forma, é possível construir uma ação certeira, que permitirá a migração inteligente para o omnichannel e, consequentemente, melhorará a qualidade do atendimento. 

  • Alinhamento do tom de atendimento

Cada consumidor prefere um canal de comunicação. Assim, um dos grandes desafios do omnichannel é mapear o perfil dos clientes em cada canal para direcionar o atendimento ao colaborador que sabe lidar com determinado público e definir o tom adequado para a interação, melhorando a abordagem e a experiência do cliente. 

3 exemplos de omnichannel no Brasil 

1. Magazine Luiza 

O Magazine Luiza integrou os canais online e offline para unificar os acessos via aplicativo, os chamados recebidos mensalmente e as inúmeras pessoas que visitam o site e as lojas físicas. Colocando a experiência do cliente em primeiro lugar, a empresa registrou uma receita de mais de R$ 24 bilhões, impulsionada pelo crescimento de 148% em suas vendas. 

2. Natura

A Natura é outra empresa brasileira que uniu o mundo físico e o virtual para proporcionar uma melhor experiência aos seus consumidores. Para isso, a marca investiu na versão mobile via app e desenvolveu um óculos de realidade virtual que permite que os consumidores se conectem com as comunidades extrativistas da Natura, vivenciando uma jornada virtual com uma de suas linhas de produtos.  

3. Riachuelo 

A Riachuelo também tem investido em estratégias omnichannel para melhorar a experiência do consumidor. Entre suas ações estão o uso de realidade aumentada para possibilitar que o cliente receba informações sobre o produto via app, serviço de atendimento em totens e QR Codes para que as pessoas possam abrir seus armários. Além disso, a empresa também trouxe o comando de voz da assistente virtual Alexa para sua loja e possibilitou que o cliente realize uma compra da loja e receba em outro endereço e finalize o pagamento sem sair do provador. 

Como adotar o omnichannel na sua empresa? 

Para adotar o omnichannel na sua empresa, o primeiro passo é conhecer o cliente e identificar quais os canais de comunicação mais utilizados pelo público.  O próximo passo é a integração de todos os canais de comunicação da empresa por meio de uma plataforma omnichannel, que permite alinhar todos os meios de relacionamento, sejam eles online ou offline, e centralizar tudo em um só lugar.  Por fim, é importante ter processos bem-estruturados e manter uma linguagem única, respeitando a identidade nos diversos canais de relacionamento e proporcionando a mesma experiência positiva.

Conclusão 

Agora que você já sabe a importância do atendimento omnichannel, que tal conhecer a plataforma perfeita para você implantar essa estratégia no seu negócio com segurança e praticidade?  O Milvus é uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente que conta com soluções completas para criar experiências de atendimento confiáveis e produtivas tanto para seus clientes quanto para suas equipes.  Entre em contato com nossos consultores e faça um teste gratuito

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O que é engenharia social na segurança da informação? Tudo o que sua área de TI precisa saber sobre o tema!

Felix Schultz

Em um mundo cada vez mais conectado, as ameaças digitais vão além dos ataques diretos aos sistemas. Neste cenário, compreender o que é engenharia social na segurança da informação é crucial para evitar a exploração de vulnerabilidades humanas para acessar dados sensíveis. 

 

Até porque os golpes de engenharia social envolvem a manipulação psicológica de indivíduos para que divulguem informações confidenciais. Bem como, realizem ações que comprometam a segurança da organização.

 

Para evitar que esses ataques causem grandes danos, é essencial que as equipes de TI estejam alinhadas com políticas robustas de segurança da informação. Um planejamento bem estruturado, aliado à conscientização dos colaboradores, pode reduzir significativamente os riscos associados a essa prática, que continua a evoluir de maneira sofisticada.

 

Pensando nisso, neste artigo, vamos explorar como os ataques de engenharia social funcionam e os principais riscos para a sua empresa. Continue lendo e veja como sua área de TI pode se preparar! 

O que é engenharia social no contexto de segurança da informação?

Compreender o que é engenharia social, no contexto de segurança da informação, refere-se a um conjunto de técnicas que exploram a manipulação psicológica para enganar pessoas. Bem como levá-las a revelar informações confidenciais ou realizar ações que comprometam a segurança de uma organização. 

 

Neste cenário, em vez de atacar diretamente os sistemas tecnológicos, os criminosos usam a vulnerabilidade humana como porta de entrada. Então, aproveitam-se da confiança, curiosidade ou falta de atenção dos colaboradores para obter acesso a dados sensíveis ou sistemas internos. 

 

Essa abordagem é uma das formas mais comuns e eficazes de ataque, sendo amplamente utilizada por hackers para contornar medidas tradicionais de segurança digital.

Quais são os tipos de engenharia social?

Apesar do nome "Engenharia Social" sugerir táticas sofisticadas, a maioria dos ataques é surpreendentemente simples. Esses golpes não exigem que os criminosos encontrem falhas complexas nos sistemas de segurança, e muitas vezes nem acontecem exclusivamente no ambiente digital.

 

Os ataques de engenharia social na segurança da informação podem ocorrer em qualquer contexto onde exista interação humana, explorando a curiosidade, confiança ou distração das pessoas. 

 

Para exemplificar, a seguir, listamos alguns dos principais tipos de engenharia social e ataques realizados. Confira! 

 

  • Phishing: esse é um dos tipos de ataques de engenharia social mais comuns. Os criminosos enviam e-mails ou mensagens que parecem ser comunicações legítimas, solicitando que o desenvolvedor forneça suas credenciais ou clique em links maliciosos. Se o programador cair na armadilha e fornecer as informações, o invasor pode obter acesso a repositórios de código, servidores e outros recursos críticos da empresa;

 

  • Pretexting e Impersonal: nessa técnica, o atacante finge ser uma figura de autoridade ou um colega de trabalho confiável para coletar informações sensíveis. Um exemplo comum é o criminoso se passar por um gerente de TI, solicitando acesso temporário a um sistema. O desenvolvedor, acreditando estar ajudando, acaba fornecendo os dados necessários, facilitando o golpe de engenharia social;

 

  • Ataques de Baiting: No baiting, o criminoso deixa iscas, como pen drives infectados com malware, em locais de fácil acesso. Quando o desenvolvedor conecta o dispositivo ao computador, o malware é instalado, permitindo ao invasor acesso irrestrito ao código, sistemas e dados confidenciais.

 

O que caracteriza um ataque de engenharia social​?

Você sabe o que caracteriza um ataque de engenharia social? Até porque, em alguns casos, os atacantes utilizam táticas ainda mais simples. 

 

Um exemplo é o "ombro espião", onde o hacker frequenta áreas como praças de alimentação corporativas e observa discretamente os usuários que trabalham em laptops ou tablets. Dessa forma, ele pode obter nomes de usuários e senhas sem precisar enviar um e-mail ou usar malware.

 

Desse modo, os ataques de engenharia social baseiam-se na habilidade do atacante. Afinal, durante os golpes, você pode ser induzido a agir das seguintes maneiras:

 

  • Emoções intensificadas: manipular as emoções é uma estratégia poderosa usada pelos atacantes. Quando você está emocionalmente abalado, é mais suscetível a tomar decisões precipitadas ou irracionais; 

  • Urgência: solicitações que parecem extremamente urgentes são outra arma comum dos invasores. Eles podem criar um falso senso de emergência, fazendo você acreditar que precisa resolver um problema imediatamente, ou que há uma oportunidade que desaparecerá se não agir rapidamente; 

  • Confiança: a credibilidade é um fator crucial nos ataques de engenharia social. Como o invasor está mentindo, ele se esforça para criar uma narrativa confiável, baseada em informações que parecem reais. Quanto mais crível a história, menor a chance de você questionar suas intenções.

Técnicas utilizadas na engenharia social

O ataque de uma engenharia social na segurança da informação​ pode ocorrer de forma sutil e eficaz, seja por meio de uma conversa casual, ligação telefônica, ou, em casos mais elaborados, por meio de sedução. 

 

Ou seja, a principal "arma" utilizada nesses ataques é a habilidade de interagir com as pessoas, persuadindo-as a fornecer informações ou realizar ações que comprometam a segurança.

 

As técnicas de ataque são variadas, sempre explorando a vulnerabilidade e a ingenuidade humana. A maioria envolve enganar os usuários de um sistema para obter informações confidenciais, utilizando falsificações de identidade, conquista de carisma e estabelecimento de confiança.

 

Esses ataques ocorrem por meio de qualquer meio de comunicação, incluindo telefonemas, conversas presenciais, e-mails, redes sociais e até sites de compras, onde o invasor manipula a vítima de maneira eficaz para atingir seu objetivo.

Como a equipe de TI reduz os riscos de um ataque de engenharia social?

Agora que você já sabe o que é engenharia social na segurança da informação, entende que a prevenção contra ataques começa com a conscientização e a adoção de práticas de segurança eficazes. 

 

Para exemplificar, a seguir listamos algumas ações que desenvolvedores de software devem adotar para se proteger. Confira! 

Educação e Conscientização

Mantenha-se atualizado sobre os diferentes tipos de ataques de engenharia social e como eles funcionam. A melhor defesa contra essas ameaças é a educação contínua, e as empresas devem promover treinamentos regulares de segurança cibernética para seus desenvolvedores.

Verificação de Identidade

Sempre confirme a identidade de qualquer pessoa que solicite informações confidenciais ou acesso a sistemas. Se a solicitação parecer suspeita, valide diretamente com a pessoa ou equipe responsável antes de agir.

Autenticação Multifator (MFA)

A implementação de autenticação multifator adiciona uma camada extra de segurança, dificultando o acesso a contas mesmo que o invasor obtenha as credenciais. Então, sempre que possível, ative a MFA para sistemas e repositórios de código.

Cuidado com Dispositivos Desconhecidos

Nunca conecte dispositivos USB ou outros equipamentos desconhecidos ao computador, especialmente se forem encontrados em locais públicos. Isso porque esses dispositivos são frequentemente usados em ataques de baiting para infectar sistemas.


Como evitar ataques de engenharia social?

Para mitigar os riscos e aumentar a proteção contra golpes de engenharia social, especialistas recomendam várias medidas que incluem investir em programas regulares de treinamento que eduquem os colaboradores sobre os riscos e técnicas de engenharia social. 

 

Isso os ajuda a identificar e evitar comportamentos inseguros, como clicar em links suspeitos ou compartilhar informações sensíveis.

 

Além disso, busque implementar políticas rigorosas de controle de acesso garantindo que os funcionários tenham apenas os privilégios necessários para realizar suas funções. Isso limita a quantidade de informações que podem ser comprometidas em caso de ataque.

 

Por fim, aposte em tecnologias de segurança cibernética. Afinal, utilizar ferramentas como firewalls, sistemas de detecção de intrusões e autenticação multifator ajuda a criar camadas de proteção adicional contra invasores. 

 

Com essas práticas, é possível minimizar os riscos e aumentar a resiliência contra ataques de engenharia social, reforçando a defesa tanto no ambiente digital quanto físico.


 

Monitore e proteja máquinas e softwares com Milvus!

A engenharia social é crime e compreender o que é engenharia social na segurança da informação é fundamental para que você monitore e proteja suas máquinas e softwares com o Milvus! 

 

Garanta segurança máxima para sua infraestrutura com soluções avançadas que detectam e neutralizam ameaças em tempo real. Não deixe sua empresa vulnerável — conheça o Milvus agora e proteja seu negócio de ataques cibernéticos.

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Manutenção Preventiva TI: TUDO o que gestores precisam saber!

Felix Schultz

No cenário cada vez mais digital das empresas, a tecnologia da informação desempenha papel vital no sucesso dos negócios. No entanto, muitos gestores ainda subestimam a importância da manutenção preventiva TI.  Contudo, destacamos que, melhor que manter a infraestrutura de TI em pleno funcionamento, resolvendo problemas assim que aparecem, é evitar que eles aconteçam.  Sendo assim, neste artigo, vamos explorar detalhadamente tudo o que você, gestor, precisa saber sobre manutenção preventiva de TI. Confira! 

O que é manutenção preventiva TI?

A manutenção preventiva TI refere-se a um conjunto de práticas proativas destinadas a evitar falhas e otimizar o desempenho de sistemas, equipamentos e redes. Portanto, essa abordagem tem como foco antecipar problemas, identificando e resolvendo potenciais erros antes que eles possam afetar as operações.  Ao adotar um plano de manutenção preventiva TI, é possível reduzir o risco de interrupções inesperadas. Sem falar que minimiza o tempo de inatividade dos colaboradores e prolonga a vida útil dos equipamentos.  Além disso, essa estratégia permite uma gestão eficiente dos recursos. Afinal, ao  assegurar a estabilidade operacional, evita custos relacionados à recuperação de sistemas após falhas.

O que se faz na manutenção preventiva?

Na manutenção preventiva em computadores, realizam-se ações proativas para garantir que sistemas e equipamentos funcionem de maneira eficiente e confiável.  Por isso, algumas das principais atividades da manutenção preventiva TI são:

  • Verificações regulares;

  • Atualizações de software;

  • Substituição de componentes desgastados;

  • Implementação de protocolos de segurança.

Leia mais: 10 dicas para ser proativo em sua gestão de TI 

Quais os 4 pontos essenciais para uma manutenção preventiva?

Existem pontos cruciais para prevenir erros no inventário de máquinas e softwares dos seus clientes ou da sua empresa. Confira um breve checklist manutenção preventiva TI abaixo:

  • Planejamento:

Estabeleça um cronograma para realizar inspeções e manutenções de acordo com as necessidades dos equipamentos. Esse planejamento deve considerar a intensidade de uso dos dispositivos e prever o momento ideal para intervenções sem comprometer a operação;

  • Monitoramento: 

Utilize ferramentas e sistemas de monitoramento contínuo, como o Milvus, para acompanhar o desempenho dos equipamentos. Assim, é possível identificar variações, receber alertas e até abrir tickets automaticamente caso sejam identificados potenciais problemas;

  • Documentação

Mantenha registros detalhados de todas as manutenções realizadas, incluindo data, componentes substituídos e verificações feitas. Essa documentação ajuda a garantir um histórico que facilita o controle e futuras intervenções;

  • Treinamento da equipe

Garanta que a equipe técnica e os usuários tenham conhecimento das melhores práticas para o uso adequado dos sistemas. Capacite também os profissionais de TI para realizar as manutenções conforme os padrões necessários.


 

Tipos de manutenção preventiva

Existem diferentes abordagens para a manutenção preventiva TI, cada uma adaptada às características e necessidades dos equipamentos. Para explicar melhor e ajudá-lo a entender os modelos de procedimentos de manutenção preventiva de TI, abaixo estão os principais tipos. Confira!

I. Manutenção de Parada

A manutenção de parada envolve a interrupção temporária do uso do equipamento para realizar revisões completas e reparos. O objetivo é restaurar o equipamento próximo da condição original, prolongando sua vida útil e prevenindo falhas maiores.  Então, esse tipo de manutenção geralmente é realizada em intervalos planejados, quando é possível parar o equipamento sem comprometer a operação da empresa.

II. Manutenção Baseada no Tempo 

A manutenção baseada no tempo é programada com base no histórico de uso do equipamento e nas inspeções regulares. Ela inclui ações como inspeção visual, lubrificação, limpeza e substituição de peças que podem se desgastar com o tempo.  Essa abordagem tem como foco evitar falhas inesperadas, atuando de forma preventiva com base no tempo de operação dos equipamentos.

III. Manutenção Baseada nas Condições

A manutenção baseada nas condições se diferencia por considerar o estado real do equipamento, em vez de apenas o tempo de uso ou intervalos fixos entre manutenções.  Para sua eficácia, é necessário monitoramento constante, geralmente realizado por equipes especializadas. Para isso, podem ser utilizados sistemas para identificar sinais de desgaste ou falhas iminentes.  Com essa abordagem, é possível realizar manutenções apenas quando necessário, otimizando o tempo e os recursos.

Manutenção preventiva x corretiva x preditiva?

É crucial entender as diferenças entre os modelos de manutenção preventiva TI para otimizar a gestão de TI proativa. A manutenção preventiva, por exemplo, é uma abordagem proativa, focada em evitar falhas antes que elas ocorram. Por meio de um cronograma bem estruturado, essa prática inclui inspeções regulares, atualizações de software e substituição de peças desgastadas. Já a manutenção corretiva é reativa.  Ou seja, o principal objetivo é corrigir falhas que já se manifestaram. Essa abordagem é utilizada quando um equipamento ou sistema apresenta problemas que precisam ser resolvidos imediatamente para restaurar o funcionamento.  Em contrapartida a manutenção preditiva compartilha algumas semelhanças com a manutenção preventiva. No entanto, sua abordagem é diferente. Isso pois, esse modelo utiliza tecnologias avançadas, como sensores e monitoramento em tempo real, para avaliar o estado de funcionamento dos equipamentos.  Leia também no blog: Gerenciamento de TI: afinal, quais as diferenças entre reativo e proativo?

Qual a importância da manutenção preventiva em TI?

A falta de um planejamento adequado e de cronograma para a manutenção de equipamentos pode resultar em danos irreversíveis. Essa razão sozinha já deveria ser suficiente para justificar o investimento em manutenção preventiva na sua empresa.  Além disso, a prática está diretamente relacionada à redução de custos. Afinal, intervenções emergenciais de manutenção resultam em despesas elevadas, com a compra de peças e a contratação rápida de equipes especializadas. Outro benefício é a diminuição de perdas, pois uma equipe dedicada acompanhará o estado do hardware e do software, evitando desgastes desnecessários. Isso se traduz em um desempenho aprimorado dos servidores e na eficiência da equipe. Para exemplificar, imagine uma situação em que sua empresa está cheia, seu time está envolvido em um projeto importante, e você precisa fechar um contrato, mas os computadores simplesmente falham. Essa situação poderia ser evitada com a adoção de um cronograma sólido de manutenção preventiva TI.

Como montar um plano de manutenção preventiva?

Como vimos até agora, a eficácia da manutenção preventiva TI está intimamente ligada a um planejamento bem estruturado. Para te ajudar a implementá-la, listamos algumas dicas a seguir. Confira!

  • Atualização regular dos softwares

Manter os softwares da organização atualizados é essencial para prevenir problemas. Atualizações corrigem vulnerabilidades, agilizam processos e melhoram o desempenho geral.  Então, estabelecer rotinas com datas programadas para as atualizações, assegura que esses updates não se acumulem e comprometam o desempenho do sistema.

  • Calendário de limpeza dos equipamentos

A limpeza dos equipamentos é um procedimento simples, mas extremamente importante. Até porque, equipamentos sujos podem operar com eficiência reduzida, afetando todos os processos da empresa.  Por isso, é crucial implementar um calendário de limpeza regular. Um cronograma bem executado aumenta a vida útil dos equipamentos, bem como diminui a necessidade de investimentos na compra de novas máquinas.

  • Monitoramento e investimento na equipe

Para que o planejamento seja efetivo, é fundamental monitorar a equipe. E, a manutenção preventiva TI não é exceção. Assim como os sistemas requerem atualizações, a equipe deve receber treinamento contínuo para garantir que o planejamento de manutenção preventiva funcione adequadamente.  A capacitação deve abranger o cuidado com os equipamentos, o uso adequado dos sistemas e o funcionamento do planejamento de manutenção, garantindo que todos os objetivos estejam alinhados.

  • Temperatura e umidade do ambiente

Embora possa parecer apenas um detalhe, a temperatura da sala de máquinas tem impacto direto na vida útil dos equipamentos. Portanto, é essencial que o sistema de climatização esteja projetado para manter o ambiente seco e fresco.

  • Terceirização da manutenção preventiva

Contratar empresas especializadas em manutenção preventiva é uma boa estratégia no campo da tecnologia. Afinal, equipes externas, não envolvidas nos processos internos da organização, conseguem identificar com mais clareza as vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.  Elas também sugerem soluções práticas de maneira ágil, sem estar sobrecarregada por outras responsabilidades da empresa. Além disso, a organização prestadora de serviços se encarrega de fornecer uma equipe qualificada.


 

O que deve constar no programa de manutenção preventiva?

Entre as regras para manutenção preventiva em TI está a abrangência para garantir a eficácia e a durabilidade dos equipamentos e sistemas.  Assim, alguns dos elementos essenciais que devem constar em um programa de manutenção preventiva TI são: 

  • Inventário de Equipamentos: lista completa de todos os equipamentos, sistemas e componentes que precisam de manutenção. Importante constar detalhes como modelo, número de série, localização e especificações técnicas; 

  • Cronograma de Manutenção: planejamento detalhado das atividades de manutenção preventiva, incluindo frequência (diária, semanal, mensal, trimestral). Datas programadas para as manutenções e responsáveis por cada tarefa; 

  • Checklist de Inspeção: listas de verificação para as inspeções regulares, incluindo itens a serem inspecionados e critérios de aceitação. Registro de anomalias e ações corretivas necessárias; 

  • Procedimentos Operacionais: documentação sobre como realizar as manutenções, com instruções passo a passo para cada atividade. Orientações sobre como lidar com problemas comuns e a forma de reportá-los; 

  • Registro de Manutenções Realizadas: sistema para registrar todas as atividades de manutenção executadas, incluindo data, tipo de manutenção, peças trocadas e observações. Registro de custos associados a cada manutenção para análise futura; 

  • Treinamento e Capacitação: programa de treinamento contínuo para a equipe responsável pela manutenção, abordando as melhores práticas e novos procedimentos. Registro dos treinamentos realizados e das competências adquiridas pela equipe; 

  • Monitoramento de Condições: uso de ferramentas e tecnologias para monitorar o desempenho dos equipamentos em tempo real. Indicadores Chaves de Desempenho (KPIs) para avaliar a eficácia do programa de manutenção; 

  • Análise de Risco: identificação de potenciais riscos associados a falhas de equipamentos e como mitigá-los por meio da manutenção preventiva. Planos de contingência para situações de emergência;

  • Orçamento e Custos: estimativa de custos associados ao programa de manutenção preventiva, incluindo peças, mão de obra e treinamentos. Avaliação do retorno sobre investimento (ROI) da manutenção preventiva em comparação com custos de manutenção corretiva; 

  • Revisão e Atualização do Programa: processos para revisar e atualizar regularmente o programa de manutenção preventiva, garantindo que ele se mantenha relevante e eficaz. Feedback da equipe sobre o programa e sugestões de melhorias.

Incorporar esses elementos em um programa de manutenção preventiva ajudará a garantir que os equipamentos operem de maneira confiável e eficiente.  

Principais indicadores de manutenção em TI

Os indicadores de manutenção são parte essencial da estratégia que: 

  • Acompanha o desempenho das atividades;

  • Avalia a eficiência da equipe de TI;

  • Identifica áreas que precisam de melhorias;

  • Reconhece o que está funcionando bem. 

Para isso, é crucial conhecer essas métricas, seus conceitos e aplicações. Desse modo, você poderá selecionar aquelas que melhor se alinham aos objetivos da empresa em seu planejamento de manutenção preventiva.  Conheça os indicadores que podem pautar o seu contrato de manutenção preventiva de TI

MTBF e MTTR

MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio Entre Falhas) e MTTR (Mean Time To Repair ou Tempo Médio Para Reparo) são indicadores cruciais para a manutenção, que operam em conjunto.  O MTBF indica quanto tempo um equipamento pode funcionar normalmente antes de apresentar uma nova falha, refletindo sua confiabilidade. Por outro lado, o MTTR informa o tempo médio necessário para que o equipamento retorne à operação após a correção de falhas.

Disponibilidade

A disponibilidade é um indicador que revela a capacidade de uso do equipamento. Quanto maior essa taxa, mais eficiente a manutenção preventiva TI.

MPd

O indicador MPd (Manutenção Planejada) avalia se as etapas estabelecidas no cronograma de manutenção estão sendo cumpridas com sucesso. Ele mede o êxito do planejamento, ajudando a identificar o que está funcionando conforme o esperado.

MP

A métrica MP (Manutenção Preventiva) é focada em ações de manutenção preventiva que não estão produzindo os resultados desejados. Assim como o MPd, analisa a eficácia do planejamento estratégico, permitindo entender quais aspectos precisam de ajustes.

ERV

ERV (Estimated Replace Value ou Valor Estimado De Troca) é um indicador fundamental para avaliar a conveniência de continuar a manutenção de um equipamento em vez de substituí-lo. Ele ajuda a decidir o momento certo para a troca, considerando custos e benefícios.

CMF

CMF (Custo de Manutenção/Faturamento) representa a gestão financeira do planejamento de manutenção preventiva e é um dos indicadores mais importantes.  Essa métrica identifica se as ações previstas são economicamente viáveis para a organização, possibilitando uma alocação de recursos mais eficiente.

Backlog

O backlog indica o tempo necessário para que a equipe de manutenção resolva todas as pendências. Essa métrica avalia a capacidade técnica da equipe e ajuda a determinar se é o momento de considerar a contratação de uma empresa terceirizada para auxiliar nos serviços.

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Invista na eficiência e confiabilidade da sua infraestrutura de TI com as soluções do Milvus. Com um sistema de manutenção preventiva TI bem estruturado, você pode minimizar riscos, reduzir custos e maximizar a performance dos seus equipamentos.  Não deixe que falhas inesperadas impactem suas operações! Entre em contato conosco para descobrir como nossas ferramentas de monitoramento e gerenciamento de ativos podem transformar a sua abordagem de TI.  Acesse Milvus e comece a construir uma gestão de TI proativa hoje mesmo!


 

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Inteligência artificial para suporte técnico: como a tecnologia ajuda suas equipes

Felix Schultz

O uso da Inteligência Artificial para suporte técnico assegura inúmeros benefícios para a sua empresa. Isso pois a tecnologia permite que as equipes aumentem a eficiência, acelerem a resolução de problemas e melhorem a satisfação do cliente. No entanto, 78% dos executivos de TI alegam que ainda precisam conhecer mais sobre a tecnologia antes de fazer investimentos significativos. Se você faz parte dessa parcela e ainda tem dúvidas sobre o uso da IA para suporte técnico, confira esse conteúdo exclusivo. Boa leitura! 

O que é a Inteligência Artificial para suporte técnico?

A Inteligência Artificial (IA) para suporte técnico refere-se a um conjunto de tecnologias que, por meio de modelos matemáticos, são capazes de aprender, entender problemas e resolvê-los, bem como se adaptar a diversas linguagens e tomar decisões.  Assim, a aplicação da IA para TI possibilita a resolução de problemas técnicos de maneira mais rápida e precisa. Ao mesmo tempo, libera os profissionais humanos para focar em questões mais complexas.  Dessa forma, a IA pode, por exemplo, analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e prever falhas. Além disso, é capaz de automatizar respostas para questões comuns e fornecer assistência em tempo real durante interações com clientes.  Em resumo, essa tecnologia não apenas melhora a eficiência operacional, mas também eleva o nível de satisfação do cliente. Afinal, torna o suporte técnico mais ágil, proativo e personalizado. Não à toa, uma pesquisa da Deloitte mostra que 70% das empresas entrevistadas investirão em IA para o negócio. 

Quais as vantagens da IA no atendimento?

As três principais vantagens da Inteligência Artificial no atendimento ao cliente são: 

  • A possibilidade de usar a tecnologia para criar experiências personalizadas ao atender as demandas do cliente;

  • A integração de dados e insights para interações mais assertivas; 

  • E a automação de tarefas.

Aplicações da IA no suporte técnico

A Inteligência Artificial para atendimento ao cliente está em constante evolução. Isso permite que ela seja utilizada em diversas etapas do relacionamento com o público, desde o pré até o pós-vendas.  Ainda, seu avanço expandiu as possibilidades de utilização da tecnologia. Abaixo,  listamos algumas das principais aplicações da Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

1. Resolução do Atendimento N1

A Inteligência Artificial tem revolucionado o dia a dia dos profissionais de TI. Especialmente no que diz respeito ao atendimento de Nível 1 (N1), no qual questões básicas e repetitivas são frequentes.  Nesses casos, é possível alimentar a base de conhecimento da IA com as informações do seu negócio. Assim, ao fornecer respostas automáticas, o chatbot baseado em IA permite que as solicitações dos usuários sejam resolvidas em tempo real, com soluções assertivas e sem a necessidade de intervenção humana.  Essa automação melhora significativamente a eficiência do atendimento, liberando as equipes de suporte para focarem em problemas mais complexos.  Além disso, o uso da Inteligência Artificial atendimento ao cliente aprende continuamente com cada interação.  Assim, torna-se mais eficaz com o tempo, o que resulta em uma experiência ágil e satisfatória.

2. Agilização de respostas

A integração com Inteligência artificial para suporte técnico permite que as respostas sejam automatizadas e entregues de maneira quase instantânea. Isso é feito a partir de algoritmos que analisam a base de conhecimento e oferecem soluções adequadas em tempo real.  Portanto, é possível reduzir drasticamente o tempo de espera de atendimento. Isso é vital em um ambiente de suporte onde cada segundo importa. Até porque, com a automação das respostas para questões recorrentes ou de baixa complexidade, suas equipes ganham tempo para se dedicar a problemas mais desafiadores e específicos, aumentando a eficiência geral do suporte.  Dessa forma, com as ferramentas TI automatizadas, sua empresa garante maior satisfação dos clientes. Afinal, eles percebem um atendimento mais eficaz e proativo.

3. Transcrição de áudios

A transcrição de áudios é um recurso fundamental da Inteligência Artificial TI, especialmente no ambiente omnichannel. No Milvus, essa funcionalidade permite que as mensagens de voz dos clientes sejam automaticamente convertidas em texto.  Assim, permite que as equipes tenham uma visão completa e detalhada das solicitações dos clientes, independentemente de como elas foram feitas. Sem falar que facilita a análise e o acompanhamento do histórico de atendimento.  Como resultado, aprimora a eficiência do atendimento e a qualidade do serviço prestado. Vale destacar que a funcionalidade é fundamental em um suporte multicanal, uma vez que possibilita a integração de dados de diferentes canais de comunicação.  Portanto, em um ambiente onde os clientes esperam respostas rápidas e consistentes, essa ferramenta de IA é um diferencial. 

4. Correção ortográfica das respostas de agentes

A correção ortográfica automática das respostas dos agentes garante um nível elevado de profissionalismo e clareza na comunicação com clientes. Com a integração da Inteligência Artificial para suporte técnico, a revisão ortográfica e gramatical deixa de depender dos humanos.  Nesse caso, a IA identifica e corrige erros em tempo real, antes que as respostas sejam enviadas. Isso é crucial para manter a confiança dos clientes, pois mensagens bem escritas transmitem maior credibilidade, e também evita mal-entendidos.  Além de melhorar a qualidade da comunicação, a correção ortográfica automatizada contribui para a eficiência das equipes de suporte. Isso porque, ao reduzir a necessidade de revisões manuais, os agentes podem focar em resolver as solicitações de forma rápida e eficaz.

5. Análise de dados

A análise de dados gerados a partir das interações com os clientes é crucial para aprimorar o suporte técnico da sua empresa. Assim, é possivel identificar tendências, padrões de comportamento e áreas que precisam de melhorias.  Ferramentas de IA podem apoiar nessa interpretação de dados, que também permite uma tomada de decisão mais informada. Assim, as empresas podem obter insights profundos que melhoram continuamente a eficiência e a eficácia do suporte técnico, resultando em uma experiência mais satisfatória para os clientes.

Como treinar a equipe de suporte técnico para usar IA?

Segundo o estudo Global AI Adoption Index 2022, realizado pela Morning Consult, 41% das empresas no Brasil já utilizam IA em suas operações. Isso se deve, em grande parte, ao fato de que a IA se tornou mais acessível para 56% dessas empresas e passou a ser incluída em aplicativos de negócios padrão para 48%. No entanto, além da contratação da tecnologia, treinar a equipe de suporte técnico para utilizar a IA é uma etapa essencial. Assim, o primeiro passo é garantir que todos compreendam o funcionamento da tecnologia e como ela pode ser aplicada no suporte técnico.  Além disso, é importante familiarizar a equipe com as ferramentas específicas que serão utilizadas. Seja com novos processos de alimentação da base de conhecimento da IA, ou como utilizá-la na rotina.   Ademais, à medida que a IA continua a evoluir, o treinamento contínuo e a atualização das habilidades da equipe serão essenciais para manter um suporte técnico eficiente e alinhado com as melhores práticas do mercado. 

Atendimento 5 Estrelas: assista os episódios no Youtube

Se você gostou deste conteúdo e quer aprender ainda mais sobre como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente e ajudá-lo a conquistar um atendimento 5 estrelas, não perca nossos episódios no YouTube!  Nosso canal sempre tem novidades e grandes convidados que compartilham dicas valiosas para levar seu atendimento ao próximo nível. Inscreva-se e fique por dentro das melhores práticas para oferecer um serviço excepcional com a Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

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4 benefícios dos cofres de senhas para a TI corporativa!

Felix Schultz

Investir na segurança digital é, há algum tempo, uma postura fundamental para todas as empresas. No entanto, os crimes cibernéticos se reinventam a todo momento e, por isso, é importante estar munido de mais de uma estratégia para se proteger. É nesse contexto que os cofres de senhas se destacam como uma ferramenta indispensável.  Mas, o que exatamente é um cofre de senha corporativo e como ele pode beneficiar tanto o seu negócio ou área de TI?  Para ajudá-lo a entender melhor sobre essa ferramenta, preparamos este artigo completo. Continue a leitura e veja como contar com um cofre de senhas também pode ser uma vantagem competitiva no mercado. 

O que são cofres de senhas?

Cofre de senhas é um sistema projetado para armazenar e gerenciar credenciais de acesso de forma segura. Ou seja, funciona como armazém digital, no qual todas as senhas da organização são guardadas de maneira criptografada.  Isso significa que somente usuários autorizados podem acessar essas informações, reduzindo significativamente o risco de violações de segurança de senha. Dessa maneira, o método de armazenamento é especialmente importante no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Afinal, a legislação impõe diversas obrigações às empresas e pessoas físicas que tratam dados pessoais.  Entre elas, estão medidas de segurança para proteger os dados contra acessos não autorizados, destruição, perda, alteração ou tratamento indevido. Portanto, os cofres de senhas para a TI corporativa ajudam a cumprir essas exigências, uma vez que proporcionam uma camada extra de segurança e conformidade regulatória.

Como funcionam os cofres de senhas?

Os cofres de senhas utilizam criptografia avançada para proteger as credenciais armazenadas. Ou seja, consiste na proteção de informações por meio do uso de algoritmos codificados, hashes e assinaturas.  Além disso, os dados criptografados ficam em um local seguro, seja em seu próprio dispositivo (cofres locais) ou em servidores remotos na nuvem (cofres baseados em nuvem).  Dessa forma, são indecifráveis para quem não possui a chave de acesso. Essa chave, por sua vez, é a sua senha mestre, a chave principal do seu cofre - que deve ser longa, complexa e única.  Aqui, a dica é combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Por outro lado, é totalmente desaconselhado reutilizar a senha de outros sites ou serviços. Afinal, a segurança do seu cofre de senhas depende diretamente da força da sua senha mestre, e qualquer vazamento de dados pode comprometê-la.  Inclusive, algumas soluções de cofres de senhas até podem simplificar essa tarefa e já geram senhas fortes e exclusivas para cada um dos seus sites e aplicativos. Apesar de todos os detalhes técnicos, os cofres operam por meio de uma interface amigável. Assim, os usuários podem adicionar, remover e compartilhar senhas de maneira segura e prática.  Outro ponto que merece destaque é que cofres confiáveis contam com medidas que reforçam a proteção dos seus dados, como a autenticação em dois fatores. Ela proporciona uma camada adicional de proteção pois exige que você forneça uma prova adicional de sua identidade.  Além disso, algumas soluções incluem auditorias de segurança e relatórios detalhados sobre o uso das senhas. Assim, ajudam as equipes de TI a monitorar e gerenciar o acesso aos recursos da empresa. O Milvus, por exemplo, além de gerir demandas simples e complexas de TI, com inventário, acesso remoto e muito mais, oferece uma solução completa de administrador de senhas.  Com a ferramenta de gerenciamento, é possível armazenar credenciais de forma segura, compartilhá-las com outros membros da equipe e realizar auditorias de acesso.  Ademais, integramos sua ferramenta de cofre de senhas com a Ferramenta LGPD, que ajuda a TI corporativa a garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados nos dados do seu cliente.  Essa integração permite que as organizações mantenham suas senhas protegidas enquanto aderem às exigências legais de proteção de dados. Com isso, é possível oferecer uma solução abrangente para a segurança e conformidade regulatória. Para exemplificar, algumas das vantagens ferramenta LGPD incluem: 

  • Análise automática de cookies; 

  • Registro de consentimento; 

  • Dashboard em tempo real; 

  • Acesso ao portal do cliente; 

  • OutSource DPO para cliente. 

 

Benefícios dos cofres de senhas!

Implementar um cofre de senhas para a TI corporativa transforma a maneira como uma organização gerencia credenciais e protege dados sensíveis. Bem como oferece uma série de vantagens que vão além da simples armazenagem de senhas.  Nesta seção, exploraremos os principais benefícios dos cofres de senhas. Veja como essa ferramenta pode prevenir violações de dados, agilizar o acesso a informações críticas e facilitar o trabalho das equipes de TI.   

1. Evita violações de dados que podem prejudicar o negócio 

A violação de informações confidenciais pode ocasionar o roubo de informações confidenciais, como dados de clientes, dados financeiros ou propriedade intelectual. Ou, então, no pior dos casos, pode até levar à interrupção das operações, no caso de ataques DDoS ou malware.  Eles deixam os sistemas indisponíveis, interrompem as operações e, como resultado, causam perdas financeiras e, principalmente, danos à reputação que podem ser irreversíveis. Além disso, lidar com um ataque cibernético pode gerar custos com recuperação de dados, reparo de sistemas, investigação forense e ações legais. Sem falar nas multas por violação de dados. Portanto, os cofres de senhas minimizam esse risco ao garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso às credenciais. Com a criptografia de ponta a ponta, mesmo que um criminoso consiga acessar o cofre, ele não poderá decifrar as senhas armazenadas sem a chave correta.

2. Acesse senhas de forma rápida e segura

Conseguir acessar as senhas de forma rápida e prática é crucial para manter a produtividade. Com um cofre de senhas, não apenas os membros da equipe de TI corporativo conseguem acessar rapidamente as credenciais necessárias para realizar suas tarefas diárias, mas também todo o restante do time.  Os cofres também solucionam erros de autenticação, facilitam o onboarding de novos colaboradores e reduzem o tempo gasto na recuperação de senhas esquecidas. 

3. Reduza o tempo de suporte à TI

Uma grande parte do tempo das equipes de TI é consumida com solicitações de redefinição de senhas.  Com um cofre de senhas, os usuários podem gerenciar suas próprias credenciais de forma segura, reduzindo a carga sobre o suporte técnico. Ou seja, a equipe de TI não precisa ser constantemente acionada e pode se concentrar em tarefas mais estratégicas que trazem benefícios para a empresa como um todo.

4. Diga adeus à frustração de redefinir senhas

Redefinir senhas pode ser um processo frustrante e demorado tanto para os usuários quanto para a equipe de TI. Os cofres de senhas eliminam essa frustração ao fornecer uma maneira fácil e segura de recuperar e atualizar senhas. Assim, melhora a experiência do usuário e aumenta a eficiência operacional.

Como manter a segurança dos cofres de senhas?

Como você viu acima, para garantir a segurança dos cofres de senhas, é fundamental ter uma postura proativa e seguir algumas práticas recomendadas. Primeiramente, escolha uma solução confiável e reconhecida no mercado, que ofereça criptografia robusta e autenticação multifatorial.  Afinal, a autenticação multifator (2FA) exige uma prova adicional de sua identidade além da senha mestre para acessar o seu cofre de senhas. Isso torna muito mais difícil para alguém obter acesso não autorizado, mesmo que saiba sua senha. Em segundo lugar, reforce a importância de uma senha mestre forte e exclusiva. Protegê-la é crucial para garantir que ninguém, nem mesmo os próprios desenvolvedores do cofre, tenha acesso às suas senhas armazenadas. Lembre-se de frisar que a senha mestre nunca deve ser compartilhada. Outra forma de reforçar a segurança é armazenando sua senha mestre em um cofre de senhas diferente daquele que você usa para armazenar suas outras senhas.  Você também deve manter o software do cofre de senhas atualizado, uma vez que atualizações frequentes corrigem falhas de segurança e vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers. Além disso, é claro, tenha sempre cuidado ao clicar em links ou abrir anexos e faça backups regulares do seu cofre de senhas. Assim, é possível recuperar seus dados em caso de perda ou falha do sistema. Também é importante monitorar as atividades no cofre de senhas, Então, verifique o histórico de logins, conferindo quem e quando acessou seu cofre de senhas. Algumas soluções permitem a ativação de notificações por email ou SMS sempre que alguém acessar sua conta.


 

A solução completa para o seu time de TI está aqui! 

Na busca por soluções seguras e eficientes para o gerenciamento de senhas, o Milvus se destaca como uma opção consolidada no mercado. Mais de 3 mil empresas utilizam as funcionalidades da plataforma para uma gestão de atendimento ao cliente e, também, gerenciamento de demandas de TI complexas.  Com uma interface intuitiva e recursos avançados de segurança, nosso gerenciador de senhas oferece todas as funcionalidades necessárias para proteger suas credenciais e otimizar a produtividade da sua equipe de TI.  Ainda tem dúvidas de como nossa solução pode beneficiar sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas e veja como podemos te ajudar!  

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4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

Felix Schultz

O sistema servicedesk é um recurso fundamental de contato entre clientes, empresas e parceiros. Afinal, centraliza e organiza as demandas relacionadas à área de TI.  Além disso, a plataforma apoia no registro e monitoramento das máquinas, agilizando a resolução e até a prevenção de problemas. Com isso, o sistema é uma ótima alternativa para manter o time organizado e reduzir os custos da área.  Quer saber mais sobre? Continue a leitura e veja como transformar a performance e rentabilidade da sua equipe de suporte. 

O que é sistema de service desk?

Se você ainda se pergunta o que é service desk e como ele auxilia no relacionamento com o consumidor, este artigo é para você.  Traduzido como “balcão de atendimento”, e também conhecido como sistema de abertura de chamados, o sistema servicedesk pode ser definido como uma central de serviços. Isso porque permite a comunicação entre os usuários e a equipe.  Dessa forma, é fundamental para o bom funcionamento do suporte técnico e  solução de demandas que exigem alto nível de especialização. Para isso, o sistema gerencia as equipes de atendimento ao cliente, registrando as informações de todos os chamados em um só lugar.  Ainda, monitora o desempenho e qualidade do atendimento prestado pelas equipes. Tudo isso com a praticidade de transformar todas essas informações em relatórios, ajudando gestores a definirem um padrão para o atendimento.  Dessa forma, o sistema servicedesk garante mais agilidade, minimizando os impactos negativos dos problemas apresentados pelos usuários. Sem falar que também atua de maneira preventiva para melhorar a infraestrutura de TI e suporte da empresa.

Como funciona um sistema servicedesk? 

O service desk é responsável por receber, organizar e priorizar as solicitações de clientes que precisam do apoio da equipe de TI. Essa série de funcionalidades proporciona uma operação eficiente para equipe, com processos organizados e mais seguros.   Isso é possível porque, além de ser um canal de recebimento de solicitações, o sistema servicedesk permite a conexão com o parque de máquinas dos clientes. Ou seja, acompanha em tempo real alterações nos equipamentos, o inclui desde a temperatura das máquinas até o download de programas suspeitos.  Tudo isso com a comodidade de, se ocorrer algo fora dos padrões de segurança estipulados, um ticket é criado automaticamente para a equipe acompanhar e solucionar a situação.  Dessa forma, a solução é um grande aliado para que as equipes operem de forma estratégica e preventiva, evitando falhas e assegurando a qualidade dos serviços.


 

4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

1. Mais eficiência sem aumentar a equipe

O sistema servicedesk permite o monitoramento e a distribuição dos chamados de forma estratégica. Assim, ajuda a solucionar problemas rapidamente, evitando a sobrecarga dos colaboradores.  Além disso, graças a funcionalidades que agilizam as respostas, como integrações com inteligência artificial, a solução torna a rotina dos operadores mais ágil. Ou seja, o time consegue atender a mais soluções em menos tempo, evitando erros e insatisfação dos clientes. Isso, consequentemente, reduz os custos da operação.

2. Abandone as diversas assinaturas de múltiplas plataformas

Outra vantagem do sistema de abertura de chamados, como o Milvus, é a centralização de diversas soluções em um só lugar. Afinal, ao reunir as solicitações de suporte técnico, a empresa consegue otimizar os recursos disponíveis e evitar esforços duplicados.   Além disso, a plataforma conta com integrações com Google Agenda, WhatsApp sistema de gestão financeira BomControle, Chat GPT e mais. Ou seja, agiliza a rotina do time e também diminui os gastos. 

3. Assuma o controle da gestão de contratos

O sistema service desk também pode ser usado para gerenciar contratos com fornecedores de TI. A plataforma proporciona o gerenciamento de nível de serviço e garante uma visão geral das informações do contrato.  Dessa forma, é possível monitorar o cumprimento dos termos dos contratos, evitando extensões indesejadas, mantendo o controle de prazos e custos de manutenção.  Além disso, a funcionalidade ajuda a identificar oportunidades para economizar e renegociar os acordos. Tudo isso é feito a partir da análise do histórico do cliente, entregando um serviço além das expectativas. 

4. + Retenção de clientes e - Gastos para prospectar

O service desk permite centralizar o atendimento, automatizar os processos e integrar as informações, garantindo que as soluções fornecidas sejam consistentes e de qualidade.  Assim, ajuda a oferecer aos clientes soluções mais rápidas e eficientes. Isso melhora sua satisfação com o atendimento prestado e, consequentemente, a relação com a empresa.   Como resultado, aumenta o valor de tempo de vida do cliente, pois proporciona a sua fidelização. E, no final das contas, reter clientes é mais barato do que prospectar novos. 

Como implantar o service desk na empresa?

Inserir um sistema servicedesk na rotina da equipe com sucesso requer um bom planejamento. Por isso, na hora de implantar o sistema na sua empresa, é preciso seguir alguns passos básicos, como:  

  1. Identifique os objetivos do negócio e defina os requisitos funcionais, incluindo quantidade de técnicos e de serviços oferecidos;

  2. Faça um levantamento da infraestrutura de TI e dos processos de suporte técnico para identificar lacunas e oportunidades de melhoria;

  3. Escolha um software de service desk que atenda às necessidades do negócio, considerando funcionalidades, escalabilidade, integração com outras ferramentas e custo;

  4. Desenvolva processos e procedimentos claros e detalhados para gestão de incidentes, solicitações e alterações, usando sempre as melhores práticas;

  5. Configure e personalize a ferramenta de Service Desk de acordo com os processos definidos; 

  6. Treine a equipe para que o serviço seja realizado com eficácia;

  7. Implemente um plano de comunicação para informar a organização sobre como e quando usar o service desk;

  8. Monitore o desempenho do sistema e faça os ajustes necessários para alcançar os objetivos definidos.

Conheça o Milvus: o mais completo sistema service desk 

Agora que você já sabe mais sobre o que é e como funciona o sistema servicedesk, é preciso escolher a ferramenta certa para a sua empresa. É nessa hora que você pode contar com o Milvus, uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente. Afinal, além de facilitar a gestão de canais de contato, contribuir para o gerenciamento das demandas e automatizar tarefas, o Milvus oferece, entre muitas outras funcionalidades:  

  • Centralização de tickets abertos via chat, e-mail, telefone, portal, formulário, WhatsApp e mais;

  • Atendimento de chamados, com  escalonamento de serviços, atribuição de checklists, fechamento com revisão e avaliação do chamado; 

  • Faturamento de contratos, que permite a análise de rentabilidade e a personalização dos documentos. 

  •  Controle de inventário de hardware, softwares e licenças, que realiza a coleta de dados em tempo real, ajudando na prevenção de falhas.

  • Criação de relatórios com estatísticas e apuração de resultados para aperfeiçoamento contínuo da área e suas práticas. 

  • Manutenção do sistema e atualizações, oferecendo melhorias, correções e uma equipe atenta às necessidades do cliente. 

Ficou interessado? Conte com a expertise do Milvus para implementar o service desk e automatizar seu atendimento ao cliente. Entre em contato agora mesmo e faça um teste gratuito.

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O que é engenharia social na segurança da informação? Tudo o que sua área de TI precisa saber sobre o tema!

Felix Schultz

Em um mundo cada vez mais conectado, as ameaças digitais vão além dos ataques diretos aos sistemas. Neste cenário, compreender o que é engenharia social na segurança da informação é crucial para evitar a exploração de vulnerabilidades humanas para acessar dados sensíveis. 

 

Até porque os golpes de engenharia social envolvem a manipulação psicológica de indivíduos para que divulguem informações confidenciais. Bem como, realizem ações que comprometam a segurança da organização.

 

Para evitar que esses ataques causem grandes danos, é essencial que as equipes de TI estejam alinhadas com políticas robustas de segurança da informação. Um planejamento bem estruturado, aliado à conscientização dos colaboradores, pode reduzir significativamente os riscos associados a essa prática, que continua a evoluir de maneira sofisticada.

 

Pensando nisso, neste artigo, vamos explorar como os ataques de engenharia social funcionam e os principais riscos para a sua empresa. Continue lendo e veja como sua área de TI pode se preparar! 

O que é engenharia social no contexto de segurança da informação?

Compreender o que é engenharia social, no contexto de segurança da informação, refere-se a um conjunto de técnicas que exploram a manipulação psicológica para enganar pessoas. Bem como levá-las a revelar informações confidenciais ou realizar ações que comprometam a segurança de uma organização. 

 

Neste cenário, em vez de atacar diretamente os sistemas tecnológicos, os criminosos usam a vulnerabilidade humana como porta de entrada. Então, aproveitam-se da confiança, curiosidade ou falta de atenção dos colaboradores para obter acesso a dados sensíveis ou sistemas internos. 

 

Essa abordagem é uma das formas mais comuns e eficazes de ataque, sendo amplamente utilizada por hackers para contornar medidas tradicionais de segurança digital.

Quais são os tipos de engenharia social?

Apesar do nome "Engenharia Social" sugerir táticas sofisticadas, a maioria dos ataques é surpreendentemente simples. Esses golpes não exigem que os criminosos encontrem falhas complexas nos sistemas de segurança, e muitas vezes nem acontecem exclusivamente no ambiente digital.

 

Os ataques de engenharia social na segurança da informação podem ocorrer em qualquer contexto onde exista interação humana, explorando a curiosidade, confiança ou distração das pessoas. 

 

Para exemplificar, a seguir, listamos alguns dos principais tipos de engenharia social e ataques realizados. Confira! 

 

  • Phishing: esse é um dos tipos de ataques de engenharia social mais comuns. Os criminosos enviam e-mails ou mensagens que parecem ser comunicações legítimas, solicitando que o desenvolvedor forneça suas credenciais ou clique em links maliciosos. Se o programador cair na armadilha e fornecer as informações, o invasor pode obter acesso a repositórios de código, servidores e outros recursos críticos da empresa;

 

  • Pretexting e Impersonal: nessa técnica, o atacante finge ser uma figura de autoridade ou um colega de trabalho confiável para coletar informações sensíveis. Um exemplo comum é o criminoso se passar por um gerente de TI, solicitando acesso temporário a um sistema. O desenvolvedor, acreditando estar ajudando, acaba fornecendo os dados necessários, facilitando o golpe de engenharia social;

 

  • Ataques de Baiting: No baiting, o criminoso deixa iscas, como pen drives infectados com malware, em locais de fácil acesso. Quando o desenvolvedor conecta o dispositivo ao computador, o malware é instalado, permitindo ao invasor acesso irrestrito ao código, sistemas e dados confidenciais.

 

O que caracteriza um ataque de engenharia social​?

Você sabe o que caracteriza um ataque de engenharia social? Até porque, em alguns casos, os atacantes utilizam táticas ainda mais simples. 

 

Um exemplo é o "ombro espião", onde o hacker frequenta áreas como praças de alimentação corporativas e observa discretamente os usuários que trabalham em laptops ou tablets. Dessa forma, ele pode obter nomes de usuários e senhas sem precisar enviar um e-mail ou usar malware.

 

Desse modo, os ataques de engenharia social baseiam-se na habilidade do atacante. Afinal, durante os golpes, você pode ser induzido a agir das seguintes maneiras:

 

  • Emoções intensificadas: manipular as emoções é uma estratégia poderosa usada pelos atacantes. Quando você está emocionalmente abalado, é mais suscetível a tomar decisões precipitadas ou irracionais; 

  • Urgência: solicitações que parecem extremamente urgentes são outra arma comum dos invasores. Eles podem criar um falso senso de emergência, fazendo você acreditar que precisa resolver um problema imediatamente, ou que há uma oportunidade que desaparecerá se não agir rapidamente; 

  • Confiança: a credibilidade é um fator crucial nos ataques de engenharia social. Como o invasor está mentindo, ele se esforça para criar uma narrativa confiável, baseada em informações que parecem reais. Quanto mais crível a história, menor a chance de você questionar suas intenções.

Técnicas utilizadas na engenharia social

O ataque de uma engenharia social na segurança da informação​ pode ocorrer de forma sutil e eficaz, seja por meio de uma conversa casual, ligação telefônica, ou, em casos mais elaborados, por meio de sedução. 

 

Ou seja, a principal "arma" utilizada nesses ataques é a habilidade de interagir com as pessoas, persuadindo-as a fornecer informações ou realizar ações que comprometam a segurança.

 

As técnicas de ataque são variadas, sempre explorando a vulnerabilidade e a ingenuidade humana. A maioria envolve enganar os usuários de um sistema para obter informações confidenciais, utilizando falsificações de identidade, conquista de carisma e estabelecimento de confiança.

 

Esses ataques ocorrem por meio de qualquer meio de comunicação, incluindo telefonemas, conversas presenciais, e-mails, redes sociais e até sites de compras, onde o invasor manipula a vítima de maneira eficaz para atingir seu objetivo.

Como a equipe de TI reduz os riscos de um ataque de engenharia social?

Agora que você já sabe o que é engenharia social na segurança da informação, entende que a prevenção contra ataques começa com a conscientização e a adoção de práticas de segurança eficazes. 

 

Para exemplificar, a seguir listamos algumas ações que desenvolvedores de software devem adotar para se proteger. Confira! 

Educação e Conscientização

Mantenha-se atualizado sobre os diferentes tipos de ataques de engenharia social e como eles funcionam. A melhor defesa contra essas ameaças é a educação contínua, e as empresas devem promover treinamentos regulares de segurança cibernética para seus desenvolvedores.

Verificação de Identidade

Sempre confirme a identidade de qualquer pessoa que solicite informações confidenciais ou acesso a sistemas. Se a solicitação parecer suspeita, valide diretamente com a pessoa ou equipe responsável antes de agir.

Autenticação Multifator (MFA)

A implementação de autenticação multifator adiciona uma camada extra de segurança, dificultando o acesso a contas mesmo que o invasor obtenha as credenciais. Então, sempre que possível, ative a MFA para sistemas e repositórios de código.

Cuidado com Dispositivos Desconhecidos

Nunca conecte dispositivos USB ou outros equipamentos desconhecidos ao computador, especialmente se forem encontrados em locais públicos. Isso porque esses dispositivos são frequentemente usados em ataques de baiting para infectar sistemas.


Como evitar ataques de engenharia social?

Para mitigar os riscos e aumentar a proteção contra golpes de engenharia social, especialistas recomendam várias medidas que incluem investir em programas regulares de treinamento que eduquem os colaboradores sobre os riscos e técnicas de engenharia social. 

 

Isso os ajuda a identificar e evitar comportamentos inseguros, como clicar em links suspeitos ou compartilhar informações sensíveis.

 

Além disso, busque implementar políticas rigorosas de controle de acesso garantindo que os funcionários tenham apenas os privilégios necessários para realizar suas funções. Isso limita a quantidade de informações que podem ser comprometidas em caso de ataque.

 

Por fim, aposte em tecnologias de segurança cibernética. Afinal, utilizar ferramentas como firewalls, sistemas de detecção de intrusões e autenticação multifator ajuda a criar camadas de proteção adicional contra invasores. 

 

Com essas práticas, é possível minimizar os riscos e aumentar a resiliência contra ataques de engenharia social, reforçando a defesa tanto no ambiente digital quanto físico.


 

Monitore e proteja máquinas e softwares com Milvus!

A engenharia social é crime e compreender o que é engenharia social na segurança da informação é fundamental para que você monitore e proteja suas máquinas e softwares com o Milvus! 

 

Garanta segurança máxima para sua infraestrutura com soluções avançadas que detectam e neutralizam ameaças em tempo real. Não deixe sua empresa vulnerável — conheça o Milvus agora e proteja seu negócio de ataques cibernéticos.

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Manutenção Preventiva TI: TUDO o que gestores precisam saber!

Felix Schultz

No cenário cada vez mais digital das empresas, a tecnologia da informação desempenha papel vital no sucesso dos negócios. No entanto, muitos gestores ainda subestimam a importância da manutenção preventiva TI.  Contudo, destacamos que, melhor que manter a infraestrutura de TI em pleno funcionamento, resolvendo problemas assim que aparecem, é evitar que eles aconteçam.  Sendo assim, neste artigo, vamos explorar detalhadamente tudo o que você, gestor, precisa saber sobre manutenção preventiva de TI. Confira! 

O que é manutenção preventiva TI?

A manutenção preventiva TI refere-se a um conjunto de práticas proativas destinadas a evitar falhas e otimizar o desempenho de sistemas, equipamentos e redes. Portanto, essa abordagem tem como foco antecipar problemas, identificando e resolvendo potenciais erros antes que eles possam afetar as operações.  Ao adotar um plano de manutenção preventiva TI, é possível reduzir o risco de interrupções inesperadas. Sem falar que minimiza o tempo de inatividade dos colaboradores e prolonga a vida útil dos equipamentos.  Além disso, essa estratégia permite uma gestão eficiente dos recursos. Afinal, ao  assegurar a estabilidade operacional, evita custos relacionados à recuperação de sistemas após falhas.

O que se faz na manutenção preventiva?

Na manutenção preventiva em computadores, realizam-se ações proativas para garantir que sistemas e equipamentos funcionem de maneira eficiente e confiável.  Por isso, algumas das principais atividades da manutenção preventiva TI são:

  • Verificações regulares;

  • Atualizações de software;

  • Substituição de componentes desgastados;

  • Implementação de protocolos de segurança.

Leia mais: 10 dicas para ser proativo em sua gestão de TI 

Quais os 4 pontos essenciais para uma manutenção preventiva?

Existem pontos cruciais para prevenir erros no inventário de máquinas e softwares dos seus clientes ou da sua empresa. Confira um breve checklist manutenção preventiva TI abaixo:

  • Planejamento:

Estabeleça um cronograma para realizar inspeções e manutenções de acordo com as necessidades dos equipamentos. Esse planejamento deve considerar a intensidade de uso dos dispositivos e prever o momento ideal para intervenções sem comprometer a operação;

  • Monitoramento: 

Utilize ferramentas e sistemas de monitoramento contínuo, como o Milvus, para acompanhar o desempenho dos equipamentos. Assim, é possível identificar variações, receber alertas e até abrir tickets automaticamente caso sejam identificados potenciais problemas;

  • Documentação

Mantenha registros detalhados de todas as manutenções realizadas, incluindo data, componentes substituídos e verificações feitas. Essa documentação ajuda a garantir um histórico que facilita o controle e futuras intervenções;

  • Treinamento da equipe

Garanta que a equipe técnica e os usuários tenham conhecimento das melhores práticas para o uso adequado dos sistemas. Capacite também os profissionais de TI para realizar as manutenções conforme os padrões necessários.


 

Tipos de manutenção preventiva

Existem diferentes abordagens para a manutenção preventiva TI, cada uma adaptada às características e necessidades dos equipamentos. Para explicar melhor e ajudá-lo a entender os modelos de procedimentos de manutenção preventiva de TI, abaixo estão os principais tipos. Confira!

I. Manutenção de Parada

A manutenção de parada envolve a interrupção temporária do uso do equipamento para realizar revisões completas e reparos. O objetivo é restaurar o equipamento próximo da condição original, prolongando sua vida útil e prevenindo falhas maiores.  Então, esse tipo de manutenção geralmente é realizada em intervalos planejados, quando é possível parar o equipamento sem comprometer a operação da empresa.

II. Manutenção Baseada no Tempo 

A manutenção baseada no tempo é programada com base no histórico de uso do equipamento e nas inspeções regulares. Ela inclui ações como inspeção visual, lubrificação, limpeza e substituição de peças que podem se desgastar com o tempo.  Essa abordagem tem como foco evitar falhas inesperadas, atuando de forma preventiva com base no tempo de operação dos equipamentos.

III. Manutenção Baseada nas Condições

A manutenção baseada nas condições se diferencia por considerar o estado real do equipamento, em vez de apenas o tempo de uso ou intervalos fixos entre manutenções.  Para sua eficácia, é necessário monitoramento constante, geralmente realizado por equipes especializadas. Para isso, podem ser utilizados sistemas para identificar sinais de desgaste ou falhas iminentes.  Com essa abordagem, é possível realizar manutenções apenas quando necessário, otimizando o tempo e os recursos.

Manutenção preventiva x corretiva x preditiva?

É crucial entender as diferenças entre os modelos de manutenção preventiva TI para otimizar a gestão de TI proativa. A manutenção preventiva, por exemplo, é uma abordagem proativa, focada em evitar falhas antes que elas ocorram. Por meio de um cronograma bem estruturado, essa prática inclui inspeções regulares, atualizações de software e substituição de peças desgastadas. Já a manutenção corretiva é reativa.  Ou seja, o principal objetivo é corrigir falhas que já se manifestaram. Essa abordagem é utilizada quando um equipamento ou sistema apresenta problemas que precisam ser resolvidos imediatamente para restaurar o funcionamento.  Em contrapartida a manutenção preditiva compartilha algumas semelhanças com a manutenção preventiva. No entanto, sua abordagem é diferente. Isso pois, esse modelo utiliza tecnologias avançadas, como sensores e monitoramento em tempo real, para avaliar o estado de funcionamento dos equipamentos.  Leia também no blog: Gerenciamento de TI: afinal, quais as diferenças entre reativo e proativo?

Qual a importância da manutenção preventiva em TI?

A falta de um planejamento adequado e de cronograma para a manutenção de equipamentos pode resultar em danos irreversíveis. Essa razão sozinha já deveria ser suficiente para justificar o investimento em manutenção preventiva na sua empresa.  Além disso, a prática está diretamente relacionada à redução de custos. Afinal, intervenções emergenciais de manutenção resultam em despesas elevadas, com a compra de peças e a contratação rápida de equipes especializadas. Outro benefício é a diminuição de perdas, pois uma equipe dedicada acompanhará o estado do hardware e do software, evitando desgastes desnecessários. Isso se traduz em um desempenho aprimorado dos servidores e na eficiência da equipe. Para exemplificar, imagine uma situação em que sua empresa está cheia, seu time está envolvido em um projeto importante, e você precisa fechar um contrato, mas os computadores simplesmente falham. Essa situação poderia ser evitada com a adoção de um cronograma sólido de manutenção preventiva TI.

Como montar um plano de manutenção preventiva?

Como vimos até agora, a eficácia da manutenção preventiva TI está intimamente ligada a um planejamento bem estruturado. Para te ajudar a implementá-la, listamos algumas dicas a seguir. Confira!

  • Atualização regular dos softwares

Manter os softwares da organização atualizados é essencial para prevenir problemas. Atualizações corrigem vulnerabilidades, agilizam processos e melhoram o desempenho geral.  Então, estabelecer rotinas com datas programadas para as atualizações, assegura que esses updates não se acumulem e comprometam o desempenho do sistema.

  • Calendário de limpeza dos equipamentos

A limpeza dos equipamentos é um procedimento simples, mas extremamente importante. Até porque, equipamentos sujos podem operar com eficiência reduzida, afetando todos os processos da empresa.  Por isso, é crucial implementar um calendário de limpeza regular. Um cronograma bem executado aumenta a vida útil dos equipamentos, bem como diminui a necessidade de investimentos na compra de novas máquinas.

  • Monitoramento e investimento na equipe

Para que o planejamento seja efetivo, é fundamental monitorar a equipe. E, a manutenção preventiva TI não é exceção. Assim como os sistemas requerem atualizações, a equipe deve receber treinamento contínuo para garantir que o planejamento de manutenção preventiva funcione adequadamente.  A capacitação deve abranger o cuidado com os equipamentos, o uso adequado dos sistemas e o funcionamento do planejamento de manutenção, garantindo que todos os objetivos estejam alinhados.

  • Temperatura e umidade do ambiente

Embora possa parecer apenas um detalhe, a temperatura da sala de máquinas tem impacto direto na vida útil dos equipamentos. Portanto, é essencial que o sistema de climatização esteja projetado para manter o ambiente seco e fresco.

  • Terceirização da manutenção preventiva

Contratar empresas especializadas em manutenção preventiva é uma boa estratégia no campo da tecnologia. Afinal, equipes externas, não envolvidas nos processos internos da organização, conseguem identificar com mais clareza as vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.  Elas também sugerem soluções práticas de maneira ágil, sem estar sobrecarregada por outras responsabilidades da empresa. Além disso, a organização prestadora de serviços se encarrega de fornecer uma equipe qualificada.


 

O que deve constar no programa de manutenção preventiva?

Entre as regras para manutenção preventiva em TI está a abrangência para garantir a eficácia e a durabilidade dos equipamentos e sistemas.  Assim, alguns dos elementos essenciais que devem constar em um programa de manutenção preventiva TI são: 

  • Inventário de Equipamentos: lista completa de todos os equipamentos, sistemas e componentes que precisam de manutenção. Importante constar detalhes como modelo, número de série, localização e especificações técnicas; 

  • Cronograma de Manutenção: planejamento detalhado das atividades de manutenção preventiva, incluindo frequência (diária, semanal, mensal, trimestral). Datas programadas para as manutenções e responsáveis por cada tarefa; 

  • Checklist de Inspeção: listas de verificação para as inspeções regulares, incluindo itens a serem inspecionados e critérios de aceitação. Registro de anomalias e ações corretivas necessárias; 

  • Procedimentos Operacionais: documentação sobre como realizar as manutenções, com instruções passo a passo para cada atividade. Orientações sobre como lidar com problemas comuns e a forma de reportá-los; 

  • Registro de Manutenções Realizadas: sistema para registrar todas as atividades de manutenção executadas, incluindo data, tipo de manutenção, peças trocadas e observações. Registro de custos associados a cada manutenção para análise futura; 

  • Treinamento e Capacitação: programa de treinamento contínuo para a equipe responsável pela manutenção, abordando as melhores práticas e novos procedimentos. Registro dos treinamentos realizados e das competências adquiridas pela equipe; 

  • Monitoramento de Condições: uso de ferramentas e tecnologias para monitorar o desempenho dos equipamentos em tempo real. Indicadores Chaves de Desempenho (KPIs) para avaliar a eficácia do programa de manutenção; 

  • Análise de Risco: identificação de potenciais riscos associados a falhas de equipamentos e como mitigá-los por meio da manutenção preventiva. Planos de contingência para situações de emergência;

  • Orçamento e Custos: estimativa de custos associados ao programa de manutenção preventiva, incluindo peças, mão de obra e treinamentos. Avaliação do retorno sobre investimento (ROI) da manutenção preventiva em comparação com custos de manutenção corretiva; 

  • Revisão e Atualização do Programa: processos para revisar e atualizar regularmente o programa de manutenção preventiva, garantindo que ele se mantenha relevante e eficaz. Feedback da equipe sobre o programa e sugestões de melhorias.

Incorporar esses elementos em um programa de manutenção preventiva ajudará a garantir que os equipamentos operem de maneira confiável e eficiente.  

Principais indicadores de manutenção em TI

Os indicadores de manutenção são parte essencial da estratégia que: 

  • Acompanha o desempenho das atividades;

  • Avalia a eficiência da equipe de TI;

  • Identifica áreas que precisam de melhorias;

  • Reconhece o que está funcionando bem. 

Para isso, é crucial conhecer essas métricas, seus conceitos e aplicações. Desse modo, você poderá selecionar aquelas que melhor se alinham aos objetivos da empresa em seu planejamento de manutenção preventiva.  Conheça os indicadores que podem pautar o seu contrato de manutenção preventiva de TI

MTBF e MTTR

MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio Entre Falhas) e MTTR (Mean Time To Repair ou Tempo Médio Para Reparo) são indicadores cruciais para a manutenção, que operam em conjunto.  O MTBF indica quanto tempo um equipamento pode funcionar normalmente antes de apresentar uma nova falha, refletindo sua confiabilidade. Por outro lado, o MTTR informa o tempo médio necessário para que o equipamento retorne à operação após a correção de falhas.

Disponibilidade

A disponibilidade é um indicador que revela a capacidade de uso do equipamento. Quanto maior essa taxa, mais eficiente a manutenção preventiva TI.

MPd

O indicador MPd (Manutenção Planejada) avalia se as etapas estabelecidas no cronograma de manutenção estão sendo cumpridas com sucesso. Ele mede o êxito do planejamento, ajudando a identificar o que está funcionando conforme o esperado.

MP

A métrica MP (Manutenção Preventiva) é focada em ações de manutenção preventiva que não estão produzindo os resultados desejados. Assim como o MPd, analisa a eficácia do planejamento estratégico, permitindo entender quais aspectos precisam de ajustes.

ERV

ERV (Estimated Replace Value ou Valor Estimado De Troca) é um indicador fundamental para avaliar a conveniência de continuar a manutenção de um equipamento em vez de substituí-lo. Ele ajuda a decidir o momento certo para a troca, considerando custos e benefícios.

CMF

CMF (Custo de Manutenção/Faturamento) representa a gestão financeira do planejamento de manutenção preventiva e é um dos indicadores mais importantes.  Essa métrica identifica se as ações previstas são economicamente viáveis para a organização, possibilitando uma alocação de recursos mais eficiente.

Backlog

O backlog indica o tempo necessário para que a equipe de manutenção resolva todas as pendências. Essa métrica avalia a capacidade técnica da equipe e ajuda a determinar se é o momento de considerar a contratação de uma empresa terceirizada para auxiliar nos serviços.

Tenha uma gestão de TI proativa com Milvus

Invista na eficiência e confiabilidade da sua infraestrutura de TI com as soluções do Milvus. Com um sistema de manutenção preventiva TI bem estruturado, você pode minimizar riscos, reduzir custos e maximizar a performance dos seus equipamentos.  Não deixe que falhas inesperadas impactem suas operações! Entre em contato conosco para descobrir como nossas ferramentas de monitoramento e gerenciamento de ativos podem transformar a sua abordagem de TI.  Acesse Milvus e comece a construir uma gestão de TI proativa hoje mesmo!


 

Atendimento ao Cliente

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Inteligência artificial para suporte técnico: como a tecnologia ajuda suas equipes

Felix Schultz

O uso da Inteligência Artificial para suporte técnico assegura inúmeros benefícios para a sua empresa. Isso pois a tecnologia permite que as equipes aumentem a eficiência, acelerem a resolução de problemas e melhorem a satisfação do cliente. No entanto, 78% dos executivos de TI alegam que ainda precisam conhecer mais sobre a tecnologia antes de fazer investimentos significativos. Se você faz parte dessa parcela e ainda tem dúvidas sobre o uso da IA para suporte técnico, confira esse conteúdo exclusivo. Boa leitura! 

O que é a Inteligência Artificial para suporte técnico?

A Inteligência Artificial (IA) para suporte técnico refere-se a um conjunto de tecnologias que, por meio de modelos matemáticos, são capazes de aprender, entender problemas e resolvê-los, bem como se adaptar a diversas linguagens e tomar decisões.  Assim, a aplicação da IA para TI possibilita a resolução de problemas técnicos de maneira mais rápida e precisa. Ao mesmo tempo, libera os profissionais humanos para focar em questões mais complexas.  Dessa forma, a IA pode, por exemplo, analisar grandes volumes de dados para identificar padrões e prever falhas. Além disso, é capaz de automatizar respostas para questões comuns e fornecer assistência em tempo real durante interações com clientes.  Em resumo, essa tecnologia não apenas melhora a eficiência operacional, mas também eleva o nível de satisfação do cliente. Afinal, torna o suporte técnico mais ágil, proativo e personalizado. Não à toa, uma pesquisa da Deloitte mostra que 70% das empresas entrevistadas investirão em IA para o negócio. 

Quais as vantagens da IA no atendimento?

As três principais vantagens da Inteligência Artificial no atendimento ao cliente são: 

  • A possibilidade de usar a tecnologia para criar experiências personalizadas ao atender as demandas do cliente;

  • A integração de dados e insights para interações mais assertivas; 

  • E a automação de tarefas.

Aplicações da IA no suporte técnico

A Inteligência Artificial para atendimento ao cliente está em constante evolução. Isso permite que ela seja utilizada em diversas etapas do relacionamento com o público, desde o pré até o pós-vendas.  Ainda, seu avanço expandiu as possibilidades de utilização da tecnologia. Abaixo,  listamos algumas das principais aplicações da Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

1. Resolução do Atendimento N1

A Inteligência Artificial tem revolucionado o dia a dia dos profissionais de TI. Especialmente no que diz respeito ao atendimento de Nível 1 (N1), no qual questões básicas e repetitivas são frequentes.  Nesses casos, é possível alimentar a base de conhecimento da IA com as informações do seu negócio. Assim, ao fornecer respostas automáticas, o chatbot baseado em IA permite que as solicitações dos usuários sejam resolvidas em tempo real, com soluções assertivas e sem a necessidade de intervenção humana.  Essa automação melhora significativamente a eficiência do atendimento, liberando as equipes de suporte para focarem em problemas mais complexos.  Além disso, o uso da Inteligência Artificial atendimento ao cliente aprende continuamente com cada interação.  Assim, torna-se mais eficaz com o tempo, o que resulta em uma experiência ágil e satisfatória.

2. Agilização de respostas

A integração com Inteligência artificial para suporte técnico permite que as respostas sejam automatizadas e entregues de maneira quase instantânea. Isso é feito a partir de algoritmos que analisam a base de conhecimento e oferecem soluções adequadas em tempo real.  Portanto, é possível reduzir drasticamente o tempo de espera de atendimento. Isso é vital em um ambiente de suporte onde cada segundo importa. Até porque, com a automação das respostas para questões recorrentes ou de baixa complexidade, suas equipes ganham tempo para se dedicar a problemas mais desafiadores e específicos, aumentando a eficiência geral do suporte.  Dessa forma, com as ferramentas TI automatizadas, sua empresa garante maior satisfação dos clientes. Afinal, eles percebem um atendimento mais eficaz e proativo.

3. Transcrição de áudios

A transcrição de áudios é um recurso fundamental da Inteligência Artificial TI, especialmente no ambiente omnichannel. No Milvus, essa funcionalidade permite que as mensagens de voz dos clientes sejam automaticamente convertidas em texto.  Assim, permite que as equipes tenham uma visão completa e detalhada das solicitações dos clientes, independentemente de como elas foram feitas. Sem falar que facilita a análise e o acompanhamento do histórico de atendimento.  Como resultado, aprimora a eficiência do atendimento e a qualidade do serviço prestado. Vale destacar que a funcionalidade é fundamental em um suporte multicanal, uma vez que possibilita a integração de dados de diferentes canais de comunicação.  Portanto, em um ambiente onde os clientes esperam respostas rápidas e consistentes, essa ferramenta de IA é um diferencial. 

4. Correção ortográfica das respostas de agentes

A correção ortográfica automática das respostas dos agentes garante um nível elevado de profissionalismo e clareza na comunicação com clientes. Com a integração da Inteligência Artificial para suporte técnico, a revisão ortográfica e gramatical deixa de depender dos humanos.  Nesse caso, a IA identifica e corrige erros em tempo real, antes que as respostas sejam enviadas. Isso é crucial para manter a confiança dos clientes, pois mensagens bem escritas transmitem maior credibilidade, e também evita mal-entendidos.  Além de melhorar a qualidade da comunicação, a correção ortográfica automatizada contribui para a eficiência das equipes de suporte. Isso porque, ao reduzir a necessidade de revisões manuais, os agentes podem focar em resolver as solicitações de forma rápida e eficaz.

5. Análise de dados

A análise de dados gerados a partir das interações com os clientes é crucial para aprimorar o suporte técnico da sua empresa. Assim, é possivel identificar tendências, padrões de comportamento e áreas que precisam de melhorias.  Ferramentas de IA podem apoiar nessa interpretação de dados, que também permite uma tomada de decisão mais informada. Assim, as empresas podem obter insights profundos que melhoram continuamente a eficiência e a eficácia do suporte técnico, resultando em uma experiência mais satisfatória para os clientes.

Como treinar a equipe de suporte técnico para usar IA?

Segundo o estudo Global AI Adoption Index 2022, realizado pela Morning Consult, 41% das empresas no Brasil já utilizam IA em suas operações. Isso se deve, em grande parte, ao fato de que a IA se tornou mais acessível para 56% dessas empresas e passou a ser incluída em aplicativos de negócios padrão para 48%. No entanto, além da contratação da tecnologia, treinar a equipe de suporte técnico para utilizar a IA é uma etapa essencial. Assim, o primeiro passo é garantir que todos compreendam o funcionamento da tecnologia e como ela pode ser aplicada no suporte técnico.  Além disso, é importante familiarizar a equipe com as ferramentas específicas que serão utilizadas. Seja com novos processos de alimentação da base de conhecimento da IA, ou como utilizá-la na rotina.   Ademais, à medida que a IA continua a evoluir, o treinamento contínuo e a atualização das habilidades da equipe serão essenciais para manter um suporte técnico eficiente e alinhado com as melhores práticas do mercado. 

Atendimento 5 Estrelas: assista os episódios no Youtube

Se você gostou deste conteúdo e quer aprender ainda mais sobre como a inteligência artificial pode transformar a experiência do cliente e ajudá-lo a conquistar um atendimento 5 estrelas, não perca nossos episódios no YouTube!  Nosso canal sempre tem novidades e grandes convidados que compartilham dicas valiosas para levar seu atendimento ao próximo nível. Inscreva-se e fique por dentro das melhores práticas para oferecer um serviço excepcional com a Inteligência Artificial para suporte técnico. Confira!

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4 benefícios dos cofres de senhas para a TI corporativa!

Felix Schultz

Investir na segurança digital é, há algum tempo, uma postura fundamental para todas as empresas. No entanto, os crimes cibernéticos se reinventam a todo momento e, por isso, é importante estar munido de mais de uma estratégia para se proteger. É nesse contexto que os cofres de senhas se destacam como uma ferramenta indispensável.  Mas, o que exatamente é um cofre de senha corporativo e como ele pode beneficiar tanto o seu negócio ou área de TI?  Para ajudá-lo a entender melhor sobre essa ferramenta, preparamos este artigo completo. Continue a leitura e veja como contar com um cofre de senhas também pode ser uma vantagem competitiva no mercado. 

O que são cofres de senhas?

Cofre de senhas é um sistema projetado para armazenar e gerenciar credenciais de acesso de forma segura. Ou seja, funciona como armazém digital, no qual todas as senhas da organização são guardadas de maneira criptografada.  Isso significa que somente usuários autorizados podem acessar essas informações, reduzindo significativamente o risco de violações de segurança de senha. Dessa maneira, o método de armazenamento é especialmente importante no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Afinal, a legislação impõe diversas obrigações às empresas e pessoas físicas que tratam dados pessoais.  Entre elas, estão medidas de segurança para proteger os dados contra acessos não autorizados, destruição, perda, alteração ou tratamento indevido. Portanto, os cofres de senhas para a TI corporativa ajudam a cumprir essas exigências, uma vez que proporcionam uma camada extra de segurança e conformidade regulatória.

Como funcionam os cofres de senhas?

Os cofres de senhas utilizam criptografia avançada para proteger as credenciais armazenadas. Ou seja, consiste na proteção de informações por meio do uso de algoritmos codificados, hashes e assinaturas.  Além disso, os dados criptografados ficam em um local seguro, seja em seu próprio dispositivo (cofres locais) ou em servidores remotos na nuvem (cofres baseados em nuvem).  Dessa forma, são indecifráveis para quem não possui a chave de acesso. Essa chave, por sua vez, é a sua senha mestre, a chave principal do seu cofre - que deve ser longa, complexa e única.  Aqui, a dica é combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Por outro lado, é totalmente desaconselhado reutilizar a senha de outros sites ou serviços. Afinal, a segurança do seu cofre de senhas depende diretamente da força da sua senha mestre, e qualquer vazamento de dados pode comprometê-la.  Inclusive, algumas soluções de cofres de senhas até podem simplificar essa tarefa e já geram senhas fortes e exclusivas para cada um dos seus sites e aplicativos. Apesar de todos os detalhes técnicos, os cofres operam por meio de uma interface amigável. Assim, os usuários podem adicionar, remover e compartilhar senhas de maneira segura e prática.  Outro ponto que merece destaque é que cofres confiáveis contam com medidas que reforçam a proteção dos seus dados, como a autenticação em dois fatores. Ela proporciona uma camada adicional de proteção pois exige que você forneça uma prova adicional de sua identidade.  Além disso, algumas soluções incluem auditorias de segurança e relatórios detalhados sobre o uso das senhas. Assim, ajudam as equipes de TI a monitorar e gerenciar o acesso aos recursos da empresa. O Milvus, por exemplo, além de gerir demandas simples e complexas de TI, com inventário, acesso remoto e muito mais, oferece uma solução completa de administrador de senhas.  Com a ferramenta de gerenciamento, é possível armazenar credenciais de forma segura, compartilhá-las com outros membros da equipe e realizar auditorias de acesso.  Ademais, integramos sua ferramenta de cofre de senhas com a Ferramenta LGPD, que ajuda a TI corporativa a garantir conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados nos dados do seu cliente.  Essa integração permite que as organizações mantenham suas senhas protegidas enquanto aderem às exigências legais de proteção de dados. Com isso, é possível oferecer uma solução abrangente para a segurança e conformidade regulatória. Para exemplificar, algumas das vantagens ferramenta LGPD incluem: 

  • Análise automática de cookies; 

  • Registro de consentimento; 

  • Dashboard em tempo real; 

  • Acesso ao portal do cliente; 

  • OutSource DPO para cliente. 

 

Benefícios dos cofres de senhas!

Implementar um cofre de senhas para a TI corporativa transforma a maneira como uma organização gerencia credenciais e protege dados sensíveis. Bem como oferece uma série de vantagens que vão além da simples armazenagem de senhas.  Nesta seção, exploraremos os principais benefícios dos cofres de senhas. Veja como essa ferramenta pode prevenir violações de dados, agilizar o acesso a informações críticas e facilitar o trabalho das equipes de TI.   

1. Evita violações de dados que podem prejudicar o negócio 

A violação de informações confidenciais pode ocasionar o roubo de informações confidenciais, como dados de clientes, dados financeiros ou propriedade intelectual. Ou, então, no pior dos casos, pode até levar à interrupção das operações, no caso de ataques DDoS ou malware.  Eles deixam os sistemas indisponíveis, interrompem as operações e, como resultado, causam perdas financeiras e, principalmente, danos à reputação que podem ser irreversíveis. Além disso, lidar com um ataque cibernético pode gerar custos com recuperação de dados, reparo de sistemas, investigação forense e ações legais. Sem falar nas multas por violação de dados. Portanto, os cofres de senhas minimizam esse risco ao garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso às credenciais. Com a criptografia de ponta a ponta, mesmo que um criminoso consiga acessar o cofre, ele não poderá decifrar as senhas armazenadas sem a chave correta.

2. Acesse senhas de forma rápida e segura

Conseguir acessar as senhas de forma rápida e prática é crucial para manter a produtividade. Com um cofre de senhas, não apenas os membros da equipe de TI corporativo conseguem acessar rapidamente as credenciais necessárias para realizar suas tarefas diárias, mas também todo o restante do time.  Os cofres também solucionam erros de autenticação, facilitam o onboarding de novos colaboradores e reduzem o tempo gasto na recuperação de senhas esquecidas. 

3. Reduza o tempo de suporte à TI

Uma grande parte do tempo das equipes de TI é consumida com solicitações de redefinição de senhas.  Com um cofre de senhas, os usuários podem gerenciar suas próprias credenciais de forma segura, reduzindo a carga sobre o suporte técnico. Ou seja, a equipe de TI não precisa ser constantemente acionada e pode se concentrar em tarefas mais estratégicas que trazem benefícios para a empresa como um todo.

4. Diga adeus à frustração de redefinir senhas

Redefinir senhas pode ser um processo frustrante e demorado tanto para os usuários quanto para a equipe de TI. Os cofres de senhas eliminam essa frustração ao fornecer uma maneira fácil e segura de recuperar e atualizar senhas. Assim, melhora a experiência do usuário e aumenta a eficiência operacional.

Como manter a segurança dos cofres de senhas?

Como você viu acima, para garantir a segurança dos cofres de senhas, é fundamental ter uma postura proativa e seguir algumas práticas recomendadas. Primeiramente, escolha uma solução confiável e reconhecida no mercado, que ofereça criptografia robusta e autenticação multifatorial.  Afinal, a autenticação multifator (2FA) exige uma prova adicional de sua identidade além da senha mestre para acessar o seu cofre de senhas. Isso torna muito mais difícil para alguém obter acesso não autorizado, mesmo que saiba sua senha. Em segundo lugar, reforce a importância de uma senha mestre forte e exclusiva. Protegê-la é crucial para garantir que ninguém, nem mesmo os próprios desenvolvedores do cofre, tenha acesso às suas senhas armazenadas. Lembre-se de frisar que a senha mestre nunca deve ser compartilhada. Outra forma de reforçar a segurança é armazenando sua senha mestre em um cofre de senhas diferente daquele que você usa para armazenar suas outras senhas.  Você também deve manter o software do cofre de senhas atualizado, uma vez que atualizações frequentes corrigem falhas de segurança e vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers. Além disso, é claro, tenha sempre cuidado ao clicar em links ou abrir anexos e faça backups regulares do seu cofre de senhas. Assim, é possível recuperar seus dados em caso de perda ou falha do sistema. Também é importante monitorar as atividades no cofre de senhas, Então, verifique o histórico de logins, conferindo quem e quando acessou seu cofre de senhas. Algumas soluções permitem a ativação de notificações por email ou SMS sempre que alguém acessar sua conta.


 

A solução completa para o seu time de TI está aqui! 

Na busca por soluções seguras e eficientes para o gerenciamento de senhas, o Milvus se destaca como uma opção consolidada no mercado. Mais de 3 mil empresas utilizam as funcionalidades da plataforma para uma gestão de atendimento ao cliente e, também, gerenciamento de demandas de TI complexas.  Com uma interface intuitiva e recursos avançados de segurança, nosso gerenciador de senhas oferece todas as funcionalidades necessárias para proteger suas credenciais e otimizar a produtividade da sua equipe de TI.  Ainda tem dúvidas de como nossa solução pode beneficiar sua empresa? Entre em contato com nossos especialistas e veja como podemos te ajudar!  

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4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

Felix Schultz

O sistema servicedesk é um recurso fundamental de contato entre clientes, empresas e parceiros. Afinal, centraliza e organiza as demandas relacionadas à área de TI.  Além disso, a plataforma apoia no registro e monitoramento das máquinas, agilizando a resolução e até a prevenção de problemas. Com isso, o sistema é uma ótima alternativa para manter o time organizado e reduzir os custos da área.  Quer saber mais sobre? Continue a leitura e veja como transformar a performance e rentabilidade da sua equipe de suporte. 

O que é sistema de service desk?

Se você ainda se pergunta o que é service desk e como ele auxilia no relacionamento com o consumidor, este artigo é para você.  Traduzido como “balcão de atendimento”, e também conhecido como sistema de abertura de chamados, o sistema servicedesk pode ser definido como uma central de serviços. Isso porque permite a comunicação entre os usuários e a equipe.  Dessa forma, é fundamental para o bom funcionamento do suporte técnico e  solução de demandas que exigem alto nível de especialização. Para isso, o sistema gerencia as equipes de atendimento ao cliente, registrando as informações de todos os chamados em um só lugar.  Ainda, monitora o desempenho e qualidade do atendimento prestado pelas equipes. Tudo isso com a praticidade de transformar todas essas informações em relatórios, ajudando gestores a definirem um padrão para o atendimento.  Dessa forma, o sistema servicedesk garante mais agilidade, minimizando os impactos negativos dos problemas apresentados pelos usuários. Sem falar que também atua de maneira preventiva para melhorar a infraestrutura de TI e suporte da empresa.

Como funciona um sistema servicedesk? 

O service desk é responsável por receber, organizar e priorizar as solicitações de clientes que precisam do apoio da equipe de TI. Essa série de funcionalidades proporciona uma operação eficiente para equipe, com processos organizados e mais seguros.   Isso é possível porque, além de ser um canal de recebimento de solicitações, o sistema servicedesk permite a conexão com o parque de máquinas dos clientes. Ou seja, acompanha em tempo real alterações nos equipamentos, o inclui desde a temperatura das máquinas até o download de programas suspeitos.  Tudo isso com a comodidade de, se ocorrer algo fora dos padrões de segurança estipulados, um ticket é criado automaticamente para a equipe acompanhar e solucionar a situação.  Dessa forma, a solução é um grande aliado para que as equipes operem de forma estratégica e preventiva, evitando falhas e assegurando a qualidade dos serviços.


 

4 maneiras de reduzir custos com um sistema servicedesk

1. Mais eficiência sem aumentar a equipe

O sistema servicedesk permite o monitoramento e a distribuição dos chamados de forma estratégica. Assim, ajuda a solucionar problemas rapidamente, evitando a sobrecarga dos colaboradores.  Além disso, graças a funcionalidades que agilizam as respostas, como integrações com inteligência artificial, a solução torna a rotina dos operadores mais ágil. Ou seja, o time consegue atender a mais soluções em menos tempo, evitando erros e insatisfação dos clientes. Isso, consequentemente, reduz os custos da operação.

2. Abandone as diversas assinaturas de múltiplas plataformas

Outra vantagem do sistema de abertura de chamados, como o Milvus, é a centralização de diversas soluções em um só lugar. Afinal, ao reunir as solicitações de suporte técnico, a empresa consegue otimizar os recursos disponíveis e evitar esforços duplicados.   Além disso, a plataforma conta com integrações com Google Agenda, WhatsApp sistema de gestão financeira BomControle, Chat GPT e mais. Ou seja, agiliza a rotina do time e também diminui os gastos. 

3. Assuma o controle da gestão de contratos

O sistema service desk também pode ser usado para gerenciar contratos com fornecedores de TI. A plataforma proporciona o gerenciamento de nível de serviço e garante uma visão geral das informações do contrato.  Dessa forma, é possível monitorar o cumprimento dos termos dos contratos, evitando extensões indesejadas, mantendo o controle de prazos e custos de manutenção.  Além disso, a funcionalidade ajuda a identificar oportunidades para economizar e renegociar os acordos. Tudo isso é feito a partir da análise do histórico do cliente, entregando um serviço além das expectativas. 

4. + Retenção de clientes e - Gastos para prospectar

O service desk permite centralizar o atendimento, automatizar os processos e integrar as informações, garantindo que as soluções fornecidas sejam consistentes e de qualidade.  Assim, ajuda a oferecer aos clientes soluções mais rápidas e eficientes. Isso melhora sua satisfação com o atendimento prestado e, consequentemente, a relação com a empresa.   Como resultado, aumenta o valor de tempo de vida do cliente, pois proporciona a sua fidelização. E, no final das contas, reter clientes é mais barato do que prospectar novos. 

Como implantar o service desk na empresa?

Inserir um sistema servicedesk na rotina da equipe com sucesso requer um bom planejamento. Por isso, na hora de implantar o sistema na sua empresa, é preciso seguir alguns passos básicos, como:  

  1. Identifique os objetivos do negócio e defina os requisitos funcionais, incluindo quantidade de técnicos e de serviços oferecidos;

  2. Faça um levantamento da infraestrutura de TI e dos processos de suporte técnico para identificar lacunas e oportunidades de melhoria;

  3. Escolha um software de service desk que atenda às necessidades do negócio, considerando funcionalidades, escalabilidade, integração com outras ferramentas e custo;

  4. Desenvolva processos e procedimentos claros e detalhados para gestão de incidentes, solicitações e alterações, usando sempre as melhores práticas;

  5. Configure e personalize a ferramenta de Service Desk de acordo com os processos definidos; 

  6. Treine a equipe para que o serviço seja realizado com eficácia;

  7. Implemente um plano de comunicação para informar a organização sobre como e quando usar o service desk;

  8. Monitore o desempenho do sistema e faça os ajustes necessários para alcançar os objetivos definidos.

Conheça o Milvus: o mais completo sistema service desk 

Agora que você já sabe mais sobre o que é e como funciona o sistema servicedesk, é preciso escolher a ferramenta certa para a sua empresa. É nessa hora que você pode contar com o Milvus, uma plataforma omnichannel de relacionamento com o cliente. Afinal, além de facilitar a gestão de canais de contato, contribuir para o gerenciamento das demandas e automatizar tarefas, o Milvus oferece, entre muitas outras funcionalidades:  

  • Centralização de tickets abertos via chat, e-mail, telefone, portal, formulário, WhatsApp e mais;

  • Atendimento de chamados, com  escalonamento de serviços, atribuição de checklists, fechamento com revisão e avaliação do chamado; 

  • Faturamento de contratos, que permite a análise de rentabilidade e a personalização dos documentos. 

  •  Controle de inventário de hardware, softwares e licenças, que realiza a coleta de dados em tempo real, ajudando na prevenção de falhas.

  • Criação de relatórios com estatísticas e apuração de resultados para aperfeiçoamento contínuo da área e suas práticas. 

  • Manutenção do sistema e atualizações, oferecendo melhorias, correções e uma equipe atenta às necessidades do cliente. 

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